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Notícias em 1 parágrafo!

Tudo sobre Trump

Trump considera tomar a Groenlândia para segurança dos EUA

Donald Trump, o ex-presidente dos Estados Unidos, declarou sua intenção de tomar a Groenlândia, afirmando em um podcast que o território é essencial para a segurança internacional americana. Ele não descartou a possibilidade de usar a força para adquirir a ilha, que é administrada pela Dinamarca. Trump e sua equipe, liderada pelo vice-presidente J.D. Vance, planejam visitar a Groenlândia para discutir a segurança e a situação do local, uma manobra criticada pelo primeiro-ministro interino da Groenlândia, Mute Egede, que considera a visita uma interferência na autonomia local.

Trump assina decreto eleitoral citando Brasil como exemplo positivo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou um decreto em 25 de março de 2025, alterando as regras eleitorais, citando o Brasil como exemplo bem-sucedido na segurança das eleições através da biometria. O decreto visa prevenir fraudes eleitorais e reforça a verificação da cidadania dos eleitores, proibindo cidadãos estrangeiros de interferirem no processo eleitoral. O documento indica que os órgãos de segurança e governo fornecerão acesso a bancos de dados federais para verificar a identidade dos votantes e exige documentação que comprove a cidadania, como passaportes e identificações válidas.

Venezuela retoma repatriações de migrantes após crises de deportação

Neste sábado (22), a Venezuela anunciou a retomada dos voos de repatriação de migrantes deportados pelos Estados Unidos, que estavam suspensos há um mês. A decisão chega após a deportação de 238 venezuelanos para uma prisão em El Salvador, que o presidente Nicolás Maduro chamou de sequestro. Enquanto isso, o governo americano revogou a licença de operação da Chevron na Venezuela como represália. Maduro enfatizou a importância da repatriação, afirmando que migrar não é crime e que o governo trabalhará para resgatar todos os deportados, sem ligação com gangues, desafiando as acusações dos EUA.

Trump anuncia deportação em massa de imigrantes latino-americanos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a revogação do status legal temporário de 530 mil imigrantes latino-americanos, incluindo cubanos, haitianos, nicaraguenses e venezuelanos, que estavam protegidos por um programa de asilo criado por Joe Biden. Essa medida, que visa deportar esses migrantes, será a maior desde o início do governo Trump e deve entrar em vigor em 24 de abril. Os imigrantes afetados haviam recebido a permissão para residir nos EUA antes de viajar, mas agora enfrentam incertezas em relação ao seu futuro e à proteção legal que possuem.

Trump revela caça F-47: a nova era dos jatos de combate

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou um contrato com a Boeing para a fabricação do novo caça F-47, considerado a sexta geração dos jatos de combate da força aérea americana. Trump descreveu o caça como o “mais letal já construído”, destacando suas capacidades superiores em velocidade, manobrabilidade e stealth, o que o torna praticamente invisível aos radares. Embora a Força Aérea não tenha divulgado detalhes sobre a produção ou o custo do avião, o acordo pode ser crucial para a Boeing, que enfrenta dificuldades financeiras, e visa fortalecer a posição militar dos EUA globalmente.

Trump anuncia plano audacioso para fechar o Departamento de Educação

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, assinou um decreto para encerrar o Departamento de Educação, afirmando que o órgão falhou com as famílias. O governo agora precisará do apoio do Congresso para aprovar essa medida, já que a criação do departamento está consagrada na Constituição. Trump acredita que o fechamento permitirá que as decisões sobre educação sejam tomadas em nível estadual, afastando o controle federal. Ele apontou que a burocracia do Departamento prejudicou o setor educacional e que novas iniciativas poderiam beneficiar as crianças. As funções essenciais ainda serão mantidas em outros órgãos federais.

Trump busca eliminar Departamento de Educação com novo decreto

Donald Trump assinou um decreto visando eliminar o Departamento de Educação dos EUA, estabelecendo que o governo deve começar a desativá-lo. Trump argumenta que a extinção se alinha com a necessidade de interromper o financiamento federal para programas que promovem diversidade e inclusão. A desativação completa do departamento requer a aprovação do Congresso, onde o Partido Republicano detém a maioria, mas não os 60 votos necessários. Trump critica a gestão atual do departamento e reforça que as funções educativas devem ser transferidas para estados e comunidades, visando uma abordagem mais local no financiamento educativo.

Trump recua e suspende tarifas sobre produtos do México e Canadá

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu suspender temporariamente as tarifas sobre a maioria dos produtos mexicanos e canadenses, dando mais tempo para negociações em torno do Acordo EUA-México-Canadá. A ordem executiva foi assinada após pressão do setor industrial e do agronegócio americano, que já se mostrava frustrado. As tarifas, inicialmente impostas em 25%, foram reduzidas, e Trump se mostrou preocupado em não prejudicar as empresas americanas. A decisão reflete uma reviravolta na política comercial de seu governo e impacta diretamente na relação entre os três países signatários do acordo.

Tarifas comerciais: Brasil na mira de Trump?

Donald Trump, durante discurso no Congresso americano, abordou tarifas comerciais e mencionou o Brasil entre países que aplicam taxas altas, sugerindo que o país pode ser alvo de tarifas adicionais. Atualmente, o Brasil impõe uma tarifa média de 11,2% sobre produtos americanos, enquanto os Estados Unidos aplicam uma média de 1,5% sobre bens brasileiros. Um relatório do Itaú destaca que se Trump aumentar as tarifas de importação para 25%, as exportações brasileiras poderiam enfrentar perdas significativas. Especialistas alertam que isso poderia agravar a situação do comércio internacional e impactar seriamente a economia brasileira.

Deputado Al Green é expulso durante discurso de Trump por protestar contra cortes no Medicaid

Durante o discurso de Donald Trump ao Congresso, o deputado democrata Al Green foi expulso após protestar contra os cortes no Medicaid, gritando: 'Sr. Presidente, você não tem o mandato!'. Green, crítico de Trump, usou uma gravata com a frase 'Nós, o Povo' e declarou estar disposto a aceitar punições por suas ações. O congressista, de 77 anos, representando o 9º Distrito de Houston, já havia pedido o impeachment de Trump anteriormente. O Medicaid, que subsidia cuidados médicos para 80 milhões de americanos, está sob ameaça devido a cortes propostos, gerando preocupações entre democratas.

Suprema Corte dos EUA derruba ordem de Trump e libera US$ 2 bilhões em ajuda internacional

A Suprema Corte dos EUA decidiu nesta quarta-feira (5) rejeitar a ordem executiva de Donald Trump que visava congelar US$ 2 bilhões em ajuda internacional. Com uma votação apertada de 5 a 4, a Corte manteve a decisão do juiz Amir Ali, que determinou a liberação imediata dos fundos destinados a agências como a USAID e o Departamento de Estado. Essa medida é um retrocesso nas tentativas de Trump de reduzir gastos governamentais. A maioria dos juízes, incluindo John Roberts e Amy Coney Barrett, apoiou a liberação, enquanto a oposição veio de quatro juízes conservadores.

Democratas rebatem Trump em grande estilo com cartazes no Congresso

Em um ambiente conturbado, os deputados democratas reagiram ao discurso do presidente Donald Trump, em sua primeira apresentação no novo mandato, no Congresso dos EUA. Utilizando placas e quadros, eles levantaram mensagens em tempo real, desmentindo mentiras e sinalizando oposição. A deputada Melanie Stansbury destacou-se, exibindo uma placa com a frase 'Isso não é normal'. Outros parlamentares acompanharam, levantando signos como 'Falso' e 'Salvem o Medicaid'. A ação visava chamar a atenção do público durante a transmissão, questionando não apenas as declarações de Trump, mas também criticando figuras como Elon Musk, presente no evento.

Zelensky nega pedido de desculpas a Trump após desentendimento

O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, afirmou que não se desculpará ao ex-presidente americano Donald Trump após um desentendimento na Casa Branca. Em uma entrevista à Fox News, Zelensky expressou seu respeito por Trump e pelo povo dos Estados Unidos. O presidente ucraniano declarou que ninguém deseja mais que a guerra termine do que ele, reforçando a difícil situação da Ucrânia diante da invasão russa. Zelensky também salientou que a vitória sobre as forças russas seria quase impossível sem o apoio dos EUA, buscando fortalecer as futuras negociações com Washington.

Tensão entre Trump e Zelensky marca reunião na Casa Branca

A reunião entre Donald Trump e Volodymyr Zelensky na Casa Branca, ocorrida em 28 de fevereiro de 2025, foi marcada por tensões e discussões. Trump pressionou Zelensky a aceitar um cessar-fogo com a Rússia, alegando que sua resistência estava arriscando vidas e desrespeitando os Estados Unidos. Zelensky respondeu criticando a postura de Trump em relação a Putin, o que deixou o presidente americano irritado. Após a reunião, Trump utilizou as redes sociais para afirmar que Zelensky desrespeitou os EUA e que somente poderia retornar ao país quando estivesse pronto para a paz.

Trump diz a Zelensky que ele pode voltar quando estiver pronto para a paz

Durante um tenso encontro na Casa Branca, Donald Trump e Volodymyr Zelensky trocaram farpas enquanto discutiam um acordo sobre minérios. Trump acusou Zelensky de desrespeitar os Estados Unidos, afirmando que o presidente ucraniano não estava pronto para a paz. A discussão culminou em críticas mútuas, onde Zelensky chamou Putin de assassino e Trump alertou sobre as consequências de suas ações. O acordo sobre a exploração de terras raras na Ucrânia não foi assinado, e a Casa Branca aguardará Zelensky estar 'pronto para uma conversa construtiva' antes de prosseguir. A tensão permanece entre os líderes.

Trump corta drasticamente ajuda externa, afetando milhões ao redor do mundo

A administração Trump cortou 90% dos contratos da USAID, o que significa uma redução de US$ 60 bilhões em assistência global e afetará 5.800 de 6.200 contratos plurianuais, além de 4.100 das 9.100 subvenções do Departamento de Estado. Uma decisão da Suprema Corte bloqueou uma ordem judicial que pedia a liberação de bilhões em ajuda externa, justificando que a medida visa eliminar desperdícios e direcionar recursos para interesses americanos. Os cortes impactam programas vitais de saúde e assistência humanitária em países em desenvolvimento, enquanto a política isolacionista dos EUA se fortalece com essa nova abordagem.

Trump lança visto de 5 milhões para ricos: o gold card

O presidente Donald Trump anunciou a criação do 'Gold Card', um novo tipo de visto que pode ser adquirido por cidadãos ricos por 5 milhões de dólares. Durante uma coletiva no Salão Oval, Trump explicou que o objetivo é atrair pessoas de alto poder aquisitivo para os Estados Unidos, que gastariam dinheiro e pagariam impostos, gerando empregos. O programa se destina a substituir o EB-5, atualmente criticado por fraudes. Trump mencionou que empresários de tecnologia poderiam se beneficiar do novo visto, permitindo que as empresas contratassem talentos estrangeiros valiosos para suas operações.

Macron desmente Trump sobre ajuda financeira à Ucrânia na Casa Branca

Durante um encontro na Casa Branca em 24 de fevereiro de 2025, o presidente francês Emmanuel Macron corrigiu Donald Trump sobre a questão do financiamento à Ucrânia. Trump assegurou que a Europa estava recebendo de volta o dinheiro enviado aos ucranianos, ao que Macron respondeu afirmando que a França e a Europa contribuíram com 60% do apoio financeiro real, incluindo empréstimos e subsídios. Ele esclareceu que, embora a Europa tenha ativos russos congelados, isso não garante o reembolso. A discussão gerou um momento ríspido, caracterizando a tensão entre os líderes sobre o apoio à guerra na Ucrânia.

Trump elogia Eduardo Bolsonaro em conferência conservadora

Na Conferência Conservadora CPAC em Washington, Donald Trump mencionou o deputado Eduardo Bolsonaro, chamando-o de 'meu amigo' e enviando saudações a Jair Bolsonaro, seu pai, que se encontra com o passaporte retido. Trump, no entanto, não abordou as recentes denúncias relacionadas a Bolsonaro por tentativa de golpe. Eduardo tenta persuadir os conservadores a apoiar Bolsonaro, acusado de viver sob um 'regime de exceção' no Brasil. Trump também atacou a imprensa e políticos democratas, enquanto insinuou que um acordo de paz com a Rússia, referente à Ucrânia, está 'muito próximo'.

Trump faz demissões em massa no Pentágono em reforma militar controversa

Donald Trump anunciou demissões em massa na cúpula militar dos EUA, removendo o general Charles Q. Brown, chefe do Estado-Maior Conjunto, e outros cinco generais e almirantes. Essa reformulação radical inclui a nomeação de Dan 'Razin' Caine, um ex-tenente-general aposentado, para suceder Brown. Trump também afastou líderes mulheres e negros, gerando críticas sobre a politização das Forças Armadas. Em resposta, legisladores democratas condenaram a decisão, enfatizando a importância da confiança e profissionalismo nas instituições militares. A mudança ocorre em meio a um cenário de revisão de orçamento e uma nova política externa focada na “América em Primeiro Lugar”.

Trump assina decreto para demissões em massa em agências federais

O presidente Donald Trump assinou um decreto em 11 de fevereiro que visa diminuir a força de trabalho nos Estados Unidos. Segundo o documento, cada agência federal deve contratar apenas um funcionário para cada quatro que se aposentarem. A medida resulta em cortes em larga escala, especialmente em funções não essenciais, enquanto áreas relacionadas à segurança pública são excluídas. O bilionário Elon Musk, nomeado para liderar o novo Departamento de Eficiência Governamental, afirmou que sem essa redução, o país enfrentará uma falência devido a um déficit de $2 trilhões, o que exige ação imediata.

Trump impede acesso a jornalista após recusa em mudar nome do Golfo

O governo de Donald Trump impediu um repórter da Associated Press de participar de um evento no Salão Oval, em resposta à recusa da agência em renomear o Golfo do México como 'Golfo da América', conforme uma ordem executiva do presidente. Julie Pace, editora-executiva da AP, expressou preocupação, afirmando que essa ação representa uma violação da Primeira Emenda da Constituição dos EUA, que garante a liberdade de expressão. A AP declarou que continuará a usar o nome original, ressaltando sua função de manter a clareza e homogeneidade na nomenclatura geográfica global.

Trump sugere realocação de palestinos para Egito e Jordânia

O presidente dos EUA, Donald Trump, recentemente se reuniu com o rei Abdullah II da Jordânia na Casa Branca para discutir a questão palestina. Durante a reunião, Trump expressou que acredita que os palestinos podem ser realocados em terras do Egito e da Jordânia, e continuou a defender a anexação da Faixa de Gaza pelos EUA. Em sua visão, os palestinos não teriam direito de retorno, o que, segundo críticos, se assemelha a limpeza étnica. O rei da Jordânia, por sua vez, indicou que essas propostas seriam analisadas em um momento adequado.

Suspensão de parceria dos EUA com o Brasil para combate a incêndios florestais gera preocupações

O recente decreto de Donald Trump suspendeu por 90 dias toda a ajuda externa dos EUA, impactando diretamente uma importante parceria entre os Estados Unidos e o Brasil no combate a incêndios florestais. Desde 2021, o Programa de Manejo Florestal e Prevenção de Incêndios, financiado pela USAID, já capacitou mais de 3 mil brigadistas brasileiros. Com a paralisação, o IBAMA expressou preocupação, destacando que as ações interrompidas poderiam ter fortalecido a formação técnica dos profissionais. Essa suspensão ocorre em um contexto de restrições à ajuda externa, levadas a cabo por Trump, que justifica tais medidas por razões de segurança.

Trump critica cessar-fogo e diz que EUA podem perder paciência com Gaza

O presidente dos EUA, Donald Trump, expressou sua crescente impaciência com o cessar-fogo entre Israel e Hamas, após a divulgação de imagens de três reféns israelenses libertados que estavam em péssimas condições. Em declarações, Trump afirmou que a situação é insustentável e que a paciência dos EUA está se esgotando. Ele critica a possibilidade de os palestinos retornarem à Faixa de Gaza, considerando isso um erro grave. Trump declarou seu compromisso em garantir que os EUA adquiram Gaza e elogiou a postura de Israel em relação ao Hamas e à segurança dos reféns libertados.

Trump planeja tarifas recíprocas para escalar guerra comercial

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que irá revelar tarifas recíprocas na próxima semana, intensificando sua guerra comercial com outros países. Durante uma reunião com o primeiro-ministro japonês, Shigeru Ishiba, Trump não revelou quais nações seriam impactadas. Ele enfatizou que implementar tarifas de igual valor era uma de suas promessas de campanha, visando medidas contra países que taxam produtos dos EUA. Trump criticou tarifas, como a da União Europeia, argumentando que os Estados Unidos necessitam de um 'acordo justo', enquanto continua a negociar questões de imigração e déficits comerciais.

Trump anuncia tarifas recíprocas que podem impactar o Brasil

Donald Trump, presidente dos EUA, anunciou planos de impor tarifas recíprocas sobre importações, o que pode afetar o Brasil. Durante uma reunião de parlamentares republicanos, Trump indicou que os detalhes da proposta, que visa igualar tarifas estrangeiras às norte-americanas, devem ser revelados em breve. Esta ação é parte de suas promessas de campanha e poderia impactar os laços comerciais entre os dois países, já que o Brasil aplica uma taxa média de 11,2% sobre produtos americanos. Em contraste, os EUA cobram apenas 1,5% sobre os itens brasileiros.

Trump propõe controle dos EUA sobre a Faixa de Gaza em meio à crise humanitária

A Faixa de Gaza, que abriga 2,3 milhões de palestinos em uma área de 362 km², enfrenta uma grave crise humanitária. Dominada por ruínas após conflitos com Israel e Hamas desde 2023, a região apresenta uma densidade populacional alarmante, com mais de 80% da população vivendo na pobreza. Recentemente, Donald Trump sugeriu que os Estados Unidos assumam o controle do território, propondo reassentar os palestinos em novas localizações. Essa ideia gerou forte condenação internacional, enquanto a ONU estima que a reconstrução de Gaza pode levar até 21 anos e custar bilhões.

Trump e Netanyahu: EUA assumem controle de Gaza

Durante uma reunião na Casa Branca, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que os EUA assumirão o controle da Faixa de Gaza, sugerindo que os palestinos não deveriam ser os responsáveis pela reconstrução do local devastado. Trump alegou que isso resultaria em uma 'posição de posse de longo prazo' pelo país no território, prometendo desenvolver a área e criar empregos. Embora a ideia tenha recepcionado elogios por parte de ministros israelenses, tanto Jordânia quanto Egito manifestaram oposição à sugestão devido ao direito dos palestinos permanecerem em suas terras, trazendo à tona a possibilidade de limpeza étnica.

Tarifas de Trump podem desencadear uma guerra comercial global

A recente decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de implementar tarifas sobre importações do Canadá, México e China a partir de 3 de fevereiro, está gerando preocupações entre especialistas. Eles alertam que essa medida pode sinalizar o início de uma guerra comercial devastadora, com potencial para comprometer o crescimento econômico global e incitar volatilidade nos mercados financeiros. O impacto negativo esperado não se limita aos Estados Unidos, pois o Brasil também pode ser afetado por essas mudanças. Com isso, a expectativa é de um aumento na incerteza econômica e na instabilidade financeira em diversas áreas.

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