curta.news

Notícias em 1 parágrafo!

Tudo sobre Trump

Lula e Trump: um encontro histórico e um baile de gala em Washington

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve se encontrar com Donald Trump em Washington em março, após sua visita à Índia e à Coreia do Sul. O encontro, discutido em uma ligação de 50 minutos, culminará em um baile de gala em homenagem a Lula. Durante a conversa, os líderes abordaram a relação bilateral, com ênfase em assuntos econômicos e na retirada de tarifas sobre produtos brasileiros. Lula também propôs aumentar a cooperação contra o crime organizado e discutiu a situação na Venezuela, defendendo a paz e a estabilidade regional.

Alemanha, Suécia e Noruega enviam tropas para Groenlândia em resposta a Trump

A Alemanha, Suécia e Noruega anunciaram no dia 14 de janeiro de 2026 que enviarão tropas à Groenlândia para uma missão de exploração entre 15 e 17 de janeiro. Esta ação ocorre em resposta às ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que tem pressionado a Dinamarca sobre o controle da ilha. O comunicado alemão destaca que essa colaboração visa explorar condições para potencial apoio militar à Dinamarca, que reforçou sua presença na região em parceria com aliados da Otan. A situação é complexa, envolvendo crescente interesse geopolítico de Rússia e China no Ártico.

Trump zomba da defesa dinamarquesa e reafirma interesse na Groenlândia

Em conversa com repórteres, Donald Trump comparou a defesa da Groenlândia a 'dois trenós puxados por cães', afirmando que os Estados Unidos devem garantir o controle da ilha. Ele destacou que, se os EUA não a adquirirem, a Rússia ou a China o farão, declarando sua intenção de 'ficar com a Groenlândia, de um jeito ou de outro'. O presidente explicou que a Groenlândia é crítica para a segurança americana e as autoridades dinamarquesas reiteraram que a ilha não está à venda, apesar do interesse dos EUA em explorar sua localização estratégica e recursos naturais.

Trump pressiona Cuba com duras ameaças de consequências severas

O presidente dos EUA, Donald Trump, alertou Cuba para que faça um acordo ou enfrente graves consequências. Em uma mensagem no Truth Social, afirmou que o fluxo de petróleo e dinheiro da Venezuela para Cuba será interrompido, após a prisão do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, em uma operação militar. Trump destacou que os recursos que antes sustentavam Cuba acabaram e sugeriu que um acordo é necessário antes que seja tarde. A relação entre os dois países, sempre tensa, ainda não teve resposta do governo cubano diante das ameaças do presidente americano.

Protestos explosivos nos EUA contra política migratória de Trump após morte de mulher

Milhares de manifestantes se reuniram em várias cidades dos Estados Unidos neste sábado (10) para protestar contra a política migratória da administração Trump, após a morte de Renee Nicole Good, 37 anos, por um agente do ICE. A multidão em Minneapolis, onde ocorreu o tiroteio, clamou contra as violações dos direitos humanos e denunciou a retórica xenofóbica do governo. Enquanto autoridades alegaram legítima defesa, os manifestantes e o prefeito desacreditaram essa versão, afirmando que a morte de Renee Good se encaixa em um padrão de uso excessivo da força por parte do ICE durante operações de imigração.

Irã em chamas: protestos resultam em mais de 40 mortes e reprimenda a Trump

O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, descreveu os manifestantes que estão protestando em várias províncias do país como um 'bando de vândalos' que tentam agradar Donald Trump. Os protestos, que começaram em 28 de dezembro, já resultaram em mais de 40 mortes e surgiram em resposta à desvalorização do rial e à inflação crescente. Khamenei criticou Trump, afirmando que seu apoio aos manifestantes mostra uma falta de respeito ao povo iraniano. As manifestações se tornaram o maior desafio ao regime desde 2022, com relatos de repressão e bloqueios de internet afetando a comunicação no país.

Trump sugere ação militar contra Colômbia após captura de Maduro

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, levantou a possibilidade de uma ação militar contra a Colômbia, referindo-se ao país como 'doente' e seu presidente, Gustavo Petro, como um produtor de cocaína. Essa ameaça surgiu após a captura do líder venezuelano, Nicolás Maduro, por autoridades americanas, levando à crítica imediata do governo colombiano, que considerou os comentários de Trump como uma ingerência inaceitável nos assuntos internos. O Ministério das Relações Exteriores da Colômbia defendeu que essas declarações ferem normas do direito internacional e a soberania do país.

Trump sob pressão: ex-embaixador dos EUA sugere ataque à Venezuela

Em uma análise recente, o ex-embaixador dos EUA, John Feeley, declarou que Donald Trump 'precisa explodir alguns alvos' na Venezuela para não parecer fraco. Ele observou que, embora Trump esteja limitado pela política eleitoral interna e resista a iniciar novas guerras, as pressões de Marco Rubio podem influenciá-lo. Feeley destacou que qualquer ataque terrestre confirmado representará uma escalada significativa nas hostilidades. No entanto, a falta de clareza nas comunicações de Trump sobre operações clandestinas pode comprometer sua eficácia. Feeley acredita que uma demonstração de força pode não ser suficiente para depor Nicolás Maduro do poder.

Trump abandona Bolsonaro após prisão, afirma ex-embaixador dos EUA

John Feeley, ex-embaixador dos EUA, acredita que a mudança na postura de Donald Trump em relação ao Brasil e Jair Bolsonaro está mais ligada às ações imprevisíveis do presidente americano do que a qualquer conquista do governo Lula. Segundo Feeley, após a prisão de Bolsonaro, Trump começou a vê-lo como um 'perdedor', intolerável para o ex-presidente. Ele destaca que, embora as tarifas impostos aos produtos agrícolas brasileiros e as sanções fossem inicialmente impulsionadas pelo lobby de Eduardo Bolsonaro, a reversão dessas medidas é resultado do comportamento errático de Trump, não das habilidades de negociação de Lula.

Trump afirma que paz na Ucrânia está quase alcançada

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que as negociações para encerrar a guerra entre Rússia e Ucrânia estão na fase final. Apesar do otimismo, ele não forneceu um prazo específico para a assinatura do acordo de cessar-fogo. Durante uma reunião com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky na Flórida, Trump ressaltou que a Ucrânia receberá fortes garantias de segurança, embora não tenha revelado detalhes sobre os termos do acordo. Uma nova conversa com o presidente russo Vladimir Putin está agendada para discutir o resultado desse encontro bilateral.

Trump dialoga com Putin antes de encontro com Zelensky sobre a paz na Ucrânia

Donald Trump declarou ter uma conversa 'produtiva' com Vladimir Putin antes de se reunir com Volodymyr Zelensky, que busca apoio dos EUA para um acordo de paz na guerra da Ucrânia. O plano, com 20 pontos, aborda segurança e questões territoriais, enfrentando resistência russa. Enquanto Zelensky, com forte apoio europeu, questiona a genuína intenção de Moscou pela paz,Trump adota cautela. A pressão militar da Rússia continua, mas o diálogo com os EUA prossegue. A Ucrânia insiste na necessidade de garantias de segurança e solicita mais apoio financeiro e armamentos para fortalecer sua posição nas negociações.

Pressão dos EUA sobre a Venezuela: entenda os motivos por trás da ação de Trump

Os Estados Unidos, sob a liderança do presidente Donald Trump, intensificaram a pressão militar contra a Venezuela, governada por Nicolás Maduro. Recentemente, foi anunciado um bloqueio a todos os navios sancionados entrando e saindo do país. A administração Trump afirma que essa ação visa combater o narcotráfico, já que Maduro estaria envolvido no fornecimento de drogas ilegais. Além disso, a influência da Venezuela na geopolítica da América Latina e as reservas de petróleo do país são fatores chave. A estratégia de Trump busca reafirmar a posição dos EUA na região e limitar a influência de adversários como China e Rússia.

Novos arquivos do caso Epstein são divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA

O Departamento de Justiça dos EUA liberou novos documentos sobre as investigações de Jeffrey Epstein, divulgados em 19 de dezembro de 2025. Estes arquivos, que incluem dados e relatórios do FBI, foram finalmente tornados públicos após disputas políticas. Katelyn Polantz, correspondente da CNN, comentou que alguns documentos nunca haviam sido revelados. A suposição é que muitos acreditam que Donald Trump estava ciente dos crimes de Epstein. A nova liberação de documentos é resultado de uma proposta do Congresso, fruto da pressão de apoiadores do presidente que exigiam mais transparência nas investigações relacionadas ao caso.

Novas fotos de Epstein revelam relações com Trump, Clinton e Gates

Novas fotos do espólio de Jeffrey Epstein, recentemente divulgadas pelo Comitê de Supervisão da Câmara dos EUA, revelam a presença de figuras influentes como Donald Trump, Bill Clinton e Bill Gates em seu círculo. As 19 imagens, incluindo uma com uma tigela de preservativos caricaturados de Trump, destacam laços controversos. Embora as fotos não evidenciem má conduta sexual, levantam questões sobre conexões poderosas com Epstein. O deputado Robert Garcia criticou o acobertamento, pedindo justiça às vítimas e transparência sobre as relações. O Comitê continua a investigação, revelando mais documentos relacionados ao magnata.

Expectativa do governo Lula sobre revogação de sanções por Trump cresce

Nos últimos dias, aumentou entre os integrantes do governo Lula a expectativa de que os Estados Unidos, sob a presidência de Donald Trump, revoguem as sanções aplicadas a autoridades brasileiras, incluindo o ministro do STF, Alexandre de Moraes, e sua mulher, Viviane Barci. Essa esperança se intensificou após uma conversa telefônica entre Lula e Trump, na qual o presidente americano mencionou as sanções e discutiu a possibilidade de um futuro diálogo mais produtivo. Trump afirmou que a conversa foi produtiva e que boas coisas estão por vir dessa nova parceria estabelecida entre Brasil e EUA.

Céus da Venezuela ficam vazios após anúncio de fechamento aéreo por Trump

Após o anúncio de Donald Trump sobre o fechamento do espaço aéreo da Venezuela, a situação dos voos no país se agravou. A Administração Federal de Aviação dos EUA havia já alertado as companhias aéreas para evitar sobrevoar a região, levando várias delas a suspenderem suas operações. Desde o anúncio, o tráfego aéreo caiu drasticamente, com apenas algumas companhias operando, predominantemente voos internos. Os venezuelanos enfrentam dificuldades e incertezas, com muitos retidos em aeroportos. O governo da Venezuela denunciou a medida como uma ação colonialista e busca apoio para reverter a situação.

Trump planeja ações terrestres na Venezuela aumentando tensões

Donald Trump anunciou que os EUA iniciarão, em breve, operações terrestres contra traficantes de drogas na Venezuela, provocando um aumento nas tensões com Caracas. Durante uma videoconferência de Ação de Graças, Trump afirmou que os esforços antidrogas picaram 85% do tráfico marítimo e que o combate terrestre será mais fácil. Venezuela, sob a liderança de Nicolás Maduro, denunciou essa operação como parte de uma estratégia para desestabilizar seu governo, alegando que os EUA buscam controlar suas reservas de petróleo. As ações americanas precedem um possível diálogo entre Trump e Maduro, mas causam controvérsias.

EUA reexaminam green cards após ataque em Washington e intensificam controle sobre imigração

Os Estados Unidos decidiram reexaminar todos os green cards emitidos para cidadãos de 19 países, após um ataque que deixou dois membros da Guarda Nacional em estado crítico, conforme solicitado pelo presidente Donald Trump. O diretor do USCIS anunciou que a medida é parte de um esforço mais amplo para reforçar a segurança da imigração. Os países em análise incluem, entre outros, Afeganistão, Irã e Venezuela. Desde a retirada das tropas americanas do Afeganistão em 2021, mais de 190 mil afegãos se reestabeleceram nos EUA, levando o governo a revisar também os casos de asilo aprovados anteriormente.

Trump planeja cortar tarifas sobre café e promete alívio para consumidores

Donald Trump, presidente dos EUA, anunciou a intenção de reduzir tarifas sobre importações de café, uma medida que visa aliviar a pressão sobre os consumidores. Durante uma entrevista à Fox News, ele não mencionou diretamente o Brasil, mas sua declaração ocorreu em meio a negociações com o país. As tarifas atuais aumentaram os preços do café no varejo em impressionantes 21% no último ano, com o Brasil pagando uma das mais altas, de 50%. O encontro entre o ministro das Relações Exteriores brasileiro e o secretário de Estado dos EUA está previsto para esta semana no Canadá.

Democratas dominam eleições nos EUA em sinal de descontentamento com Trump

Na terça-feira, 4 de novembro, os democratas conquistaram vitórias significativas em estados como Virgínia, Nova Jersey, Nova York e Califórnia, refletindo um descontentamento generalizado com o presidente Donald Trump. Abigail Spanberger na Virgínia e Mikie Sherrill em Nova Jersey se destacaram por suas eleições expressivas. Em Nova York, a vitória de Zohran Mamdani representou uma mudança notável com o apoio popular por propostas progressistas. As vitórias não apenas consolidaram o controle democrático, mas também acentuaram divisões internas sobre a direção futura do partido em meio à próxima corrida eleitoral de 2028.

Lula destaca a importância de ser respeitado acima de prêmios nobel

Durante sua visita à Malásia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que andar de cabeça erguida é mais relevante do que receber um prêmio Nobel, ressaltando a importância do livre comércio em lugar do protecionismo. A afirmação foi feita em uma coletiva ao lado do primeiro-ministro malaio Anwar Ibrahim, antes de um possível encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump. Lula também mencionou que líderes devem pensar no planeta e não apenas em seus países. Na Indonésia, ele comentou sobre vontade de realizar comércio com as próprias moedas, enfatizando a integração econômica.

Trump anuncia doação milionária para cobrir salários das tropas durante shutdown

Donald Trump anunciou a doação anônima de US$ 130 milhões (aproximadamente R$ 700 milhões) para cobrir os salários das tropas durante a paralisação do governo nos EUA. Embora o Pentágono tenha aceitado a contribuição, há preocupações sobre se os recursos serão suficientes para os mais de 1,3 milhão de soldados. A doação, feita sob condição de uso específico, levanta dúvidas legais, incluindo possíveis violações da Lei Anti deficiência, que proíbe gastos sem aprovação do Congresso. Trump também acionou fundos não gastos para tentar assegurar os pagamentos, mas os políticos alertam sobre a urgência de uma solução permanente.

Trump encerra negociações comerciais com o Canadá em meio a controvérsia

Donald Trump anunciou o encerramento de todas as negociações comerciais com o Canadá, acusando o país de usar propaganda enganosa envolvendo um discurso de Ronald Reagan, que critica tarifas. O presidente americano já havia imposto tarifas sobre o aço, alumínio e automóveis do Canadá, provocando uma resposta de Ottawa. O primeiro-ministro de Ontário, Doug Ford, comentou que a ação chamou a atenção de Trump. A Fundação Ronald Reagan declarou que o governo de Ontário usou material de forma inadequada. Enquanto isso, Trump continua pressionando por tarifas altas, aumentando preocupações entre economistas e empresas.

Trump planeja ofensiva militar na Venezuela em busca de derrubar Maduro

Donald Trump, presidente dos EUA, está preparando uma ofensiva militar na costa da Venezuela, o que pode resultar na derrubada do governo de Nicolás Maduro. Segundo o Washington Post, Trump autorizou ações da CIA contra o governo venezuelano, alegando combate ao narcotráfico. Embora a justificativa do governo americano seja essa, especialistas criticam e afirmam que a real intenção é eliminar Maduro. Em resposta, Maduro alertou que a Venezuela possui 5.000 mísseis antiaéreos prontos para defender-se de ameaças, classificando as operações americanas como um cerco militar com o objetivo de derrubá-lo.

Trump sinaliza redução de tarifas à China sob condição de compras de soja

Em meio à crescente tensão comercial entre os Estados Unidos e a China, o presidente Donald Trump anunciou que considera a possibilidade de reduzir as tarifas impostas à China. No entanto, ele ressalvou que o governo chinês deve atender a certas demandas dos EUA, como a retomada de importações de soja americana. Trump elevou as tarifas em 100% neste mês, que se somam aos 30% já em prática. A China, que anteriormente era um grande importador de grãos americanos, reduziu drasticamente suas compras e tem buscado fontes alternativas, principalmente no Brasil.

Trump anuncia destruição de submarino transportando drogas

O presidente Donald Trump anunciou que as Forças Armadas dos EUA destruíram um submarino que transportava drogas no Caribe. A destruição ocorreu em 18 de outubro, durante uma operação contra o narcotráfico. Trump afirmou que o submarino estava carregado principalmente de fentanil e outras substâncias ilegais e tinha quatro narcoterroristas a bordo. Durante a operação, dois dos narcoterroristas foram mortos. Os sobreviventes, que pertencem ao Equador e à Colômbia, serão extraditados para enfrentar a justiça em seus países. Trump celebrou a ação como uma significativa vitória na guerra contra as drogas.

Trump autoriza operações da CIA na Venezuela: entenda o que está em jogo

A situação entre os Estados Unidos e a Venezuela se intensifica após Donald Trump confirmar operações da CIA no país sulamericano. Trump justifica a autorização ao mencionar o combate ao tráfico de drogas e a tentativa de repatriação de prisioneiros e pessoas em instituições psiquiátricas. Nicolás Maduro reitera sua oposição e acusa a CIA de promover golpes. Especialistas analisam que as ações americanas podem visar mudar o regime venezuelano, o que seria benéfico para os negócios e para os interesses políticos de Trump, tendo em vista também as eleições nos EUA e a influência regional.

Almirante Holsey anuncia aposentadoria em meio a tensões na América Latina

O almirante Alvin Holsey, que comanda as Forças Armadas dos EUA na América Latina, anunciará sua aposentadoria a partir de 12 de dezembro, segundo informou o secretário de Defesa, Pete Hegseth. A saída de Holsey surpreendeu, especialmente em um momento de crescentes tensões com a Venezuela. Ele assumiu o comando em 2024, e sua renúncia ocorreu após relatos de tensão com Hegseth e especulações sobre demissões iminentes. O governo Trump continua a intensificar as operações militares na região, enquanto Holsey expressou honra em servir a sua nação ao longo de mais de 37 anos de carreira.

Maduro reage às ameaças de Trump sobre operações da CIA na Venezuela

Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, repudiou as declarações de Donald Trump sobre operações autorizadas da CIA em seu país, provocando tensões políticas. Em um discurso recente, Maduro condenou a ingerência da agência americana em governos latino-americanos ao longo da história, mencionando eventos como a ditadura argentina e o golpe de 1973 no Chile. O presidente apelou ao povo americano para rejeitar a guerra, reafirmando que a Venezuela não deseja um conflito no Caribe. Seekando, Trump confirmou planos de operações militares na Venezuela, alegando combate ao narcotráfico, enquanto já houve ataques a embarcações venezuelanas.

Trump intensifica operações militares na Venezuela contra narcotráfico

Em uma declaração impactante, Donald Trump anunciou nesta quarta-feira (15.out.2025) a autorização de operações militares em terra na Venezuela, ressaltando que a medida visa combater o narcotráfico internacional. Essa decisão ocorre após uma sequência de ataques a navios venezuelanos no Caribe e em meio a uma reportagem do New York Times que revelou a autorização da CIA para derrubar Nicolás Maduro. Trump afirmou que a ofensiva será abrangente, incluindo bombardeios aéreos, e revelou que os EUA já realizaram cinco ataques em nome do combate ao tráfico. A tensão na região está crescente.

Quer mais notícias? Cadastre-se para acessar conteúdo personalizado e exclusivo!