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União Europeia suspende retaliação às tarifas dos EUA por três meses

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou a suspensão temporária por 90 dias das tarifas retaliatórias inicialmente planejadas contra os EUA, após as recentes promessas do presidente Donald Trump para reduzir as taxas retaliatórias a 10%. A União Europeia havia decidido, anteriormente, aplicar uma tarifa de 25% sobre importações americanas, como resposta às medidas protecionistas dos EUA. A decisão representa uma tentativa de abrir espaço para negociações. No entanto, von der Leyen enfatizou que as tarifas podem ser reativadas se as negociações não resultarem em um acordo satisfatório.

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Tensão EUA-UE: Crise Diplomática Aumenta com Ameaças de Trump

A tensão entre os EUA e a União Europeia aumentou após Donald Trump ameaçar anexar a Groenlândia, levando o Parlamento Europeu a suspender a ratificação de um acordo comercial com Washington. Macron, durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, classificou as tarifas de Trump como 'inaceitáveis' e a UE considera tarifas retaliatórias. O acordo, que visava eliminar tarifas sobre produtos industriais dos EUA, agora está em risco. Além disso, Trump anunciou tarifas de 10% a países que se opõem à anexação, aumentando a pressão sobre os opositores. A crise diplomática pode ter repercussões globais significativas.

União Europeia avança em retaliação econômica contra EUA com tarifas de até R$ 580 bilhões

A União Europeia está considerando a implementação de tarifas que totalizam cerca de R$ 580 bilhões em resposta às novas taxas anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. As taxas de 10% afetarão produtos de oito países da Otan e visam pressionar a Europa para facilitar a compra da Groenlândia pelos EUA. Além das tarifas, a União Europeia pode restringir o acesso de empresas norte-americanas ao seu mercado. As deliberações ocorreram em um encontro no Chipre, com líderes europeus trabalhando para garantir a soberania da Groenlândia e aumentar seu poder de negociação durante o Fórum Econômico Mundial em Davos.

Trump ameaça Europa com tarifas e exige Groenlândia

Donald Trump escalou tensões com a Europa ao exigir a compra da Groenlândia, prometendo tarifas de até 25% para países que se opuserem a essa intenção. Essa postura interrompeu meses de progresso nas negociações comerciais com a UE e a Otan, colocando os líderes europeus em uma posição delicada, já que dependem da proteção americana. A Europa, relutante em ceder a uma anexação forçada, estuda formas de retaliar sem escalar a situação. Enquanto isso, tropas europeias realizaram exercícios militares na Groenlândia, reafirmando seu compromisso com a região estratégica, numa nova era de confrontos diplomáticos.

Lula afirma que acordo Mercosul-UE é resposta ao isolamento global

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destaca que o Acordo de Parceria Mercosul-União Europeia representa uma resposta do multilateralismo ao unilateralismo global em um artigo publicado em 27 jornais. A assinatura do tratado visa aumentar o comércio, gerando oportunidades para 720 milhões de cidadãos e unindo economias com um PIB conjunto superior a 22 trilhões de dólares. Lula argumenta que o acordo promoverá empregos, desenvolvimento sustentável e beneficiar mercados estratégicos, mantendo salvaguardas sociais e ambientais. Ele conclui que o sucesso deverá ser medido pela agilidade na implementação dos benefícios para os cidadãos envolvidos.

Peña lamenta falta de Lula na assinatura do acordo Mercosul-UE

O presidente do Paraguai, Santiago Peña, expressou um 'sabor amargo' pela ausência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na assinatura do acordo entre Mercosul e União Europeia. A cerimônia ocorreu em Assunção e, embora Peña tenha compreendido a falta do petista, ressaltou a importância de sua liderança nas negociações que levaram ao acordo, ressaltando que sem Lula a assinatura não teria se concretizado. Lula optou por um encontro separado com Ursula Von der Leyen no Rio de Janeiro, visando enfatizar sua imagem política e a liderança brasileira ao longo da longa negociação que durou 26 anos.

Lula é fundamental para acordo Mercosul-União Europeia, afirma presidente do Paraguai

O presidente do Paraguai, Santiago Peña, reconheceu a importância do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a realização do acordo entre o Mercosul e a União Europeia, celebrado em 17 de janeiro de 2026. Durante a cerimônia em Assunção, Peña afirmou que sem Lula, o tratado não teria sido alcançado. Embora Lula não tenha comparecido, ele foi representado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. O acordo, que levou mais de 25 anos para ser negociado, busca aumentar o comércio entre os blocos e criar oportunidades econômicas mutuamente benéficas.

Lula afirma que Brasil não se limitará a commodities e busca valor agregado

Em encontro no Rio de Janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfatizou que o Brasil não se limitará a exportar commodities, mas busca produzir e comercializar bens industriais com maior valor agregado. Ele destacou o respeito do país aos acordos internacionais, incluindo os das Nações Unidas e da Organização Mundial do Comércio. Na presença da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, Lula afirmou que o acordo entre Mercosul e União Europeia, assinado após 26 anos de negociações, representa uma cooperação visando direitos trabalhistas e respeito ao meio ambiente. O Brasil será representado na assinatura.