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Brasil se posiciona no novo cenário das tarifas de Trump

O Brasil foi incluído na tarifa mínima de 10% imposta pelo governo Trump, aliviando preocupações com tarifas mais altas. Embora produtos brasileiros se tornem mais caros nos EUA, o impacto é menor comparado a outros países como China e Japão. Especialistas indicam que, apesar de possíveis benefícios, o saldo geral pode ser negativo devido à incerteza econômica global. A desvalorização do dólar pode ajudar a controlar a inflação no Brasil. A situação potencialmente abre oportunidades no intercâmbio com a China e pode impulsionar o acordo Mercosul-União Europeia, ampliando as exportações brasileiras.

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Lula afirma que acordo Mercosul-UE é resposta ao isolamento global

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destaca que o Acordo de Parceria Mercosul-União Europeia representa uma resposta do multilateralismo ao unilateralismo global em um artigo publicado em 27 jornais. A assinatura do tratado visa aumentar o comércio, gerando oportunidades para 720 milhões de cidadãos e unindo economias com um PIB conjunto superior a 22 trilhões de dólares. Lula argumenta que o acordo promoverá empregos, desenvolvimento sustentável e beneficiar mercados estratégicos, mantendo salvaguardas sociais e ambientais. Ele conclui que o sucesso deverá ser medido pela agilidade na implementação dos benefícios para os cidadãos envolvidos.

Lula é fundamental para acordo Mercosul-União Europeia, afirma presidente do Paraguai

O presidente do Paraguai, Santiago Peña, reconheceu a importância do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a realização do acordo entre o Mercosul e a União Europeia, celebrado em 17 de janeiro de 2026. Durante a cerimônia em Assunção, Peña afirmou que sem Lula, o tratado não teria sido alcançado. Embora Lula não tenha comparecido, ele foi representado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. O acordo, que levou mais de 25 anos para ser negociado, busca aumentar o comércio entre os blocos e criar oportunidades econômicas mutuamente benéficas.

Acordo Mercosul-União Europeia: um marco estratégico para o Brasil

Após mais de 25 anos de negociações, o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia finalmente foi aprovado, marcando um avanço significativo. O economista Marcos Troyjo, arquiteto do acordo, destaca que sua relevância está no contexto geopolítico atual, onde o comércio se torna um elemento estratégico e de segurança. Embora o novo pacto apresente cláusulas de transição e adaptações para o mercado brasileiro, ele almeja aumentar a competitividade do território em um cenário global desafiador. Mesmo com algumas perdas nas condições negociadas, o acordo traz promessas de investimentos significativos e acesso ampliado aos mercados europeus.

Brasil intensifica busca por acordos comerciais com Canadá, Índia e Emirados Árabes

Após a aprovação do acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia pelo Conselho Europeu, o Brasil delineou suas prioridades para 2026, focando em acordos com Índia, Canadá e Emirados Árabes. O governo pretende aumentar a cobertura do atual acordo de comércio preferencial com a Índia, diversificando as exportações além de óleos, açúcares e petróleo. No caso dos Emirados Árabes, busca-se finalizar um acordo de livre comércio, enquanto com o Canadá as negociações visam facilitar o comércio e aprofundar a cooperação. A expectativa é que esses acordos gerem benefícios significativos para a economia brasileira.

Brasil busca negociar isenção de taxas sobre exportação de carne bovina à China

O Brasil iniciará negociações com a China na busca por exportar carne bovina sem a nova tarifa de 55% imposta pelo ministério chinês. O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, informou que o Brasil pretende assumir as cotas de países que não exportam ou não cumpram suas quantidades. Fávaro destacou a boa relação entre os países e que o Brasil está preparado para oferecer carnes de qualidade e preços competitivos. Apesar da nova taxa, ele afirmou que os impactos comerciais serão mínimos, com a implementação das medidas começando em primeiro de janeiro de 2026.

EUA zera tarifas sobre produtos agrícolas brasileiros em movimento estratégico

Na quinta-feira, 20 de novembro de 2025, a Casa Branca anunciou a suspensão de tarifas extras de 40% sobre 249 produtos agrícolas brasileiros. A medida, que retroage a 13 de novembro, inclui itens como carne bovina, café, frutas tropicais, suco de laranja, castanha de caju e especiarias, visando mitigar a inflação de alimentos nos Estados Unidos. Esta decisão segue conversas entre o presidente Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva, destacando o progresso nas negociações. A retirada das tarifas visa reduzir os preços para consumidores americanos antes do fim do ano, refletindo preocupações com a insatisfação popular.

Trump reduz tarifas de alimentos e gera expectativa no Brasil

Donald Trump assinou uma ordem executiva reduzindo tarifas sobre carne bovina, tomates, cafés e bananas, com o intuito de diminuir os custos nos supermercados dos EUA. As reduções, retroativas a 13 de novembro, excluem tarifas 'recíprocas', mas não eliminam todas as taxas existentes. A medida, resultado de pressão política após derrotas eleitorais, visa aliviar a pressão inflacionária sobre os consumidores. Apesar de o governo brasileiro considerar a medida positiva, eles afirmam que é insuficiente, já que os produtos continuam sujeitos a tarifas elevadas, refletindo um panorama complicado nas relações comerciais entre os dois países.