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Tudo sobre Venezuela

Lula convoca Forças Armadas após captura de Maduro e teme ofensiva de Trump

  • A captura de Nicolás Maduro pelas forças dos Estados Unidos gerou uma resposta rápida do governo Lula, que convocou uma reunião de emergência com as Forças Armadas.
  • Lula expressou preocupação com a potencial ofensiva de Donald Trump na Venezuela e pediu um diagnóstico sobre os riscos de uma intervenção militar no Brasil.
  • Os militares alertaram que o Brasil carece de sistemas de defesa adequados e apresentaram um plano de investimentos de R$ 800 bilhões para modernizar as Forças Armadas ao longo de 15 anos.

EUA liberam operações de pétroleiras na Venezuela após sanções

  • Os EUA concederam duas licenças para que cinco multinacionais petrolíferas retomem operações na Venezuela sem sanções.
  • Companhias como Chevron e Repsol poderão celebrar contratos para novos investimentos no setor de petróleo e gás.
  • Essa decisão marca um passo importante para a reabertura do setor petrolífero na Venezuela, que estava sob sanções desde 2019.

Reviravolta dramática nas relações entre EUA e Venezuela promete mudanças significativas

  • O Secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, anunciou que haverá uma 'reviravolta absolutamente dramática' nas relações entre EUA e Venezuela.
  • Durante uma coletiva em Caracas, Wright destacou mudanças significativas no ambiente de negócios e comércio com o hemisfério ocidental.
  • O governo dos EUA não reconhece oficialmente Delcy Rodríguez como presidente da Venezuela, após a captura de Nicolás Maduro.

Ditadora interina da Venezuela protesta contra ordens dos EUA

Delcy Rodríguez, a ditadora interina da Venezuela, expressou sua insatisfação com as ordens dos Estados Unidos, durante um discurso na refinaria de Puerto La Cruz. Desde que assumiu o poder após a queda de Nicolás Maduro, ela enfrenta a pressão do chavismo e as demandas dos EUA. Rodríguez pediu ao governo de Donald Trump para parar a interferência nos assuntos internos da Venezuela, adotando um discurso mais agressivo. Ela enfatizou que o país tem pago um alto preço devido a sanções, focando na defesa da integridade territorial da nação, enquanto uma visita a Washington está prevista.

Venezuela recebe US$ 300 milhões da venda de petróleo aos EUA

A presidenta interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, anunciou a entrada dos primeiros 300 milhões de dólares provenientes da venda de petróleo para os Estados Unidos. Este repasse visa estabilizar o mercado cambial do país, na sequência do ataque dos EUA que derrubou Nicolás Maduro em janeiro. A verba, parte de um total esperado de 500 milhões, será utilizada para apoiar os trabalhadores e mitigar a inflação. Os recursos serão direcionados para bancos locais, com a expectativa de reequilibrar a economia altamente dolarizada da Venezuela, onde a instabilidade cambial tem sido um problema persistente.

María Corina Machado presenteia Trump com Nobel da Paz em gesto simbólico

María Corina Machado, a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2025, entregou sua medalha ao presidente dos EUA, Donald Trump, como um gesto simbólico de reconhecimento por seu compromisso com a liberdade do povo venezuelano. A entrega ocorreu em meio à controvérsia sobre a premiação, que foi vista como uma afronta às autoridades e à luta contra o regime de Nicolás Maduro. Trump, agradecendo a homenagem, fez menção ao respeito mútuo entre eles. No entanto, o Instituto Nobel enfatizou que o prêmio é intransferível, gerando debates sobre o significado do gesto de Corina.

Trump se encontra com líder opositora da Venezuela em Washington

Em 15 de janeiro de 2026, Donald Trump se reuniu em Washington com a venezuelana María Corina Machado, líder da oposição. O encontro teve como objetivo manter um canal aberto com a Casa Branca, em meio ao crescente diálogo com Caracas. Depois do almoço privado, Machado se dirigiu ao Senado para encontrar parlamentares. Trump comentou sobre a importância de Machado e sua posição, embora tenha reafirmado sua visão de outra liderança no país. Apontou também para uma primeira venda de petróleo venezuelano, provocando reações diversas. Machado, otimista, acredita na derrota do mal na Venezuela.

Lula e Putin discutem situação na Venezuela em telefonema importante

Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, do Brasil, e Vladimir Putin, da Rússia, discutiram por telefone a situação da Venezuela após o sequestro do presidente Nicolás Maduro e os recentes ataques dos EUA. Ambos expressaram preocupação e defenderam a importância de manter a América do Sul e o Caribe como zonas de paz. Essa conversa incluiu a análise do papel do BRICS e da ONU na governança global. Lula e Putin concordaram em coordenar esforços para reduzir a tensão na região e planejar a 8ª Comissão Bilateral de Alto Nível Brasil-Rússia, agendada para fevereiro.

Venezuela relança suas exportações de petróleo após meses de embargo

A Venezuela iniciou a reabertura de poços de petróleo, marcando o retorno das exportações de petróleo bruto após meses de suspensão devido a um embargo dos Estados Unidos. A estatal PDVSA e seus parceiros começaram a enviar carregamentos, com dois superpetroleiros partindo na segunda-feira, representando uma possível retomada de um acordo de fornecimento de 50 milhões de barris entre Caracas e Washington. Apesar da retomada, a produção do país membro da OPEP caiu significativamente nas últimas semanas, resultando em milhões de barris acumulados em tanques e navios, enquanto a PDVSA busca evitar cortes profundos na produção.

Vestido de luxo da presidente da Venezuela gera polêmica em cerimônia de posse

Delcy Rodríguez, presidente interina da Venezuela, foi criticada por seu vestido luxuoso da marca Chiara Boni La Petite Robe durante sua cerimônia de posse. Avaliado em cerca de R$ 4.680, a peça gerou indignação nas redes sociais, evidenciando o contraste entre seu luxo e a grave crise econômica do país, onde o salário mínimo é extremamente baixo. Usuários nas redes sociais destacaram que para comprar o vestido, um cidadão precisaria trabalhar 147 anos, considerando o salário atual. A situação ilustra a disparidade entre a elite política e a dura realidade vivida por milhões de venezuelanos.

Trump se autoproclama presidente interino da Venezuela em postagem polêmica

Donald Trump causou polêmica ao publicar uma imagem em que se autodenomina 'presidente interino da Venezuela' nas redes sociais. Essa postagem ocorreu no contexto de uma intervenção militar dos Estados Unidos no país sul-americano e coincide com o endurecimento da retórica de Trump em relação a Cuba. Em declarações, ele afirmou que seu poder é limitado apenas por sua 'própria moralidade' e que os EUA pretendem controlar a venda do petróleo venezuelano, mantendo uma supervisão prolongada sobre a situação política da Venezuela, gerando preocupações sobre a legalidade dessa ação internacional.

Trump pressiona Cuba com duras ameaças de consequências severas

O presidente dos EUA, Donald Trump, alertou Cuba para que faça um acordo ou enfrente graves consequências. Em uma mensagem no Truth Social, afirmou que o fluxo de petróleo e dinheiro da Venezuela para Cuba será interrompido, após a prisão do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, em uma operação militar. Trump destacou que os recursos que antes sustentavam Cuba acabaram e sugeriu que um acordo é necessário antes que seja tarde. A relação entre os dois países, sempre tensa, ainda não teve resposta do governo cubano diante das ameaças do presidente americano.

ExxonMobil considera investimentos na Venezuela inviáveis sem reformas

Darren Woods, CEO da ExxonMobil, afirmou que investir na Venezuela é inviável devido à situação atual das estruturas legais e comerciais. Em reunião com Donald Trump, ele destacou a necessidade de mudanças significativas para proteger investimentos e modificar as leis de hidrocarbonetos do país. Woods sugeriu que, com garantias de segurança, sua equipe poderia ajudar a trazer petróleo bruto venezuelano ao mercado. Contudo, ele enfatizou a importância de ser bem-vindo na Venezuela, citando experiências passadas da empresa no país e a necessidade de uma abordagem colaborativa entre os governos dos EUA e da Venezuela.

Delcy Rodríguez destaca apoio de Lula à Venezuela e fala sobre crises internacionais

Delcy Rodríguez, vice-presidente encarregada da Venezuela, agradeceu a Luiz Inácio Lula da Silva pelo apoio ao país em momentos de crise. Durante uma conversa recente, Delcy denunciou agressões à Venezuela e a violação do Direito Internacional, especialmente envolvendo o presidente Nicolás Maduro. Em intercâmbio com líderes da Colômbia e Espanha, ela enfatizou a cooperação entre as nações. Delcy destacou a importância de um diálogo respeitoso e assegurou que a Venezuela continuará optando pela diplomacia para enfrentar a crise, defendendo a soberania do país e promovendo a paz através da Diplomacia Bolivariana de Paz.

Lula dialoga com México e Canadá sobre a crise da Venezuela

No dia 8 de janeiro de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva conduziu conversas telefonicamente com líderes do México e do Canadá sobre a crise na Venezuela, exacerbada pela recente invasão americana que resultou na captura de Nicolás Maduro. Durante as discussões, Lula e Claudia Sheinbaum, presidenta do México, defenderam o multilateralismo e soluções pacíficas para a situação, promovendo diálogo e estabilidade regional. De forma semelhante, Lula conversou com Mark Carney, primeiro-ministro do Canadá, onde condenaram o uso da força sem respaldo do direito internacional, e o convidaram para futuras visitas ao Brasil para estreitar laços bilaterais.

China promete proteger investimentos na Venezuela contra política dos EUA

A China reafirmou seu compromisso em proteger os investimentos na Venezuela, especialmente no setor petrolífero, durante uma declaração da porta-voz do Ministério das Relações Exteriores. Mao Ning destacou que leis locais e internacionais asseguram a integridade dos contratos e se opôs oficialmente à operação dos EUA, que resultou na prisão do presidente Nicolás Maduro. Em resposta às alegações de Donald Trump sobre a entrega de petróleo venezuelano aos EUA, a porta-voz ressaltou a soberania da Venezuela sobre seus recursos. A China opera no país sul-americano desde 2008, com investimentos significativos em joint-ventures petrolíferas.

EUA apreendem petroleiros da Venezuela e geram tensões com a Rússia

Os Estados Unidos apreenderam dois petroleiros ligados à Venezuela em uma operação da Guarda Costeira, conforme anunciado pela secretária de Segurança Interna, Kristi Noem. O primeiro navio, chamado Marinera, era anteriormente conhecido como Bella 1 e navegava sob bandeira russa. Acusado de transportar petróleo sancionado, ele foi localizado no Atlântico Norte. O segundo, Sophia, também foi interceptado no Caribe, operando sem bandeira. Ambos os navios estão associados à chamada 'frota fantasma' venezuelana, e sua apreensão gerou tensões diplomáticas, com a Rússia exigindo tratamento adequado para a tripulação a bordo.

EUA apreendem petroleiro russo relacionado à Venezuela e intensificam tensões diplomáticas

Os Estados Unidos apreenderam um petroleiro com bandeira russa, relacionado à Venezuela, no Atlântico Norte, conforme mandado judicial. As autoridades americanas haviam perseguido o navio desde dezembro de 2025, que tentava burlar sanções impostas anteriormente. A apreensão aumenta as tensões entre Washington e Moscou, especialmente após o envio de um submarino russo para escoltar o petroleiro. A Rússia declarou que a ação dos EUA é uma violação do direito internacional, enquanto uma segunda embarcação foi apreendida no Caribe por supostas atividades ilícitas. A situação revela um cenário complexo de geopolítica e comércio de petróleo.

EUA mudam acusação contra Maduro e descartam cartel de drogas

O Departamento de Justiça dos EUA alterou a acusação contra Nicolás Maduro, eliminando a afirmação de que ele chefiava a organização de tráfico conhecida como Cartel de los Soles. A nova acusação descreve o cartel como um sistema de clientelismo, abandonando a ideia de uma estrutura hierárquica. Essa mudança é resultado de anos de questionamentos sobre a própria existência do cartel. Críticos argumentam que o termo representa mais uma cultura de corrupção e que Maduro não é um líder de uma organização criminosa formal, de acordo com análises de organismos internacionais e autoridades de outros países.

Contradições e esperança: A crise na Venezuela após a captura de Maduro

María Corina Machado, vencedora do Prêmio Nobel da Paz, revelou que não se comunicou com Donald Trump desde outubro de 2025, o que coincide com a última conversa que tiveram no dia em que recebeu a premiação. Durante sua entrevista à Fox News, após a operação militar dos EUA que resultou na captura de Nicolás Maduro, Machado elogiou a ofensiva americana, considerando-a um grande passo para a liberdade. Contudo, Trump desconsiderou a líder da oposição, afirmando que ela não é uma alternativa viável e destacando a incerteza política que permanece na Venezuela após essa intervenção.

Tiros e drones marcam a tensão em Caracas após captura de Maduro

Na noite de 5 de janeiro, disparos e luzes de drones foram reportados nas proximidades do Palácio Presidencial de Miraflores, em Caracas, Venezuela. Moradores compartilharam vídeos que capturaram a situação durante um clima tenso após a operação militar dos Estados Unidos que resultou na captura do ditador Nicolás Maduro. Relatos indicam a presença de grupos paramilitares com versões contraditórias sobre os confrontos, que variam de um mal-entendido a um ataque real. O governo dos EUA declarou que não está envolvido nos eventos, enquanto as autoridades venezuelanas aguardam esclarecimentos sobre a situação.

Trump descarta eleições na Venezuela após captura de Maduro

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que não haverá eleições na Venezuela nos próximos 30 dias, após a captura do presidente Nicolás Maduro por forças americanas. Em entrevista, Trump destacou que o país precisará de consertos antes das eleições. Ele mencionou que um grupo de autoridades estadunidenses supervisionará a transição na Venezuela, sendo a palavra final dele. Além disso, Trump sugeriu a possibilidade de uma nova incursão militar se a nova presidente interina, Delcy Rodríguez, não cooperar. A operação incluiu bombardeios e causou preocupações sobre a violação da soberania venezuelana.

Maduro se declara inocente e diz ser prisioneiro de guerra em tribunal de NY

Durante sua audiência em Nova York, Nicolás Maduro se declarou inocente das acusações de tráfico de drogas, afirmando ser o presidente da Venezuela e um 'prisioneiro de guerra'. Enfrentando várias acusações, incluindo narcoterrorismo, ele chegou ao tribunal usando uniforme prisional e algemado, acompanhado de sua esposa, Cilia Flores, também inocente. Manifestantes se reuniram do lado de fora do tribunal, expressando diversos sentimentos sobre o incidente. Maduro alegou ter sido sequestrado em sua casa, enquanto os Estados Unidos realizavam uma operação militar que resultou em sua detenção e transferência para o Centro de Detenção Metropolitano no Brooklyn.

Impacto da captura de Maduro no cenário eleitoral brasileiro

A prisão de Nicolás Maduro pelos EUA impacta diretamente a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva, já que o presidente brasileiro se posicionou em defesa do ditador venezuelano, desconsiderando amplas críticas ao regime de Caracas. Especialistas acreditam que Lula pode vir a perder apoio devido ao confronto entre sua postura e a polarização gerada na política brasileira. O governo petista enfrenta um dilema ao tentar manter diálogo com Washington após condenar a operação americana. A situação levanta questionamentos sobre a posição do Brasil na dinâmica geopolítica na América Latina e seu futuro político.

Filho de Maduro apoia Delcy Rodríguez em meio à crise política na Venezuela

Nicolás Maduro Guerra, filho do presidente venezuelano Nicolás Maduro, expressou seu 'apoio incondicional' à nova presidente interina, Delcy Rodríguez, durante um discurso na Assembleia Nacional. O pronunciamento ocorreu após a detenção de Maduro pai e sua esposa, Cilia, durante uma ação dos Estados Unidos. Maduro Guerra refutou os rumores sobre a traição de Rodríguez e enfatizou a união do povo venezuelano em meio à crise. Ele pediu paz e estabilidade para o país, ao mesmo tempo que denunciou a captura de seu pai como um 'sequestro' e uma ameaça à soberania de nações independentes.

Trump sugere ação militar contra Colômbia após captura de Maduro

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, levantou a possibilidade de uma ação militar contra a Colômbia, referindo-se ao país como 'doente' e seu presidente, Gustavo Petro, como um produtor de cocaína. Essa ameaça surgiu após a captura do líder venezuelano, Nicolás Maduro, por autoridades americanas, levando à crítica imediata do governo colombiano, que considerou os comentários de Trump como uma ingerência inaceitável nos assuntos internos. O Ministério das Relações Exteriores da Colômbia defendeu que essas declarações ferem normas do direito internacional e a soberania do país.

Intervenção dos EUA na Venezuela impacta preços do petróleo

A recente intervenção dos EUA na Venezuela resultou na captura de Nicolás Maduro e, consequentemente, na queda dos preços do petróleo global. O Brent e o WTI recuaram em função da percepção de um menor risco de embargo às exportações venezuelanas. A presidente interina, Delcy Rodríguez, busca estabelecer uma relação construtiva com os EUA, o que pode facilitar as exportações de petróleo do país. Apesar das vastas reservas, a produção continua baixa, necessitando de investimentos significativos para recuperação. O mercado global enfrenta um excedente, que provavelmente manterá os preços sob controle.

Ataque dos EUA na Venezuela deixa 32 mortos cubanos, denuncia Havana

O governo cubano anunciou que 32 de seus cidadãos, incluindo militares, morreram em ataques realizados por forças americanas na Venezuela, durante uma operação que resultou na detenção do presidente Nicolás Maduro e sua esposa. O presidente Miguel Díaz-Canel declarou luto por dois dias em homenagem aos compatriotas que, em combate, cumpriram suas funções com bravura. O ministro da Defesa da Venezuela, general Vladimir Padrino López, também denunciou as ações militares dos EUA, afirmando que muitos soldados que protegiam Maduro foram mortos. O número total de vítimas dos ataques ainda é incerto, com estimativas variadas.

Operação dos EUA na Venezuela: A era da intervenção militar retornou?

A operação militar dos EUA que culminou na prisão do presidente venezuelano Nicolás Maduro levanta questões complexas sobre o direito internacional e a segurança global. A professora Annette Idler, da Universidade de Oxford, argumenta que essa ação não possui respaldo legal e caracteriza um retorno perigoso ao intervencionismo. Ao prometer governar a Venezuela até que uma transição adequada ocorra, os EUA correm o risco de desestabilizar a região e reverter avanços feitos no campo das normas internacionais. Além disso, essa abordagem desafia a soberania dos Estados e pode intensificar os temores de mudanças de regime em outros países latino-americanos.

Venezuelanos celebram a captura de Maduro em ato em Brasília

No último domingo (4), em Brasília, o Movimento Venezuela Livre organizou um ato em frente à Torre de TV para celebrar a captura do ditador Nicolás Maduro, ocorrida através de uma operação militar dos Estados Unidos. Com bandeiras e gritos clamando por liberdade, venezuelanos expressaram sua felicidade e esperança de retornar ao seu país, agora que a possibilidade de um futuro melhor se apresenta. Entre os participantes, Cléia Pedreira destacou a importância desse evento como uma luz de esperança, enquanto Daniela Martinez comentou sobre a exaltação dos sentimentos entre os que vivem no exílio, aguardando dias melhores.

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