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Manobra militar americana na Guiana provoca tensões pré-eleitorais na Venezuela

Às vésperas da eleição da Venezuela, marcada pela imitação do estado da Guiana Essequiba, forças militares de sete países, entre eles Brasil e EUA, realizaram um exercício em Georgetown. Embora o foco tenha sido em respostas a desastres naturais, analistas apontam que a manobra serve como aviso ao governo de Nicolás Maduro, que reivindica o território guianense. Desde que a Venezuela anunciou a incorporação do Essequibo, a tensão aumentou, levando a confrontos nas fronteiras. A situação atual destaca a necessidade de apoio internacional da Guiana para sua integridade territorial em meio a riscos de escalada militar.

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Nova fase da investigação sobre a fuga de Ramagem revela apoio de grupo suspeito

A Polícia Federal (PF) avança nas investigações sobre a fuga do deputado Alexandre Ramagem do Brasil, que ocorreu pela Guiana sem processos migratórios. O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, confirmou que Ramagem foi ajudado por um grupo, incluindo o filho de um garimpeiro, preso durante a operação. Ramagem, condenado pelo STF a mais de 16 anos, deixou o Brasil em setembro e já estaria nos Estados Unidos. A PF já apreendeu materiais e vai investigar se há mais envolvidos na ação de facilitamento da fuga do parlamentar, oriundo de Roraima, onde iniciou sua carreira de delegado.

Guiana denuncia uso indevido de sua bandeira em petroleiro venezuelano apreendido

A Guiana anunciou que o superpetroleiro Skipper, apreendido pelos Estados Unidos enquanto transportava petróleo venezuelano, estava utilizando indevidamente sua bandeira. A autoridade marítima guianense fez um comunicado enfatizando a preocupação com o uso não autorizado de sua bandeira por embarcações não registradas no país. Essa apreensão, confirmada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ocorreu em meio a um destacado reforço militar americano na região, com o envio de porta-aviões e tropas. Enquanto isso, a Venezuela continua exportando petróleo, sua principal fonte de receita, mesmo sob pressão internacional contra o regime de Nicolás Maduro.

Caças Rafale escoltam lançamento do Ariane 6 na Guiana

O lançamento do foguete Ariane 6 foi acompanhado de um trio de caças Rafale, que chegaram diretamente da França para a Guiana. Com um atraso de 3 anos, o foguete da ESA foi lançado na terça-feira (9) às 17h06 do horário de Brasília, do Centro Espacial da Guiana Francesa, em Kourou. Os caças Rafale escoltaram o Ariane 6 até ao longo da atmosfera, garantindo o espaço aéreo livre para que o novo foguete europeu alcançasse o seu objetivo: pairar na órbita terrestre a uma distância de 600 quilômetros do chão, levando passageiros que farão pesquisas espaciais.

Guiana pede esclarecimentos sobre acusação de ministro brasileiro de chupar petróleo

A Embaixada da Guiana no Brasil solicitou oficialmente esclarecimentos ao governo brasileiro sobre as acusações feitas pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmando que a Guiana estaria explorando reservas de petróleo pertencentes ao Brasil. O ministro fez declarações durante uma reunião do G20, expressando preocupação com a demora do Brasil em explorar o petróleo na Margem Equatorial. No entanto, a fala do ministro não faz sentido geograficamente, pois a Guiana Francesa faz fronteira com o Brasil na região em questão, não a Guiana. Enquanto isso, a Guiana experimenta um crescimento significativo devido à exploração de petróleo, despertando interesses de países vizinhos.