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Tudo sobre Mercosul

China mantém abertura para acordo comercial com o Mercosul

A China reafirmou seu interesse em um acordo comercial com o Mercosul, embora reconheça a inviabilidade imediata da negociação. A postura, analisada pelo Valor Econômico, mostra que Pequim mantém o tema nas discussões, visando oportunidades futuras. O governo chinês não tem pressa para concluir essa parceria e foca em preparar o terreno. Apesar de tensões globais e dificuldades políticas internamente, como no Uruguai e a relação com a Argentina, a China continua a expandir suas exportações, estabelecendo uma estratégia comercial cautelosa e de longo prazo em meio a um cenário internacional complexo.

Brasil se recusa a assinar comunicado sobre Venezuela na cúpula do Mercosul

Durante a cúpula do Mercosul, o Brasil e o Uruguai decidiram não assinar um comunicado da Argentina, que pedia a restauração da democracia e respeito aos direitos humanos na Venezuela. A administração de Lula teme que o documento seja visto pelos EUA como apoio a uma possível intervenção militar na Venezuela, o que não é do interesse brasileiro. A cúpula expressou preocupação com a crise na Venezuela, país suspenso do bloco, e reafirmou a necessidade de um compromisso pacífico para restaurar a ordem democrática, sem mencionar as ameaças de intervenção pelos EUA.

Mercosul em crise: Brasil e Uruguai se opõem a comunicado sobre a Venezuela

Durante a 67ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul, realizada em Foz do Iguaçu, seis países liderados pela Argentina assinaram um comunicado exigindo a restauração da democracia na Venezuela, atualmente governada por Nicolás Maduro. Apenas Brasil e Uruguai se abstiveram de apoiar o documento, evidenciando uma divisão dentro do bloco. O comunicado expressa preocupações com a crise humanitária e migratória do país e inclui exigências como respeito aos direitos humanos e libertação de prisioneiros políticos. A cúpula também viu atritos entre os líderes brasileiros e argentinos sobre intervenções externas na Venezuela.

Queda de energia interrompe discurso de Lula durante evento importante

Durante a inauguração da Ponte Internacional da Integração Brasil-Paraguai em Foz do Iguaçu, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve seu discurso interrompido por uma inesperada queda de energia. Após apenas nove minutos de fala, o áudio falhou, irritando o presidente. As tentativas de retomar a fala foram em vão, já que o som não voltou. Lula se dirigiu a Enio Verri, do Itaipu Binacional, antes de deixar o palco, visivelmente aborrecido. A ponte, que custou R$ 1,9 bilhão, visa aliviar o tráfego entre os dois países e sua entrega foi marcada por este incidente.

Paraguai aposta em avanço no acordo Mercosul-UE

O ministro das Relações Exteriores do Paraguai, Rubén Ramírez Lezcano, expressou a disposição do país em avançar no acordo entre Mercosul e União Europeia durante a 67ª reunião do Conselho do Mercado Comum, destacando a importância dos mecanismos de salvaguarda. Ele enfatizou a crença em um Mercosul que funcione para todos e que traduza seus princípios em resultados concretos. Lezcano abordou a superação das assimetrias estruturais entre os Estados Parte do bloco, apontando para os custos adicionais da condição mediterrânea do Paraguai que influenciam sua competitividade nas cadeias de valor regionais.

Lula discute tensões políticas e acordo Mercosul em entrevista

Na entrevista realizada em 18 de dezembro, o presidente Lula abordou diversos assuntos, incluindo a tensão entre Venezuela e Estados Unidos e o aguardado acordo entre a União Europeia e o Mercosul, que, segundo fontes, será assinado apenas em janeiro de 2026. Lula expressou surpresa com a posição da Itália, que pediu mais tempo para votação do acordo, alegando preocupações de agricultores. Além disso, ele comentou sobre a escalada de tensão militar dos EUA na Venezuela e a possibilidade de intervir para evitar um conflito, reafirmando o Brasil como uma zona de paz na América do Sul.

Lula pressiona França e Itália por acordo Mercosul-União Europeia

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu à França e à Itália que assumam suas responsabilidades para viabilizar a assinatura do acordo entre o Mercosul e a União Europeia. Durante uma declaração no Palácio do Planalto, Lula enfatizou a disposição dos dois blocos para concluir o tratado, que está em negociação há 26 anos. O presidente brasileiro criticou a resistência da França, influenciada por produtores rurais que temem a competitividade com o Brasil. Além disso, Lula expressou esperança de que a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, também contribua para a assinatura do acordo.

Parlamento Europeu dá luz verde para acordo com Mercosul

O Parlamento Europeu aprovou salvaguardas que visam proteger a agricultura europeia antecipando a assinatura do acordo comercial entre a União Europeia (UE) e o Mercosul, após 25 anos de negociações. O governo brasileiro aguarda a assinatura do acordo prevista para o dia 20 de dezembro, durante a Cúpula do Mercosul em Foz do Iguaçu. As salvaguardas foram propostas pela França, limitando importações do Mercosul, mas mesmo assim o governo brasileiro não se opôs a elas, priorizando a assinatura do acordo. A aprovação pode representar oportunidades comerciais significativas para ambos os blocos.

França pressiona UE a adiar acordo comercial com Mercosul

A França pediu à União Europeia o adiamento dos prazos para a assinatura do acordo comercial com o Mercosul, afirmando que as condições atuais não são favoráveis para a votação. O primeiro-ministro Sébastien Lecornu destacou a necessidade de mais tempo para garantir proteções adequadas para a agricultura europeia. Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, planeja assinar o tratado durante a cúpula do Mercosul em Foz do Iguaçu no próximo sábado. No entanto, a França, como principal opositor do acordo, exige medidas rigorosas de proteção antes de concordar com a assinatura final.

Brasil teme recuo da União Europeia em acordo histórico com o Mercosul

O governo brasileiro manifesta preocupação quanto ao recuo da União Europeia em relação ao acordo comercial com o Mercosul, com a assinatura prevista para a próxima semana. O sucesso do pacto, que é crucial após 25 anos de negociações, depende da aprovação em duas votações no Parlamento e Conselho Europeus, programadas entre 16 e 18 de dezembro. A resistência, especialmente de países como França e Polônia, gera ansiedade no Brasil, que pode redirecionar sua política comercial para a Ásia caso o acordo não seja firmado. A urgência se amplifica com as salvaguardas agrícolas em discussão.

Governo brasileiro teme recuo da União Europeia em acordo histórico com Mercosul

O governo brasileiro está em alerta devido à possibilidade de recuo da União Europeia, a menos de uma semana da assinatura do acordo comercial entre o bloco e o Mercosul, programada para 20 de dezembro em Foz do Iguaçu. Este acordo, discutido desde 1999, precisa ser aprovado em duas votações no Parlamento e no Conselho Europeu, entre 16 e 18 de dezembro. Se não assinado, as chances de recomeçar as negociações decaem. O Brasil, maior economia do Mercosul, deverá buscar novos parceiros na Ásia caso este acordo não seja concluído com sucesso na semana que vem.

Lula e Milei: Discursos opostos marcam cúpula do Mercosul na Argentina

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o argentino Javier Milei se confrontaram em suas falas durante a Cúpula do Mercosul, destacando visões opostas sobre o bloco econômico. Enquanto Lula defendeu que o Mercosul 'protege' seus membros, Milei criticou as restrições que impedem acordos com outros países, alegando que essas barreiras prejudicam as populações. A relação entre os líderes, marcada por trocas hostis desde as eleições na Argentina, expõe uma diplomacia complicada. Lula não se reuniu com Milei, ressaltando a tensão entre as nações, embora haja interesses comuns em termos econômicos e comerciais.

Lula ignora Milei e se reúne apenas com Cristina Kirchner em Buenos Aires

O presidente Lula chegou a Buenos Aires para a cúpula do Mercosul, onde se reunirá exclusivamente com Cristina Kirchner, em meio a relações deterioradas com Javier Milei. Este é o primeiro encontro de Lula na Argentina desde a posse de Milei, em dezembro de 2023, e não há planos de diálogo entre os dois líderes. O evento marca a transferência da presidência do bloco sul-americano ao Brasil, e ocorre após a assinatura de um acordo com a Associação Europeia de Livre Comércio, que visa criar uma nova zona de comércio para 300 milhões de pessoas na região.

Lula opta por embaixada em Buenos Aires e dispensa hotel de luxo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu não se hospedar em um hotel durante sua visita oficial a Buenos Aires para a Cúpula do Mercosul, optando pela residência da Embaixada do Brasil. Essa escolha ocorre em meio a críticas sobre os gastos das viagens presidenciais. O Palácio Pereda, onde Lula ficará, é um histórico edifício projetado por Louis Martin e adquirido durante o governo de Getúlio Vargas. Com sua vasta estrutura, o local permite acomodar toda a comitiva presidencial, demonstrando uma alternativa mais econômica e ligada à tradição do país na hospedagem diplomática.

Mercosul firma acordo que pode baixar impostos e abrir novos mercados

O Mercosul concluiu um acordo de livre comércio com a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA), que inclui Noruega, Suíça, Islândia e Liechtenstein. Este entendimento, que beneficiará 290 milhões de consumidores, eliminará 20% de impostos sobre o chocolate suíço e permitirá a importação de 3 mil toneladas de carne bovina brasileira sem taxas. O acordo abrange quase 99% do comércio com a EFTA e é parte de uma estratégia maior do Brasil para fortalecer laços comerciais na Europa, em meio ao crescente protecionismo global.Presidência do Mercosul é assumida pelo Brasil.

Visita histórica: Lula é autorizado a encontrar Kirchner em prisão domiciliar

A Justiça argentina concedeu ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva permissão para visitar a ex-presidente Cristina Kirchner, atualmente em prisão domiciliar por condenação por corrupção. Cristina, que cumpre pena desde 17 de junho em seu apartamento na cidade de Buenos Aires, recebeu a autorização um dia após seus advogados solicitarem. Lula estará na Argentina para a cúpula do Mercosul, que ocorre entre os dias 2 e 3 de julho. Este encontro representa uma oportunidade para o presidente brasileiro, além de apoiar a colega em seu momento delicado.

Lula viaja a Buenos Aires para a Cúpula do Mercosul pela primeira vez com Milei

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva viaja a Buenos Aires para participar da Cúpula do Mercosul, marcada para os dias 2 e 3 de julho. Esta será sua primeira visita oficial à Argentina desde a posse de Javier Milei. Durante o encontro, o Brasil assume a presidência rotativa do bloco, que se estenderá até dezembro. Com ênfase no combate ao narcotráfico, Lula apresentará pautas econômicas, incluindo avanços na tarifação regional. A cúpula também discutirá a plena integração da Bolívia e lançará o programa Mercosul Verde, focado em práticas agrícolas sustentáveis e cooperação ambiental.

Espionagem que divide: Paraguai critica Brasil e reabre feridas históricas

O presidente paraguaio, Santiago Peña, criticou uma recente ação de espionagem do Brasil, afirmando que tal ato reabre feridas históricas da Guerra do Paraguai. Ele expressou sua preocupação com a falta de respeito nas relações entre os países do Mercosul e comentou que esperava uma atitude mais amistosa do Brasil, que considera um ''irmão'' na região. Peña também ressaltou que todas as negociações sobre tarifas da usina de Itaipu foram suspensas, visto que o Paraguai não aceita ser alvo de espionagem, que afeta a integração regional que desejam construir entre as nações.

Brasil e Japão: Comércio em queda e negociações de carne bovina

O Japão ocupa a 11ª posição na corrente comercial com o Brasil, movimentando US$ 11 bilhões em 2024, uma queda de 6,3% em relação a 2023. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visita o Japão para discutir o comércio de carne bovina e um possível acordo entre o país asiático e o Mercosul. O Brasil exportou produtos avaliados em US$ 5,58 bilhões e importou US$ 5,43 bilhões, resultando em um superávit de apenas US$ 147 milhões. As carnes, principalmente aves e suínos, são as principais exportações, enquanto o Japão fornece componentes automotivos ao Brasil.

Lula busca fortalecer laços comerciais com Japão em viagem estratégica

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva planeja uma viagem ao Japão para fortalecer laços comerciais enquanto evita se alinhar completamente a potências como Estados Unidos e China. Analisando a situação geopolítica, o analista Beto Vasques observa que esta é uma tática para colher benefícios do conflito entre as nações. O foco da viagem é aumentar o acesso do Brasil ao mercado japonês, especialmente no setor de carnes. O Japão, sendo um dos principais investidores no Brasil, é visto como um parceiro estratégico necessário para diversificar as relações comerciais brasileiras.

Milei critica Mercosul e propõe acordo comercial com os EUA

Javier Milei, presidente da Argentina, criticou o Mercosul durante seu discurso anual no Congresso, afirmando que o bloco apenas serviu para enriquecer industriais brasileiros em detrimento da Argentina. Ele manifestou a disposição de abandonar o Mercosul em busca de um acordo comercial com os Estados Unidos. Milei destacou que sua gestão é sinônimo de mudanças, simbolizadas por uma motosserra, e que a Argentina pode ser um modelo para outras nações, assim como as reformas que está implementando. O presidente disse que o estado da Nação está mais promissor do que há um ano.

Impactos do acordo Mercosul-UE: O que esperar para a economia brasileira

O acordo entre Mercosul e União Europeia, finalizado em Montevidéu após 25 anos de negociações, promete impactos positivos para a economia brasileira e os consumidores. Apesar do otimismo, ainda são necessárias aprovações nos conselhos da União Europeia. O acordo prevê a redução de tarifas de importação, beneficiando setores como agronegócio, mas podendo prejudicar alguns setores industriais. Estima-se um aumento acumulado na economia de 0,46% entre 2024 e 2040, com os principais ganhos sendo no agronegócio, destacando produtos como carnes, enquanto a indústria pode enfrentar quedas em setores específicos.

Acordo UE-Mercosul pode ser desastroso para a indústria nacional

O recente acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul, anunciado em Montevidéu, pode fortalecer o setor agropecuário brasileiro, mas é visto como potencialmente negativo e 'predatório' para a indústria nacional, segundo o cientista político Gilberto Maringoni. Preocupações foram levantadas sobre como os termos das compras governamentais afetarão a indústria local, especialmente em relação à concorrência com produtos estrangeiros. Organizações e ativistas alertam que o acordo poderá causar um aumento no desmatamento e na crise climática, sendo visto como um retrocesso em várias áreas socioeconômicas e uma ameaça à soberania dos países envolvidos.

Acordo histórico entre UE e Mercosul é finalmente anunciado

Os líderes do Mercosul e da União Europeia confirmaram a conclusão das negociações para um acordo comercial após 25 anos de diálogos. O presidente do Uruguai, Lacalle Pou, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciaram a finalização em Montevidéu. Apesar do avanço, o acordo não será assinado imediatamente, pois ainda dependerá de trâmites burocráticos e da análise pelos parlamentos dos países envolvidos. Von der Leyen destacou que o tratado trará benefícios tanto para a Europa quanto para o Mercosul, com incentivos às empresas e criação de novos empregos no comércio bilateral.

Ursula von der Leyen apoia acordo Mercosul-UE, mas Macron resiste

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, chegou ao Uruguai para a Cúpula de Líderes do Mercosul, aumentando as expectativas sobre a finalização do acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul, após 25 anos de negociações. Von der Leyen destacou que o pacto traria benefícios a ambas as regiões e permitiria a criação de um mercado de 700 milhões de pessoas. No entanto, a França, sob a liderança do presidente Emmanuel Macron, mantém sua oposição, alegando que o acordo seria prejudicial à sua agricultura, criando tensões nas negociações.

Acordo entre Mercosul e União Europeia pode ser finalmente assinado

A cúpula do Mercosul, que ocorre em Montevidéu, pode selar um importante acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul após décadas de negociações. Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, chegou ao Uruguai para participar das discussões e expressou otimismo sobre o entendimento, afirmando que o acordo está 'à vista'. A equipe do presidente Lula acredita que o ajuste final foi alcançado e que a assinatura é iminente. Essa possibilidade, porém, ainda depende da aprovação dos presidentes do Mercosul e das autoridades legislativas em ambas as regiões.

Mercosul e União Europeia prestes a anunciar acordo histórico

O Mercosul e a União Europeia estão prestes a anunciar a conclusão das negociações de um acordo entre os blocos. Diplomatas planejam a divulgação para o dia 6 de dezembro em Montevidéu, durante a cúpula de presidentes sul-americanos. Embora o acordo esteja em sua etapa final, ajustes no texto serão necessários e só devem ser concluídos em 2025. O presidente Lula espera ansiosamente por esse anúncio, refletindo um compromisso em fortalecer o comércio e impulsionar o crescimento econômico. O acordo já havia sido mencionado em 2019, mas foi interrompido devido à pandemia e disputas internas.

Lula busca acordo Mercosul-UE no Uruguai após desafios no G20

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará sua primeira viagem internacional após um acidente doméstico, participando da 65ª Cúpula do Mercosul no Uruguai. Ele busca avançar nas negociações de um acordo com a União Europeia para redução de taxas de importação, após não ter sucesso na Cúpula do G20. Lula afirmou que a França não tem poder decisório e que a Comissão Europeia pode assinar o pacto. A aprovação do acordo será desafiadora devido à oposição de países europeus, como França, Polônia e Holanda, que temem prejuízos ao mercado local e podem tentar bloquear a proposta.

Lula desafia França e quer assinar acordo Mercosul-UE ainda em 2024

O presidente Lula afirmou que a França não tem influência sobre o acordo entre o Mercosul e a União Europeia, que deve ser assinado ainda em 2024. Ele declarou que Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, pode finalizar o acordo sem a participação francesa. A Assembleia Nacional da França manifestou apoio à posição de Emmanuel Macron, que se opõe ao tratado. Os produtores europeus, especialmente os franceses, expressam preocupação com os impactos ambientais da agricultura brasileira. Apesar das tensões, Lula reafirmou seu compromisso com o agronegócio e desafiou a oposição francesa de forma contundente.

Carrefour decide não vender carne do Mercosul na França

O CEO do Carrefour, Alexandre Bompard, anunciou que a companhia deixará de comercializar carne do Mercosul, conforme declaração publicada nas redes sociais. Esta decisão foi comunicada em uma carta enviada ao sindicato agrícola francês FNSEA, durante protestos dos agricultores contra o acordo comercial da União Europeia com o Mercosul. O Carrefour Brasil informu que essa medida não afetará suas operações no país, continuando a comprar carne de frigoríficos brasileiros. A empresa não especificou quais países do Mercosul seriam impactados, gerando incertezas em relação ao futuro das importações de carne na França e na Europa.

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