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Tudo sobre Mercosul

Parlamento europeu impõe desafios ao acordo UE-Mercosul com votação decisiva

O Parlamento Europeu decidiu, em votação realizada na quarta-feira (21), enviar o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul ao Tribunal de Justiça da UE. Com 334 votos a favor, 324 contra e 11 abstenções, a proposta impede a implementação do tratado por meses, enquanto a Corte revisa sua legalidade. Apesar disso, a Comissão Europeia pode optar pela aplicação provisória do acordo. Avaliando sua conformidade com legislações europeias, qualquer incompatibilidade poderá adiar o acordo, enquanto a aprovação final somente ocorrerá após a validação pela Corte e nova votação no Parlamento.

Peña lamenta falta de Lula na assinatura do acordo Mercosul-UE

O presidente do Paraguai, Santiago Peña, expressou um 'sabor amargo' pela ausência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na assinatura do acordo entre Mercosul e União Europeia. A cerimônia ocorreu em Assunção e, embora Peña tenha compreendido a falta do petista, ressaltou a importância de sua liderança nas negociações que levaram ao acordo, ressaltando que sem Lula a assinatura não teria se concretizado. Lula optou por um encontro separado com Ursula Von der Leyen no Rio de Janeiro, visando enfatizar sua imagem política e a liderança brasileira ao longo da longa negociação que durou 26 anos.

Lula é fundamental para acordo Mercosul-União Europeia, afirma presidente do Paraguai

O presidente do Paraguai, Santiago Peña, reconheceu a importância do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a realização do acordo entre o Mercosul e a União Europeia, celebrado em 17 de janeiro de 2026. Durante a cerimônia em Assunção, Peña afirmou que sem Lula, o tratado não teria sido alcançado. Embora Lula não tenha comparecido, ele foi representado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. O acordo, que levou mais de 25 anos para ser negociado, busca aumentar o comércio entre os blocos e criar oportunidades econômicas mutuamente benéficas.

Novos acordos comerciais ampliam mercado brasileiro com tarifas reduzidas

A vigência de três novos acordos de comércio, entre o Mercosul e a União Europeia, EFTA e Cingapura, permitirá que quase um terço do comércio exterior brasileiro beneficie-se de tarifas zero ou reduzidas. Essa mudança, segundo o ministro Geraldo Alckmin, elevará as exportações e importações beneficiadas com acesso preferencial de 12,4% para 31,2%, somando um total estimado de US$ 196,4 bilhões ao final de 2025. Isso representa um avanço significativo na competitividade da economia brasileira e potencializa oportunidades para o setor privado, além de impulsionar investimentos e a geração de empregos.

Brasil intensifica busca por acordos comerciais com Canadá, Índia e Emirados Árabes

Após a aprovação do acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia pelo Conselho Europeu, o Brasil delineou suas prioridades para 2026, focando em acordos com Índia, Canadá e Emirados Árabes. O governo pretende aumentar a cobertura do atual acordo de comércio preferencial com a Índia, diversificando as exportações além de óleos, açúcares e petróleo. No caso dos Emirados Árabes, busca-se finalizar um acordo de livre comércio, enquanto com o Canadá as negociações visam facilitar o comércio e aprofundar a cooperação. A expectativa é que esses acordos gerem benefícios significativos para a economia brasileira.

União Europeia e Mercosul firmam acordo histórico de livre comércio

A União Europeia aprovou provisoriamente o acordo de livre comércio com o Mercosul, após 25 anos de negociações, com uma votação majoritária em Bruxelas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva celebrou este momento como um dia histórico para o multilateralismo, destacando que os blocos juntos representam 718 milhões de pessoas e um PIB de US$ 22,4 trilhões. Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, ressaltou os ganhos mútuos que o pacto trará para ambas as partes. O próximo passo envolve a assinatura do acordo e sua aprovação pelos parlamentos dos países envolvidos, incluindo o Parlamento Europeu.

Aprovado acordo histórico da UE com Mercosul que transforma comércio global

Os países da União Europeia aprovaram um acordo com o Mercosul, estabelecendo a maior zona de livre-comércio global. A assinatura do tratado ocorrerá no Paraguai, com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, representando a UE. Apesar da oposição de alguns países, como França e Polônia, que receiam o impacto sobre os agricultores, o apoio foi alcançado com concessões. O acordo promete beneficiar mais de 720 milhões de consumidores e pode aumentar as relações comerciais entre os blocos, embora precise de aprovação adicional dos Parlamentos da UE e do Mercosul para ser ratificado.

França resiste e Macron vota contra acordo UE-Mercosul

Emmanuel Macron, presidente da França, anunciou sua intenção de votar contra o acordo entre a União Europeia e o Mercosul, em uma declaração feita nesta quinta-feira. A posição da França, ao lado de outros países como Irlanda, Hungria e Polônia, pode dificultar o avanço do tratado que busca ampliar o acesso a um mercado de 451 milhões de consumidores. Apesar das preocupações dos agricultores franceses sobre a concorrência de produtos latino-americanos, Alemanha e Espanha apoiam o pacto. O Conselho da UE se reunirá nesta sexta-feira para decidir sobre a continuidade da proposta de ratificação deste controvertido acordo comercial.

China mantém abertura para acordo comercial com o Mercosul

A China reafirmou seu interesse em um acordo comercial com o Mercosul, embora reconheça a inviabilidade imediata da negociação. A postura, analisada pelo Valor Econômico, mostra que Pequim mantém o tema nas discussões, visando oportunidades futuras. O governo chinês não tem pressa para concluir essa parceria e foca em preparar o terreno. Apesar de tensões globais e dificuldades políticas internamente, como no Uruguai e a relação com a Argentina, a China continua a expandir suas exportações, estabelecendo uma estratégia comercial cautelosa e de longo prazo em meio a um cenário internacional complexo.

Brasil se recusa a assinar comunicado sobre Venezuela na cúpula do Mercosul

Durante a cúpula do Mercosul, o Brasil e o Uruguai decidiram não assinar um comunicado da Argentina, que pedia a restauração da democracia e respeito aos direitos humanos na Venezuela. A administração de Lula teme que o documento seja visto pelos EUA como apoio a uma possível intervenção militar na Venezuela, o que não é do interesse brasileiro. A cúpula expressou preocupação com a crise na Venezuela, país suspenso do bloco, e reafirmou a necessidade de um compromisso pacífico para restaurar a ordem democrática, sem mencionar as ameaças de intervenção pelos EUA.

Mercosul em crise: Brasil e Uruguai se opõem a comunicado sobre a Venezuela

Durante a 67ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul, realizada em Foz do Iguaçu, seis países liderados pela Argentina assinaram um comunicado exigindo a restauração da democracia na Venezuela, atualmente governada por Nicolás Maduro. Apenas Brasil e Uruguai se abstiveram de apoiar o documento, evidenciando uma divisão dentro do bloco. O comunicado expressa preocupações com a crise humanitária e migratória do país e inclui exigências como respeito aos direitos humanos e libertação de prisioneiros políticos. A cúpula também viu atritos entre os líderes brasileiros e argentinos sobre intervenções externas na Venezuela.

Queda de energia interrompe discurso de Lula durante evento importante

Durante a inauguração da Ponte Internacional da Integração Brasil-Paraguai em Foz do Iguaçu, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve seu discurso interrompido por uma inesperada queda de energia. Após apenas nove minutos de fala, o áudio falhou, irritando o presidente. As tentativas de retomar a fala foram em vão, já que o som não voltou. Lula se dirigiu a Enio Verri, do Itaipu Binacional, antes de deixar o palco, visivelmente aborrecido. A ponte, que custou R$ 1,9 bilhão, visa aliviar o tráfego entre os dois países e sua entrega foi marcada por este incidente.

Paraguai aposta em avanço no acordo Mercosul-UE

O ministro das Relações Exteriores do Paraguai, Rubén Ramírez Lezcano, expressou a disposição do país em avançar no acordo entre Mercosul e União Europeia durante a 67ª reunião do Conselho do Mercado Comum, destacando a importância dos mecanismos de salvaguarda. Ele enfatizou a crença em um Mercosul que funcione para todos e que traduza seus princípios em resultados concretos. Lezcano abordou a superação das assimetrias estruturais entre os Estados Parte do bloco, apontando para os custos adicionais da condição mediterrânea do Paraguai que influenciam sua competitividade nas cadeias de valor regionais.

Lula discute tensões políticas e acordo Mercosul em entrevista

Na entrevista realizada em 18 de dezembro, o presidente Lula abordou diversos assuntos, incluindo a tensão entre Venezuela e Estados Unidos e o aguardado acordo entre a União Europeia e o Mercosul, que, segundo fontes, será assinado apenas em janeiro de 2026. Lula expressou surpresa com a posição da Itália, que pediu mais tempo para votação do acordo, alegando preocupações de agricultores. Além disso, ele comentou sobre a escalada de tensão militar dos EUA na Venezuela e a possibilidade de intervir para evitar um conflito, reafirmando o Brasil como uma zona de paz na América do Sul.

Lula pressiona França e Itália por acordo Mercosul-União Europeia

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu à França e à Itália que assumam suas responsabilidades para viabilizar a assinatura do acordo entre o Mercosul e a União Europeia. Durante uma declaração no Palácio do Planalto, Lula enfatizou a disposição dos dois blocos para concluir o tratado, que está em negociação há 26 anos. O presidente brasileiro criticou a resistência da França, influenciada por produtores rurais que temem a competitividade com o Brasil. Além disso, Lula expressou esperança de que a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, também contribua para a assinatura do acordo.

Parlamento Europeu dá luz verde para acordo com Mercosul

O Parlamento Europeu aprovou salvaguardas que visam proteger a agricultura europeia antecipando a assinatura do acordo comercial entre a União Europeia (UE) e o Mercosul, após 25 anos de negociações. O governo brasileiro aguarda a assinatura do acordo prevista para o dia 20 de dezembro, durante a Cúpula do Mercosul em Foz do Iguaçu. As salvaguardas foram propostas pela França, limitando importações do Mercosul, mas mesmo assim o governo brasileiro não se opôs a elas, priorizando a assinatura do acordo. A aprovação pode representar oportunidades comerciais significativas para ambos os blocos.

França pressiona UE a adiar acordo comercial com Mercosul

A França pediu à União Europeia o adiamento dos prazos para a assinatura do acordo comercial com o Mercosul, afirmando que as condições atuais não são favoráveis para a votação. O primeiro-ministro Sébastien Lecornu destacou a necessidade de mais tempo para garantir proteções adequadas para a agricultura europeia. Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, planeja assinar o tratado durante a cúpula do Mercosul em Foz do Iguaçu no próximo sábado. No entanto, a França, como principal opositor do acordo, exige medidas rigorosas de proteção antes de concordar com a assinatura final.

Brasil teme recuo da União Europeia em acordo histórico com o Mercosul

O governo brasileiro manifesta preocupação quanto ao recuo da União Europeia em relação ao acordo comercial com o Mercosul, com a assinatura prevista para a próxima semana. O sucesso do pacto, que é crucial após 25 anos de negociações, depende da aprovação em duas votações no Parlamento e Conselho Europeus, programadas entre 16 e 18 de dezembro. A resistência, especialmente de países como França e Polônia, gera ansiedade no Brasil, que pode redirecionar sua política comercial para a Ásia caso o acordo não seja firmado. A urgência se amplifica com as salvaguardas agrícolas em discussão.

Governo brasileiro teme recuo da União Europeia em acordo histórico com Mercosul

O governo brasileiro está em alerta devido à possibilidade de recuo da União Europeia, a menos de uma semana da assinatura do acordo comercial entre o bloco e o Mercosul, programada para 20 de dezembro em Foz do Iguaçu. Este acordo, discutido desde 1999, precisa ser aprovado em duas votações no Parlamento e no Conselho Europeu, entre 16 e 18 de dezembro. Se não assinado, as chances de recomeçar as negociações decaem. O Brasil, maior economia do Mercosul, deverá buscar novos parceiros na Ásia caso este acordo não seja concluído com sucesso na semana que vem.

Lula e Milei: Discursos opostos marcam cúpula do Mercosul na Argentina

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o argentino Javier Milei se confrontaram em suas falas durante a Cúpula do Mercosul, destacando visões opostas sobre o bloco econômico. Enquanto Lula defendeu que o Mercosul 'protege' seus membros, Milei criticou as restrições que impedem acordos com outros países, alegando que essas barreiras prejudicam as populações. A relação entre os líderes, marcada por trocas hostis desde as eleições na Argentina, expõe uma diplomacia complicada. Lula não se reuniu com Milei, ressaltando a tensão entre as nações, embora haja interesses comuns em termos econômicos e comerciais.

Lula ignora Milei e se reúne apenas com Cristina Kirchner em Buenos Aires

O presidente Lula chegou a Buenos Aires para a cúpula do Mercosul, onde se reunirá exclusivamente com Cristina Kirchner, em meio a relações deterioradas com Javier Milei. Este é o primeiro encontro de Lula na Argentina desde a posse de Milei, em dezembro de 2023, e não há planos de diálogo entre os dois líderes. O evento marca a transferência da presidência do bloco sul-americano ao Brasil, e ocorre após a assinatura de um acordo com a Associação Europeia de Livre Comércio, que visa criar uma nova zona de comércio para 300 milhões de pessoas na região.

Lula opta por embaixada em Buenos Aires e dispensa hotel de luxo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu não se hospedar em um hotel durante sua visita oficial a Buenos Aires para a Cúpula do Mercosul, optando pela residência da Embaixada do Brasil. Essa escolha ocorre em meio a críticas sobre os gastos das viagens presidenciais. O Palácio Pereda, onde Lula ficará, é um histórico edifício projetado por Louis Martin e adquirido durante o governo de Getúlio Vargas. Com sua vasta estrutura, o local permite acomodar toda a comitiva presidencial, demonstrando uma alternativa mais econômica e ligada à tradição do país na hospedagem diplomática.

Mercosul firma acordo que pode baixar impostos e abrir novos mercados

O Mercosul concluiu um acordo de livre comércio com a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA), que inclui Noruega, Suíça, Islândia e Liechtenstein. Este entendimento, que beneficiará 290 milhões de consumidores, eliminará 20% de impostos sobre o chocolate suíço e permitirá a importação de 3 mil toneladas de carne bovina brasileira sem taxas. O acordo abrange quase 99% do comércio com a EFTA e é parte de uma estratégia maior do Brasil para fortalecer laços comerciais na Europa, em meio ao crescente protecionismo global.Presidência do Mercosul é assumida pelo Brasil.

Visita histórica: Lula é autorizado a encontrar Kirchner em prisão domiciliar

A Justiça argentina concedeu ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva permissão para visitar a ex-presidente Cristina Kirchner, atualmente em prisão domiciliar por condenação por corrupção. Cristina, que cumpre pena desde 17 de junho em seu apartamento na cidade de Buenos Aires, recebeu a autorização um dia após seus advogados solicitarem. Lula estará na Argentina para a cúpula do Mercosul, que ocorre entre os dias 2 e 3 de julho. Este encontro representa uma oportunidade para o presidente brasileiro, além de apoiar a colega em seu momento delicado.

Lula viaja a Buenos Aires para a Cúpula do Mercosul pela primeira vez com Milei

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva viaja a Buenos Aires para participar da Cúpula do Mercosul, marcada para os dias 2 e 3 de julho. Esta será sua primeira visita oficial à Argentina desde a posse de Javier Milei. Durante o encontro, o Brasil assume a presidência rotativa do bloco, que se estenderá até dezembro. Com ênfase no combate ao narcotráfico, Lula apresentará pautas econômicas, incluindo avanços na tarifação regional. A cúpula também discutirá a plena integração da Bolívia e lançará o programa Mercosul Verde, focado em práticas agrícolas sustentáveis e cooperação ambiental.

Espionagem que divide: Paraguai critica Brasil e reabre feridas históricas

O presidente paraguaio, Santiago Peña, criticou uma recente ação de espionagem do Brasil, afirmando que tal ato reabre feridas históricas da Guerra do Paraguai. Ele expressou sua preocupação com a falta de respeito nas relações entre os países do Mercosul e comentou que esperava uma atitude mais amistosa do Brasil, que considera um ''irmão'' na região. Peña também ressaltou que todas as negociações sobre tarifas da usina de Itaipu foram suspensas, visto que o Paraguai não aceita ser alvo de espionagem, que afeta a integração regional que desejam construir entre as nações.

Brasil e Japão: Comércio em queda e negociações de carne bovina

O Japão ocupa a 11ª posição na corrente comercial com o Brasil, movimentando US$ 11 bilhões em 2024, uma queda de 6,3% em relação a 2023. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visita o Japão para discutir o comércio de carne bovina e um possível acordo entre o país asiático e o Mercosul. O Brasil exportou produtos avaliados em US$ 5,58 bilhões e importou US$ 5,43 bilhões, resultando em um superávit de apenas US$ 147 milhões. As carnes, principalmente aves e suínos, são as principais exportações, enquanto o Japão fornece componentes automotivos ao Brasil.

Lula busca fortalecer laços comerciais com Japão em viagem estratégica

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva planeja uma viagem ao Japão para fortalecer laços comerciais enquanto evita se alinhar completamente a potências como Estados Unidos e China. Analisando a situação geopolítica, o analista Beto Vasques observa que esta é uma tática para colher benefícios do conflito entre as nações. O foco da viagem é aumentar o acesso do Brasil ao mercado japonês, especialmente no setor de carnes. O Japão, sendo um dos principais investidores no Brasil, é visto como um parceiro estratégico necessário para diversificar as relações comerciais brasileiras.

Milei critica Mercosul e propõe acordo comercial com os EUA

Javier Milei, presidente da Argentina, criticou o Mercosul durante seu discurso anual no Congresso, afirmando que o bloco apenas serviu para enriquecer industriais brasileiros em detrimento da Argentina. Ele manifestou a disposição de abandonar o Mercosul em busca de um acordo comercial com os Estados Unidos. Milei destacou que sua gestão é sinônimo de mudanças, simbolizadas por uma motosserra, e que a Argentina pode ser um modelo para outras nações, assim como as reformas que está implementando. O presidente disse que o estado da Nação está mais promissor do que há um ano.

Impactos do acordo Mercosul-UE: O que esperar para a economia brasileira

O acordo entre Mercosul e União Europeia, finalizado em Montevidéu após 25 anos de negociações, promete impactos positivos para a economia brasileira e os consumidores. Apesar do otimismo, ainda são necessárias aprovações nos conselhos da União Europeia. O acordo prevê a redução de tarifas de importação, beneficiando setores como agronegócio, mas podendo prejudicar alguns setores industriais. Estima-se um aumento acumulado na economia de 0,46% entre 2024 e 2040, com os principais ganhos sendo no agronegócio, destacando produtos como carnes, enquanto a indústria pode enfrentar quedas em setores específicos.

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