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Cúpula do Mercosul em Assunção: marca histórica com a entrada da Bolívia e mudança de presidência

Na 64ª reunião de cúpula do Mercosul em Assunção, Paraguai, a incorporação da Bolívia como sexto membro pleno do bloco é o destaque, juntamente com a transferência da presidência temporária do grupo do Paraguai para o Uruguai. Lula irá falar à imprensa e demonstrar apoio ao presidente boliviano Luiz Arce após uma tentativa de golpe recente. A ausência do presidente argentino Milei foi notada, mas a chanceler Mondino reiterou a adesão da Argentina ao Mercosul. Acordos comerciais e colaborações foram destacados durante a presidência do Paraguai, incluindo o acordo com Singapura e negociações com os Emirados Árabes Unidos.

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China mantém abertura para acordo comercial com o Mercosul

A China reafirmou seu interesse em um acordo comercial com o Mercosul, embora reconheça a inviabilidade imediata da negociação. A postura, analisada pelo Valor Econômico, mostra que Pequim mantém o tema nas discussões, visando oportunidades futuras. O governo chinês não tem pressa para concluir essa parceria e foca em preparar o terreno. Apesar de tensões globais e dificuldades políticas internamente, como no Uruguai e a relação com a Argentina, a China continua a expandir suas exportações, estabelecendo uma estratégia comercial cautelosa e de longo prazo em meio a um cenário internacional complexo.

Brasil se recusa a assinar comunicado sobre Venezuela na cúpula do Mercosul

Durante a cúpula do Mercosul, o Brasil e o Uruguai decidiram não assinar um comunicado da Argentina, que pedia a restauração da democracia e respeito aos direitos humanos na Venezuela. A administração de Lula teme que o documento seja visto pelos EUA como apoio a uma possível intervenção militar na Venezuela, o que não é do interesse brasileiro. A cúpula expressou preocupação com a crise na Venezuela, país suspenso do bloco, e reafirmou a necessidade de um compromisso pacífico para restaurar a ordem democrática, sem mencionar as ameaças de intervenção pelos EUA.

Mercosul em crise: Brasil e Uruguai se opõem a comunicado sobre a Venezuela

Durante a 67ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul, realizada em Foz do Iguaçu, seis países liderados pela Argentina assinaram um comunicado exigindo a restauração da democracia na Venezuela, atualmente governada por Nicolás Maduro. Apenas Brasil e Uruguai se abstiveram de apoiar o documento, evidenciando uma divisão dentro do bloco. O comunicado expressa preocupações com a crise humanitária e migratória do país e inclui exigências como respeito aos direitos humanos e libertação de prisioneiros políticos. A cúpula também viu atritos entre os líderes brasileiros e argentinos sobre intervenções externas na Venezuela.

Queda de energia interrompe discurso de Lula durante evento importante

Durante a inauguração da Ponte Internacional da Integração Brasil-Paraguai em Foz do Iguaçu, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve seu discurso interrompido por uma inesperada queda de energia. Após apenas nove minutos de fala, o áudio falhou, irritando o presidente. As tentativas de retomar a fala foram em vão, já que o som não voltou. Lula se dirigiu a Enio Verri, do Itaipu Binacional, antes de deixar o palco, visivelmente aborrecido. A ponte, que custou R$ 1,9 bilhão, visa aliviar o tráfego entre os dois países e sua entrega foi marcada por este incidente.

Paraguai aposta em avanço no acordo Mercosul-UE

O ministro das Relações Exteriores do Paraguai, Rubén Ramírez Lezcano, expressou a disposição do país em avançar no acordo entre Mercosul e União Europeia durante a 67ª reunião do Conselho do Mercado Comum, destacando a importância dos mecanismos de salvaguarda. Ele enfatizou a crença em um Mercosul que funcione para todos e que traduza seus princípios em resultados concretos. Lezcano abordou a superação das assimetrias estruturais entre os Estados Parte do bloco, apontando para os custos adicionais da condição mediterrânea do Paraguai que influenciam sua competitividade nas cadeias de valor regionais.

Lula discute tensões políticas e acordo Mercosul em entrevista

Na entrevista realizada em 18 de dezembro, o presidente Lula abordou diversos assuntos, incluindo a tensão entre Venezuela e Estados Unidos e o aguardado acordo entre a União Europeia e o Mercosul, que, segundo fontes, será assinado apenas em janeiro de 2026. Lula expressou surpresa com a posição da Itália, que pediu mais tempo para votação do acordo, alegando preocupações de agricultores. Além disso, ele comentou sobre a escalada de tensão militar dos EUA na Venezuela e a possibilidade de intervir para evitar um conflito, reafirmando o Brasil como uma zona de paz na América do Sul.

Lula pressiona França e Itália por acordo Mercosul-União Europeia

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu à França e à Itália que assumam suas responsabilidades para viabilizar a assinatura do acordo entre o Mercosul e a União Europeia. Durante uma declaração no Palácio do Planalto, Lula enfatizou a disposição dos dois blocos para concluir o tratado, que está em negociação há 26 anos. O presidente brasileiro criticou a resistência da França, influenciada por produtores rurais que temem a competitividade com o Brasil. Além disso, Lula expressou esperança de que a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, também contribua para a assinatura do acordo.