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Notícias em 1 parágrafo!

Tudo sobre Rússia

O dia em que um meteoro fez barulho de bombas nucleares na Rússia

  • Em 15 de fevereiro de 2013, um meteoro de 18 metros explodiu sobre Chelyabinsk, Rússia, causando ondas de choque significativas.
  • A força da explosão foi equivalente a cerca de 30 bombas nucleares, ferindo mais de 1.500 pessoas, principalmente devido a estilhaços de vidro.
  • O evento levanta questões sobre a detecção de asteroides e resultou em discussões sobre a defesa planetária e a necessidade de monitoramento efetivo.

Rússia tenta bloquear WhatsApp em plano de vigilância estatal

  • O governo russo tentou bloquear completamente o WhatsApp, afirmando que a falta de segurança justifica essa ação.
  • Essa tentativa de bloqueio busca direcionar usuários para um aplicativo de vigilância estatal chamado Max, comparado ao WeChat da China.
  • A Meta, proprietária do WhatsApp, criticou essa tentativa como um retrocesso e garantiu que continuará a manter os usuários conectados.

As intrigantes conexões geopolíticas de Jeffrey Epstein

  • Jeffrey Epstein tinha uma complexa rede de conexões com serviços de inteligência e figuras de poder, envolvendo tanto a Rússia quanto Israel.
  • Ele atuava como um intermediário, conectando interesses geopolíticos e acumularia informações valiosas através de suas interações.
  • Seus vínculos se estendiam a figuras influentes como Ehud Barak, ex-primeiro-ministro de Israel, e altos funcionários russos, apontando para uma colaboração estratégica em diversos campos.

Enganadora russa faz vítimas em recrutamento militar para guerra na Ucrânia

Polina Azarnykh, uma mulher russa, é acusada de enganar estrangeiros, especialmente jovens de países pobres, para recrutá-los para lutar na guerra da Ucrânia em nome da Rússia. Sob promessas de trabalho e cidadania, ela dilapidou sonhos, levando homens do Oriente Médio a acreditarem que não enfrentariam combates. Casos de recrutas como Omar mostram sua traição, já que muitos foram enviados à linha de frente com pouca preparação. As famílias relatam desaparecimentos e mortes, questionando a credibilidade de Azarnykh, que agora enfrenta investigações por sua manipulação e ameaças a potenciais desertores, visando lucro pessoal.

Lula e Putin discutem situação na Venezuela em telefonema importante

Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, do Brasil, e Vladimir Putin, da Rússia, discutiram por telefone a situação da Venezuela após o sequestro do presidente Nicolás Maduro e os recentes ataques dos EUA. Ambos expressaram preocupação e defenderam a importância de manter a América do Sul e o Caribe como zonas de paz. Essa conversa incluiu a análise do papel do BRICS e da ONU na governança global. Lula e Putin concordaram em coordenar esforços para reduzir a tensão na região e planejar a 8ª Comissão Bilateral de Alto Nível Brasil-Rússia, agendada para fevereiro.

Rússia realiza ataque aéreo devastador contra cidades ucranianas

Na noite de 8 de janeiro de 2026, a Rússia iniciou um ataque em larga escala contra a Ucrânia, resultando em explosões significativas em Kiev e Lviv, onde pelo menos duas vidas foram perdidas. Câmeras de segurança registraram a ação por volta das 23h46, enquanto a Ucrânia investiga o possível uso de mísseis balísticos russos. O ataque seguiu as acusações russas de que a Ucrânia tentou atingir a residência presidencial de Putin. O prefeito de Kiev reportou danos em várias áreas, incluindo Darnytskyi, enquanto Lviv sofreu impactos em infraestruturas essenciais.

EUA apreendem petroleiro russo relacionado à Venezuela e intensificam tensões diplomáticas

Os Estados Unidos apreenderam um petroleiro com bandeira russa, relacionado à Venezuela, no Atlântico Norte, conforme mandado judicial. As autoridades americanas haviam perseguido o navio desde dezembro de 2025, que tentava burlar sanções impostas anteriormente. A apreensão aumenta as tensões entre Washington e Moscou, especialmente após o envio de um submarino russo para escoltar o petroleiro. A Rússia declarou que a ação dos EUA é uma violação do direito internacional, enquanto uma segunda embarcação foi apreendida no Caribe por supostas atividades ilícitas. A situação revela um cenário complexo de geopolítica e comércio de petróleo.

Rússia envia submarino para defender petroleiro sob ameaça dos EUA

A Rússia intensificou as tensões com os EUA ao enviar um submarino para proteger um petroleiro em perseguição no Atlântico. O navio, anteriormente chamado Bella 1 e agora denominado Marinera, é monitorado pela Guarda Costeira dos EUA devido à suspeita de que não exibe bandeira válida. Após uma tentativa de apreensão e mudanças táticas, a embarcação navegava entre a Islândia e a Grã-Bretanha. As autoridades norte-americanas alegam que o petroleiro faz parte de uma frota que contrabandeia petróleo, violando sanções. A Rússia, por sua vez, formalizou um pedido para que os EUA interrompessem a perseguição.

Rússia afirma que Acordo de Paz na Ucrânia está Mais Próximo, mas com Condições

A Rússia declarou que está mais próxima de um acordo de paz para a guerra na Ucrânia, concordando com afirmações do presidente dos EUA, Donald Trump, após conversas entre ele, Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, anunciou que novas discussões podem ocorrer em breve, mas ressaltou que a Ucrânia deve retirar suas tropas da região de Donbas para que a paz seja possível. Zelensky mencionou que questões sobre a usina nuclear de Zaporizhzhia e a cessão de territórios ainda são obstáculos nas negociações, além das reivindicações russas sobre Donbas e outras áreas.

Proposta de paz da Ucrânia: 20 pontos em negociação com a Rússia

O presidente russo, Vladimir Putin, recebeu informações sobre as propostas de paz da Ucrânia, apresentadas em conjunto com os Estados Unidos. Durante as negociações em Miami, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, mencionou que um plano de 20 pontos estava quase finalizado, porém ainda havia desacordo sobre a cessão de partes do Donbas e a usina nuclear de Zaporizhzhia. O Kremlin, por sua vez, não se manifestou sobre a reação russa às propostas. Zelensky reiterou a soberania ucraniana, e uma proposta de não agressão entre os países foi discutida como parte fundamento nas tratativas de paz.

Rússia e China criticam postura dos EUA sobre a Venezuela na ONU

Rússia e China expressaram forte crítica à pressão dos Estados Unidos sobre a Venezuela durante uma reunião do Conselho de Segurança da ONU. Os representantes dos dois países chamaram a abordagem americana de ‘comportamento de caubói’ e ‘intimidação’, destacando o bloqueio naval dos EUA que visa impedir a exportação de petróleo venezuelano. O embaixador russo, Vassily Nebenzia, classificou essa ação como uma violação das normas internacionais. A China também se opôs ao unilateralismo dos EUA, enquanto o embaixador americano reafirmou as acusações contra o presidente Nicolás Maduro, caracterizando-o como um fugitivo procurado.

Rússia reafirma compromisso com a paz na Ucrânia em reunião chave

O enviado de política externa dos Estados Unidos, Steve Witkoff, afirmou que a Rússia permanece totalmente comprometida com a paz na Ucrânia, após encontros com o emissário do Kremlin, Kirill Dmitriev, na Flórida. Witkoff, junto com Jared Kushner, buscou aprimorar um plano para encerrar o conflito, incluindo garantias de segurança e concessões territoriais.Apesar de as reuniões terem sido classificadas como produtivas, não houve acordos concretos anunciados para finalizar a guerra. Witkoff e o secretário de Segurança Nacional da Ucrânia, Rustem Umerov, reafirmaram seu compromisso em buscar uma paz justa e duradoura.

Putin ameaça usar força militar para controlar Donbass

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, declarou que assumirá o controle total da região de Donbass, na Ucrânia, usando força militar, caso as tropas ucranianas não deixem o território. Durante entrevista à emissora India Today, antes de sua visita a Nova Délhi, ele comentou que a Rússia retomará a área pela força, além de culpar países ocidentais pelo conflito. Desde o início da invasão russa em fevereiro de 2022, a Rússia já controla cerca de 19,2% do território ucraniano, incluindo a Crimeia e partes significativas de Donetsk e Luhansk.

Putin se diz preparado para guerra se Europa iniciar conflito

Vladimir Putin, presidente da Rússia, declarou estar preparado para um confronto caso a Europa inicie um conflito, mas enfatizou que o país não deseja a guerra. Suas declarações ocorreram em um fórum econômico em Moscou, horas antes de uma reunião com o emissário americano, Steve Witkoff, para discutir propostas de paz para a Ucrânia. Putin criticou os líderes europeus, afirmando que eles tentam obstruir os esforços dos EUA para encerrar a guerra e que não possuem um programa de paz. Ele pediu que reconsiderem suas atitudes em relação à Rússia e ao conflito atual.

Ucrânia abala a Rússia ao destruir avião a laser secreto

A Ucrânia destruiu o avião a laser ultrassecreto A-60 da Rússia, durante um ataque noturno ao complexo aeronáutico de Taganrog, utilizando drones e mísseis Neptune. O ataque, que também danificou um hangar de bombardeiros, resultou na morte de três pessoas e ferimentos em várias outras. Em resposta, a Rússia lançou bombardeios em áreas ucranianas, levando a relatos de seis mortes e numerosos feridos. Além disso, drones russos infringiram o espaço aéreo da Moldávia e Romênia, resultando na ação de caças europeus para interceptação, intensificando a escalada do conflito na região.

Acordo de paz em Genebra: Ucrânia mantém soberania em negociações com a Rússia

Durante negociações em Genebra, autoridades dos Estados Unidos e Ucrânia reafirmaram que um futuro acordo de paz com a Rússia deve garantir a total soberania da Ucrânia. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, indicou progresso nas discussões, destacando que as questões pendentes são superáveis e que os russos terão voz no processo. Após a proposta inicial que envolvia concessões territoriais à Rússia, uma nova versão do plano foi elaborada, priorizando as preocupações de Kiev. Contudo, os ataques russos em Kharkiv exacerbam a situação e a urgência por um entendimento entre as partes em conflito permanece.

Rússia reafirma apoio à Venezuela em meio a tensões com os EUA

Em meio a crescentes tensões com os Estados Unidos, o Kremlin declarou que a Rússia está pronta para atender os pedidos de assistência militar da Venezuela. O presidente Nicolás Maduro busca apoio de Moscou para a modernização de seus caças Sukhoi e sistemas de radar, respondendo a uma percepção de ameaças americanas, especialmente com o aumento da presença militar dos EUA no Caribe. Os ataques a barcos suspeitos de narcotráfico pelo governo americano intensificaram a escalada, levando a ONU a classificar a ofensiva como inaceitável, enquanto a Venezuela condena essa estratégia como uma tentativa de desestabilizar seu regime.

Trump impõe sanções ao petróleo russo e surpreende Putin

Donald Trump impôs sanções às duas maiores empresas de petróleo da Rússia, surpreendendo o Kremlin e exigindo um cessar-fogo imediato na Ucrânia. Apesar da hora da madrugada em Moscou, espera-se que a resposta oficial à medida não seja positiva. Muitos na Rússia duvidavam que Trump usaria sua influência para pressionar Putin, especialmente após sua recente recusa em enviar mísseis à Ucrânia. No entanto, a situação mudou rapidamente, com o presidente americano cancelando uma reunião prevista com Putin, afirmando que as negociações ainda estão em andamento, mas a pressão sobre a Rússia está aumentando significativamente.

Rússia denuncia EUA por ações agressivas na Venezuela

No dia 10 de outubro de 2025, o embaixador da Rússia na ONU, Vasily Nebenzya, denunciou os Estados Unidos por uma campanha de pressão militar e psicológica visando a Venezuela. Durante uma sessão emergencial do Conselho de Segurança, convocada após ataques americanos a navios venezuelanos, Nebenzya alegou que esses movimentos visam promover uma mudança de regime indesejada. Ele classificou os ataques como violações do direito internacional e advertiu os EUA a interromperem suas ações para evitar um erro irreparável. O governo venezuelano, por sua vez, mobilizou milícias para proteger suas águas e denunciou as agressões.

Tensões aumentam: Medvedev alerta sobre guerra de destruição em massa com a Europa

Dmitry Medvedev, ex-presidente da Rússia, alertou que um conflito entre Rússia e países europeus pode se transformar em uma guerra com armas de destruição em massa. Medvedev comentou em sua conta no Telegram que os países do continente não têm condições de enfrentar uma guerra com a Rússia e que a possibilidade de um acidente fatal é real. Suas declarações vêm após acusações de líderes europeus sobre o envolvimento russo em drones militares na Europa, em um contexto de crescente tensão, incluindo a construção de um escudo antidrones por países da fronteira leste da Europa.

Dinamarca em alerta: novos drones sobrevoam áreas militares

A Dinamarca registrou novos sobrevoos de drones não identificados em áreas militares, conforme anunciado pela polícia local. O fenômeno ocorreu após diversas incursões semelhantes perto de aeroportos e infraestruturas críticas na última semana. O governo dinamarquês mobilizou recursos para investigar os avistamentos. Além disso, a primeira-ministra Mette Frederiksen classificou os voos como a “mais grave ameaça” à segurança do país, atribuindo responsabilidade à Rússia. Em resposta, ministros da Defesa da UE comprometeram-se a priorizar um sistema de defesa contra drones, defendendo agilidade e aprendizado com situações anteriores, como na Ucrânia.

Zelensky alerta Rússia sobre guerra e provoca resposta ameaçadora

O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky afirmou que a Rússia deve encerrar a guerra contra a Ucrânia ou seus líderes vão precisar encontrar abrigos antiaéreos. O comentário foi feito durante entrevista ao site Axios e foi respondido pelo vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, Dmitry Medvedev, que ameaçou com armas capazes de ignorar abrigos. Zelensky, após reunir-se com Donald Trump, mencionou que a Ucrânia estaria mirando centros de poder na Rússia, como o Kremlin, e destacou a disposição de responder a qualquer ataque russo. A tensão entre os países continua alta.

Otan intercepta caças russos em violação sem precedentes na Estônia

Na última sexta-feira, três caças russos violaram o espaço aéreo da Estônia durante 12 minutos, provocando uma rápida resposta da OTAN, que mobilizou caças italianos e aeronaves suecas e finlandesas. O incidente foi classificado como uma 'audácia sem precedentes' pela ministra das Relações Exteriores da Estônia, Margus Tsahkna, que denunciou a crescente agressividade russa. A Estônia, após a violação, solicitou consultas ao Artigo 4 da OTAN, enfatizando sua preocupação com a segurança nacional. Enquanto isso, a Rússia negou as acusações e afirmou que seus jatos não cruzaram as fronteiras estonianas.

Polônia reage e fecha aeroporto após drones russos serem detectados

A Polônia acionou sua defesa aérea e fechou o aeroporto de Lublin após a detecção de drones russos sobre seu espaço aéreo. A decisão, tomada pelo Comando Operacional das Forças Armadas polonesas, busca garantir a segurança no país em meio a tensões intensificadas com a Rússia, que invadiu a Ucrânia. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, classificou a incursão como 'inaceitável' e levantou questões sobre as intenções por trás do envio dos drones. As Forças Armadas polonesas, em colaboração com aliados da Otan, estão monitorando a situação diligentemente nesta região sensível.

Otan lança operação de defesa após invasão de drones russos na Polônia

A Otan anunciou o lançamento da operação 'Sentinela Oriental' para reforçar a defesa do flanco oriental da Europa após drones russos invadirem o espaço aéreo da Polônia. O secretário-geral Mark Rutte informou que a iniciativa incluirá apoio de países como Dinamarca, França, Reino Unido e Alemanha, com defesas aéreas e terrestres integradas. A ação é uma resposta clara à crescente irresponsabilidade russa na região e visa proteger todos os aliados da Otan. O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, classificou a violação como um 'ataque' e não um erro, reforçando a necessidade de vigilância.

Trump reage a violação do espaço aéreo polonês por drones russos

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um post em sua rede social comentando a recente violação do espaço aéreo polonês por drones russos. A mensagem, enigmática, questiona: 'O que há com a Rússia violando o espaço aéreo da Polônia com drones? Lá vamos nós'. Isso ocorre após o Kremlin enviar drones para alvos na Ucrânia, ultrapassando a fronteira com a Polônia, onde as aeronaves foram derrubadas. Em resposta, a Polônia acionou o artigo 4 da Otan, convocando uma reunião entre os membros, enquanto o artigo 5 poderia ser ativado caso a situação se agrave.

Guerra na Ucrânia: Casa Branca comenta ataques russos

Após novos ataques da Rússia à Ucrânia, a Casa Branca expressou que o presidente Donald Trump não está contente com a situação, mas não se surpreendeu. Karoline Leavitt, secretária de imprensa, afirmou que a 'matança infelizmente continuará' enquanto o conflito persistir, destacando o desejo do presidente por um fim à guerra, que não teria começado sob sua administração. Em resposta, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky criticou a escolha da Rússia por ações militares em vez de negociações e pediu sanções adicionais. O conflito resultou em um número significativo de mortes, tanto civis quanto militares, com milhares feridos.

Putin impõe novas exigências para acordo de paz com a Ucrânia

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, estabeleceu exigências para um acordo de paz com a Ucrânia após mais de três anos de conflito. Entre as condições, requer que Kiev ceda a região do Donbas, abjure suas ambições de adesão à Otan, mantenha neutralidade e evite a presença de tropas ocidentais. Putin e Donald Trump se reuniram recentemente no Alasca para discutir o futuro da guerra, embora não tenham firmado um acordo. Apesar de alguns avanços nas conversas, os ataques aéreos em ambos os lados continuam, resultando em milhares de vítimas no conflito devastador.

Rússia impõe instalação obrigatória do WhatsApp estatal em smartphones

A Rússia implementou uma normativa obrigando fabricantes de dispositivos Android a pré-instalar o aplicativo de mensagens estatal 'WhatsApp MAX' em celulares novos, tablets e smartphones de outras marcas. Apesar da resistência da Apple em atender essa exigência, que entra em vigor em 1º de setembro, o governo argumenta que o aplicativo é vital para acesso a serviços públicos. Adicionalmente, os novos dispositivos também deverão contar com a loja de aplicativos 'RuStore', enquanto a Smart TVs terá o app 'LIME HD TV' pré-instalado. Medidas seguem o modelo chinês de controle digital.

B-2 Spirit sobrevoa Trump e Putin durante cúpula sem acordos

Um bombardeiro B-2 Spirit e quatro caças sobrevoaram a Base Aérea Conjunta Elmendorf-Richardson, no Alasca, durante um encontro entre os presidentes Donald Trump e Vladimir Putin. A reunião, dedicada a discutir um cessar-fogo na guerra da Ucrânia, terminou sem acordos concretos. Trump caracterizou o encontro como produtivo, mas ressaltou que ainda não há um acordo formal. Ele planeja contatar o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e líderes da Otan sobre os resultados da cúpula. Putin, por sua vez, pediu que se evitem provocações durante o processo de discussão, visando manter um progresso emergente.

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