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Notícias em 1 parágrafo!

Tudo sobre Impostos

Anthony Joshua paga R$ 245 milhões em impostos após vitória arrasadora sobre Jake Paul

Anthony Joshua, após vencer Jake Paul em uma luta no Kaseya Center, em Miami, conquistou a expressiva quantia de US$ 92 milhões (R$ 513 milhões). No entanto, o boxeador teve que pagar cerca de US$ 44 milhões (R$ 245 milhões) em impostos referentes à sua vitória. Joshua aplicou um golpe devastador que resultou em fraturas na mandíbula do adversário, que necessitou de cirurgia e ficará afastado dos ringues por seis meses. Enquanto isso, Joshua pretende retornar ao ringue em abril de 2026 para um embate preparatório acompanhado de grande expectativa contra Tyson Fury.

Benefícios fiscais milionários favorecem os mais ricos no Brasil

Um estudo da Unafisco Nacional revela que o governo brasileiro deverá deixar de arrecadar R$ 618,4 bilhões em benefícios fiscais em 2026, valor que equivale a quatro vezes o orçamento do Bolsa Família. As renúncias fiscais, que favorecem principalmente os mais ricos, incluem isenções e programas que não têm contrapartida social demonstrada. O levantamento indica que R$ 903,3 bilhões seriam gastos tributários totais, sendo R$ 618,4 bilhões considerados privilégios. Impostos não cobrados, como o IGF, e a isenção de lucros e dividendos, também figuram como impactos graves na arrecadação do país, segundo especialistas.

Quase 100 milhões recebem segunda parcela do décimo terceiro salário

Nesta sexta-feira, 19 de dezembro, aproximadamente 95,3 milhões de brasileiros receberão a segunda parcela do décimo terceiro salário, um importante benefício trabalhista, cujo pagamento deve injetar R$ 369,4 bilhões na economia, conforme o Dieese. A primeira parcela foi paga até 28 de novembro. A gratificação é concedida a trabalhadores com carteira assinada, aposentados e pensionistas que tenham trabalhado pelo menos 15 dias. O décimo terceiro é pago proporcionalmente aos dias trabalhados. O trabalhador deve estar atento à tributação, que incide especialmente na segunda parcela, afetando descontos no salário extra.

Aprovada reforma tributária: Câmara finaliza regulamentação do IBS

A Câmara dos Deputados aprovou o projeto que regula a gestão do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), enviando-o para sanção presidencial. O PLP 108/24, relatado por Mauro Benevides Filho, contempla mudanças nas alíquotas e na fiscalização do IBS, que substituirá o ICMS e o ISS. Medicamentos com alíquota zero serão listados a cada 120 dias, enquanto a tributação das sociedades anônimas de futebol se mantém. O projeto também fixa alíquotas do sistema financeiro entre 2027 e 2033, além de regras para importação de serviços financeiros, propondo melhorias tributárias significativas.

IPVA 2026: Tudo que você precisa saber sobre valores e descontos em SP

Em janeiro de 2026, os proprietários de veículos em São Paulo devem se preparar para o pagamento do IPVA, com cerca de 19,2 milhões de veículos afetados. A Secretaria da Fazenda divulgou os valores venais, resultantes de um levantamento da Fipe, que indicou uma valorização média de 2,51% em comparação a 2024. O tributo para carros particulares permanece em 4%, enquanto as motocicletas pagam 2%. Há a opção de cota única em janeiro com 3% de desconto ou parcelas entre até cinco vezes, com vencimentos variados entre janeiro e maio deste ano.

Câmara aprova legislação para combater devedores contumazes de impostos

Na terça-feira, 9 de fevereiro de 2025, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que institui o Código de Defesa do Contribuinte, visando endurecer as regras para devedores recorrentes de impostos, conhecidos como ‘devedores contumazes’. Com 436 votos favoráveis, o texto aguardará a sanção do presidente Lula. A proposta prevê sanções rigorosas, como a proibição de participar de licitações e benefícios fiscais para aqueles identificados como devedores contumazes. Ao mesmo tempo, oferece vantagens para bons pagadores, melhorando a eficiência da administração tributária e combatendo a sonegação fiscal no país.

Tarcísio defende brasileiros em embate sobre aumento de IOF

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, respondeu às críticas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que o acusou de agir contra os interesses nacionais ao derrubar a votação da medida provisória que visava aumentar o IOF. Em um vídeo, Tarcísio defendeu que a população não apoiaria um aumento de impostos e pediu a Haddad para respeitar os cidadãos. A MP, considerada essencial pelo governo, tinha potencial de gerar R$ 17 bilhões em 2026, mas foi retirada da pauta da Câmara, resultando em sua perda de validade na quarta-feira passada.

Câmara derruba medida que compensava alta do IOF em derrota para Lula

A Câmara dos Deputados derrubou a medida provisória que compensava o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) em uma votação acirrada de 251 a 193. Essa decisão, tomada em retaliação ao governo Lula, foi impulsionada por uma aliança entre o Centrão e a oposição. A proposta, que deveria ter sido aprovada até as 23h59 do dia da votação, agora perde a validade e pode gerar um rombo estimado em 42,3 bilhões de reais até o ano que vem. O governo buscará novas fontes de arrecadação, como o aumento do contingenciamento de emendas parlamentares.

Compras na PS Store: Entenda o IOF e como evitá-lo!

Na última segunda-feira (29), a taxa do IOF nas compras da PS Store gerou grande repercussão nas redes sociais. O IOF, que significa Imposto sobre Operações Financeiras, é cobrado em transações como crédito e câmbio, e sua incidência nas compras da PS Store ocorre devido à natureza internacional da operação. A taxa é de 3,5% sobre o valor total e é aplicada a todas as compras feitas com cartão de crédito. Para evitá-la, recomenda-se o uso de cartões pré-pagos ou gift cards, que não incidem o imposto durante a transação.

Moraes derrota Congresso e mantém aumento do IOF com veto parcial

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, consolidou uma derrota significativa ao Congresso ao decidir manter o aumento do IOF estabelecido pelo governo Lula. A única exceção na medida foi o veto à cobrança do risco sacado, uma operação crucial para o capital de giro das empresas. A decisão, que ainda será analisada pelo plenário do STF, é interpretada como uma vitória para o governo, buscando assegurar novas receitas e estimular a justiça tributária. Embora espere arrecadar bilhões com o aumento, a exclusão do risco sacado trará uma redução de arrecadação estimada em R$ 4 bilhões.

Clubes brasileiros faturam alto, mas enfrentam impostos no Mundial de Clubes

Fluminense, Palmeiras, Flamengo e Botafogo retornam do Mundial de Clubes com quase R$ 850 milhões em arrecadação proveniente da FIFA. Embora os clubes alcancem grandes ganhos, uma parte significativa será destinada ao pagamento de impostos. Os Estados Unidos, sede do torneio, retêm 30% em imposto de renda, mas a FIFA fez acordos que garantem pagamento direto no Brasil, especialmente da cota fixa de US$ 15,2 milhões. Isso isenta parte desse valor das taxas americanas, mas cada clube ainda enfrentará desafios tributários, particularmente o Botafogo, por seu status como SAF.

Tentativa de acordo sobre IOF termina em impasse entre governo e Congresso

Na noite de 8 de julho de 2025, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e líderes do Congresso se reuniram para discutir a polêmica elevação das alíquotas do IOF, mas não chegaram a um consenso. Haddad pretende convencer o STF sobre a legalidade da cobrança maior, enquanto o presidente da Câmara, Hugo Motta, alertou que um aumento de impostos enfrentaria resistência no Legislativo. A crise de arrecadação, com uma queda estimada em R$ 2 bilhões, destaca a urgência de cortes de gastos como alternativa, mas ainda não há soluções definitivas à vista.

Alckmin defende diálogo após decisão sobre o IOF

O vice-presidente Geraldo Alckmin elogiou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, ao convocar uma audiência de conciliação entre o Executivo e o Legislativo sobre o aumento do IOF. Ele destacou a importância do diálogo para resolver o impasse, com a audiência marcada para 15 de julho. Moraes suspendeu os decretos que elevaram o imposto e também o que revogava essa medida, mantendo o cenário atual. Alckmin mostrou-se otimista quanto às negociações com o Congresso após a tentativa de aumentar a arrecadação do governo, considerada uma derrota significativa.

Decisão de Moraes sobre IOF une governo e Congresso em busca de conciliação

O presidente da Câmara, Hugo Motta, declarou que a decisão do ministro do STF, Alexandre de Moraes, sobre o IOF está em sintonia com os interesses da Câmara. Moraes suspendeu os decretos do governo federal e a decisão do Congresso sobre o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras. Motta enfatizou a importância do diálogo para manter o equilíbrio das contas públicas e a sustentabilidade econômica. O ministro também convocou uma audiência entre governo e Congresso em cinco dias para esclarecer a necessidade de elevar as alíquotas do IOF, que poderia gerar grandes perdas de arrecadação.

Governo Lula busca reverter decisão sobre aumento do IOF no STF

O governo Lula, por meio do secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, anunciou que buscará insistir no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o aumento do IOF. Durigan acredita que a equipe econômica pode demonstrar que o aumento não tem objetivos meramente arrecadatórios, apesar de essa consequência aparecer. O caso, que envolve a suspensão do decreto que elevou o imposto, está sob análise do ministro Alexandre de Moraes, que convocou audiência de conciliação para discutir o embate legislativo. A situação reflete tensões entre o governo e o Congresso em relação ao tributo.

Motta elogia decisão do STF sobre o IOF e prevê diálogo

O presidente da Câmara, Hugo Motta, elogiou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que suspendeu os decretos sobre o IOF. Esta medida é vista como uma sintonia entre o Congresso e a sociedade. Motta enfatizou a disposição ao diálogo institucional, visando o equilíbrio fiscal e o crescimento econômico sustentável. A decisão mantém a anulação do aumento do imposto, que havia sido derrubado pelo Congresso. Moraes convocou uma audiência de conciliação para discutir a questão em 15 de julho, envolvendo representantes do Executivo, Legislativo e da Procuradoria-Geral da República.

Governo Lula reverte narrativa sobre o IOF nas redes sociais com 2,2 milhões de menções

O Instituto Quaest revelou que o Governo Lula conquistou um giro favorável nas redes sociais em relação ao Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), com 2,2 milhões de menções. Isso levou os parlamentares a reconsiderarem suas ações no Congresso devido à pressão popular. O diretor da Quaest, Felipe Nunes, destacou que, diferente de disputas anteriores, houve uma predominância de menções positivas ao governo. A disputa começou após a Câmara derrubar vetos de Lula, gerando críticas a autoridades e culminou na intervenção do STF para suspender os aumentos do IOF, visando conciliação entre os Poderes.

Palmeiras e Fluminense temem impostos altos na Copa do Mundo de Clubes

Palmeiras e Fluminense expressam preocupação com a negociação da Fifa e o governo dos EUA sobre os impostos das premiações na Copa do Mundo de Clubes. A Fifa já pagou cerca de R$ 65 milhões no Brasil, mas a expectativa é que os clubes brasileiros paguem até 30% em impostos sobre valores que já somam R$ 217 milhões. Ambos os clubes desejam esclarecer que suas finanças não são tão extravagantemente multimilionárias, uma vez que os altos impostos diminuiriam consideravelmente os lucros. As negociações ainda continuam para se entender todas as taxas envolvidas neste processo.

Jornal Nacional defende Congresso e enfrenta críticas da população

O Jornal Nacional defendeu o Congresso após críticas severas nas redes sociais, onde o termo 'Congresso da mamata' se tornou viral. A jornalista Renata Vasconcellos expressou preocupação sobre uma campanha contra o Congresso. Internautas criticaram a atuação do JN, alegando que o programa serviu como 'assessoria de imprensa dos ricos'. A discórdia surgiu após o Senado e a Câmara rejeitarem aumentos no Imposto sobre Operações Financeiras proposto pelo governo Lula. O governo, por sua vez, argumenta que os ajustes são cruciais para a sustentabilidade de programas sociais, ajustando a tributação para setores específicos.

Lula afirma que não governa sem apoio do Judiciário após revogação do IOF

O presidente Lula expressou sua frustração em entrevista, afirmando que não consegue governar se não recorrer ao Judiciário após o Congresso derrubar um decreto que aumentava o IOF. Ele mencionou que conversará com líderes do Legislativo para resolver o impasse, enfatizando a importância da separação de poderes. Lula acredita que a decisão do Congresso viola essa separação e que, se não agir, não poderá exercer sua autoridade. A Advocacia Geral da União já foi ao STF para contestar a ação legislativa e reverter a revogação do imposto, visando equilibrar a arrecadação do governo.

Governo Lula busca reverter decisão sobre IOF no STF

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva está levando uma ação ao Supremo Tribunal Federal (STF) para contestar a derrubada da alta do IOF, promovida por um decreto legislativo. O ministro da Advocacia Geral da União, Jorge Messias, argumentou que essa decisão atenta contra a separação dos Poderes e a Constituição Federal. A medida visa restaurar a normalidade institucional e assegurar que a arrecadação tributária não seja afetada. A AGU já solicitou que a ação seja dirigida ao ministro Alexandre de Moraes, enquanto comunica aos líderes do Congresso sobre os desenvolvimentos.

Governo Lula judicializa revogação do IOF e gera tensões no Congresso

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva decidiu levar ao Supremo Tribunal Federal a questão da revogação do IOF, após o Congresso aprovar o Projeto de Decreto Legislativo 176 de 2025, que anulou decretos que pretendiam aumentar o imposto. A Advocacia Geral da União protocolará a ação no dia 1º de julho de 2025. A medida é considerada uma resposta à ação do Partido Socialismo e Liberdade, que busca suspender a revogação. A aprovação no Congresso foi vista como uma grande derrota para o presidente Lula e seu ministro da Fazenda, Fernando Haddad. A situação evidencia tensões entre os poderes.

Hugo Motta rebate críticas e defende derrubada do aumento do IOF

O presidente da Câmara, Hugo Motta, defendeu a derrubada de três decretos do governo Lula que aumentavam o IOF, negando ter traído o Planalto em votação surpresa. Em postagens, declarou que a acusação de traição era 'fake' e ressaltou que as decisões políticas devem servir ao país e não a interesses individuais. Motta criticou a polarização social e afirmou que a votação, que obteve 383 votos a favor, foi uma expressão do Congresso, que se opõe a aumentos de impostos e busca atender as necessidades da população, incluindo votos de parlamentares de diferentes espectros políticos.

União Brasil e PP ataca campanha do PT em novo vídeo

A federação UPB, composta por União Brasil e Progressistas, divulgou um vídeo criticando a campanha do PT, que intensifica a divisão entre ricos e pobres. O vídeo ironiza a propaganda petista, citando um governo com quase 40 ministérios, enfatizando que os impostos pesam sobre os mais pobres. A produção critica a proposta do governo federal de isentar rendimentos de até R$ 5.000, alegando que essa política, chamada de 'Taxação BBB', na verdade favorece interesses de bilionários e bancos. A retórica de confronto social continua sendo uma estratégia controversa para as eleições de 2026.

Zema rebate campanha do PT contra taxação de ricos com vídeo polêmico

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, lançou um vídeo no Instagram para responder à campanha do PT sobre a taxação de bilionários, bancos e apostas, classificando-a como um 'blá-blá-blá' do governo Lula. No vídeo, é apresentada uma balança simbólica com uma barra de ouro representando o governo e uma referência ao aumento de impostos que pressionaria a população. Zema critica a declaração do governo afirmando que a tributação é justa, expondo o desequilíbrio entre as elites e os cidadãos. A mensagem reflete uma retórica de confrontação social em meio ao debate tributário.

EUA lucram com premiação do futebol brasileiro no mundial

Os clubes brasileiros Botafogo, Flamengo, Fluminense e Palmeiras enfrentarão uma retenção de cerca de 30% na premiação total que conquistaram na Copa do Mundo de Clubes, realizada nos Estados Unidos. Este percentual se refere aos impostos e taxas aplicados. Além disso, cerca de 25.000 torcedores brasileiros viajaram para os EUA, gerando uma receita adicional de aproximadamente US$ 55 milhões para a economia local. Até o momento, esses clubes acumularam US$ 107 milhões em prêmios da FIFA, com expectativa de que o vencedor receba até US$ 117,625 milhões ao final da competição.

Congresso derruba aumento do IOF, mantém outras taxas em vigor

O Congresso Nacional decidiu derrubar decretos que haviam aumentado a alíquota do IOF, restabelecendo as taxas anteriores. Enquanto isso, outras medidas, como a tributação de LCI, LCA e apostas, permanecem em vigor. O governo também implementou um aumento no Imposto de Renda sobre distribuções de Juros sobre Capital Próprio (JCP) e regulamentou a tributação de criptoativos. As mudanças nas alíquotas do IR sobre diferentes aplicações financeiras e a compensação de perdas em operações se mantêm. Essas novas regras visam ajustar a tributação sobre investimentos, destacando as alíquotas que se aplicam a partir de janeiro de 2026.

Lula defende aumento do IOF para setores lucrativos em entrevista

O presidente Lula defendeu a necessidade de um aumento no Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para setores que geram elevados lucros, como apostas e fintechs. Em entrevista ao rapper Mano Brown, Lula enfatizou que é crucial não ceder repetidamente às pressões contra a tributação. Segundo ele, essa medida é fundamental para corrigir injustiças fiscais e garantir recursos para saúde e educação, além de compensar eventuais cortes orçamentários. O governo enfrenta resistência do Congresso em relação à elevação do imposto, mas Lula persiste na sua posição de defender a revisão e a arrecadação adequadas desses setores.

Líder petista alerta sobre consequências do aumento do IOF

O líder do PT, Lindbergh Farias, manifestou que haverão 'consequências' caso se derrube o aumento do IOF, imposto sobre operações financeiras. A declaração ocorreu durante a votação do requerimento de urgência na Câmara dos Deputados, que buscou revogar o decreto que aumentou este imposto. A bancada petista decidiu votar contra, mas expressou confiança de que o plenário não analisará o mérito da proposta. O requerimento foi aprovado com 346 votos favoráveis e 97 contrários, permitindo que a proposta seja discutida em breve. A situação segue em desenvolvimento na política brasileira.

Câmara desafia governo Lula e aprova urgência contra aumento do IOF

A Câmara dos Deputados, sob a liderança de Hugo Motta, enfrentou o governo Lula ao aprovar um requerimento que garante urgência para sustar o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), com 346 votos a favor. Embora a proposta esteja pronta para votação, Motta adiou sua análise para dar apoio ao governo em busca de alternativas. A situação ressalta o descontentamento em relação ao aumento de impostos, com líderes do Centrão enviando recados ao governo. O Palácio do Planalto tenta negociar com parlamentares para evitar cortes e garantir a manutenção dos aumentos impostos.

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