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Governo Lula busca reverter decisão sobre aumento do IOF no STF

O governo Lula, por meio do secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, anunciou que buscará insistir no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o aumento do IOF. Durigan acredita que a equipe econômica pode demonstrar que o aumento não tem objetivos meramente arrecadatórios, apesar de essa consequência aparecer. O caso, que envolve a suspensão do decreto que elevou o imposto, está sob análise do ministro Alexandre de Moraes, que convocou audiência de conciliação para discutir o embate legislativo. A situação reflete tensões entre o governo e o Congresso em relação ao tributo.

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Lula lança programa de gás para beneficiar 15 milhões de famílias

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciará na próxima quinta-feira (4) o lançamento do 'Gás do Povo', um programa social que beneficiará 15 milhões de famílias e distribuíra 58 milhões de botijões de gás em 2026. Este novo programa reformula o atual Vale-Gás e tem um orçamento de R$ 5,1 bilhões. A cerimônia ocorrerá no Aglomerado da Serra, em Belo Horizonte (MG), e visa ser um trunfo eleitoral para o governo. Famílias com renda per capita de até meio salário mínimo poderão retirar botijões gratuitamente, limitando-se a uma retirada por família.

Tarcísio se prepara para ser o rival de Lula em 2026

Em meio a um cenário político tumultuado, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, se destaca como um potencial adversário para Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2026. Embora pesquisas sugiram que Lula venceria Tarcísio atualmente, a dinâmica pode mudar com o apoio de setores da direita e a crescente popularidade do governador. Tarcísio nega ser candidato, mas sua retórica e ações indicam uma preparação para a corrida presidencial. A situação é complicada pela condenação iminente de Jair Bolsonaro e pela busca de Lula por alternativas de competição política no futuro próximo.

Comissão do INSS inicia com reviravolta e oposição ganha força

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS começa os trabalhos nesta terça-feira, 26 de agosto de 2025, com análise de 586 requerimentos apresentados por congressistas. A escolha do vice-presidente será realizada na mesma reunião, com o plano de trabalho do relator Alfredo Gaspar a ser entregue na quinta-feira, 28 de agosto. Apoiadores do governo Lula acreditavam controlar a CPMI, mas a oposição conquistou a presidência com Carlos Viana. A nova configuração pode dificultar os planos do governo e a oposição pode ter controle sobre indiciamentos, convocando ministros e investigando fraudes no INSS.

Haddad: Reduzir renúncias fiscais não significa aumentar impostos

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu que a estratégia fiscal do governo não busca aumentar impostos, mas sim cortar as renúncias fiscais. Ele esclareceu que reduzir os gastos tributários não é sinônimo de criar novos tributos. A discussão sobre o tema foi feita durante uma entrevista, onde Haddad destacou que a transparência nas informações ajuda a combater desonerações. Atualmente, o governo projeta gastos tributários de R$ 540 bilhões para 2025, um montante que representa 4,4% do PIB. Existe uma proposta na Câmara para que essa redução ocorra de forma gradual nos próximos anos.

Haddad critica hostilidade dos Estados Unidos e reafirma soberania do Brasil

Durante um evento do PT em 23 de agosto de 2025, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, criticou a hostilidade de setores dos Estados Unidos, atribuindo-a a grupos de extrema-direita brasileiros que buscam reabilitar sua agenda política internacional. Haddad enfatizou a necessidade de o Brasil manter sua soberania, apesar de pressões externas, e destacou as reformas econômicas em andamento, como a reforma tributária. Ele ressaltou que o governo busca manter parcerias comerciais e apoiar exportadores, especialmente pequenas e médias empresas, evitando que o país seja tratado como 'quintal de ninguém'.

Oposição assume liderança da CPMI do INSS com apoio do PL

A reviravolta na CPMI do INSS elegeu a oposição para liderar a comissão, com o senador Carlos Viana do Podemos-MG escolhendo assumir a presidência. O PL, partido de Jair Bolsonaro, sinalizou apoio à possível reeleição de Viana em 2026, destacando seu potencial no centro político. Após uma noite de articulações, deputados visitaram o senador, convencendo-o a liderar o colegiado. Viana, em entrevista, afirmou que não haveria resistência em convocar qualquer nome. As pesquisas atuais em Minas Gerais ressaltam uma disputa acirrada entre Viana, a prefeita Marília Campos e o ministro Alexandre Silveira para as próximas eleições.

Reviravolta na CPMI do INSS: Carlos Viana é eleito presidente

A CPMI do INSS teve uma reviravolta em sua eleição, escolhendo o senador Carlos Viana como presidente em vez de Omar Aziz, que havia sido apoiado pelo governo e pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Viana venceu com 17 votos a 14, enquanto Aziz manifestou seus votos à nova condução da comissão. A nova mesa foi dominada por bolsonaristas, e Viana indicou Alfredo Gaspar como relator, contrariando as expectativas. O colegiado irá investigar fraudes na Previdência Social que podem atingir 6,3 bilhões de reais, ampliando a tensão entre governo e oposição.