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Tudo sobre CPI

Polícia Federal assume provas do caso Master na CPI do INSS

  • O ministro do STF, André Mendonça, determinou que provas do caso Master sejam enviadas à Polícia Federal.
  • O material inclui quebras de sigilo e ficará sob responsabilidade da PF para investigação.
  • A decisão visa melhorar a eficiência da apuração relacionada à CPI do INSS.

Senador desafia STF e investiga Banco Master em CPI

  • O senador Alessandro Vieira é o relator da CPI do Crime Organizado e destaca a gravidade da investigação sobre o Banco Master.
  • Vieira enfatiza que o crime organizado não se limita à violência armada, mas envolve uma estrutura organizada infiltra-se no poder público.
  • A CPI busca ouvir familiares de ministros do STF para esclarecimentos, e novas investigações são consideradas necessárias, dada a gravidade do caso.

Pressões marcam convocação de Toffoli na CPI do Crime Organizado

  • O relator da CPI do Crime Organizado, Alessandro Vieira, relata pressões para impedir a convocação do ministro Dias Toffoli.
  • Apesar das pressões, a votação da convocação permanece na pauta, com expectativa de ocorrer em 24 de fevereiro.
  • Vieira critica a defesa do STF a Toffoli e discute limitações na investigação envolvendo ministros da Corte.

CPI do Crime Organizado mira ministros do STF em nova investigação

  • A CPI do Crime Organizado no Senado mudou seu foco após a divulgação de mensagens envolvendo pagamentos do ex-CEO do Banco Master ao ministro Dias Toffoli do STF.
  • A comissão pretende ouvir membros da família de Toffoli, ministros do STF, e outros envolvidos, como a advogada Viviane Barci de Moraes, que firmou um contrato significativo com o banco.
  • A pauta inclui 47 pedidos de convocação e análise de diversas pessoas ligadas ao caso, refletindo a pressão política após as novas informações.

CPI do INSS: Vorcaro impõe condições para não compartilhar informações

  • Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, poderá ficar em silêncio durante seu depoimento na CPI do INSS, evitando perguntas sobre a venda do banco e um contrato de R$ 130 milhões.
  • O depoimento foi adiado para o dia 26, enquanto a comissão investiga irregularidades em operações de crédito consignado.
  • A oposição no Congresso busca prorrogar a CPI por mais dois meses, mas enfrenta resistência, especialmente com as proximidades das eleições.

Alfredo Gaspar denuncia blindagem do governo a investigação do INSS

  • O relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar, afirmou que o governo protege aliados, como Lulinha, de investigações.
  • Gaspar denunciou a blindagem a convocações de suspeitos e empresas relacionadas ao INSS, defendendo investigações imparciais.
  • Ele destacou a necessidade de mostrar ao público que a CPI não tem proteção a personagens políticos.

Depoimento de Daniel Vorcaro é adiado após acordo com defesa

  • O depoimento de Daniel Vorcaro, previsto para 5 de fevereiro, foi adiado para depois do Carnaval após acordo com a defesa.
  • Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS, informou que Vorcaro será ouvido como testemunha e não será obrigado a responder a perguntas que possam incriminá-lo.
  • O acesso às provas do caso Master, retiradas da CPMI, será enviado aos congressistas conforme a investigação avança.

Senadores da CPI do Crime Organizado solicitam quebra de sigilo de esposa de Alexandre de Moraes

  • Senadores da CPI do Crime Organizado protocolaram pedido de quebra de sigilo bancário e fiscal da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro STF Alexandre de Moraes.
  • O requerimento, assinado pelos senadores Eduardo Girão e Magno Malta, busca dados entre 2024 e 2026 para identificar possíveis padrões atípicos em investigações sobre organizações criminosas.
  • Girão destacou a relevância de contratos de Viviane com o Banco Master, buscando apurar a compatibilidade entre os valores recebidos e a origem dos recursos.

CPI do Banco Master ganha força no Senado e pressiona Davi Alcolumbre

O Senado Federal atingiu o número necessário de assinaturas para instaurar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigará supostas irregularidades associadas ao Banco Master, uma instituição já liquidada. Liderada pelo senador Eduardo Girão, a proposta contou com 42 assinaturas, superando o mínimo exigido. O requerimento aguarda a leitura formal pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que enfrenta crescente pressão política. Além da CPI no Senado, uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) também está em discussão na Câmara, refletindo a ampla movimentação parlamentar sobre o tema. O clima é tenso.

Filho de Lula pode ser convocado para CPMI do INSS

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS deve votar nesta quinta-feira, 4, a convocação de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O pedido, feito pelo Partido Novo, alega que existem indícios financeiros que ligam Lulinha a um esquema de fraudes no INSS, conhecido como 'Farra do INSS'. A CPMI foi instalada em agosto para investigar esses fraudes. Viana, presidente da CPMI, destacou a importância da transparência e que todos os requerimentos serão votados individualmente durante a sessão.

CPMI do INSS prende ex-coordenador por omissão de informações

O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana, decretou a prisão de Jucimar Fonseca da Silva, ex-coordenador de pagamentos do órgão, durante uma sessão na manhã de terça-feira. Jucimar, que teve seus depoimentos adiados por atestados médicos, foi encontrado pela Polícia Legislativa e levado para prestar esclarecimentos. Ele foi acusado de omitir informações importantes e sua prisão foi determinada devido a essa recusa em colaborar. O ex-coordenador, que foi afastado em abril, negou irregularidades e alegou que não tinha poder decisório, apenas atuava sob a supervisão de diretores.

CPI do Crime Organizado: Expectativa com depoimentos de ministros e líderes do PCC

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado no Senado brasileiro iniciará convocações, garantindo audiência de líderes e ministros do governo. O primeiro a depor será o diretor da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Até o momento, 82 requerimentos foram protocolados, solicitando o testemunho de figuras como Júlio César Guedes de Moraes, associado ao PCC. Os senadores buscam entender a estrutura e o financiamento do crime organizado, especialmente após eventos trágicos como a megaoperação que resultou em 121 mortes. A comissão quer se aprofundar nas falhas de segurança pública e políticas relacionadas.

Senador critica Lula por declaração sobre operação policial no Rio

O senador Alessandro Vieira criticou o presidente Lula por suas declarações sobre a operação policial no Rio de Janeiro, que resultou em 121 mortes. Vieira afirmou que Lula foi infeliz ao criminalizar a ação dos policiais sem qualquer evidência. Ele alertou que criminalizar a polícia é tão problemático quanto considerar todos na comunidade criminosos. Lula comentou que é crucial entender as circunstâncias das mortes e que a polícia federal deve participar das investigações. A operação gerou controvérsias, refletindo uma divisão entre perspectivas de segurança pública e a necessidade de discutir desigualdade social.

Senado cria CPI do Crime Organizado com petista na presidência

A criação da CPI do Crime Organizado no Senado foi oficializada em 4 de novembro, com a escolha de Fabiano Contarato (PT-ES) como presidente. A relatoria ficou a cargo de Alessandro Vieira (MDB-SE), autor da proposta da comissão. O governo Lula, por meio de uma articulação política, conquistou a maioria necessária após mudanças no colegiado, evitando os problemas enfrentados na CPI do INSS. A votação teve um resultado apertado: seis votos para Contarato e cinco para Hamilton Mourão (Republicanos-RS). A presidência da CPI visa investigar os níveis mais altos do crime organizado, comprometendo-se com a transparência.

CPI do INSS prende presidente de entidade de pesca por falso testemunho

O presidente da CPI do INSS, Carlos Viana, determinou a prisão de Abraão Lincoln Ferreira da Cruz, líder da Confederação Brasileira dos Trabalhadores da Pesca e Aquicultura, por falso testemunho. O relator, deputado Alfredo Gaspar, apresentou quatro casos de desinformação durante o depoimento, alegando que Abraão calou a verdade sobre sua relação com políticos e o movimento de recursos da confederação. A CPI investiga a organização por sua conexão com a Operação Sem Desconto, que revelou movimentações de R$ 410 milhões. Além de Abraão, outras duas prisões foram realizadas por acusações similares.

PL tenta emplacar Flávio Bolsonaro na presidência da CPI do Crime organizado

Líderes do PL mobilizaram esforços durante o fim de semana para assegurar votos que permitam a Flávio Bolsonaro assumir a presidência da CPI do Crime Organizado, que será instalada no Senado Federal. A articulação é liderada por Rogério Marinho, que contatou senadores do Centrão e da oposição. Enquanto isso, o governo Lula tenta que Fabiano Contarato, do PT, ocupe o cargo. A CPI terá 11 titulares e 7 suplentes e funcionará por 120 dias, podendo ser prorrogada, após a Operação Contenção no Rio, resultando em várias mortes.

Governo vence na CPI do INSS e protege irmão de Lula de convocação

Na CPI do INSS, o governo obteve vitória ao rejeitar a convocação de José Ferreira da Silva, conhecido como 'Frei Chico', irmão do presidente Lula. Frei Chico, vice-presidente do Sindnapi, está vinculado a investigações sobre fraudes na Previdência, mas não é formalmente investigado. A votação terminou em 19 votos a 11 e impediu a convocação, embora novos pedidos possam ser feitos. A senadora Eliziane Gama defendeu que não existe prova de envolvimento de Frei Chico nas fraudes e reforçou sua posição na entidade, destacando seu papel político no sindicato, não administrativo.

CPI do INSS: Relator critica postura de depoentes em sessão tumultuada

O relator da CPI do INSS, deputado Alfredo Gaspar, criticou a atitude de investigados que se utilizam de habeas corpus como defesa, considerando essa postura “desrespeitosa” e “absurda”. Durante uma sessão marcada por tensões, o ex-presidente do órgão, Alessandro Stefanutto, recusou-se a responder perguntas, alegando o direito ao silêncio. Gaspar destacou que essa atitude confere uma sensação de imunidade aos depoentes e que pode ter causado prejuízos a mais de 1,2 milhão de beneficiários. Ele se comprometeu a continuar a investigação, sem temer pressões políticas, buscando responsabilizar os culpados pelas irregularidades.

Milton Baptista silencia em CPI do INSS enquanto operação da PF avança

O presidente do Sindnapi, Milton Baptista de Souza Filho, optou pelo silêncio durante a CPI do INSS, não respondendo a várias perguntas a respeito das finanças do sindicato. Embora tenha se baseado em um habeas corpus do STF para não se pronunciar, ele concedeu algumas respostas não incriminatórias. A sessão coincide com a nova fase da Operação Sem Desconto da Polícia Federal, que investiga fraudes em benefícios previdenciários. O sindicado, que arrecadou cerca de R$ 599,2 milhões em uma década, expressou surpresa com a operação e negou práticas ilícitas.

CPI do INSS suspende sessão após depoente permanecer em silêncio

Durante a sessão da CPMI do INSS, o presidente Carlos Viana suspendeu os interrogatórios após o depoente Rubens Oliveira Costa se recusar a responder perguntas e alegar esquecimento. Ele é sócio do Careca do INSS e não assinou o termo de compromisso, utilizando um habeas corpus do STF para permanecer em silêncio. A comissão expressou indignação, pois, mesmo sem o compromisso assinado, Rubens pode ser acusado de mentir. Viana, alertou que as decisões do STF dificultam a investigação e, segundo ele, “os criminosos aplaudem” as ações, que complicam os trabalhos da comissão.

Ministro do STF dispensa depor investigados da CPI do INSS

O ministro do STF, André Mendonça, decidiu que Antônio Carlos Camilo Antunes, o 'Careca do INSS', e o empresário Maurício Camisotti não precisam depor na CPMI que investiga fraudes no INSS. A decisão foi contestada pelo presidente da comissão, senador Carlos Viana, que anunciou a intenção de recorrer ao Supremo. Antunes e Camisotti enfrentam investigações após a Polícia Federal alegar risco de fuga e ocultação de patrimônio relacionados a um esquema de desvios que pode ter causado prejuízos bilionários ao INSS. A CPMI foi instalada em agosto para aprofundar a apuração.

Comissão do INSS inicia com reviravolta e oposição ganha força

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS começa os trabalhos nesta terça-feira, 26 de agosto de 2025, com análise de 586 requerimentos apresentados por congressistas. A escolha do vice-presidente será realizada na mesma reunião, com o plano de trabalho do relator Alfredo Gaspar a ser entregue na quinta-feira, 28 de agosto. Apoiadores do governo Lula acreditavam controlar a CPMI, mas a oposição conquistou a presidência com Carlos Viana. A nova configuração pode dificultar os planos do governo e a oposição pode ter controle sobre indiciamentos, convocando ministros e investigando fraudes no INSS.

Senador Izalci Lucas lidera requerimentos na CPI do INSS com 324 pedidos

O senador Izalci Lucas (PL-DF) se destaca como o líder em requerimentos na CPI do INSS, apresentando um impressionante total de 324 solicitações dentre os 740 pedidos da comissão. Durante o recesso, ele utilizou seu conhecimento como auditor de contas para mapear entidades alvo de investigação, organizando informações e protocolos individuais. A convocação do Frei Chico, irmão do presidente Lula, é uma das suas iniciativas para intensificar a apuração de fraudes e desvios. Lucas enfatiza a necessidade de esclarecer os prejuízos provocados aos aposentados e questiona o crescimento financeiro do sindicato investigado.

Senado abre caminho para CPI do crime organizado no Brasil

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, leu no dia 17 de junho de 2025, durante uma sessão do Congresso Nacional, o requerimento que solicita a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o avanço do crime organizado no Brasil. A solicitação foi feita pelo senador Alessandro Vieira em fevereiro e a CPI deve durar 120 dias, contando com 18 senadores. A partir da leitura, os líderes partidários indicarão os membros, e o requerimento destaca a urgência da investigação para que o Poder Legislativo encontre soluções para o problema das facções criminosas no país.

CPI das Bets: A viralização que prejudica a imagem da comissão

A CPI das Bets tem enfrentado críticas por sua falta de impessoalidade e eficácia, com senadores utilizando táticas de viralização ao convidar influenciadores digitais para depoimentos, como Virginia Fonseca. Especialistas indicam que essas ações estão comprometendo a credibilidade da comissão, enfatizando que o foco nos influenciadores pode ofuscar a pauta legislativa. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, expressou sua insatisfação com o rumo da CPI, chamando suas atividades de 'circenses' e sugerindo que o fechamento da comissão ocorra nas próximas semanas para evitar mais desgastes políticos.

CPI das Bets chama Carlinhos Maia para prestar esclarecimentos sobre apostas online

A CPI das Bets convocou Carlinhos Maia para depor, devido à sua enorme influência nas redes sociais, com mais de 34 milhões de seguidores. O objetivo é esclarecer sua atuação na promoção de plataformas de apostas online, dado o impacto que ele pode ter sobre audiências vulneráveis. Além disso, foram requisitados Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs) sobre as influenciadoras Virgínia Fonseca e Rico Melquíades para avaliar a regulamentação do setor de apostas no Brasil. A relatora Soraya Thronicke enfatiza a importância dessa análise para as investigações em curso.

Gracyanne deseja voltar com Belo enquanto Virginia enfrenta a CPI das Bets

Nesta semana, Virginia Fonseca e Gracyanne Barbosa se destacaram no cenário das celebridades. Virginia teve um depoimento impactante na CPI das Bets, gerando a perda de cerca de 500 mil seguidores nas redes sociais. Paralelamente, Gracyanne expressou seu desejo de reatar com o cantor Belo, reconhecendo que seu antigo relacionamento era tóxico, mas que ainda existe amor entre eles. Enquanto Cindy se destaca por sua declaração emocional, Virginia luta para esclarecer sua imagem após a polêmica. A semana foi marcada por essas revelações surpreendentes e pela conexão das duas com o público.

Senador do PT pede criação de CPI para investigar fraudes no INSS

O senador Fabiano Contarato, do PT-ES, anunciou na quinta-feira, 15 de maio de 2025, sua assinatura em um pedido para criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar fraudes no INSS, no qual já conta com o apoio de 39 senadores e 230 deputados. Contarato ressaltou a importância de aprofundar a investigação sobre as irregularidades ocorridas durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. A tentativa de barrar a CPI por parte dos governistas é considerada uma iminente derrota. A estratégia agora é articular aliados e indicar a deputada Tabata Amaral para o cargo de relatora.

CPI das bets: Apostas no foco da legislação brasileira

A CPI das bets está em discussão após depoimentos de personalidades digitais como Virgínia Fonseca e Rico Melquiades. Embora as apostas sejam legais e regulamentadas no Brasil, a CPI busca entender a extensão de seus impactos. A comunicação e a televisão tem interesse na regulação do setor, que se tornou relevante em tempos de crise publicitária. O foco é garantir que as melhores soluções sejam encontradas para o mercado, que está sob pressão financeira. A situação das apostas é complexa e demanda uma abordagem cuidadosa; o Brasil enfrenta um desafio significativo nesse cenário.

Controvérsia em alta: senador do PT assina CPI do INSS e gera tensão no governo

O senador Fabiano Contarato, do PT-ES, assinou a CPMI do INSS, gerando descontentamento no governo e entre seus colegas de partido. Contarato argumenta que a investigação é necessária para a população vulnerável e visa responsabilizar quem cometeu crimes, sem se limitar a um governo específico. A movimentação provoca discordâncias dentro do PT, enquanto o Planalto critica a falta de articulação e consenso prévio. Com isso, o ambiente político se torna instável e polarizado, levando a uma pressão individualizada entre os parlamentares quanto à adesão à comissão de inquérito, criando um clima de confusão total.

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