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CPI do Banco Master ganha força no Senado e pressiona Davi Alcolumbre

O Senado Federal atingiu o número necessário de assinaturas para instaurar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigará supostas irregularidades associadas ao Banco Master, uma instituição já liquidada. Liderada pelo senador Eduardo Girão, a proposta contou com 42 assinaturas, superando o mínimo exigido. O requerimento aguarda a leitura formal pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que enfrenta crescente pressão política. Além da CPI no Senado, uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) também está em discussão na Câmara, refletindo a ampla movimentação parlamentar sobre o tema. O clima é tenso.

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Parlamentares acionam PGR para investigar suspeição de Toffoli em caso do Banco Master

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, recebeu quatro representações de parlamentares para questionar a imparcialidade do ministro Dias Toffoli no caso Banco Master. Os senadores acusam Toffoli de possíveis conflitos de interesse, considerando que ele tem relações familiares com pessoas investigadas. As irregularidades se tornaram mais relevantes após a revelação de que familiares do ministro estão envolvidos em negócios com entidades ligadas ao Banco Master. Parlamentares exigem que Toffoli se declare impedido, lembrando que as regras de impossibilidade e suspeição judicial devem ser respeitadas, mas até agora não houve resposta da PGR.

Polícia Federal investiga Banco Master após denúncia anônima

A operação Compliance Zero, relacionada ao Banco Master, teve início após uma denúncia anônima enviada à Polícia Federal. O documento anexo, intitulado 'Informações Banco Máster', despertou interesse dos investigadores, levando a abertura de um inquérito policial. As apurações preliminares confirmaram os indícios de crimes, resultando em evidências de uma rede complexa de relações financeiras e empresariais. Suspeitas incluem gestão fraudulenta, uso de informações privilegiadas e lavagem de dinheiro. O Supremo Tribunal Federal autorizou a continuidade das investigações, considerando as provas apresentadas pela Procuradoria-Geral da República.

Escândalo do contrato entre Viviane Barci e banco Master ganha repercussão

Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes, firmou um contrato com o banco Master em 16 de janeiro de 2024, para pagamento total de R$ 131 milhões ao longo de três anos. O valor mensal estipulado é de R$ 3.646.529,77, mas não se sabe quais serviços foram prestados ou se algum pagamento foi realizado. Os detalhes do contrato permanecem obscuros, gerando repercussão nas redes sociais. O ministro se manifestou declarando que o escritório de Viviane nunca atuou na venda do banco Master ao BRB e, até o momento, ela não se manifestou publicamente.

Polícia Federal avalia acareação em caso de fraude no Banco Master

A Polícia Federal decidirá se fará acareação entre Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, e Ailton de Aquino Santos, diretor de Fiscalização do Banco Central, após depoimentos na próxima terça-feira. As investigações sobre possíveis fraudes na venda do Master ao BRB revelaram irregularidades e operações fraudulentas que podem somar R$ 12 bilhões. A medida, inicialmente ordenada pelo STF, enfrentou críticas, e a PF avaliará a conveniência do procedimento. A investigação começou após a prisão de Vorcaro e documento que ligava uma negociação imobiliária a um deputado federal.

Acareação no caso Banco Master gera tensão na Polícia Federal

A decisão do ministro Dias Toffoli, do STF, para a acareação entre figuras centrais do caso Banco Master levantou preocupações na Polícia Federal. Envolvendo Daniel Vorcaro, proprietário do banco, Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, e Ailton de Aquino, do Banco Central, a medida foi vista como precipitada, pois a investigação ainda está em estágio inicial. Investigadores temem que o confronto entre versões antes dos depoimentos individuais possa comprometer a coleta de provas e intimidar testemunhas, especialmente servidores do Banco Central, afetando sua disposição em colaborar com as investigações em andamento.

Ministro Moraes pressionou presidente do BC por informações sobre compra do Banco Master

O ministro do STF, Alexandre de Moraes, ligou seis vezes em um dia para o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, buscando informações sobre a compra do Banco Master, conforme revelou o Estadão. Além disso, Moraes teria tido pelo menos quatro outras conversas sobre o assunto, incluindo um encontro presencial. Após a divulgação da informação, o ministro negou ter discutido qualquer coisa relacionada ao Banco Master. Ele e o BC confirmaram reuniões, mas ressaltaram que trataram apenas sobre a Lei Magnitsky e suas repercussões, sem abordar aquisições financeiras.

Gilmar Mendes defende Moraes e Toffoli em meio a polêmicas do Banco Master

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, expressou confiança em seus colegas Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, em meio a críticas relacionadas ao escândalo do Banco Master. Mendes afirmou que a interação entre juízes e advogados é normal e não implica em irregularidades. Ele minimizou a controvérsia envolvendo uma viagem a Peru, insistindo que não havia nada além de futebol discutido entre Toffoli e um advogado. Gilmar destacou a importância da prisão do empresário Vorcaro e do bloqueio na compra do Banco Master, assegurando que as instituições estão funcionando adequadamente.