Depoimento de Daniel Vorcaro é adiado após acordo com defesa
Depoimento de Daniel Vorcaro é adiado após acordo com defesa
O depoimento de Daniel Vorcaro, previsto para 5 de fevereiro, foi adiado para depois do Carnaval após acordo com a defesa.
Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS, informou que Vorcaro será ouvido como testemunha e não será obrigado a responder a perguntas que possam incriminá-lo.
O acesso às provas do caso Master, retiradas da CPMI, será enviado aos congressistas conforme a investigação avança.
Leandro Machado, ex-jogador da Seleção Brasileira, foi exonerado do cargo de secretário de esportes da Prefeitura de Santo Amaro da Imperatriz em meio a uma investigação criminal.
A exoneração foi solicitada por Leandro e confirmada pela prefeitura, que afirmou que atos atribuídos a ele são de sua exclusiva responsabilidade.
A investigação, envolvendo uma menor de idade, está sendo conduzida pela Polícia Civil, mas detalhes não serão divulgados.
O Ministério Público Militar pediu ao Superior Tribunal Militar a perda de posto e patente de Jair Bolsonaro e outros militares envolvidos em tentativa de golpe.
O STM não revisará a condenação, mas avaliará se os acusados são dignos de suas patentes.
A perda de patente inclui consequências severas como a inelegibilidade e perda de salários, conforme prevê a Constituição.
Mara Maravilha está internada na UTI do Hospital Nove de Julho em São Paulo desde domingo (1°) e enfrenta perseguições e ameaças, que segundo ela têm motivação política.
A apresentadora de 57 anos suspendeu sua agenda profissional e pediu orações e apoio aos fãs através de suas redes sociais.
Sua equipe informou que ela continua realizando exames e não tem previsão de alta, além de ressaltar que visitas estão suspensas no momento.
Damares Alves, senadora do Republicanos-DF, acionou o Ministério Público Eleitoral contra a escola de samba Acadêmicos de Niterói por propaganda eleitoral antecipada.
O samba-enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula o operário do Brasil” é uma homenagem ao presidente Lula, que, segundo Damares, promove a candidatura à reeleição antecipadamente.
A senadora argumenta que a homenagem possui um viés hostil contra Jair Bolsonaro e requereu a suspensão do desfile em emissoras de rádio e televisão.