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Notícias em 1 parágrafo!

Tudo sobre Asteroides

Cinco asteroides vão passar perto da Terra hoje

Nesta quarta-feira, o Laboratório de Propulsão a Jato da NASA informou sobre cinco asteroides que passaram relativamente perto da Terra, mantendo a definição de NEOs, que englobam corpos espaciais que se aproximam a até 7,5 milhões de km do nosso planeta. Os asteroides variam em tamanho, como 2025 FD2, com apenas 11 metros, até 2014 TN17, que possui impressionantes 165 metros de diâmetro. Esta informação é disponibilizada através de um painel interativo que mostra dados como distâncias e tamanhos, permitindo que o público acompanhe as aproximações em tempo real.

Asteroide 2024 YR4 em rota de colisão com a América do Sul?

Astrônomos estão monitorando o asteroide 2024 YR4, que apresenta um potencial risco de colisão com a América do Sul. A análise do corpo celeste foi realizada com o auxílio do Very Large Telescope (VLT) do Observatório Europeu do Sul. A observação é crucial para entender a trajetória do asteroide e avaliar os possíveis impactos ao planeta. O evento destaca a importância da vigilância contínua dos objetos próximos à Terra, uma vez que qualquer alteração em sua rota pode representar uma ameaça. Cientistas continuam acompanhando a situação para garantir a segurança da região.

AstroForge: A start-up que quer minerar asteroides

A start-up californiana AstroForge está se preparando para ser a pioneira na extração de minérios de asteroides. Após lançar sua primeira espaçonave não tripulada, chamada Odin, em fevereiro de 2025, a empresa enfrenta desafios de comunicação, enquanto se dirige ao asteroide 2022 OB5, localizado a oito milhões de quilômetros da Terra. Com planos para minerar metais valiosos, como o grupo da platina, a AstroForge acredita que a exploração espacial poderá ser um caminho mais sustentável do que a mineração terrestre. A viabilidade ambiental e comercial desse empreendimento ainda está em debate entre especialistas.

Estratégias surpreendentes para evitar asteroides na Terra

Os asteroides representam uma ameaça significativa à Terra, como evidenciado pelo recente interesse no asteroide 2024 YR4, que inicialmente apresentava risco de colisão. Para mitigar essa ameaça, especialistas destacam três principais técnicas de deflexão: o impacto cinético, onde uma espaçonave colide com o asteroide para alterar sua trajetória, a explosão nuclear, que envolve detonações próximas, e os tratores gravitacionais, que manipulam a gravidade. Uma combinação dessas abordagens, unida a monitoramento constante e planejamento civil, é essencial para garantir a segurança do nosso planeta contra potenciais impactos de asteroides no futuro.

Nasa reduz risco de asteroide 2024 YR4 colidir com a Terra

A NASA atualizou, nesta sexta-feira, as projeções sobre o asteroide 2024 YR4, diminuindo drasticamente a probabilidade de impacto na Terra em 2032. Após ter atingido 3,1% de chance, os novos cálculos apontam para apenas 0,27%, ou uma em cada 370 aproximações. De acordo com a escala de Torino, o asteroide agora é classificado com o nível 1, indicando baixo risco. Caso ocorra a colisão, a área de impacto se estenderia da América do Sul à África. Contudo, os cientistas tranquilizam, afirmando que muitos dados ainda são necessários para determinar o tamanho e o potencial real do asteroide.

Ameaça de asteroide aumenta e pode causar devastação em 2032

Astrônomos anunciaram que o risco de colisão do asteroide 2024 YR4 com a Terra em dezembro de 2032 aumentou para 3,1%, o maior já registrado. Essa ocorrência supera a ameaça do asteroide Apophis, que havia uma probabilidade de 2,7% de impacto em 2029. Embora YR4 seja menor, seu impacto poderia causar danos significativos, dependendo de sua trajetória e da densidade da rocha. Especialistas destacam que uma colisão em áreas populosas poderia provocar destruição e morte. Apesar do aumento do risco, a chance de impacto ainda é considerada baixa.

China cria força de defesa planetária em resposta ao asteroide 2024 YR4

Diante da crescente probabilidade de colisão do asteroide 2024 YR4 com a Terra, o governo da China iniciou um recrutamento para criar uma força de defesa planetária. O risco de impacto, que aumentou de 1,4% para 2,2%, levou oficiais a buscar jovens graduados em áreas como engenharia aeroespacial e detecção de asteroides. O asteroide, que possui 100 metros de largura, poderá causar danos significativos, embora não tenha potencial para extinção em massa. A China planeja desenvolver tecnologias para desviar asteroides, seguindo os passos da NASA com um teste agendado para 2027.

Asteroide pode colidir com a Terra em 2032, diz ESA

A Agência Espacial Europeia (ESA) atualizou a probabilidade de impacto do asteroide 2024 YR4, que agora é de 2% para uma possível colisão com a Terra em 2032. Anteriormente, o risco era estimado em 1,2%. A ESA monitorará a trajetória do asteroide e utilizará o telescópio James Webb em março para determinar seu tamanho com precisão. O asteroide, descoberto em 2024, tem um diâmetro estimado entre 40 e 90 metros. Apesar do risco, há 99% de chance de que passe sem causar danos. A ESA coordena observações e resposta a potenciais ameaças desse tipo.

Aumento das chances de colisão com asteroide pode preocupar cientistas

Desde dezembro do último ano, cientistas têm monitorado o asteroide 2024 YR4, com um tamanho estimado entre 40 e 100 metros, que apresenta uma chance crescente de colidir com a Terra em 2032. Inicialmente, a probabilidade de impacto era de 1,3%, mas atualmente está em 2,2%, o que equivale a 1 em 45. Embora essas taxas tenham aumentado, os engenheiros da Nasa asseguram que a chance real de colisão continua sendo bastante baixa e que, com mais observações, a probabilidade tende a se reduzir novamente. A situação permanece sob vigilância rigorosa.

Asteroides ameaçam a Terra: saiba mais sobre os riscos e monitoramento

Asteroides, corpos rochosos e metálicos que orbitam o Sol, representam uma preocupação para a Terra, pois alguns seguem trajetórias que os aproximam do nosso planeta. Enquanto a possibilidade de impacto é baixa, cientistas monitoram continuamente os movimentos desses objetos. A alteração de trajetória, causada pela interação gravitacional com outros corpos celestes e pelo efeito Yarkovsky, pode mudar suas órbitas ao longo do tempo. Entre os asteroides monitorados estão 2024 YR4, Bennu e Apophis, que possuem diferentes tamanhos e probabilidades de impacto. A comunidade científica desenvolve tecnologia para mitigar riscos de impactos futuros.

Asteroides podem ter trazido os ingredientes essenciais para a vida à Terra

Pesquisas recentes realizadas com amostras do asteroide Bennu revelaram a presença de compostos orgânicos essenciais à vida, como aminoácidos e componentes do DNA. Essas descobertas sugerem que asteroides podem ter sido fundamentais na entrega de ingredientes vitais para a Terra primordial. Ao identificar materiais como água, carbono e nitrogênio, a pesquisa aprofunda nossa compreensão sobre os processos químicos e biológicos na formação da vida. Os achados indicam que asteroides como Bennu podem ter funcionado como fábricas químicas no espaço, levantando novas questões sobre a origem da vida no nosso planeta e em outros lugares do sistema solar.

Asteroide Bennu: Nova pesquisa revela sementes da vida na Terra

Um artigo recente na revista Nature Astronomy revela que amostras coletadas do asteroide Bennu pela missão OSIRIS-REx da NASA contêm amônia e matéria orgânica rica em nitrogênio. Essa descoberta resgata a teoria de que asteroides podem ter trazido os precursores da vida à Terra há bilhões de anos. As análises identificaram todas as cinco bases nitrogenadas fundamentais para o DNA e RNA, além de outras substâncias importantes. Os resultados, obtidos sob rigorosas condições para evitar contaminação, contribuem para o entendimento da evolução química no espaço e o papel dos asteroides na origem da vida terrestre.

NASA alerta sobre dois asteroides que se aproximarão da Terra em 2025

A NASA anunciou que dois grandes asteroides, 2924 YF7 e 2024 YR9, passarão próximos à Terra nos dias 2 e 3 de janeiro de 2025. Embora esses eventos sejam surpreendentes, a agência afirma que não há perigo imediato para o planeta, já que os asteroides devem ficar a cerca de 3.347.435 quilômetros de distância. A observação desses corpos celestes é importante para entender mais sobre a formação do sistema solar e possíveis riscos de extinção em massa. O monitoramento contínuo é essencial para garantir a segurança da Terra e para novas análises do espaço.

Asteroide passa pela Terra e cria uma bola de fogo na Rússia

Um asteroide, nomeado temporariamente de C0WEPC5, adentrou a atmosfera da Terra em 3 de dezembro de 2024, às 16h15 UTC, formando uma impressionante 'bola de fogo' sobre a região rural de Olyokminsky, na Sibéria. Moradores testemunharam o fenômeno, e o objeto foi renomeado para 2024 XA1. Com cerca de 70 cm de diâmetro, o asteroide foi descoberto apenas 12 horas antes do impacto. Especialistas da ESA, NASA e do Observatório Nacional de Kitt Peak colaboraram para prever com precisão o momento da colisão, que foi considerada inofensiva. Fragmentos foram encontrados na região.

Asteroide Apophis pode causar tremores ao passar perto da Terra

Um estudo da Universidade Johns Hopkins revela que a passagem do asteroide Apophis, prevista para 13 de abril de 2029, poderá gerar tremores e deslizamentos em sua superfície por causa da força gravitacional da Terra. Esse fenômeno levará mudanças no asteroide durante o contato com nosso planeta, que ocorrerá a cerca de 32.000 km de distância. O Apophis, que foi considerado um dos asteroides mais perigosos ao ser descoberto em 2004, já teve riscos de impacto descartados após novas análises. Ele será visível no Hemisfério Oriental sem equipamento óptico durante sua aproximação.

Asteroide Bennu pode impactar a Terra em 2182 com potência devastadora

Pesquisadores identificaram que um asteroide chamado Bennu pode colidir com a Terra em 24 de setembro de 2182, com a energia equivalente a 22 bombas atômicas. Embora essa ameaça esteja a longo prazo, a NASA está intensificando esforços para desviar o asteroide de sua rota. Lançada há sete anos, a sonda que coleta amostras de Bennu visa fornecer dados cruciais para evitar uma catástrofe. O plano da NASA é criar um 'exército' de naves para alterar a trajetória de asteroides. Embora não haja ameaças imediatas, a agência se prepara para os piores cenários.

Asteroide 2024 PT5 se torna uma mini Lua temporária da Terra

A partir desta semana, a Terra terá uma nova 'Lua' temporária devido à passagem do asteroide 2024 PT5, que possui 10 metros de diâmetro. Ele será capturado pela gravidade da Terra e ficará em órbita por 53 dias, até 25 de novembro. Identificado por pesquisadores da Universidad Complutense de Madrid, o asteroide pertence ao grupo Arjuna e foi detectado em 7 de agosto de 2024. Embora pequeno e visível apenas por telescópios, sua captura oferece uma rara oportunidade para estudos sobre asteroides. O 2024 PT5 não retornará até 2055, e o fenômeno é considerado uma excepcionalidade na astronomia.

Terra ganhará novo satélite temporário: conheça o asteroide 2024 PT5

A Terra terá um novo satélite temporário, conhecido como asteroide 2024 PT5, a partir de 29 de setembro. Este fenômeno foi descoberto por pesquisadores da Universidad Complutense de Madrid, conforme publicado no periódico da Sociedade Americana de Astronomia. Com cerca de 10 metros de largura, o 2024 PT5 passará próximo ao nosso planeta e será capturado pela gravidade terrestre por aproximadamente 53 dias, até 25 de novembro. Apesar de sua proximidade, será invisível a olho nu. Telescópios ao redor do mundo devem registrar sua passagem, que é uma oportunidade única para a observação astronômica.

Terra ganhará uma nova 'minilua' por dois meses em setembro

Astrônomos da Universidad Complutense de Madrid descobriram um pequeno asteroide, com diâmetro de 10 metros, que se encontra na órbita da Terra. Nomeado de “minilua,” esse fragmento da Lua original entrará na órbita terrestre no dia 29 de setembro e permanecerá até 25 de novembro. Os cientistas afirmaram que não há riscos de impacto, apesar da dificuldade em observar e categorizar essas “miniluas.” Raul de la Fuente Marcos, responsável pela descoberta, garantiu que o asteroide se formou no cinturão de asteroides de Arjuna e retornará à órbita da Terra em 2025, após 31 anos.

Asteroide 2024 PT5 se tornará uma minilua da Terra por 53 dias

Um asteroide de 10 metros, chamado 2024 PT5, será temporariamente capturado pela gravidade da Terra, funcionando como uma segunda lua por cerca de 53 dias, de 29 de setembro a 25 de novembro. Descoberto em agosto de 2024, o asteroide não apresenta risco de colisão e é considerado um objeto natural, sem características artificiais. A previsão é que ele complete uma volta em torno do nosso planeta antes de continuar sua trajetória pelo Sistema Solar. Entretanto, devido ao seu brilho fraco, a visualização do 2024 PT5 por telescópios amadores é improvável.

Terra ganha uma nova mini lua temporária!

Um pequeno asteroide, denominado 2024 PT 5, fará sua entrada na órbita terrestre a partir deste mês, atuando como uma mini lua temporária. Com apenas 10 metros de diâmetro, o asteroide foi descoberto por pesquisadores da Universidad Complutense de Madrid em agosto, através de um sistema de alerta de impactos. Os cientistas estimaram que o asteroide ficará sob a gravidade da Terra por aproximadamente 53 dias, dando uma volta completa ao planeta antes de seguir seu caminho pelo Sistema Solar. Este fenômeno ressalta como a Terra pode, ocasionalmente, capturar pequenos asteroides próximos.

Atenção para o asteroide Apophis: risco de colisão com a Terra aumenta!

Um novo estudo revela que o asteroide 99942 Apophis, considerado potencialmente perigoso, apresenta um risco maior de colisão com a Terra em 2029 e 2036 do que se pensava anteriormente. Originalmente classificado como nível 4 na escala de Torino em 2004, observações descartaram a possibilidade de impactos diretos, mas um novo estudo sugere que um impacto de um pequeno objeto pode desviar Apophis para uma trajetória de colisão. As chances de impacto direto em 2029 são de aproximadamente uma em dois bilhões. Apophis, com 370 metros de diâmetro, é uma rocha com energia equivalente a 60 mil bombas de Hiroshima.

Asteroide Apophis pode representar risco maior de colisão com a Terra

Um estudo recente indicou que o asteroide Apophis, que foi descoberto em 2004 e inicialmente considerado uma ameaça significativa à Terra, pode ter um risco levemente maior de colisão do que imaginado. O asteroide, que passará perto da Terra em 2029, 2036 e 2068, foi reavaliado por Paul Wiegert, que argumentou que se Apophis for atingido por outro objeto no espaço durante seu percurso, poderá desviar para uma trajetória de impacto. A probabilidade ainda é estimada em menos de uma em dois bilhões, mas as novas análises aumentaram as apreensões sobre sua colisão potencial.

Asteroide gigante choca-se com a lua de Júpiter, Ganymede

Recentemente, a maior lua do sistema solar, Ganymede, foi atingida por um asteroide que possui 300 km de largura, 20 vezes maior que o asteroide que exterminou os dinossauros na Terra há 66 milhões de anos. O impacto, ocorrido em um ângulo de 60° a 90°, gerou uma cratera superior a 1600 km de diâmetro. Cientistas, por meio de estudos, souberam que os padrões de círculos concêntricos na lua indicam um impacto do lado oposto de Júpiter, causando uma desestabilização significativa na rotação da lua. A missão Juice visa investigar esse fenômeno.

Colisão da NASA com asteroide pode gerar chuva de meteoros

Em setembro de 2022, a NASA colidiu a espaçonave DART com o asteroide Dimorphos, visando testar a defesa planetária contra objetos potencialmente perigosos. Estudos recentes revelaram que detritos gerados pela colisão podem estar se movendo em direção à Terra, mas sem risco envolvido, pelo menos nas próximas décadas. Cientistas estimam que os fragmentos, pequenos demais para causar danos, devem demorar cerca de 30 anos para alcançar nosso planeta e, quando isso ocorrer, provavelmente se desintegrarão na atmosfera, resultando em uma faixa luminosa no céu, uma nova chuva de meteoros chamada Dimorfídeos.

Asteroide que extinguiu dinossauros pode ter origem inesperada

Cientistas continuam investigando a origem do asteroide que causou a extinção dos dinossauros há 66 milhões de anos. Um novo estudo, liderado por Mario Fischer-Gödde da Universidade de Colônia, sugere que a rocha pode ter se originado de uma família de asteroides carbonáceos, que raramente colidem com a Terra. A pesquisa identificou isótopos de rutênio nos restos do impacto de Chicxulub, confirmando essa origem incomum. Apesar do evento ter eliminado grandes espécies, ele possibilitou a evolução dos mamíferos, levantando reflexões sobre como a vida na Terra poderia ser diferente hoje.

Asteroide raro, maior que a Torre Eiffel, se aproxima da Terra e poderá ser visto em 2029

Em 2029, a Terra poderá testemunhar um fenômeno raro com a passagem do asteroide 99942, Apophis, que terá 375 metros de diâmetro, maior que a Torre Eiffel, e estará a apenas 32 mil km do planeta. O evento será visível da Europa, África e partes da Ásia, com a Agência Espacial Europeia garantindo que não há risco de colisão. A sonda espacial Ramses acompanhará a trajetória do Apophis, coletando dados úteis para entender ameaças espaciais e identificar outros asteroides.

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