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Tudo sobre Putin

Trump dialoga com Putin antes de encontro com Zelensky sobre a paz na Ucrânia

Donald Trump declarou ter uma conversa 'produtiva' com Vladimir Putin antes de se reunir com Volodymyr Zelensky, que busca apoio dos EUA para um acordo de paz na guerra da Ucrânia. O plano, com 20 pontos, aborda segurança e questões territoriais, enfrentando resistência russa. Enquanto Zelensky, com forte apoio europeu, questiona a genuína intenção de Moscou pela paz,Trump adota cautela. A pressão militar da Rússia continua, mas o diálogo com os EUA prossegue. A Ucrânia insiste na necessidade de garantias de segurança e solicita mais apoio financeiro e armamentos para fortalecer sua posição nas negociações.

Donbas: O cerne da batalha e das ambições de Putin na Ucrânia

As negociações para terminar a guerra na Ucrânia, com foco nas regiões do Donbas, estão em plena atividade. Donetsk e Luhansk, antigas potências industriais, continuam a ser o centro das ambições de Putin. Desde 2014, a região vive conflitos entre separatistas e forças ucranianas, com mais de 14 mil mortos. O governo ucraniano hesita em ceder o território, considerando essa ação um suicídio político, enquanto analistas apontam que a recuperação do Donbas pela Ucrânia é improvável. Ao mesmo tempo, a comunidade internacional defende a soberania da Ucrânia e questiona a legitimidade da anexação russa.

Putin declara o fim da hegemonia ocidental e a ascensão do BRICS+

Durante o Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo, Vladimir Putin declarou que a era de dominação ocidental chegou ao fim, destacando os países do BRICS+ como pilares de uma nova ordem multipolar. Ele enfatizou a necessidade de superar o modelo neocolonial dos países ricos, que impuseram desigualdade global após a Guerra Fria. Putin também mencionou que a economia russa se tornou a quarta maior do mundo, contradizendo previsões ocidentais após sanções severas. Além disso, elogiou a adaptação russa em tecnologia militar e previu um fortalecimento no mercado de defesa do Sul Global.

Putin alerta sobre consequências devastadoras do uso de bomba suja pela Ucrânia

O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que a resposta da Rússia a um possível uso de uma bomba suja pela Ucrânia será catastrófica. Durante discurso no Fórum Econômico Internacional, Putin chamou a situação na Ucrânia de tragédia, criticando a recusa do Ocidente em aceitar transformações globais e a expansão da OTAN. Ele expressou preocupação com a preparação militar da Ucrânia, destacando o uso de apenas 47% da força do Exército. Além disso, Putin ressaltou o crescente papel do Brics na economia global, e defendeu a cooperação da Rússia com países do Brics.

Lula busca convencer Putin a ir a negociações de paz em Istambul

O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, manifestou sua intenção de persuadir Vladimir Putin a participar de negociações de paz em Istambul, Turquia, referência essencial na tentativa de resolver o conflito com a Ucrânia. A confirmação da participação russa ainda é incerta, afetando as decisões da Ucrânia sobre sua presença no encontro. Durante a sua visita oficial à China, Lula afirmou que tentará convencer o presidente russo a comparecer ao compromisso diplomático. O presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, está preparado para discutir qualquer proposta, mas aguarda definições sobre a delegação da Rússia antes de confirmar sua presença.

Ucrânia busca apoio do Brasil para convencer Putin a participar de conversa com Zelensky

A Ucrânia solicitou ao Brasil que use sua 'voz competente' para convencer o presidente russo Vladimir Putin a participar de uma conversa com o líder ucraniano Volodymyr Zelensky, agendada para quinta-feira (15) em Istambul, na Turquia. O chanceler ucraniano, Andrii Sybiha, fez o pedido durante uma ligação com Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores do Brasil. Zelensky afirmou que não haverá conversa se Putin não comparecer. Embora o Kremlin não tenha confirmado a presença de Putin, Zelensky considera a reunião vital para as negociações de paz entre os dois países envolvidos no conflito de longa data.

Zelensky se oferece para negociar com Putin e pede cessar-fogo imediato

O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky anunciou sua disposição para se reunir com Vladimir Putin na quinta-feira (15) na Turquia, proposta que ocorreu após Putin sugerir um diálogo direto para encerrar o conflito de mais de três anos. Zelensky, no entanto, condiciona as negociações a um cessar-fogo imediato, destacando a necessidade de parar as hostilidades para estabelecer um ambiente propício ao diálogo. A Turquia manifestou sua prontidão para mediar as conversas, que ocorrem em um contexto de pressão da comunidade internacional e até de Donald Trump, que cogita a urgência nas tratativas.

Lula e Putin: O que a visita revela sobre a política brasileira?

A recente presença do presidente Lula em Moscou, ao lado de Vladimir Putin, levanta preocupações sobre a coerência do Brasil na política internacional. Embora o país afirme sua neutralidade na guerra entre Rússia e Ucrânia, os sinais que emite contradizem essa posição. O governo brasileiro se destacou por evitar alinhamentos formais e defender o diálogo. Contudo, o Tribunal Penal Internacional emitiu um mandado contra Putin por crimes de guerra, e Lula, ao contestar a legitimidade do tribunal, distancia o Brasil de seus valores históricos, comprometendo sua imagem como defensor da justiça internacional.

EUA liberam uso de mísseis de longo alcance pela Ucrânia contra a Rússia

O presidente dos EUA, Joe Biden, autorizou a Ucrânia a utilizar mísseis de longo alcance, anteriormente vetados, na guerra contra a Rússia. Essa decisão, noticiada pelo 'The New York Times', ocorre em meio a uma escalada das tensões com o envio de tropas norte-coreanas pelo Kremlin para combater ao lado das forças russas. A mudança de postura de Biden, que havia sido cauteloso, ressalta a urgência diante do avanço russo. Putin considerou a permissão como uma escalada e prometeu represálias, incluindo ameaças de testes nucleares em resposta ao armamento dos ucranianos.

Joe Biden anuncia ajuda histórica para a Ucrânia na cúpula da OTAN

Joe Biden iniciou a cúpula da OTAN com um discurso enérgico e anunciou uma ajuda histórica para a Ucrânia. Ele recebeu 32 líderes em Washington para comemorar os 75 anos da OTAN. Biden destacou a força coletiva necessária diante das ameaças de autocratas, incluindo Putin. Além disso, anunciou uma doação de equipamentos de defesa aérea para a Ucrânia, somando mais de US$ 1 bilhão em apoio. O governo americano também celebrou o aumento dos gastos em defesa por parte dos países aliados. O encontro visa fortalecer a aliança e garantir a segurança global contra ameaças como a da Rússia.

Putin e Kim Jong-un assinam acordo de parceria estratégica em visita marcada por 'bromance'

Durante a visita de Putin à Coreia do Norte, os líderes russo e norte-coreano mostraram um clima de 'bromance' ao assinarem um pacto de parceria estratégica e trocarem gentilezas. Registrado em vídeo, Putin dirigia uma limusine e brincava com Kim Jong-un, arrancando risadas do ditador. Além disso, houve uma amigável disputa para entrar no carro oficial, mostrando uma vontade mútua de fortalecer os laços de amizade entre os dois países. A visita resultou em um acordo de parceria estratégica que inclui assistência mútua em caso de agressão estrangeira, aumentando os alertas do Ocidente.

Acordo entre Rússia e Coreia do Norte prevê assistência mútua em caso de agressão

Durante a visita do presidente russo, Vladimir Putin, a Coreia do Norte, Kim Jong-Un afirmou que o país apoia totalmente a Rússia na guerra contra a Ucrânia, após assinarem um tratado de associação estratégica que inclui assistência mútua em caso de agressão. Putin declarou que a Rússia não descarta cooperação militar-técnica com a Coreia do Norte, o que preocupa as potências ocidentais devido ao fornecimento de munições e mísseis. A Coreia do Norte anunciou apoio defensivo e Putin agradeceu o suporte, reforçando os laços entre os dois países aliados.

Putin e Kim Jong-un: encontro histórico em Pyongyang gera polêmica internacional

Nesta quarta-feira (19), Vladimir Putin, presidente da Rússia, e Kim Jong-un, líder supremo da Coreia do Norte, se reuniram em Pyongyang. Durante o encontro, Putin fez declarações confrontando os EUA e seus aliados, afirmando que está lutando contra a hegemonia desses países. A reunião histórica entre os líderes despertou grandes expectativas e gerou repercussão internacional, principalmente pelos posicionamentos polêmicos de Putin. O encontro em Pyongyang foi marcado por discursos contundentes e acirrados, demonstrando a tensão política entre as potências mundiais envolvidas.

Putin desembarca na Coreia do Norte para negociar armas e tecnologia de guerra com Kim Jong-un

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, desembarcou na Coreia do Norte para negociar armas e tecnologia de guerra com o ditador Kim Jong-un. Esta é a primeira visita de Putin ao país em 24 anos, sendo recebido pessoalmente por Kim Jong-un no aeroporto. Com interesse da Coreia do Norte em tecnologia espacial e mísseis russos, e o Kremlin buscando armas e munições para a invasão à Ucrânia, os dois líderes estreitam relações e mantêm encontros desde 2019. Durante a visita, deverá ocorrer a assinatura de um acordo de cooperação ampla na área de segurança.

Putin volta à Coreia do Norte após 24 anos em visita marcada por controvérsias e laços estreitados

O presidente russo, Vladimir Putin, viajou à Coreia do Norte para se encontrar com o líder Kim Jong-un, em uma visita que marca seu retorno ao país após 24 anos. Durante a visita, os dois países devem assinar um acordo de parceria abordando questões de segurança. A visita acontece em meio a um estreitamento de laços entre Moscou e Pyongyang, gerando preocupação nos Estados Unidos. Putin prometeu apoio incondicional ao país, enquanto os EUA afirmam que ele está buscando armas para apoiar sua guerra na Ucrânia. A relação entre Rússia e Coreia do Norte tem gerado controvérsias e suspeitas internacionais.

Presidente ucraniano afirma que Putin precisa ser parado 'de qualquer maneira' durante cúpula da paz

Durante a Cúpula da Paz Pela Ucrânia, realizada na Suíça, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky afirmou que é necessário parar Vladimir Putin 'de qualquer maneira', seja por meios militares ou diplomáticos. O evento reuniu mais de 90 países sem a presença da Rússia e da China, seu aliado, levantando dúvidas sobre sua eficácia. Ao final, a maioria dos líderes apoiou a integridade territorial da Ucrânia e a restauração do controle da central nuclear de Zaporizhzhia. A proposta de cessar-fogo de Putin foi considerada propaganda por líderes presentes, encerrando o evento sem consenso.

Putin acusa Ocidente de 'roubo' ao usar ativos russos para financiar empréstimo à Ucrânia

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, criticou o uso dos rendimentos de ativos russos congelados pelo Ocidente para financiar um empréstimo de US$ 50 bilhões à Ucrânia, chamando a ação de 'roubo'. Ele prometeu uma resposta e afirmou que só negociará a paz se a Ucrânia retirar suas tropas de seu próprio território. A declaração foi feita em meio a tensões com os países do G7 e à notícia de que os juros desses ativos seriam utilizados para comprar armamentos e reconstruir o país em guerra.

Putin elogia gestão de Dilma Rousseff no Banco do Brics durante encontro

Durante o Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, elogiou a gestão da ex-presidente Dilma Rousseff no Banco do Brics, ressaltando os lucros significativos registrados sob sua liderança. Putin também pediu que Dilma transmitisse os melhores votos ao presidente Lula e planeja conversar com ele em breve. O encontro aconteceu em meio a discussões sobre os laços bilaterais entre Rússia e Brasil. O Fórum, que conta com a participação de representantes de cerca de 130 países, está em andamento até o dia 8 de junho.

Putin bombardeia toda a Ucrânia após liberação de armas pela Otan

Após os Estados Unidos e aliados ocidentais da Otan liberarem o uso de suas armas pela Ucrânia contra território russo, as forças de Vladimir Putin promoveram um mega-ataque aéreo contra alvos em quase todo o país invadido. Os ataques envolveram diversos tipos de mísseis e drones, atingindo regiões no norte, centro, sul e oeste ucranianos, resultando em blecautes e danos severos. A situação gerou tensão e alarme em todo o país, com relatos de mortos e feridos. A reação russa foi intensa, levando a um cenário de guerra em crescimento na região, com potenciais impactos globais.

Putin nega planos de invasão da Ucrânia e discute trégua com Xi Jinping em visita à China

O presidente russo, Vladimir Putin, negou os planos de invasão e conquista da segunda maior cidade da Ucrânia, Kharkiv, afirmando que não está nos planos de seu governo. Em visita à China, Putin discutiu propostas de trégua durante as Olimpíadas de 2024 com o presidente chinês, Xi Jinping. Enquanto isso, a Ucrânia convocou presidiários para lutar na guerra e assinou leis polêmicas para aumentar suas tropas. A situação na região é tensa, com a Rússia avançando em territórios ucranianos. Pressionado internacionalmente, Putin busca apoio político e militar na China.

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