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Tudo sobre Mísseis

Conflito no Mar Vermelho: Houthis contra-atacam EUA com mísseis

Neste domingo, os Houthis lançaram uma ofensiva contra navios dos EUA no Mar Vermelho, utilizando 18 mísseis balísticos, drones e outras armas. Essa ação foi uma resposta direta aos ataques aéreos ordenados pelo presidente Donald Trump, que visavam combater o que foi considerado agressão contra os iemenitas. O porta-voz do grupo, Yahya Sare’e, enfatizou que as ofensivas continuarão até que a ajuda humanitária chegue a Gaza. Enquanto isso, os EUA prometem uma campanha militar implacável contra os Houthis, após ataques que resultaram em 31 mortes e mais de 100 feridos no Iémen.

Reino Unido investe US$ 2 bilhões para fortalecer defesa aérea da Ucrânia

O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, anunciou um novo acordo de financiamento de US$ 2 bilhões (1,6 bilhão de libras) para a Ucrânia. Esse valor permitirá à Ucrânia adquirir 5.000 mísseis de defesa aérea fabricados pela Thales, que têm um alcance superior a 6 quilômetros e podem ser disparados de diferentes plataformas em terra, mar e ar. Starmer enfatizou que esses mísseis são cruciais para proteger a infraestrutura crítica do país e fortalecer a Ucrânia em sua luta pela paz. Essa iniciativa surge após um ataque lançado pela Rússia, que utilizou mais de 200 drones recentemente.

Míssil do Iêmen atinge parque em Tel Aviv e deixa feridos

Um míssil lançado do Iêmen atingiu um parque público em Jaffa, no sul de Tel Aviv, ferindo ao menos 14 pessoas. A confirmação do ataque foi feita pelas Forças de Defesa de Israel, que admitiram a falha em interceptar o projétil. As sirenes soaram às 3h44, alertando os cidadãos para que buscassem abrigo. As vítimas, que apresentaram ferimentos leves causados por estilhaços, foram atendidas por paramédicos no local. O grupo rebelde Houthis, que apoia os palestinos da Faixa de Gaza, reivindica ataques à Israel, exacerbando ainda mais o conflito atual na região.

Ucrânia faz seu primeiro ataque com míssil britânico contra a Rússia

A Ucrânia disparou, pela primeira vez, mísseis Storm Shadow fornecidos pelo Reino Unido contra a Rússia em 20 de novembro de 2024. Com um alcance de 250 km, esses mísseis são projetados para atingir alvos grandes e estáticos. O ataque ocorre após a autorização do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, para que a Ucrânia utilizasse armas de longo alcance, como os ATACMS. Essa nova fase no conflito, iniciada em fevereiro de 2022, levou a um aumento nas tensões diplomáticas, especialmente com a Rússia prometendo retaliações contra essa ofensiva ucraniana.

Ucrânia inicia ofensiva com mísseis ATACMS e gera tensões globais

A Ucrânia fez seu primeiro ataque à Rússia utilizando mísseis ATACMS, fornecidos pelos EUA. Lançados na madrugada de 19 de novembro, seis mísseis foram disparados em direção a Bryansk, com cinco interceptados. Moscou reagiu considerando o ataque uma ingerência direta dos EUA no conflito, com promessas de retaliação. O presidente russo, Vladimir Putin, anunciou a flexibilização de sua doutrina nuclear, indicando que o uso de armas nucleares poderia ser considerado caso a integridade do país fosse ameaçada. Este evento marca um ponto crítico na guerra na Ucrânia, que completa 1.000 dias sem perspectivas de paz.

Biden autoriza uso de mísseis de longo alcance pela Ucrânia contra a Rússia

Durante sua visita ao Brasil para o G20, o presidente dos EUA, Joe Biden, autorizou a Ucrânia a utilizar mísseis de longo alcance contra a Rússia. Essa decisão foi noticiada pelo New York Times e ocorreu após a denúncia da Ucrânia sobre a presença de tropas norte-coreanas apoiando os russos. A autorização, que divide opiniões entre conselheiros de Biden, pode impactar a situação da guerra e potencialmente intensificar os combates. Além disso, a possibilidade de Donald Trump retomar a presidência gera preocupações sobre o futuro apoio dos EUA à Ucrânia nesta crise.

EUA liberam uso de mísseis de longo alcance pela Ucrânia contra a Rússia

O presidente dos EUA, Joe Biden, autorizou a Ucrânia a utilizar mísseis de longo alcance, anteriormente vetados, na guerra contra a Rússia. Essa decisão, noticiada pelo 'The New York Times', ocorre em meio a uma escalada das tensões com o envio de tropas norte-coreanas pelo Kremlin para combater ao lado das forças russas. A mudança de postura de Biden, que havia sido cauteloso, ressalta a urgência diante do avanço russo. Putin considerou a permissão como uma escalada e prometeu represálias, incluindo ameaças de testes nucleares em resposta ao armamento dos ucranianos.

Hezbollah ataca Haifa com mísseis em resposta a bombardeios israelenses

Neste domingo, 22 de setembro de 2024, a cidade de Haifa, no norte de Israel, foi alvo de um ataque de mísseis pelo grupo extremista libanês Hezbollah. Os vídeos postados no Telegram pelo Hezbollah mostram o impacto direto das bombas e a devastação subsequente na área. O ataque teve como alvo complexos industriais da empresa israelense Rafael, especialista em armamentos. As Forças de Defesa de Israel confirmaram o ataque, que resultou em quatro feridos. Em resposta, Israel bombardeou aproximadamente 400 alvos do Hezbollah no sul do Líbano, intensificando o novo ciclo de hostilidades entre os lados.

Escalada de Conflito: Hezbollah dispara 115 mísseis contra Israel

No último domingo, o Hezbollah lançou aproximadamente 115 mísseis contra o norte de Israel, visando uma fábrica militar perto de Haifa. Em resposta, Israel bombardeou cerca de 400 alvos do Hezbollah no Líbano, intensificando a troca de agressões. Com os foguetes atingindo áreas civis, a situação na fronteira se tensionou, causando ferimentos em quatro pessoas em Israel. Desde o início da guerra em Gaza quase um ano atrás, o Hezbollah tem apoiado o Hamas, resultando em uma escalada de confrontos. Ambas as partes demonstram resistência a uma guerra iminente, mas as tensões persistem.

Putin sinaliza retaliação nuclear se a Otan apoiar mísseis à Ucrânia

Em um alerta recente, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou que o uso de mísseis de longo alcance pela OTAN alteraria significativamente o conflito na Ucrânia. Analistas acreditam que a retaliação russa poderia incluir testes nucleares, uma escalada dramática e um sinal claro das intenções de Moscovo diante do Ocidente. Putim advertiu que, se a Ucrânia usasse esses mísseis, representaria um combate direto à Rússia, prometendo uma resposta apropriada. Além disso, especialistas comentaram sobre a possibilidade de a Rússia realizar testes nucleares experimentais, algo que não acontece desde 1990.

Conflito na Ucrânia: Aumento das tensões com armamentos de longo alcance

O governo russo, sob a liderança de Vladimir Putin, está acusando os Estados Unidos de permitir que a Ucrânia utilize mísseis de longo alcance, o que poderia escalar o conflito no leste europeu. O vice-chanceler russo, Serguei Riabkov, alertou que a Rússia responderá de maneira severa a essa ação. Enquanto isso, o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, se encontra com o presidente Joe Biden para discutir essa situação. O governo ucraniano, liderado por Volodymyr Zelensky, pede autorização para usar tais armas, argumentando que a contraofensiva em Kursk mostra que a Rússia tem capacidade de retaliação limitada.

Maior ataque aéreo da Rússia contra a Ucrânia é registrado

Na madrugada desta segunda-feira, a Rússia lançou seu maior ataque aéreo contra a Ucrânia desde o início da invasão em fevereiro de 2022. Foram utilizados aproximadamente cem mísseis e drones para atacar alvos em 15 regiões, conforme reportado pelo presidente Volodimir Zelenski. Embora os defensores de Kiev afirmem ter interceptado todos os mísseis destinados à capital, o impacto gerou falta de energia e água em diversas áreas. A ofensiva ocorreu em meio à comemoração da independência da Ucrânia, e o Kremlin reafirmou sua disposição de retaliar em resposta a eventos recentes na fronteira com Kursk.

Plano dos EUA de implantar mísseis na Alemanha provoca temor de retorno da Guerra Fria

O plano dos Estados Unidos de implantar mísseis de longo alcance na Alemanha está levando a um confronto ao estilo da Guerra Fria entre a Rússia e o Ocidente, afirmou o Kremlin. A Casa Branca anunciou que, a partir de 2026, os EUA vão instalar novos mísseis na Alemanha para fins de dissuasão. Países da aliança militar estão reforçando suas defesas na Europa após a ofensiva russa contra a Ucrânia. Enquanto a Rússia vê a medida como uma estratégia para garantir sua derrota, a Alemanha defendeu a decisão de Washington, apesar do medo de uma nova corrida armamentista.

Após liberação de armas pela Otan, Rússia intensifica ataques à Ucrânia com mísseis e drones

Após a autorização da Otan para o uso de armas contra alvos russos, a Rússia aumentou os ataques na Ucrânia, lançando mais de 50 mísseis e 50 drones em várias regiões do país. Explosões foram relatadas em diversas cidades, incluindo Kiev, e a infraestrutura energética foi danificada, deixando cinco regiões sem energia. O presidente ucraniano afirmou que a maioria dos equipamentos foi destruída, mas dois centros termoelétricos foram atingidos e pelo menos 4 pessoas ficaram feridas. As tensões cresceram após os EUA autorizarem o uso de armas contra a Rússia, com a Otan e países aliados seguindo o exemplo.

EUA enviam mísseis secretos para Ucrânia contra a Rússia

Autoridades americanas confirmaram que a Ucrânia começou a utilizar mísseis balísticos de longo alcance fornecidos secretamente pelos EUA contra as forças invasoras russas. Os equipamentos militares, que fazem parte de um pacote de ajuda de US$ 300 milhões aprovado por Joe Biden, já foram empregados contra alvos na Crimeia ocupada pela Rússia, evidenciando a escalada do conflito na região. Os EUA estão se preparando para enviar mais equipamentos do tipo nos próximos meses, diante da expectativa de uma ofensiva russa iminente. O envio das armas visa fortalecer a defesa ucraniana diante das agressões russas.

Irã ataca Israel: Conheça a capacidade militar iraniana em detalhes

O Irã, que vive sob sanções há anos, demonstrou sua capacidade militar ao atacar Israel. Atualmente, o país ocupa a 14ª posição no ranking de forças militares do mundo, com 650 mil militares e destaque para a Guarda Revolucionária. Possui 1.996 tanques, 551 aeronaves e 101 embarcações. Os mísseis de curto e médio alcance do Irã podem atingir Israel, países do Golfo, bases militares dos EUA e partes da Europa. Apesar de não possuir armas nucleares oficialmente, o país já teria a plataforma para lançá-las e está próximo de atingir a quantidade necessária de urânio enriquecido.

Irã lança drones em direção a Israel em ato de agressão após Tel Aviv bombardear embaixada iraniana na Síria

O Irã lançou dezenas de drones em direção a Israel como ato de agressão após Tel Aviv bombardear embaixada iraniana na Síria. Os drones identificados demoram horas para chegar e são defensáveis. Teerã também lançou mísseis em direção a Israel, com alertas emitidos a países vizinhos como Iraque e Jordânia. Ações de retaliação e defesa se desenrolam no Oriente Médio, com Israel em alerta máximo e apoio dos Estados Unidos. A situação em Israel se intensifica com drones de fabricação iraniana atacando território israelense, desencadeando um possível conflito armado na região.

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