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Conflito no Mar Vermelho: Houthis contra-atacam EUA com mísseis

Neste domingo, os Houthis lançaram uma ofensiva contra navios dos EUA no Mar Vermelho, utilizando 18 mísseis balísticos, drones e outras armas. Essa ação foi uma resposta direta aos ataques aéreos ordenados pelo presidente Donald Trump, que visavam combater o que foi considerado agressão contra os iemenitas. O porta-voz do grupo, Yahya Sare’e, enfatizou que as ofensivas continuarão até que a ajuda humanitária chegue a Gaza. Enquanto isso, os EUA prometem uma campanha militar implacável contra os Houthis, após ataques que resultaram em 31 mortes e mais de 100 feridos no Iémen.

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Rússia afirma que Acordo de Paz na Ucrânia está Mais Próximo, mas com Condições

A Rússia declarou que está mais próxima de um acordo de paz para a guerra na Ucrânia, concordando com afirmações do presidente dos EUA, Donald Trump, após conversas entre ele, Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, anunciou que novas discussões podem ocorrer em breve, mas ressaltou que a Ucrânia deve retirar suas tropas da região de Donbas para que a paz seja possível. Zelensky mencionou que questões sobre a usina nuclear de Zaporizhzhia e a cessão de territórios ainda são obstáculos nas negociações, além das reivindicações russas sobre Donbas e outras áreas.

Zelensky e Trump se reúnem nos EUA em busca de paz para a Ucrânia

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se encontraram em Mar-a-Lago para discutir um novo plano de paz após intensas negociações. O encontro ocorre em um contexto de ataques russos à Ucrânia, com Kiev sendo alvo de mísseis e drones. A proposta inicial de Trump foi revisada pela Ucrânia, reduzida de 28 para 20 pontos. Apesar da Rússia não participar da reunião, os esforços de paz estão avançando, embora a questão das concessões territoriais e condições de um possível cessar-fogo ainda permaneçam como obstáculos a serem superados.

Brasil critica ação militar dos EUA na Venezuela em reunião da ONU

O embaixador do Brasil na ONU, Sérgio Danese, declarou que a ação militar dos Estados Unidos na Venezuela, assim como o recente bloqueio naval, representam uma clara violação da Carta das Nações Unidas. Durante uma reunião do Conselho de Segurança, ele enfatizou que a região deve permanecer em paz, priorizando o direito internacional e relações harmoniosas entre os países. Danese convidou EUA e Venezuela para um diálogo genuíno, ressaltando que um conflito na região teria repercussões globais. Ele, ainda, pediu ao Conselho de Segurança que promova soluções pacíficas e eficazes para a situação atual.

Rússia reafirma compromisso com a paz na Ucrânia em reunião chave

O enviado de política externa dos Estados Unidos, Steve Witkoff, afirmou que a Rússia permanece totalmente comprometida com a paz na Ucrânia, após encontros com o emissário do Kremlin, Kirill Dmitriev, na Flórida. Witkoff, junto com Jared Kushner, buscou aprimorar um plano para encerrar o conflito, incluindo garantias de segurança e concessões territoriais.Apesar de as reuniões terem sido classificadas como produtivas, não houve acordos concretos anunciados para finalizar a guerra. Witkoff e o secretário de Segurança Nacional da Ucrânia, Rustem Umerov, reafirmaram seu compromisso em buscar uma paz justa e duradoura.

Lula alerta sobre risco de catástrofe humanitária na Venezuela

O presidente Lula alertou sobre a grave possibilidade de uma intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela, que poderia resultar em uma catástrofe humanitária na América do Sul. Durante reunião do Mercosul, ele enfatizou que a presença militar dos EUA no Caribe representa um grave risco, podendo desestabilizar a região e desencadear um conflito armado. Lula mencionou conversas com Nicolás Maduro e Donald Trump, buscando uma solução diplomática para evitar a escalada do conflito. Ele questionou os verdadeiros interesses dos EUA na mudança de regime na Venezuela, além do combate ao narcotráfico.

Trump impõe bloqueio total a petroleiros venezuelanos em nova escalada de tensão

Na terça-feira, Donald Trump anunciou que ordenará um bloqueio total de todos os petroleiros sancionados que entram ou saem da Venezuela, classificada por ele como organização terrorista. Trump acusou o governo de Nicolás Maduro de roubar bens dos Estados Unidos e envolvimento em atividades criminosas. O presidente americano destacou a mobilização militar significativa na região, com ênfase na presença naval reforçada, e mencionou a apreensão recente de um petroleiro venezuelano. A medida ocorre em meio a crescentes tensões entre os EUA e a Venezuela, levando a um aumento no preço do petróleo no mercado internacional.

Divisão na direita brasileira após suspensão das sanções Magnitsky contra Moraes

A recente decisão dos Estados Unidos de suspender as sanções da Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes e sua esposa gerou uma intensa divisão entre figuras da direita brasileira. O clima de tensão se intensificou após Eduardo Bolsonaro lamentar a falta de coesão interna e criticar as divisões entre os representantes da direita. Nikolas Ferreira, por sua vez, respondeu ironicamente à situação, gerando polêmica nas redes sociais e críticas de seu próprio grupo. Outros parlamentares também se manifestaram, refletindo a preocupação com a imagem pública da direita após a suspensão das sanções e as disputas internas emergentes.