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Tudo sobre Guerra

Enganadora russa faz vítimas em recrutamento militar para guerra na Ucrânia

Polina Azarnykh, uma mulher russa, é acusada de enganar estrangeiros, especialmente jovens de países pobres, para recrutá-los para lutar na guerra da Ucrânia em nome da Rússia. Sob promessas de trabalho e cidadania, ela dilapidou sonhos, levando homens do Oriente Médio a acreditarem que não enfrentariam combates. Casos de recrutas como Omar mostram sua traição, já que muitos foram enviados à linha de frente com pouca preparação. As famílias relatam desaparecimentos e mortes, questionando a credibilidade de Azarnykh, que agora enfrenta investigações por sua manipulação e ameaças a potenciais desertores, visando lucro pessoal.

Rússia realiza ataque aéreo devastador contra cidades ucranianas

Na noite de 8 de janeiro de 2026, a Rússia iniciou um ataque em larga escala contra a Ucrânia, resultando em explosões significativas em Kiev e Lviv, onde pelo menos duas vidas foram perdidas. Câmeras de segurança registraram a ação por volta das 23h46, enquanto a Ucrânia investiga o possível uso de mísseis balísticos russos. O ataque seguiu as acusações russas de que a Ucrânia tentou atingir a residência presidencial de Putin. O prefeito de Kiev reportou danos em várias áreas, incluindo Darnytskyi, enquanto Lviv sofreu impactos em infraestruturas essenciais.

Trump sob pressão: ex-embaixador dos EUA sugere ataque à Venezuela

Em uma análise recente, o ex-embaixador dos EUA, John Feeley, declarou que Donald Trump 'precisa explodir alguns alvos' na Venezuela para não parecer fraco. Ele observou que, embora Trump esteja limitado pela política eleitoral interna e resista a iniciar novas guerras, as pressões de Marco Rubio podem influenciá-lo. Feeley destacou que qualquer ataque terrestre confirmado representará uma escalada significativa nas hostilidades. No entanto, a falta de clareza nas comunicações de Trump sobre operações clandestinas pode comprometer sua eficácia. Feeley acredita que uma demonstração de força pode não ser suficiente para depor Nicolás Maduro do poder.

Trump afirma que paz na Ucrânia está quase alcançada

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que as negociações para encerrar a guerra entre Rússia e Ucrânia estão na fase final. Apesar do otimismo, ele não forneceu um prazo específico para a assinatura do acordo de cessar-fogo. Durante uma reunião com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky na Flórida, Trump ressaltou que a Ucrânia receberá fortes garantias de segurança, embora não tenha revelado detalhes sobre os termos do acordo. Uma nova conversa com o presidente russo Vladimir Putin está agendada para discutir o resultado desse encontro bilateral.

Trump dialoga com Putin antes de encontro com Zelensky sobre a paz na Ucrânia

Donald Trump declarou ter uma conversa 'produtiva' com Vladimir Putin antes de se reunir com Volodymyr Zelensky, que busca apoio dos EUA para um acordo de paz na guerra da Ucrânia. O plano, com 20 pontos, aborda segurança e questões territoriais, enfrentando resistência russa. Enquanto Zelensky, com forte apoio europeu, questiona a genuína intenção de Moscou pela paz,Trump adota cautela. A pressão militar da Rússia continua, mas o diálogo com os EUA prossegue. A Ucrânia insiste na necessidade de garantias de segurança e solicita mais apoio financeiro e armamentos para fortalecer sua posição nas negociações.

Zelensky busca apoio europeu após reuniões com Trump

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou que conversará com líderes europeus após se reunir com Donald Trump. Zelensky, durante uma viagem aos EUA, ressaltou a necessidade de coordenar prioridades diplomáticas. Ele destacou a urgência de respaldo para a Ucrânia, especialmente por conta dos permanentes ataques russos, que afetaram gravemente Kiev, causaram mortes e deixaram muitos sem aquecimento no frio intenso. O ucraniano espera que essa reunião resulte em garantias de segurança e no fortalecimento das defesas aéreas do seu país, essenciais para enfrentar as ofensivas da Rússia durante este momento crítico.

Putin se diz preparado para guerra se Europa iniciar conflito

Vladimir Putin, presidente da Rússia, declarou estar preparado para um confronto caso a Europa inicie um conflito, mas enfatizou que o país não deseja a guerra. Suas declarações ocorreram em um fórum econômico em Moscou, horas antes de uma reunião com o emissário americano, Steve Witkoff, para discutir propostas de paz para a Ucrânia. Putin criticou os líderes europeus, afirmando que eles tentam obstruir os esforços dos EUA para encerrar a guerra e que não possuem um programa de paz. Ele pediu que reconsiderem suas atitudes em relação à Rússia e ao conflito atual.

Ucrânia abala a Rússia ao destruir avião a laser secreto

A Ucrânia destruiu o avião a laser ultrassecreto A-60 da Rússia, durante um ataque noturno ao complexo aeronáutico de Taganrog, utilizando drones e mísseis Neptune. O ataque, que também danificou um hangar de bombardeiros, resultou na morte de três pessoas e ferimentos em várias outras. Em resposta, a Rússia lançou bombardeios em áreas ucranianas, levando a relatos de seis mortes e numerosos feridos. Além disso, drones russos infringiram o espaço aéreo da Moldávia e Romênia, resultando na ação de caças europeus para interceptação, intensificando a escalada do conflito na região.

Acordo de paz em Genebra: Ucrânia mantém soberania em negociações com a Rússia

Durante negociações em Genebra, autoridades dos Estados Unidos e Ucrânia reafirmaram que um futuro acordo de paz com a Rússia deve garantir a total soberania da Ucrânia. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, indicou progresso nas discussões, destacando que as questões pendentes são superáveis e que os russos terão voz no processo. Após a proposta inicial que envolvia concessões territoriais à Rússia, uma nova versão do plano foi elaborada, priorizando as preocupações de Kiev. Contudo, os ataques russos em Kharkiv exacerbam a situação e a urgência por um entendimento entre as partes em conflito permanece.

Europa apresenta nova proposta de paz na Ucrânia com mudanças significativas

Os líderes da Alemanha, França, Reino Unido e Polônia propuseram uma contraproposta aos Estados Unidos em relação ao plano de paz para a Ucrânia, buscando resolver o conflito com a Rússia que perdura desde 2014. A proposta inclui a solicitação de posicionamento de caças da OTAN na Polônia e uma garantia de segurança similar ao artigo 5 do Tratado da OTAN para a Ucrânia. Além disso, os europeus desejam que a Ucrânia tenha um limite de 800 mil soldados e que negociações comece com base na linha de contato atual do conflito ao invés de reconhecer territórios russos.

Maduro reage às ameaças de Trump sobre operações da CIA na Venezuela

Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, repudiou as declarações de Donald Trump sobre operações autorizadas da CIA em seu país, provocando tensões políticas. Em um discurso recente, Maduro condenou a ingerência da agência americana em governos latino-americanos ao longo da história, mencionando eventos como a ditadura argentina e o golpe de 1973 no Chile. O presidente apelou ao povo americano para rejeitar a guerra, reafirmando que a Venezuela não deseja um conflito no Caribe. Seekando, Trump confirmou planos de operações militares na Venezuela, alegando combate ao narcotráfico, enquanto já houve ataques a embarcações venezuelanas.

Israel ataca Gaza após Hamas aceitar negociar proposta de paz

Na madrugada de 4 de outubro de 2025, Israel realizou ataques aéreos em Gaza, resultando em pelo menos sete mortes, incluindo duas crianças, após o Hamas manifestar interesse em negociar um plano de paz. Esses ataques destruíram cerca de 20 casas na região. Donald Trump, presidente dos EUA, pediu um cessar-fogo imediato para facilitar a libertação de reféns, revelando surpresa com a postura de Netanyahu. A proposta de paz visa estabelecer um Estado palestino, mas impõe diversas condições, enquanto o Hamas se mostra disposto a negociar, mas sem compromisso de desarmamento.

Tensões aumentam: Medvedev alerta sobre guerra de destruição em massa com a Europa

Dmitry Medvedev, ex-presidente da Rússia, alertou que um conflito entre Rússia e países europeus pode se transformar em uma guerra com armas de destruição em massa. Medvedev comentou em sua conta no Telegram que os países do continente não têm condições de enfrentar uma guerra com a Rússia e que a possibilidade de um acidente fatal é real. Suas declarações vêm após acusações de líderes europeus sobre o envolvimento russo em drones militares na Europa, em um contexto de crescente tensão, incluindo a construção de um escudo antidrones por países da fronteira leste da Europa.

Civis na Venezuela se preparam para a guerra não declarada com os EUA

Na Venezuela, milhares de civis, como Edith Perales, de 68 anos, estão se preparando para o que o governo de Nicolás Maduro considera uma 'guerra não declarada' pelos Estados Unidos. Em resposta à movimentação militar americana no Caribe, Maduro ativou a Milícia Nacional Bolivariana, que treina a população para defender suas comunidades. Os moradores assistem a instruções sobre uso de armas, enquanto muitos demonstram fervor patriótico. Apesar das tensões, há indiferença em algumas áreas, mas o governo acredita que o treinamento civil busca criar um 'escudo humano' contra possíveis intervenções militares.

Zelensky alerta Rússia sobre guerra e provoca resposta ameaçadora

O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky afirmou que a Rússia deve encerrar a guerra contra a Ucrânia ou seus líderes vão precisar encontrar abrigos antiaéreos. O comentário foi feito durante entrevista ao site Axios e foi respondido pelo vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, Dmitry Medvedev, que ameaçou com armas capazes de ignorar abrigos. Zelensky, após reunir-se com Donald Trump, mencionou que a Ucrânia estaria mirando centros de poder na Rússia, como o Kremlin, e destacou a disposição de responder a qualquer ataque russo. A tensão entre os países continua alta.

Guerra na Ucrânia: Casa Branca comenta ataques russos

Após novos ataques da Rússia à Ucrânia, a Casa Branca expressou que o presidente Donald Trump não está contente com a situação, mas não se surpreendeu. Karoline Leavitt, secretária de imprensa, afirmou que a 'matança infelizmente continuará' enquanto o conflito persistir, destacando o desejo do presidente por um fim à guerra, que não teria começado sob sua administração. Em resposta, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky criticou a escolha da Rússia por ações militares em vez de negociações e pediu sanções adicionais. O conflito resultou em um número significativo de mortes, tanto civis quanto militares, com milhares feridos.

Putin e Zelensky prontos para histórica reunião de paz após encontros com Trump

Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky demonstraram disposição para se reunir e discutir a paz entre Rússia e Ucrânia, um marco esperado desde o início do conflito. Esta reunião, que pode ocorrer em duas semanas, surge após conversas entre Donald Trump e líderes europeus que abordaram garantias de segurança para a Ucrânia. Zelensky expressou a necessidade de um comprometimento claro dos Estados Unidos em oferecer essas garantias, enquanto a Rússia sugere uma troca de territórios, algo que a Ucrânia rejeita. O clima nas negociações é considerado mais promissor do que encontros anteriores, sinalizando um possível avanço nas tratativas.

Donbas: O cerne da batalha e das ambições de Putin na Ucrânia

As negociações para terminar a guerra na Ucrânia, com foco nas regiões do Donbas, estão em plena atividade. Donetsk e Luhansk, antigas potências industriais, continuam a ser o centro das ambições de Putin. Desde 2014, a região vive conflitos entre separatistas e forças ucranianas, com mais de 14 mil mortos. O governo ucraniano hesita em ceder o território, considerando essa ação um suicídio político, enquanto analistas apontam que a recuperação do Donbas pela Ucrânia é improvável. Ao mesmo tempo, a comunidade internacional defende a soberania da Ucrânia e questiona a legitimidade da anexação russa.

B-2 Spirit sobrevoa Trump e Putin durante cúpula sem acordos

Um bombardeiro B-2 Spirit e quatro caças sobrevoaram a Base Aérea Conjunta Elmendorf-Richardson, no Alasca, durante um encontro entre os presidentes Donald Trump e Vladimir Putin. A reunião, dedicada a discutir um cessar-fogo na guerra da Ucrânia, terminou sem acordos concretos. Trump caracterizou o encontro como produtivo, mas ressaltou que ainda não há um acordo formal. Ele planeja contatar o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e líderes da Otan sobre os resultados da cúpula. Putin, por sua vez, pediu que se evitem provocações durante o processo de discussão, visando manter um progresso emergente.

Zelensky pode estar no Alasca durante encontro histórico entre Trump e Putin

A Casa Branca não descartou a possibilidade de Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia, visitar o Alasca durante o encontro entre Trump e Putin, que ocorrerá na próxima sexta-feira. Segundo fontes, os detalhes da visita ainda não estão definidos, mas Trump está aberto a discutir uma cúpula trilateral. Entretanto, a reunião bilateral, solicitada por Putin, está em andamento. Com a guerra na Ucrânia em curso, tanto Trump quanto Putin têm seus próprios interesses, enquanto a Ucrânia intensifica ataques à infraestrutura russa, que por sua vez responde com bombardeios, resultando em milhares de mortes de civis e militares.

Trump e Putin se encontram para discutir polêmico acordo territorial no Alasca

Em reunião histórica no Alasca, Donald Trump e Vladimir Putin discutem um polêmico acordo territorial que pode simbolizar uma grave derrota para a Ucrânia. Trump sugere que a Ucrânia ceda partes de Donetsk e Luhansk em troca de um cessar-fogo, gerando apreensão entre aliados e autoridades ucranianas. O presidente Zelensky reage negativamente, enfrentando a desconfiança de seu povo e a pressão militar russa crescente. Putin, por sua vez, busca expandir sua influência sem conflitos diretos, enquanto os EUA, China e Índia observam a situação. Essa conjuntura revela os desafios diplomáticos no campo da soberania ucraniana.

Dronefobia: O trauma psicológico dos soldados ucranianos

Pavlo, um operador de drones ucraniano, voltou para casa após um ano no front, onde pilotou drones FPV que caçavam soldados e veículos, deixando traumas profundos. Ele enfrenta a 'dronefobia', um pânico desencadeado por sons semelhantes aos que ouvia na guerra, incluindo zumbidos de motos e cortadores de grama. Esta condição, alertam psiquiatras, afeta muitos soldados que retornam da linha de frente, pois o som dos drones se tornou uma lembrança constante de estresse psicológico. O uso de drones na guerra mudou a relação do exército com a tecnologia, resultando em traumas específicos e difíceis de superar.

Tragédia em Kiev: Número de mortos sobe para 28 após ataque russo

Após um intenso ataque aéreo da Rússia em Kiev, capital da Ucrânia, o número de mortos subiu para 28, com a maioria das fatalidades ocorrendo em um único ataque a um prédio de apartamentos. Autoridades relataram que equipes de resgate recuperaram 10 corpos durante a noite, incluindo uma criança de 2 anos. O total de feridos chegou a 159, e mais de 180 equipes estão trabalhando na busca de sobreviventes entre os escombros. Este ataque é parte de uma escalada contínua na guerra iniciada em fevereiro de 2022, que já causou milhares de mortes.

Papa Leão XIV clama por paz em Gaza após ataque à igreja

O Papa Leão XIV, em um telefonema ao Primeiro-Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, pediu um cessar-fogo imediato e o fim da guerra após um ataque militar que resultou em mortes em Gaza. Durante a conversa, o Santo Padre expressou sua preocupação com a situação humanitária na região, destacando o sofrimento de crianças, idosos e doentes. Ele também enfatizou a necessidade de proteger locais de culto e os fiéis em Israel e Palestina. Este apelo surge em um momento crítico, buscando um novo impulso nas negociações de paz entre as partes envolvidas no conflito.

Ataque russo à Ucrânia é um dos maiores até agora, alerta Zelensky

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que o recente ataque russo foi um dos maiores até o momento, destacando a falta de intenção russa em encerrar a guerra. Segundo ele, a Rússia não cessará suas ofensivas sem uma pressão significativa. Zelensky fez um apelo por sanções que atinjam a economia russa em resposta aos ataques massivos e cínicos em direção a alvos ucranianos. Ele enfatizou a necessidade de que a Rússia enfrente consequências por suas ações, especialmente depois de uma conversa recente entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e Vladimir Putin sobre o conflito.

Piloto ucraniano morre em ataque russo, enquanto caça F-16 vai para o chão

Um piloto ucraniano morreu ao defender a Ucrânia contra um ataque massivo da Rússia, que envolveu centenas de drones e mísseis. Durante a ofensiva, o piloto abateu sete alvos aéreos antes de sofrer danos em seu caça F-16 e não conseguiu ejetar a tempo. As forças ucranianas relataram a destruição de 211 drones e 38 mísseis, mas a Rússia lançou 477 drones e 60 mísseis em várias regiões, causando ferimentos em pelo menos seis civis e danos significativos à infraestrutura, enquanto os militares ucranianos mobilizaram todos os recursos disponíveis para a defesa.

Perda trágica: piloto ucraniano e F-16 sucumbem a ataques russo

O exército ucraniano anunciou a morte de um piloto durante a defesa contra um ataque aéreo noturno da Rússia, que envolveu 477 drones e 60 mísseis. Este incidente marca a terceira perda de um caça F-16 da Ucrânia na guerra. O piloto, que conseguiu evitar que a aeronave atingisse áreas habitadas, não teve tempo de se ejetar. O ataque causou danos a residências e feriu pelo menos sete pessoas, levando o presidente Zelenskiy a solicitar suporte ocidental para fortalecer as defesas aéreas do país. A Ucrânia continua a enfrentar intensos bombardeios russos.

Khamenei se isola em bunker e planeja sucessão durante guerra com Israel

O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, se refugiou em um bunker visando proteger sua segurança e a continuidade do poder contra a crescente guerra com Israel. Desde o início do conflito, adotou medidas drásticas, como restringir comunicações e indicar três clérigos como possíveis sucessores. Enquanto Israel intensifica seus ataques, causando danos severos em Teerã e várias mortes, Khamenei busca assegurar a transição do regime em caso de sua morte. A guerra promoveu um raro consenso político no Irã, unindo facções em defesa do país, enquanto a população se mobiliza para ajudar os deslocados.

A bomba que pode alterar o equilíbrio no conflito Israel-Irã

A GBU-57 é uma bomba americana projetada para penetrar até 61 metros de profundidade subterrânea, tornando-se uma ferramenta crucial na guerra entre Israel e Irã. Com um peso de 13 toneladas, essa ogiva antibunker é capaz de remover instalações nucleares subterrâneas, como a de Fordow, que permanece intacta após ataques israelenses. Apenas os Estados Unidos possuem esse armamento, com capacidades únicas de destruição. Embora tenha havido ataques israelenses, a eficácia é questionada em relação ao programa nuclear iraniano. O uso da GBU-57 representa um alto custo político, mas é considerado essencial para uma intervenção efetiva.

Ataque em Kiev deixa 17 feridos durante troca de prisioneiros

Um intenso ataque aéreo da Rússia em Kiev, capital da Ucrânia, resultou em 17 feridos neste sábado, 24. O bombardeio ocorre durante uma troca significativa de prisioneiros entre os dois países, que envolve mil pessoas sendo liberadas por lado. O prefeito Vitali Klitschko confirmou que os sistemas de defesa aérea da cidade funcionaram eficazmente, interceptando vários mísseis e drones lançados. Enquanto a guerra se intensifica, o presidente Volodimir Zelensky destacou que apenas sanções adicionais contra a economia russa podem forçar Moscovo a parar os ataques. Em paralelo, famílias celebram a volta de prisioneiros de guerra.

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