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Khamenei se isola em bunker e planeja sucessão durante guerra com Israel

O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, se refugiou em um bunker visando proteger sua segurança e a continuidade do poder contra a crescente guerra com Israel. Desde o início do conflito, adotou medidas drásticas, como restringir comunicações e indicar três clérigos como possíveis sucessores. Enquanto Israel intensifica seus ataques, causando danos severos em Teerã e várias mortes, Khamenei busca assegurar a transição do regime em caso de sua morte. A guerra promoveu um raro consenso político no Irã, unindo facções em defesa do país, enquanto a população se mobiliza para ajudar os deslocados.

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Corroteirista indicado ao Oscar é preso no Irã após críticas ao governo

  • Mehdi Mahmoudian, corroteirista do filme 'Foi Apenas um Acidente', foi preso no Irã após assinar uma carta crítica ao líder supremo.
  • A detenção ocorreu no contexto de protestos contra o governo iraniano, acusado de crimes contra a humanidade.
  • A prisão de Mahmoudian se junta à de outros ativistas, enquanto o filme concorre a prêmios no Oscar.

Irã busca apoio turco para evitar ataque militar dos EUA

  • O Irã busca apoio da Turquia para evitar um ataque militar dos EUA, com o ministro das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, programando uma reunião com seu homólogo turco, Hakan Fidan.
  • A visita ocorre em meio a ameaças de Donald Trump, que condicionou qualquer ação militar ao programa nuclear iraniano e exige concessões severas.
  • Enquanto o Irã se prepara para uma possível retaliação, a Turquia tenta mediar as relações e sugerir um diálogo entre Trump e o presidente iraniano, apesar das tensões existentes.

EUA reforçam presença militar no Oriente Médio com novo destróier

  • A Marinha dos EUA enviou o destróier USS Delbert D. Black ao Oriente Médio em meio a crescentes tensões com o Irã.
  • Com essa adição, o número de destróieres americanos na região chega a seis, somando-se a um porta-aviões e três navios de combate.
  • A presença militar é parte de uma estratégia que pode incluir ataques direcionados às forças de segurança iranianas, conforme ameaças do presidente Donald Trump.

Protestos no Irã geram devastadores 43 mil mortes em represálias

Os protestos no Irã resultaram em 43 mil mortes, segundo o Centro Internacional para Direitos Humanos. As manifestações começaram em 28 de dezembro, inicialmente contra a inflação, e rapidamente se transformaram em uma revolta nacional contra o regime, envolvendo diversas cidades e camadas sociais. Testemunhas relataram uma repressão brutal, onde as forças de segurança perseguiam manifestantes, disparando contra eles, mesmo nas casas. Apesar de tentativas do governo em aliviar a crise com transferências financeiras, a insatisfação popular cresceu. Estes são os maiores protestos desde 2022, quando ocorreram mobilizações massivas após a morte de Mahsa Amini.

Urgente: jovem manifestante pode ser executado no Irã em questão de dias

Erfan Soltani, um comerciante de 26 anos no Irã, foi condenado à morte em um processo acelerado referente aos protestos atuais, com sua execução prevista para 14 de janeiro. Ele foi preso na quinta-feira, 8 de janeiro, em sua casa na cidade de Fardis. A família e a organização de direitos humanos Hengaw receberam informações sobre a sentença e as ameaças de execução. Embora o presidente americano Donald Trump tenha expressado preocupações e mencionado a falta de planos para execuções, os relatos indicam uma repressão crescente e preocupações sobre o direito à vida dos manifestantes no Irã.

Países Europeus exigem responsabilidade do Irã por repressões a manifestantes

Diversos países europeus convocaram embaixadores do Irã em resposta à repressão violenta do governo iraniano contra manifestantes. As manifestações, iniciadas no final de dezembro, representam o maior desafio ao regime em anos. A Alemanha expressou choque diante das ações brutais, exortando o Irã a respeitar os direitos humanos. A França e a Bélgica também condenaram as violências e intimidações, destacando a necessidade de responsabilização. O ministro italiano das Relações Exteriores descreveu a repressão como inaceitável, enfatizando a luta por democracia no Irã. A situação gerou discussões sobre potenciais novas sanções na União Europeia.

Trump suspende reuniões com Irã em apoio a protestos

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que cancelou todas as reuniões com autoridades iranianas devido à repressão violenta dos protestos no Irã. Em uma mensagem na rede social Truth Social, ele incentivou os manifestantes a continuarem sua luta, declarando que 'a ajuda está a caminho' e pedindo que os 'patriotas iranianos' ocupem as instituições. Trump afirmou que não retomar reuniões enquanto o 'assassinato sem sentido de manifestantes' persistir. O aumento da inflação desencadeou protestos no país, que começaram nos bazares de Teerã e cresceram em uma onda de agitação nacional sem precedentes.