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Notícias em 1 parágrafo!

Tudo sobre Censura

Arquivos de Epstein revelam celebridades; controvérsia sobre divulgação persiste

O Departamento de Justiça dos EUA publicou um primeiro lote de arquivos relacionados ao caso de Jeffrey Epstein, incluindo fotos e documentos, após a aprovação de uma lei exigindo a divulgação total. Vários nomes famosos, como Bill Clinton, Mick Jagger e Michael Jackson, aparecem nos arquivos, mas sua inclusão não implica em irregularidades. Embora muitos detalhes tenham sido censurados, as autoridades afirmaram que centenas de milhares de outras páginas ainda estão sob revisão. Os republicanos e democratas expressaram frustração com a divulgação incompleta e o DOJ foi acusado de não cumprir suas obrigações legais.

Igreja Católica censura padre Júlio Lancellotti e proíbe suas transmissões online

A Arquidiocese de São Paulo proibiu o padre Júlio Lancellotti, conhecido por seu ativismo social, de transmitir suas missas ao vivo e de atualizar suas redes sociais. Apesar de uma grande audiência online, com mais de 2,3 milhões de seguidores no Instagram, Lancellotti enfrenta críticas por suas posições progressistas e apoio a minorias. A ordem de silenciamento reflete a hierarquia da Igreja Católica, que possui mecanismos para gerir e controlar a conduta de seus sacerdotes. A suspensão é vista como uma medida interna e refere-se ao direito canônico, com foco na disciplina e na ordem religiosa.

Rede social critica censura no Brasil e defende liberdade de expressão

A rede social X, de Elon Musk, criticou recentemente decisões da Justiça brasileira que ordenam a remoção de publicações censuradas que criticam políticos, destacando o deputado Nikolas Ferreira. A plataforma argumenta que essas ações configuram 'censura pura e simples', compromettendo a liberdade de expressão e a democracia. Um exemplo mencionado foi a remoção de postagens que relacionavam o PT ao tráfico, consideradas como 'acusação criminal infundada'. O tribunal alegou que tais publicações causavam dano moral, enquanto Ferreira afirmou que as decisões judiciais são tendenciosas e direcionadas à direita, ressaltando a importância da liberdade de expressão.

Críticas ao STF: o caso Tagliaferro e a crise de justiça

O jornal O Estado de S.Paulo criticou a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) em editorial, destacando a 'perversão jurídica' no caso de Eduardo Tagliaferro. O ex-assessor de Alexandre de Moraes revelou uma estrutura paralela no Tribunal Superior Eleitoral, voltada para monitorar opositores. Após denunciar irregularidades, Tagliaferro tornou-se réu em um processo conduzido pelo próprio ministro que denunciou, levantando questões sobre a imparcialidade do STF. O Estadão ressalta que a liberdade não pode ser preservada através da censura e critica o poder do tribunal supremo em desconsiderar garantias constitucionais.

Polêmica: Filipe Martins, ex-assessor, é acusado de entrada falsa nos EUA

A Polícia Federal (PF) recomendou investigar o ex-assessor Filipe Martins, que é acusado de simular uma entrada falsa nos Estados Unidos em dezembro de 2022. O delegado Fabio Shor afirmou ter comprovado a viagem de Martins por meio do Departamento de Segurança Interna dos EUA. A defesa de Filipe tenta provar que ele não saiu do Brasil, contestando a lógica da acusação. A situação levanta questões sobre abusos de poder, onde a PF atribui responsabilidades exclusivamente a Martins, enquanto críticos afirmam que isso representa um potencial cenário de repressão e censura contra opositores do governo Bolsonaro.

Protesto na FLIM: Escritores boicotam evento após censura a Milly Lacombe

Quatorze dos vinte escritores convidados para a 11ª Festa Litero Musical (FLIM) desistiram de participar do evento em São José dos Campos, em protesto contra o cancelamento da jornalista Milly Lacombe. O prefeito Anderson Farias alegou razões ‘político-ideológicas’ para a decisão, após repercussão de declarações feitas por Lacombe sobre a família tradicional. As críticas surgiram em um podcast, onde a autora se manifestou sobre o modelo familiar conservador. A equipe de curadoria também se retirou, repudiando a ação. A FLIM agora enfrenta incertezas após o cancelamento quase total de sua programação original.

X aplaude decisão de Trump e sanciona Moraes em defesa da liberdade de expressão

A plataforma X, de Elon Musk, elogiou a decisão do governo Trump de sancionar o ministro Alexandre de Moraes, do STF, revogando seu visto sob a Lei Global Magnitsky. Em um comunicado, a X informou que essa medida estabelece um precedente importante contra abusos de autoridades e em defesa da liberdade de expressão. O texto também criticou as ações de Moraes, que, segundo a plataforma, instaurou uma ‘campanha de censura’ no Brasil. A decisão do STF que declarou inconstitucional o artigo 19 do Marco Civil da Internet foi igualmente mencionada como uma preocupação significativa para a expressão online.

Censura política: Flipei 2025 é cancelada, mas acontece em novos espaços

Os organizadores da Flipei 2025 foram surpreendidos pelo cancelamento do evento pela Fundação Theatro Municipal, informado apenas cinco dias antes da data marcada. A decisão, segundo Rafael Limongelli, é vista como censura política, dado que a proposta da Flipei inclui debates sobre temas sensíveis, como a Palestina. Apesar do cancelamento, a feira ocorrerá em novos locais, continuando a ser gratuita e acessível. A realização da Flipei é considerada um ato de resistência cultural que promove diálogos sobre questões que incomodam setores da sociedade, reafirmando seu compromisso com a democratização do conhecimento.

GOG lança campanha radical contra censura oferecendo jogos adultos grátis!

A GOG, plataforma de jogos digitais, lançou uma campanha chamada FreedomToBuy.games, oferecendo 13 jogos adultos gratuitamente por 48 horas. Essa iniciativa, anunciada em 1º de agosto de 2025, visa protestar contra a remoção de conteúdos considerados controversos pelas lojas como Steam e Itch.io, devido a pressões de empresas de pagamento. Os jogadores podem reivindicar títulos como Postal 2 e HuniePop até 3 de agosto, às 19h (CST). O objetivo é garantir a liberdade criativa e a preservação do acesso a jogos que foram alvos de censura, gerando amplo debate na comunidade gamer.

GOG promove FreedomToBuy: 13 jogos gratuitos e reflexões sobre censura digital

A GOG lançou a campanha FreedomToBuy, que promove a reflexão sobre a censura de jogos digitais. Durante 48 horas, 13 títulos podem ser resgatados gratuitamente, tornando-se propriedade permanente dos usuários. O projeto busca preservar obras que, devido a restrições, são removidas sem aviso. A GOG destaca que os jogos adquiridos permitem download e acesso offline, dando liberdade ao usuário. A ação une desenvolvedores e a plataforma em uma defesa explícita da liberdade criativa. Ao mesmo tempo, ressalta a importância do acesso irrestrito aos arquivos digitais frente a delistagens de títulos, promovendo a cultura digital.

Decisão de Moraes sobre Bolsonaro gera polêmica e incertezas jurídicas

O ministro do STF, Alexandre de Moraes, afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro não está proibido de conceder entrevistas ou realizar discursos. No entanto, essa afirmação se contrapõe a uma decisão que proíbe o ex-presidente de usar seu conteúdo em redes sociais de terceiros, o que gera incertezas sobre sua liberdade de expressão. Especialistas críticos da decisão consideram que, embora não haja uma proibição direta, a restrição efetivamente inibe Bolsonaro de se manifestar publicamente. Moraes enfatiza que a utilização de suas falas em ambientes digitais poderia acarretar sua prisão preventiva, criando insegurança jurídica.

Eduardo Bolsonaro chama Moraes de ditador em polêmica entrevista

Eduardo Bolsonaro, deputado federal licenciado, chamou Alexandre de Moraes, ministro do STF, de 'ditador' em uma entrevista ao canal Real America’s Voice. Essa declaração foi feita após Moraes impor medidas restritivas ao ex-presidente Jair Bolsonaro, incluindo o confisco do passaporte e uso de tornozeleira eletrônica. Eduardo defendeu que o ex-presidente seguiu ordens judiciais, mesmo considerando algumas ilegais. Criticou também a nova forma de censura nas mídias sociais no Brasil, alegando que nossa Suprema Corte irá replicar isso globalmente. Moraes supostamente busca uma condenação ao ex-presidente antes das eleições de 2026.

Justiça da Flórida notifica Moraes em caso de censura de Trump

A Justiça da Flórida notificou novamente o ministro Alexandre de Moraes, do STF, a pedido da Trump Media & Technology Group e da plataforma Rumble, que alegam censura em conteúdos brasileiros. Tentativas anteriores de notificação falharam, mas agora o endereço do ministro foi incluído no documento. O prazo para Moraes responder à queixa é de 21 dias, caso contrário, poderá ser julgado à revelia. A AGU acompanhará o processo e está preparando uma possível intervenção em nome do Brasil. As empresas buscam indenização e defendem a violação da Primeira Emenda dos EUA.

Alexandre de Moraes intimado novamente pela Justiça dos EUA em caso Trump Media

A Justiça da Flórida intimou o ministro Alexandre de Moraes, do STF, a responder a uma ação da Trump Media e da plataforma Rumble, que alegam que ele desrespeitou leis norte-americanas e impôs censura ao ordenar o bloqueio de perfis nos EUA. O documento judicial estabelece um prazo de 21 dias para que Moraes apresente sua defesa. Caso não responda, pode ser proferida uma sentença à revelia. Fontes indicam que representantes do governo brasileiro consideraram se enviar para defender o ministro, mas até agora ninguém foi designado para o caso na Flórida.

Supremo determina nova regra para remoção de conteúdos na internet

O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que plataformas digitais agora devem remover conteúdos considerados ilegais, o que representa uma mudança significativa em relação à responsabilidade anterior, na qual as big techs eram penalizadas apenas se não obedecessem ordens judiciais. A nova decisão inclui itens como pornografia infantil, terrorismo e até ações que possam ser interpretadas como crimes, como restrições ao exercício do poder. Moderação excessiva por parte das plataformas pode levar à autocensura, levantando preocupações sobre a liberdade de expressão e a função do Legislativo, que agora se vê relegado a um segundo plano.

Senadores criticam ausência de Moraes em comissão do Senado

Na sessão da Comissão de Segurança Pública do Senado, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, não compareceu, levando senadores a criticarem sua ausência. Ele deveria explicar sua suposta atuação e os relatórios solicitados sobre desinformação durante as eleições de 2022. Flávio Bolsonaro, presidente da comissão, afirmou que o ex-assessor Eduardo Tagliaferro solicitou uma nova data para a audiência. Glenn Greenwald, autor das reportagens que revelaram os áudios vazados, denunciou que Moraes abusou de sua posição e usou informações do TSE para investigar pessoas, uma prática que considera censura e desvio de função.

Os 60 anos da TV Globo: desafios, incêndios e a luta contra a censura

Nesta sexta-feira, o Globo Repórter revisitou a rica trajetória da TV Globo ao longo de seus 60 anos. Desde a sua inauguração em 26 de abril de 1965, a emissora enfrentou desafios como incêndios significativos que ameaçaram suas instalações, entre eles um em 1971 que poderia ter sido devastador. A censura durante a ditadura militar também foi um período sombrio, com produções barradas, como a novela 'Roque Santeiro'. Mais recentemente, a pandemia de Covid-19 exigiu que a Globo se adaptasse, suspendendo gravações e priorizando reprises, enquanto se esforçava em informar a população.

Câmara dos EUA censura democrata por interromper Trump

A Câmara dos EUA aprovou um voto de censura contra o democrata Al Green, que interrompeu o discurso do ex-presidente Donald Trump durante uma sessão no Congresso. O incidente ocorreu na terça-feira, gerando uma onda de reações tanto no parlamento quanto na sociedade. Green foi retirado do plenário após sua interrupção, um ato que provocou debates acalorados sobre a liberdade de expressão e os limites do comportamento em uma instituição legislativa. O caso ressalta as tensões políticas atuais e o quão polarizadas as interações públicas se tornaram, gerando questionamentos sobre a ética dos legisladores.

STJ defende Moraes após críticas de Trump sobre censura judicial

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) defendeu o ministro Alexandre de Moraes em resposta a críticas do governo de Donald Trump, centradas em decisões judiciais que consideram censura, como o bloqueio da plataforma Rumble no Brasil. O STJ ressaltou que, apesar de diferenças, o Judiciário brasileiro se inspirou no americano em sua organização. O tribunal enfatizou a importância do espírito de cooperação e alertou contra a criação de conflitos entre as instituições judiciais dos dois países, afirmando que as decisões são colegiadas e garantem igualdade e justiça para cidadãos e empresas.

Tensão Brasil-EUA: governo Trump critica medidas de censura do Brasil

O governo dos EUA, sob Trump, criticou o Brasil por suas decisões judiciais recentes, acusando-o de censura e de desrespeitar valores democráticos. Desde a retirada de conteúdos por Alexandre de Moraes, ministro do STF, bloqueios e multas têm causado tensão. Em resposta, o Itamaraty rejeitou essas acusações, afirmando que o Brasil não tolera politicização de suas decisões judiciais. O governo brasileiro destacou a importância da soberania e do cumprimento de leis locais. A situação se intensificou após um projeto de lei dos EUA que visa punir autoridades estrangeiras envolvidas em censura, direcionado especificamente a Moraes.

Rumble celebra vitória na justiça dos EUA contra ordens de Moraes

A Rumble, plataforma de compartilhamento de vídeos, celebrou uma decisão da Justiça dos Estados Unidos que a isenta de seguir ordens do ministro Alexandre de Moraes, do STF. Em comunicado, a empresa destacou que a decisão reafirma a ilegalidade das ordens de censura do juiz brasileiro em solo americano. A Rumble, que está suspensa no Brasil após não cumprir diretrizes de Moraes, argumenta que a sentença fortalece a liberdade de expressão e a soberania digital das empresas nos EUA. A juíza esclareceu que as ordens de Moraes não têm validade sem o processo legal adequado em outros países.

Justiça dos EUA nega liminar contra Moraes por Rumble e Trump Media

Um tribunal nos Estados Unidos rejeitou o pedido de liminar da Rumble e Trump Media contra o ministro brasileiro Alexandre de Moraes. A decisão ocorreu devido a falhas na entrega de documentos, e o tribunal destacou que não conhecia ações de Moraes que buscassem restringir suas ordens conforme os protocolos. A análise do mérito ainda está pendente, e a juíza mencionou questões de jurisdição. A queixa das plataformas envolve acusações de censura relacionadas ao bloqueio de contas de usuários, incluindo o bolsonarista Allan dos Santos, considerado foragido pelo STF.

Rumble e Trump Media processam Moraes nos EUA por bloqueio no Brasil

A plataforma de vídeos Rumble e a empresa Trump Media & Technology entraram com uma ação na Justiça dos EUA contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF. Elas contestam a decisão que determinou o bloqueio do Rumble no Brasil, impondo uma multa diária de R$ 50 mil e exigindo a apresentação de um representante da plataforma no país. No processo, os requerentes solicitam uma medida cautelar para evitar danos irreparáveis, como a perda de liberdade de expressão e erosão da confiança dos usuários. As empresas argumentam que Moraes ignorou canais legais.

Moraes decreta banimento da rede social Rumble no Brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, decidiu banir a rede social Rumble no Brasil, publicando a determinação na tarde de sexta-feira (21). A medida foi tomada devido ao descumprimento repetido de ordens judiciais pela plataforma. Moraes estipulou um prazo de 48 horas para que a Rumble indicasse um representante legal no país, sob pena de suspensão total de suas atividades. A decisão se assemelha a outra aplicada ao X (anteriormente Twitter), que também teve suas operações interrompidas temporariamente. A Rumble já protestou contra a ação judicial nos Estados Unidos, alegando censura.

EUA usam Moraes como símbolo contra censura global

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, é alvo de uma ação nos EUA, movida pelo Trump Media & Technology Group e pela plataforma Rumble. O tribunal federal na Flórida analisa ordens de mordaça emitidas por Moraes, que visam censurar um usuário específico, possivelmente o jornalista Allan dos Santos. Os advogados argumentam que as ordens violam a liberdade de expressão garantida pela Primeira Emenda. Essa ação pode se tornar um símbolo da luta global contra a censura, questionando a jurisdição de países sobre conteúdos em plataformas americanas e provocando possíveis reações de outras empresas de tecnologia afetadas.

Trump e Rumble processam Moraes por censura nos EUA

A Trump Media & Technology Group, de Donald Trump, e a plataforma Rumble processaram o ministro do STF Alexandre de Moraes nos Estados Unidos. O caso ocorreu no Tribunal Distrital da Flórida e alega que Moraes violou a liberdade de expressão e tentou impor censura a opositores políticos brasileiros, principalmente após a eleição de Lula. O processo aponta que ele ordenou a suspensão de contas de críticos e buscou regular conteúdos de plataformas sediadas nos EUA. As empresas pedem a declaração de que as ordens de Moraes não têm validade nos Estados Unidos.

Empresa de Trump processa Alexandre de Moraes por censura às vozes de direita

A empresa de mídia de Donald Trump processou o ministro do STF, Alexandre de Moraes, por censura ilegal de vozes de direita nas redes sociais. O processo, movido em um tribunal federal na Flórida, também conta com a participação da Rumble, plataforma de vídeo que critica a censura. Ambas as empresas alegam que as ordens de Moraes violam a Primeira Emenda da Constituição americana. O caso surge em um momento tenso, pois Moraes recebeu denúncias contra Jair Bolsonaro, seu aliado, por tentativa de golpe de Estado após a derrota nas eleições de 2022.

Anitta responde a vereador que tentou censurar seu show em Curitiba

A cantora Anitta respondeu ao vereador Guilherme Kilter, do Partido Novo, que tentou barrar seu show em Curitiba.Antes da apresentação, Anitta ironizou a proposta de censura do político, afirmando que perder tempo com esse tipo de assunto é um desperdício do voto do cidadão. Kilter alegou que a artista subverte os valores da sociedade, promovendo conteúdos em desacordo com a 'família tradicional brasileira'. Mesmo diante da tentativa de censura, Anitta se apresentou com grande público, chamando a atenção para a importância de focar em questões realmente relevantes na política em vez de atacar a cultura popular.

Oeste se encontra com OEA para discutir liberdade de expressão no Brasil

A revista Oeste se encontrou com Pedro Vaca Villarreal, representante da OEA, para discutir a liberdade de expressão no Brasil. Durante a reunião, veículos de comunicação relataram casos de censura, incluindo a desmonetização do canal da Oeste no YouTube por mais de quinze meses, sem explicações claras, após decisões questionáveis do Supremo Tribunal Federal. Também foram destacadas irregularidades em inquéritos relacionados a fake news, que visavam silenciar vozes críticas. Pedro Vaca elaborará um relatório sobre a situação da liberdade de expressão no país, após reuniões com autoridades judicial e legislativa.

Gazeta do Povo denuncia censura à liberdade de expressão no Brasil à CIDH

A Gazeta do Povo protocolou uma manifestação à CIDH sobre a censura no Brasil, ressaltando a situação crítica da liberdade de expressão no país. A visita da Comissão inclui reuniões com autoridades, vítimas de censura e representantes da mídia para analisar abusos recentes, especialmente contra críticas ao Judiciário. No documento apresentado, o jornal expõe casos concretos de censura, insegurança jurídica e práticas que violam a Constituição. A Gazeta defende a liberdade de expressão como um pilar da democracia e expressa preocupação com o aumento da censura e suas consequências nocivas ao debate público.

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