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Empresa de Trump processa Alexandre de Moraes por censura às vozes de direita

A empresa de mídia de Donald Trump processou o ministro do STF, Alexandre de Moraes, por censura ilegal de vozes de direita nas redes sociais. O processo, movido em um tribunal federal na Flórida, também conta com a participação da Rumble, plataforma de vídeo que critica a censura. Ambas as empresas alegam que as ordens de Moraes violam a Primeira Emenda da Constituição americana. O caso surge em um momento tenso, pois Moraes recebeu denúncias contra Jair Bolsonaro, seu aliado, por tentativa de golpe de Estado após a derrota nas eleições de 2022.

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Arquivos de Epstein revelam celebridades; controvérsia sobre divulgação persiste

O Departamento de Justiça dos EUA publicou um primeiro lote de arquivos relacionados ao caso de Jeffrey Epstein, incluindo fotos e documentos, após a aprovação de uma lei exigindo a divulgação total. Vários nomes famosos, como Bill Clinton, Mick Jagger e Michael Jackson, aparecem nos arquivos, mas sua inclusão não implica em irregularidades. Embora muitos detalhes tenham sido censurados, as autoridades afirmaram que centenas de milhares de outras páginas ainda estão sob revisão. Os republicanos e democratas expressaram frustração com a divulgação incompleta e o DOJ foi acusado de não cumprir suas obrigações legais.

Igreja Católica censura padre Júlio Lancellotti e proíbe suas transmissões online

A Arquidiocese de São Paulo proibiu o padre Júlio Lancellotti, conhecido por seu ativismo social, de transmitir suas missas ao vivo e de atualizar suas redes sociais. Apesar de uma grande audiência online, com mais de 2,3 milhões de seguidores no Instagram, Lancellotti enfrenta críticas por suas posições progressistas e apoio a minorias. A ordem de silenciamento reflete a hierarquia da Igreja Católica, que possui mecanismos para gerir e controlar a conduta de seus sacerdotes. A suspensão é vista como uma medida interna e refere-se ao direito canônico, com foco na disciplina e na ordem religiosa.

Rede social critica censura no Brasil e defende liberdade de expressão

A rede social X, de Elon Musk, criticou recentemente decisões da Justiça brasileira que ordenam a remoção de publicações censuradas que criticam políticos, destacando o deputado Nikolas Ferreira. A plataforma argumenta que essas ações configuram 'censura pura e simples', compromettendo a liberdade de expressão e a democracia. Um exemplo mencionado foi a remoção de postagens que relacionavam o PT ao tráfico, consideradas como 'acusação criminal infundada'. O tribunal alegou que tais publicações causavam dano moral, enquanto Ferreira afirmou que as decisões judiciais são tendenciosas e direcionadas à direita, ressaltando a importância da liberdade de expressão.

Críticas ao STF: o caso Tagliaferro e a crise de justiça

O jornal O Estado de S.Paulo criticou a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) em editorial, destacando a 'perversão jurídica' no caso de Eduardo Tagliaferro. O ex-assessor de Alexandre de Moraes revelou uma estrutura paralela no Tribunal Superior Eleitoral, voltada para monitorar opositores. Após denunciar irregularidades, Tagliaferro tornou-se réu em um processo conduzido pelo próprio ministro que denunciou, levantando questões sobre a imparcialidade do STF. O Estadão ressalta que a liberdade não pode ser preservada através da censura e critica o poder do tribunal supremo em desconsiderar garantias constitucionais.

Polêmica: Filipe Martins, ex-assessor, é acusado de entrada falsa nos EUA

A Polícia Federal (PF) recomendou investigar o ex-assessor Filipe Martins, que é acusado de simular uma entrada falsa nos Estados Unidos em dezembro de 2022. O delegado Fabio Shor afirmou ter comprovado a viagem de Martins por meio do Departamento de Segurança Interna dos EUA. A defesa de Filipe tenta provar que ele não saiu do Brasil, contestando a lógica da acusação. A situação levanta questões sobre abusos de poder, onde a PF atribui responsabilidades exclusivamente a Martins, enquanto críticos afirmam que isso representa um potencial cenário de repressão e censura contra opositores do governo Bolsonaro.

Protesto na FLIM: Escritores boicotam evento após censura a Milly Lacombe

Quatorze dos vinte escritores convidados para a 11ª Festa Litero Musical (FLIM) desistiram de participar do evento em São José dos Campos, em protesto contra o cancelamento da jornalista Milly Lacombe. O prefeito Anderson Farias alegou razões ‘político-ideológicas’ para a decisão, após repercussão de declarações feitas por Lacombe sobre a família tradicional. As críticas surgiram em um podcast, onde a autora se manifestou sobre o modelo familiar conservador. A equipe de curadoria também se retirou, repudiando a ação. A FLIM agora enfrenta incertezas após o cancelamento quase total de sua programação original.

X aplaude decisão de Trump e sanciona Moraes em defesa da liberdade de expressão

A plataforma X, de Elon Musk, elogiou a decisão do governo Trump de sancionar o ministro Alexandre de Moraes, do STF, revogando seu visto sob a Lei Global Magnitsky. Em um comunicado, a X informou que essa medida estabelece um precedente importante contra abusos de autoridades e em defesa da liberdade de expressão. O texto também criticou as ações de Moraes, que, segundo a plataforma, instaurou uma ‘campanha de censura’ no Brasil. A decisão do STF que declarou inconstitucional o artigo 19 do Marco Civil da Internet foi igualmente mencionada como uma preocupação significativa para a expressão online.