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Descoberta impressionante em Gibraltar revela segredos dos neandertais

Arqueólogos descobriram uma câmara secreta selada por 40.000 anos nas cavernas de Gorham, localizadas no Rochedo de Gibraltar. Este complexo rico em história revela muito sobre os neandertais, com artefatos e vestígios de sua vida cotidiana, incluindo restos de frutos do mar que sugerem uma dieta variada. As escavações, iniciadas na década de 1980, revelaram que esses humanos pré-históricos habitaram a região há 33.000 a 24.000 anos, o que pode indicar que eles foram os últimos neandertais conhecidos. A caverna também contém uma lareira antiga, evidenciando a engenhosidade de seus habitantes.

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Cientistas revelam que o primeiro beijo aconteceu há 21 milhões de anos

Pesquisadores do Reino Unido e Estados Unidos descobriram que o beijo na boca surgiu há 21 milhões de anos, provavelmente entre os ancestrais comuns de humanos e grandes símios, como gorilas e chimpanzés. O estudo sugere que os neandertais, parentes próximos dos humanos, também se beijavam. Apesar do beijo não oferecer benefícios de sobrevivência evidentes, é um comportamento comum entre diversas espécies. A definição científica de beijo foi adotada para identificar comportamentos similares em animais como lobos e ursos polares, mas ainda não se sabe o motivo de sua evolução, levantando questões sobre saúde e intimidade entre parceiros.

Antropólogo desvenda a obsessão brasileira por ricos e a ilusão da mobilidade social

O antropólogo Michel Alcoforado, ao investigar a elite brasileira, revela uma crença ilusória na mobilidade social que fascina os brasileiros. Durante sua pesquisa, ele se depara com uma rica herdeira que questiona a desigualdade social enquanto se decide a gastar 15 mil euros em um perfume que representa sua tradição familiar. Alcoforado, que estuda os super-ricos há 15 anos, destaca que as diferenças sociais são mantidas por essas práticas de consumo e performatividade de riqueza. Seu livro, 'Coisa de Rico', já se tornou um sucesso, vendendo milhares de cópias e causando reflexões profundas sobre classe e privilégio.

Descoberta na China pode reescrever a evolução humana

Uma pesquisa recente revela que a reconstrução digital do crânio Yunxian 2, encontrado na China e datado de um milhão de anos, sugere que a separação dos ancestrais humanos ocorreu 400 mil anos antes do que se pensava, na Ásia e não na África. Através de tecnologia avançada, cientistas identificaram características que relacionam o crânio ao Homo longi, indicando uma complexidade evolutiva muito anterior. Esta descoberta desafia teorias consolidadas sobre a origem dos humanos, sugerindo um papel vital do Leste Asiático na evolução hominídea. Chris Stringer comentou sobre o impacto dessa nova compreensão.

Cientista coleciona cérebros antigos em busca de respostas sobre doenças neurodegenerativas

A cientista Alexandra Morton-Hayward, da Universidade de Oxford, investiga mais de 600 cérebros antigos preservados que podem ajudar a entender doenças neurodegenerativas como Alzheimer e Parkinson. Seu trabalho revela mistérios significativos sobre como alguns cérebros sobrevivem por milênios, um fenômeno que intriga especialistas. Apesar de sofrer de cefaleia em salvas, uma condição extremamente dolorosa, ela continua a pesquisa sobre como o acúmulo de ferro e outros fatores influenciam a preservação cerebral. Seus achados podendo transformar o entendimento das doenças mentais e sua relação com as condições de vida e sofrimento ao longo da história humana.

Surpreendente dieta dos neandertais inclui larvas como iguaria

Recentemente, um estudo revelou que o cardápio dos Neandertais era mais variado do que se imaginava, incluindo larvas de moscas como alimento básico. A pesquisa, liderada pela professora Melanie Beasley da Universidade Purdue, sugere que as larvas poderiam explicar os altos níveis de nitrogênio encontrados em ossos neandertais, que antes eram atribuídos apenas ao consumo excessivo de carne. Este novo entendimento desafia visões ocidentais sobre a dieta, destacando que povos indígenas modernos ainda consideram carne putrefata e larvas como iguarias. A pesquisa abre oportunidades para investigar mais sobre as práticas alimentares ancestrais e suas implicações.

Ferramentas de madeira com mais de 300 mil anos são descobertas na China

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Descoberta surpreendente: ferramentas de osso de 1,5 milhão de anos revelam tecnologia ancestral

Pesquisadores anunciaram uma descoberta revolucionária na Arqueologia, revelando a criação de ferramentas de osso por ancestrais humanos há 1,5 milhão de anos. Durante escavações no desfiladeiro de Olduvai, na Tanzânia, foram encontrados 27 artefatos com afiamentos similares a facas, feitos de ossos de mamíferos pesados, como elefantes e hipopótamos. Antes dessa descoberta, as ferramentas de osso mais antigas conhecidas tinham apenas meio milhão de anos. Os pesquisadores destacam que essa inovação tecnológica pode ter ampliado as capacidades cognitivas dos hominídeos, ao introduzir novas matérias-primas em sua produção de ferramentas.