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Descoberta surpreendente: ferramentas de osso de 1,5 milhão de anos revelam tecnologia ancestral

Pesquisadores anunciaram uma descoberta revolucionária na Arqueologia, revelando a criação de ferramentas de osso por ancestrais humanos há 1,5 milhão de anos. Durante escavações no desfiladeiro de Olduvai, na Tanzânia, foram encontrados 27 artefatos com afiamentos similares a facas, feitos de ossos de mamíferos pesados, como elefantes e hipopótamos. Antes dessa descoberta, as ferramentas de osso mais antigas conhecidas tinham apenas meio milhão de anos. Os pesquisadores destacam que essa inovação tecnológica pode ter ampliado as capacidades cognitivas dos hominídeos, ao introduzir novas matérias-primas em sua produção de ferramentas.

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Inteligência artificial desvenda mistério de jogo romano antigo

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Descoberta de fósseis de 512 milhões de anos revela novas espécies na China

  • Pesquisadores chineses descobriram uma coleção de fósseis de 512 milhões de anos em uma pedreira no sul da China, contendo 153 espécies de 16 grupos diferentes.
  • Quase 60% dos novos animais são de origem desconhecida e não haviam sido catalogados anteriormente, oferecendo uma visão dos ecossistemas marinhos do Cambriano.
  • A pesquisa foi liderada por Maoyan Zhu e sugere conexões entre fósseis chineses e norte-americanos, destacando a dispersão de espécies através de correntes marítimas na época.

Descoberta impressionante em Gibraltar revela segredos dos neandertais

Arqueólogos descobriram uma câmara secreta selada por 40.000 anos nas cavernas de Gorham, localizadas no Rochedo de Gibraltar. Este complexo rico em história revela muito sobre os neandertais, com artefatos e vestígios de sua vida cotidiana, incluindo restos de frutos do mar que sugerem uma dieta variada. As escavações, iniciadas na década de 1980, revelaram que esses humanos pré-históricos habitaram a região há 33.000 a 24.000 anos, o que pode indicar que eles foram os últimos neandertais conhecidos. A caverna também contém uma lareira antiga, evidenciando a engenhosidade de seus habitantes.

Homem-Dragão: Novas Revelações Sobre Nossa Evolução Humana

Uma descoberta arqueológica recente desvendou o mistério do Homem-Dragão, um ancestral humano cujas evidências estavam guardadas por décadas. Através da análise de DNA de um crânio encontrado em Harbin, na China, os cientistas conseguiram estabelecer uma conexão entre esse fóssil, com aproximadamente 146.000 anos, e os Denisovanos, uma população humana até então desconhecida. Essa pesquisa, facilitada por técnicas modernas, revelou novos detalhes sobre a interação entre denisovanos e Homo sapiens, além de despertar uma nova onda de investigações que poderão fornecer informações cruciais sobre a evolução da nossa espécie e a diversidade genética humana atual.

Dinossauro mancando? Pegadas fossilizadas revelam comportamento impressionante

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Cientistas revelam segredos do concreto romano em Pompeia

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Nova descoberta sobre o nariz dos Neandertais desafia teorias evolutivas

Cientistas analisaram o crânio do Homem de Altamura, um dos esqueletos mais bem preservados da história, para investigar a formação da cavidade nasal dos Neandertais, que viveu entre 130.000 e 172.000 anos atrás. A equipe utilizou câmeras minúsculas, já que o fóssil está incrustado na pedra, para entender se o formato do nariz é uma adaptação ao frio da Era do Gelo ou resultado de outras transformações evolutivas. Os resultados, publicados na revista PNAS, sugerem que as características faciais dos Neandertais são mais influenciadas por fatores ancestrais do que por mudanças climáticas.