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Notícias em 1 parágrafo!

Tudo sobre Tarifas

Trump reduz tarifas e aumenta competitividade das exportações brasileiras

O vice-presidente Geraldo Alckmin anunciou que a fatia de exportações brasileiras para os EUA sem tarifação aumentou de 23% para 26% após ordem executiva de Donald Trump. Essa mudança representa um impacto positivo de aproximadamente US$ 9,7 bilhões nas exportações. No entanto, setores importantes ainda enfrentam tarifas altas, como o café, que continua com taxas de 40%. Alckmin ressaltou que 33% das exportações ainda estão sujeitas a tarifas entre 40% e 50%. O governo brasileiro planeja se concentrar na eliminação dessas barreiras tarifárias em produtos com relevância econômica significativa.

Trump reduz tarifas de alimentos e gera expectativa no Brasil

Donald Trump assinou uma ordem executiva reduzindo tarifas sobre carne bovina, tomates, cafés e bananas, com o intuito de diminuir os custos nos supermercados dos EUA. As reduções, retroativas a 13 de novembro, excluem tarifas 'recíprocas', mas não eliminam todas as taxas existentes. A medida, resultado de pressão política após derrotas eleitorais, visa aliviar a pressão inflacionária sobre os consumidores. Apesar de o governo brasileiro considerar a medida positiva, eles afirmam que é insuficiente, já que os produtos continuam sujeitos a tarifas elevadas, refletindo um panorama complicado nas relações comerciais entre os dois países.

Trump promete reduzir tarifas sobre café brasileiro para reaquecer mercado

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a intenção de reduzir tarifas sobre o café brasileiro, uma medida que promete beneficiar a economia do Brasil. Em entrevista à Fox News, ele afirmou que a redução ocorrerá em breve e impactará diretamente os preços do café no mercado americano, atualmente elevado devido a tarifas de 50%. Desde a imposição dessas taxas, as exportações brasileiras caíram drasticamente, resultando em altos preços ao consumidor e desafios para o setor. O Brasil, maior exportador global, aguarda medidas concretas que possam revitalizar suas vendas e estabilizar o mercado americano.

Trump planeja cortar tarifas sobre café e promete alívio para consumidores

Donald Trump, presidente dos EUA, anunciou a intenção de reduzir tarifas sobre importações de café, uma medida que visa aliviar a pressão sobre os consumidores. Durante uma entrevista à Fox News, ele não mencionou diretamente o Brasil, mas sua declaração ocorreu em meio a negociações com o país. As tarifas atuais aumentaram os preços do café no varejo em impressionantes 21% no último ano, com o Brasil pagando uma das mais altas, de 50%. O encontro entre o ministro das Relações Exteriores brasileiro e o secretário de Estado dos EUA está previsto para esta semana no Canadá.

Lula pede a Trump suspensão de tarifas e sanções em reunião em Kuala Lumpur

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontrou com Donald Trump em Kuala Lumpur, onde solicitou a suspensão das tarifas de 50% sobre produtos brasileiros e a revogação das sanções da Lei Magnitsky que afetam o ministro do STF, Alexandre de Moraes, e sua esposa. A reunião durou 45 minutos e, apesar de não ter resultado em decisões imediatas, Trump sinalizou a vontade de reiniciar negociações, que devem ocorrer ainda neste domingo. Lula argumentou que as tarifas são injustas, dado o superávit dos EUA no comércio com o Brasil, enfatizando a necessidade de mudança.

Trump aumenta tarifas sobre produtos canadenses após crise comercial

O presidente dos EUA, Donald Trump, aumentou em 10% as tarifas sobre produtos do Canadá após romper negociações devido a um anúncio considerado enganoso. A decisão, anunciada neste sábado (25), segue críticas de Trump ao governo canadense por suas práticas comerciais. Este aumento de tarifas ocorre em um contexto onde Canadá, Estados Unidos e México estão renegociando o T-MEC, o tratado que mantém 85% do comércio transfronteiriço livre de tarifas. Apesar das tensões, o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, afirmou estar disposto a retomar as negociações assim que os americanos estiverem prontos.

Trump interrompe negociações comerciais com o Canadá após polêmica publicitária

Donald Trump suspendeu as negociações comerciais com o Canadá depois de um anúncio da província de Ontário que utilizou um discurso de Ronald Reagan criticando tarifas. Trump alegou que o vídeo, custando 75 milhões de dólares, tentava interferir nas decisões judiciais dos EUA sobre tarifas. O primeiro-ministro canadense manifestou interesse em retomar o diálogo após a recente reunião na Casa Branca, que não resultou em consenso. As tarifas impostas por Trump incluem altos impostos sobre aço e alumínio. A decisão também ocorre antes da viagem de Trump à Ásia, onde tratará com Xi Jinping sobre tensões comerciais.

Trump encerra negociações comerciais com o Canadá em meio a controvérsia

Donald Trump anunciou o encerramento de todas as negociações comerciais com o Canadá, acusando o país de usar propaganda enganosa envolvendo um discurso de Ronald Reagan, que critica tarifas. O presidente americano já havia imposto tarifas sobre o aço, alumínio e automóveis do Canadá, provocando uma resposta de Ottawa. O primeiro-ministro de Ontário, Doug Ford, comentou que a ação chamou a atenção de Trump. A Fundação Ronald Reagan declarou que o governo de Ontário usou material de forma inadequada. Enquanto isso, Trump continua pressionando por tarifas altas, aumentando preocupações entre economistas e empresas.

Trump sinaliza redução de tarifas à China sob condição de compras de soja

Em meio à crescente tensão comercial entre os Estados Unidos e a China, o presidente Donald Trump anunciou que considera a possibilidade de reduzir as tarifas impostas à China. No entanto, ele ressalvou que o governo chinês deve atender a certas demandas dos EUA, como a retomada de importações de soja americana. Trump elevou as tarifas em 100% neste mês, que se somam aos 30% já em prática. A China, que anteriormente era um grande importador de grãos americanos, reduziu drasticamente suas compras e tem buscado fontes alternativas, principalmente no Brasil.

EUA sentem falta do café brasileiro, diz Trump a Lula em videoconferência

Durante uma videoconferência, Donald Trump disse a Luiz Inácio Lula da Silva que os Estados Unidos 'sentem falta' do café brasileiro, impactado pela tarifa de 50% imposta pelo governo americano. Essa taxa tem contribuído para uma subida acentuada nos preços do café nos EUA, com um aumento mensal de 3,6% em agosto, o maior em 14 anos. As exportações brasileiras de café caíram drasticamente, com uma redução de quase 50% em quantidade enviada aos EUA. Lula pediu a Trump o fim dessa tarifa considerando a importância do Brasil nesse mercado, essencial para o consumo americano.

Deputado americano critica tarifa ao café brasileiro e propõe isenção

O deputado republicano Don Bacon se manifestou contra a tarifa de 50% sobre as exportações de café do Brasil para os Estados Unidos. Ao observar que os preços do café torrado aumentaram 20,9% em agosto comparado ao ano anterior, ele argumentou que taxar um produto que não pode ser produzido em larga escala só agrava a situação. Bacon acredita que os eleitores americanos que apoiaram o ex-presidente Trump em questões de fronteira e economia não concordam com tais tarifas. Ele e o deputado Ro Khanna planejam apresentar uma legislação bipartidária para isentar os produtos de café dessas taxas.

EUA aceitam diálogo na OMC, mas acordo sobre tarifas ainda é incerto

Os EUA aceitaram o pedido do Brasil para consultas na OMC sobre as tarifas impostas por Donald Trump. O governo Lula considera esse passo positivo, mas reconhece a dificuldade de um acordo. As tarifas visam responder a déficits comerciais, e o Brasil reclama de discriminação, já que outros países estão isentos. Se não houver consenso em 60 dias, o Brasil poderá solicitar a arbitragem. A iniciativa brasileira é vista como necessária para tratar de questões comerciais complexas, e as autoridades afirmam que o clima para negociações é desafiador, mas as portas do diálogo estão abertas.

Tarifas dos EUA: Brasil deve se preparar para impactos econômicos

As tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros começaram a vigorar em 6 de agosto. Apesar do impacto ainda não se fazer sentir diretamente, especialistas alertam que a resiliência do mercado brasileiro terá um prazo de validade. Atualmente, as exportações e o valor do dólar em queda indicam saúde econômica, mas se não houver medidas efetivas, dentro de três a seis meses, o Brasil enfrentará custos elevados e perda de competitividade. O governo deve agir rapidamente para evitar danos substanciais ao comércio exterior e ao emprego vinculado às exportações.

Lula reafirma postura firme contra Trump e tarifas americanas

A declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Reuters, na quarta-feira, sobre não se humilhar ligando para Donald Trump, chamou atenção na mídia americana. A Fox News destacou a posição de Lula, que é “firmemente contrário” a acordos com os EUA, classificando as tarifas impostas como uma tática intimidatória. Lula enfatizou que a comunicação de Trump carece de propostas e se baseia em ameaças, reiterando que as tarifas são uma “chantagem inaceitável”. Ele também afirmou estar sempre aberto ao diálogo, mas sem se submeter às pressões externas que afetam a economia brasileira.

Gabriel Escobar será convocado pela Câmara para discutir tarifaço dos EUA

O encarregado de Negócios da Embaixada dos EUA no Brasil, Gabriel Escobar, foi convidado pela Comissão de Finanças da Câmara dos Deputados para discutir o tarifaço de 50% sobre produtos brasileiros, que entrou em vigor recentemente. O deputado Guilherme Boulos destacou a importância de Escobar explicar os fundamentos desse tarifaço, que ele acredita possui motivações políticas. Embora Escobar não seja obrigado a comparecer, o presidente da comissão, Rogério Correia, planeja agendar a audiência para a próxima semana. Produtos como carnes e café estão entre os itens impactados pelo novo sistema de tarifas.

Frustração no setor pesqueiro após reunião com o governo sobre tarifas dos EUA

O presidente da Abipesca, Eduardo Lobo, expressou sua frustração após uma reunião com o governo sobre o tarifaço dos EUA. Segundo Lobo, não foram apresentadas soluções eficazes para resolver a situação. A reunião, que ocorreu em 4 de agosto de 2025 e foi liderada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, teve representantes de diversas pastas. Eduardo Lobo destacou a necessidade urgente de ações efetivas, mencionando divergências entre os ministros sobre o regime de exceções. Ele enfatizou que o plano de contingência deve ser anunciado rapidamente, pois a situação requer soluções imediatas, não daqui a meses.

Lula reafirma abertura ao diálogo com Trump em meio a tensões comerciais

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou nesta sexta-feira (1º de agosto de 2025) que o Brasil sempre esteve disponível para o diálogo. Sua declaração ocorreu após Donald Trump, ex-presidente dos EUA, afirmar que Lula poderia entrar em contato a qualquer momento para discutir tarifas comerciais. Lula reiterou que a responsabilidade sobre o futuro do Brasil recai sobre seus cidadãos e instituições. Enquanto o governo americano impõe tarifas, Lula está focado em proteger a economia brasileira. Apesar da tensão entre os líderes, o Itamaraty ainda avalia o gesto de Trump como potencial para iniciar o diálogo.

Trump impõe tarifas elevadas ao Brasil e aumenta taxas para o Canadá

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem executiva ampliando tarifas recíprocas que afetam mais de 90 países, com alíquotas variando de 10% a 41%. O Canadá teve sua tarifa aumentada de 25% para 35% devido à falta de cooperação em questões de imigração. O Brasil é alvo de tarifas altas, acumulando até 50% em várias exportações. A tarifa recíproca do Brasil foi estabelecida em 10%, além de outra de 40%. Trump afirmou que a taxação é uma resposta à perseguição judicial ao ex-presidente Jair Bolsonaro, processado por tentativa de golpe.

Índia promete proteger interesses nacionais após tarifa de Trump

O ministério do Comércio e Indústria da Índia divulgou uma nota informando que o governo tomou conhecimento da recente declaração do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre a imposição de uma tarifa de 25% ao país asiático. O governo indiano destacou que está estudando as implicações dessa medida e que tomará todas as medidas necessárias para proteger os interesses nacionais. Além disso, reafirmou seu compromisso com as negociações visando um acordo comercial justo e mutual, priorizando o bem-estar de agricultores e pequenas empresas nacionais em suas estratégia.

Casa Branca pode aliviar tarifas e beneficiar agronegócio brasileiro

A Casa Branca está considerando a criação de uma lista de 'exceções' às tarifas impostas a diversos países, o que poderia beneficiar o agronegócio brasileiro. Essa lista incluiria produtos naturais que os EUA não produzem, como café e cacau, conforme mencionado pelo secretário de Comércio, Howard Lutnick. A iniciativa surge em resposta às preocupações sobre o aumento de custos e preços ao consumidor devido às tarifas. Se aprovada, isso pode abrir novas oportunidades para o Brasil, já que é o principal fornecedor de café e um dos grandes exportadores de cacau e frutas para os Estados Unidos.

Trump busca legitimidade para tarifas de 50% ao Brasil em movimento polêmico

O presidente dos EUA, Donald Trump, está buscando fundamentos legais para implementar tarifas de 50% sobre produtos brasileiros, apesar da expectativa de que o Brasil tivesse tarifas limitadas a 10% devido ao superávit comercial dos Estados Unidos. Trump pretende justificar essa ação com uma declaração de emergência, que é vista por senadores como um abuso de poder. Embora um grupo de oponentes tenha alertado que essas tarifas podem afetar o custo de vida na América, Trump também enfrenta a resistência de congressistas que tentam reverter essa política econômica antes do recesso do Capitólio.

EUA podem declarar emergência para taxar produtos brasileiros em 50%

O governo dos Estados Unidos está avaliando a possibilidade de declarar uma nova emergência nacional para justificar a imposição de uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros. Essa medida, segundo a agência Bloomberg, visa contornar obstáculos legais, já que os EUA possuem superávit comercial com o Brasil, ao contrário de outros países. A discussão ocorreu em reuniões entre membros do Gabinete do Representante Comercial dos EUA e parlamentares, enquanto a Casa Branca ainda não se pronunciou oficialmente sobre a questão. Caso aprovada, a tarifa poderia entrar em vigor na próxima sexta-feira, dia 1º.

Governo Lula encara tarifas de Trump como realidade e descarta recuo do presidente americano

O governo de Lula já considera as tarifas de 50% sobre produtos brasileiros, anunciadas por Donald Trump, como uma realidade, sem esperar um recuo por parte do presidente americano. Interlocutores próximos a Lula acreditam que a possibilidade de negociação é remota, embora formalmente continuem buscando acordos. Sinais da Casa Branca são interpretados como um indicativo de que Trump pretende seguir em frente com as tarifas, que têm motivação política ao invés de econômica. O governo brasileiro planeja manter negociações, sensibilizar empresários dos EUA e se preparar para possíveis retaliações, caso as tarifas entrem em vigor.

Senado brasileiro se une para negociar tarifas em missão a Washington

O Senado brasileiro formou uma Comissão Temporária Externa que viajará a Washington entre 29 e 31 de julho para discutir as altas taxas impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Composta por figuras centrais como os ex-ministros Tereza Cristina e Marcos Pontes, além do líder do governo Lula, Jaques Wagner, a comissão visa restabelecer o diálogo sobre barreiras comerciais. O presidente do Senado, Nelsinho Trad, destaca a importância de fortalecer as relações bilaterais e defender interesses do Brasil em comércio, investimentos, agricultura, cadeias produtivas e segurança jurídica durante essa missão de 60 dias.

Trump inicia investigação comercial contra o Brasil após tarifaço

O governo dos EUA, sob a liderança de Donald Trump, anunciou uma investigação comercial contra o Brasil, visando apurar práticas consideradas 'irracionais' ou discriminatórias no comércio. A investigação, que busca entender questões relacionadas a comércio digital, tarifas e propriedade intelectual, foi revelada seis dias após a imposição de uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros. Trump justificou sua ação dizendo que isso incentivaria empresas a fabricarem nos EUA. Ao mesmo tempo, dados indicam que o Brasil teve um saldo comercial favorável aos EUA em 2024, contradizendo as alegações do presidente americano.

Eduardo Bolsonaro se distancia da Frente Parlamentar da Agropecuária nos EUA

O deputado Pedro Lupion, líder da Frente Parlamentar da Agropecuária, declarou que Eduardo Bolsonaro, exilado nos Estados Unidos, não fez contato com a bancada para discutir as tarifas de 50% impostas pela administração norte-americana sobre produtos brasileiros. Enquanto Eduardo afirma que tem canais para negociar, criticou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, por buscar soluções para o problema, considerando desrespeitoso. Tarcísio, por sua vez, continua tentando contornar a situação em reuniões com o setor privado, apesar do confronto entre as estratégias dos dois políticos em relação à crise tarifária.

Trump ameaça Rússia com tarifas de 100% e muda rumo da política externa

O presidente dos EUA, Donald Trump, manifestou descontentamento com a Rússia por causa da guerra na Ucrânia, ameaçando tarifas de 100% caso não haja um cessar-fogo em 50 dias. Durante um encontro no Salão Oval, ele afirmou que se medidas severas não forem tomadas, as tarifas serão implementadas. Trump também anunciou o envio de armas à Ucrânia via OTAN, destacando a pressão sobre os países europeus para aumentarem seus gastos com defesa. Essa nova postura representa uma significativa mudança na política externa de Trump, que anteriormente prometeu terminar a guerra rapidamente, mas não cumpriu.

União Europeia adia tarifas contra os EUA em meio a tensões comerciais

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou que a União Europeia adiou a implementação de tarifas retaliatórias contra os Estados Unidos até o dia 1º de agosto. A decisão surge em resposta ao recente anúncio do ex-presidente Donald Trump, que impôs tarifas de 30% sobre produtos importados da UE e do México, exacerbando as tensões comerciais. Embora as tarifas da UE estivessem programadas para serem efetivas na segunda-feira, os líderes europeus expressaram oposição contundente. Eles afirmam que tais tarifas prejudicam as economias de ambos os lados, exigindo negociações diplomáticas para resolver a crise.

Trump impõe tarifas de 35% sobre importações canadenses

Em uma medida controversa, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou tarifas de 35% sobre produtos canadenses a serem implementadas a partir de 1º de agosto. A decisão foi comunicada em uma carta ao primeiro-ministro canadense, Mark Carney, e divulgada em sua rede social, Truth Social. Trump justificou a ação como resposta a tarifas canadenses em retaliação às tarifas impostas pelos EUA, visando a segurança nas fronteiras para combater o tráfico de fentanil. O presidente também indicou que tarifas adicionais podem ser impostas em caso de retaliações do Canadá ou de outros países.

Trump revela novas tarifas sobre o Brasil em breve

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que novas tarifas serão impostas ao Brasil, alegando que o país não tem sido um bom parceiro comercial. Durante um evento na Casa Branca, Trump destacou que os dados sobre essas tarifas devem ser divulgados em breve. Nos últimos dias, o presidente implementou taxas contra várias nações, com alíquotas de até 30%. Além de um atraso nas tarifas maiores, Trump visa produtos específicos, incluindo cobre e medicamentos, que poderiam ter tarifas elevadas. A expectativa é que essas medidas sejam efetivas já em agosto.

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