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Trump impõe tarifas elevadas ao Brasil e aumenta taxas para o Canadá

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem executiva ampliando tarifas recíprocas que afetam mais de 90 países, com alíquotas variando de 10% a 41%. O Canadá teve sua tarifa aumentada de 25% para 35% devido à falta de cooperação em questões de imigração. O Brasil é alvo de tarifas altas, acumulando até 50% em várias exportações. A tarifa recíproca do Brasil foi estabelecida em 10%, além de outra de 40%. Trump afirmou que a taxação é uma resposta à perseguição judicial ao ex-presidente Jair Bolsonaro, processado por tentativa de golpe.

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Trump ameaça Europa com tarifas e exige Groenlândia

Donald Trump escalou tensões com a Europa ao exigir a compra da Groenlândia, prometendo tarifas de até 25% para países que se opuserem a essa intenção. Essa postura interrompeu meses de progresso nas negociações comerciais com a UE e a Otan, colocando os líderes europeus em uma posição delicada, já que dependem da proteção americana. A Europa, relutante em ceder a uma anexação forçada, estuda formas de retaliar sem escalar a situação. Enquanto isso, tropas europeias realizaram exercícios militares na Groenlândia, reafirmando seu compromisso com a região estratégica, numa nova era de confrontos diplomáticos.

Lula afirma que Brasil não se limitará a commodities e busca valor agregado

Em encontro no Rio de Janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfatizou que o Brasil não se limitará a exportar commodities, mas busca produzir e comercializar bens industriais com maior valor agregado. Ele destacou o respeito do país aos acordos internacionais, incluindo os das Nações Unidas e da Organização Mundial do Comércio. Na presença da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, Lula afirmou que o acordo entre Mercosul e União Europeia, assinado após 26 anos de negociações, representa uma cooperação visando direitos trabalhistas e respeito ao meio ambiente. O Brasil será representado na assinatura.

Lula se ausenta da assinatura do acordo UE-Mercosul no Paraguai

O presidente Lula não participará da assinatura do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, marcada para o dia 17, no Paraguai. Apesar de ser um forte apoiador do acordo, que promete criar uma das maiores zonas de livre comércio do mundo, sua ausência se deve à reprogramação do evento que foi inicialmente planejado como ministerial. Apesar disso, Lula se reunirá com líderes europeus em um evento anterior no Rio de Janeiro, destacando seu papel importante na promoção do tratado, que é contestado por oposição de agricultores europeus.

Venezuela relança suas exportações de petróleo após meses de embargo

A Venezuela iniciou a reabertura de poços de petróleo, marcando o retorno das exportações de petróleo bruto após meses de suspensão devido a um embargo dos Estados Unidos. A estatal PDVSA e seus parceiros começaram a enviar carregamentos, com dois superpetroleiros partindo na segunda-feira, representando uma possível retomada de um acordo de fornecimento de 50 milhões de barris entre Caracas e Washington. Apesar da retomada, a produção do país membro da OPEP caiu significativamente nas últimas semanas, resultando em milhões de barris acumulados em tanques e navios, enquanto a PDVSA busca evitar cortes profundos na produção.

Novos acordos comerciais ampliam mercado brasileiro com tarifas reduzidas

A vigência de três novos acordos de comércio, entre o Mercosul e a União Europeia, EFTA e Cingapura, permitirá que quase um terço do comércio exterior brasileiro beneficie-se de tarifas zero ou reduzidas. Essa mudança, segundo o ministro Geraldo Alckmin, elevará as exportações e importações beneficiadas com acesso preferencial de 12,4% para 31,2%, somando um total estimado de US$ 196,4 bilhões ao final de 2025. Isso representa um avanço significativo na competitividade da economia brasileira e potencializa oportunidades para o setor privado, além de impulsionar investimentos e a geração de empregos.

União Europeia e Mercosul firmam acordo histórico de livre comércio

A União Europeia aprovou provisoriamente o acordo de livre comércio com o Mercosul, após 25 anos de negociações, com uma votação majoritária em Bruxelas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva celebrou este momento como um dia histórico para o multilateralismo, destacando que os blocos juntos representam 718 milhões de pessoas e um PIB de US$ 22,4 trilhões. Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, ressaltou os ganhos mútuos que o pacto trará para ambas as partes. O próximo passo envolve a assinatura do acordo e sua aprovação pelos parlamentos dos países envolvidos, incluindo o Parlamento Europeu.

Aprovado acordo histórico da UE com Mercosul que transforma comércio global

Os países da União Europeia aprovaram um acordo com o Mercosul, estabelecendo a maior zona de livre-comércio global. A assinatura do tratado ocorrerá no Paraguai, com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, representando a UE. Apesar da oposição de alguns países, como França e Polônia, que receiam o impacto sobre os agricultores, o apoio foi alcançado com concessões. O acordo promete beneficiar mais de 720 milhões de consumidores e pode aumentar as relações comerciais entre os blocos, embora precise de aprovação adicional dos Parlamentos da UE e do Mercosul para ser ratificado.