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União Europeia adia tarifas contra os EUA em meio a tensões comerciais

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou que a União Europeia adiou a implementação de tarifas retaliatórias contra os Estados Unidos até o dia 1º de agosto. A decisão surge em resposta ao recente anúncio do ex-presidente Donald Trump, que impôs tarifas de 30% sobre produtos importados da UE e do México, exacerbando as tensões comerciais. Embora as tarifas da UE estivessem programadas para serem efetivas na segunda-feira, os líderes europeus expressaram oposição contundente. Eles afirmam que tais tarifas prejudicam as economias de ambos os lados, exigindo negociações diplomáticas para resolver a crise.

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Brasil busca negociar isenção de taxas sobre exportação de carne bovina à China

O Brasil iniciará negociações com a China na busca por exportar carne bovina sem a nova tarifa de 55% imposta pelo ministério chinês. O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, informou que o Brasil pretende assumir as cotas de países que não exportam ou não cumpram suas quantidades. Fávaro destacou a boa relação entre os países e que o Brasil está preparado para oferecer carnes de qualidade e preços competitivos. Apesar da nova taxa, ele afirmou que os impactos comerciais serão mínimos, com a implementação das medidas começando em primeiro de janeiro de 2026.

EUA zera tarifas sobre produtos agrícolas brasileiros em movimento estratégico

Na quinta-feira, 20 de novembro de 2025, a Casa Branca anunciou a suspensão de tarifas extras de 40% sobre 249 produtos agrícolas brasileiros. A medida, que retroage a 13 de novembro, inclui itens como carne bovina, café, frutas tropicais, suco de laranja, castanha de caju e especiarias, visando mitigar a inflação de alimentos nos Estados Unidos. Esta decisão segue conversas entre o presidente Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva, destacando o progresso nas negociações. A retirada das tarifas visa reduzir os preços para consumidores americanos antes do fim do ano, refletindo preocupações com a insatisfação popular.

Trump reduz tarifas de alimentos e gera expectativa no Brasil

Donald Trump assinou uma ordem executiva reduzindo tarifas sobre carne bovina, tomates, cafés e bananas, com o intuito de diminuir os custos nos supermercados dos EUA. As reduções, retroativas a 13 de novembro, excluem tarifas 'recíprocas', mas não eliminam todas as taxas existentes. A medida, resultado de pressão política após derrotas eleitorais, visa aliviar a pressão inflacionária sobre os consumidores. Apesar de o governo brasileiro considerar a medida positiva, eles afirmam que é insuficiente, já que os produtos continuam sujeitos a tarifas elevadas, refletindo um panorama complicado nas relações comerciais entre os dois países.

Trump e Xi Jinping: Acordo histórico reduz tarifas e retoma importações de soja

Após um encontro significativo entre Donald Trump e Xi Jinping, o presidente dos EUA anunciou uma redução de tarifas sobre produtos chineses, de 57% para 47%. Esta decisão foi motivada pela colaboração da China no combate ao comércio ilegal de fentanil. Além disso, uma tarifa de 100% aplicada anteriormente foi cancelada, simbolizando um novo entendimento entre as duas nações. O acordo, que incluirá a retomada das importações de soja dos EUA pela China, será revisitado anualmente. Trump expressou grande satisfação com a reunião, que durou quase duas horas e marcou o primeiro encontro desde 2019.

Senado dos EUA rejeita tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, mas Câmara promete barrar decisão

O Senado dos EUA rejeitou a tarifa de 50% sobre produtos brasileiros criada por Donald Trump, com 52 votos a favor da revogação e 48 contrários. A medida, proposta principalmente pelo senador democrata Tim Kaine, foi considerada prejudicial à economia norte-americana. No entanto, a decisão do Senado poderá ser barrada na Câmara dos Representantes, onde há forte apoio a Trump. O clima amistoso entre Trump e o presidente brasileiro Lula da Silva não alterou a situação. O tema das tarifas está programado para ser debatido novamente, incluindo questões sobre comércio com o Canadá e taxas globais.

Lula destaca a importância de ser respeitado acima de prêmios nobel

Durante sua visita à Malásia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que andar de cabeça erguida é mais relevante do que receber um prêmio Nobel, ressaltando a importância do livre comércio em lugar do protecionismo. A afirmação foi feita em uma coletiva ao lado do primeiro-ministro malaio Anwar Ibrahim, antes de um possível encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump. Lula também mencionou que líderes devem pensar no planeta e não apenas em seus países. Na Indonésia, ele comentou sobre vontade de realizar comércio com as próprias moedas, enfatizando a integração econômica.

Trump interrompe negociações comerciais com o Canadá após polêmica publicitária

Donald Trump suspendeu as negociações comerciais com o Canadá depois de um anúncio da província de Ontário que utilizou um discurso de Ronald Reagan criticando tarifas. Trump alegou que o vídeo, custando 75 milhões de dólares, tentava interferir nas decisões judiciais dos EUA sobre tarifas. O primeiro-ministro canadense manifestou interesse em retomar o diálogo após a recente reunião na Casa Branca, que não resultou em consenso. As tarifas impostas por Trump incluem altos impostos sobre aço e alumínio. A decisão também ocorre antes da viagem de Trump à Ásia, onde tratará com Xi Jinping sobre tensões comerciais.