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União Europeia adia tarifas contra os EUA em meio a tensões comerciais

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou que a União Europeia adiou a implementação de tarifas retaliatórias contra os Estados Unidos até o dia 1º de agosto. A decisão surge em resposta ao recente anúncio do ex-presidente Donald Trump, que impôs tarifas de 30% sobre produtos importados da UE e do México, exacerbando as tensões comerciais. Embora as tarifas da UE estivessem programadas para serem efetivas na segunda-feira, os líderes europeus expressaram oposição contundente. Eles afirmam que tais tarifas prejudicam as economias de ambos os lados, exigindo negociações diplomáticas para resolver a crise.

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Setores de carne e café dispensam socorro do governo no tarifaço dos EUA

Os setores de carne e café no Brasil não solicitam inclusão em programas de compras públicas para mitigação do tarifaço imposto pelos Estados Unidos, conforme afirmou o ministro Paulo Teixeira do MDA. Ele destacou que essa perspectiva é um sinal de otimismo por parte dos segmentos, que pedem continuidade nas negociações com o governo dos EUA. Apenas entre janeiro e julho de 2025, o Brasil exportou 169,2 mil toneladas de carne bovina e cerca de 33% do café consumido nos EUA é originário do Brasil, mostrando a relevância desses produtos para o comércio internacional.

EUA aceitam diálogo na OMC, mas acordo sobre tarifas ainda é incerto

Os EUA aceitaram o pedido do Brasil para consultas na OMC sobre as tarifas impostas por Donald Trump. O governo Lula considera esse passo positivo, mas reconhece a dificuldade de um acordo. As tarifas visam responder a déficits comerciais, e o Brasil reclama de discriminação, já que outros países estão isentos. Se não houver consenso em 60 dias, o Brasil poderá solicitar a arbitragem. A iniciativa brasileira é vista como necessária para tratar de questões comerciais complexas, e as autoridades afirmam que o clima para negociações é desafiador, mas as portas do diálogo estão abertas.

Indústrias reagem ao plano de Lula contra tarifaço dos EUA

Na quarta-feira, 13 de agosto de 2025, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e federações como Fiesp e FecomercioSP elogiaram o pacote de ajuda lançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para mitigar os efeitos do tarifaço imposto pelos EUA. Enquanto a CNI considera que o plano atende a várias demandas do setor, a Fiemg chamou as medidas de ‘paliativas’, ressaltando que não resolvem questões estruturais. Entre as ações, destaca-se a liberação de R$ 30 bilhões do Fundo de Garantia à Exportação e a prorrogação de impostos para empresas afetadas pela tarifa.

Lula se fortalece com ataque de Trump, mas precisa evitar conflito maior

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode se beneficiar da recente crítica do ex-presidente americano Donald Trump, que impôs tarifas de 50% sobre produtos brasileiros. Segundo a revista The Economist, a indignação de Trump está relacionada ao julgamento de Jair Bolsonaro pelo processo de acusação de planejamento de um golpe de Estado. Lula, ao reagir ao tarifaço, defendeu a soberania do Brasil e a independência judicial, mas a publicação alertou que as tarifas terão impacto limitado na economia, com apenas 13% das exportações expostas. Há riscos de uma possível guerra comercial no horizonte.

Lula planeja discutir tarifaço de Trump com BRICS

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que discutirá com líderes do Brics uma resposta ao tarifaço imposto por Donald Trump. Em entrevista, Lula destacou a importância de conversar com Narendra Modi e Xi Jinping sobre as implicações das tarifas norte-americanas, que entraram em vigor recentemente. Embora não haja articulação formal com o bloco, Lula planeja realizar essas conversas para entender a situação de cada país. Ele enfatizou que o Brics representa uma unidade em meio a desafios, instando a necessidade de diálogo sobre a postura anti-multilateralista dos Estados Unidos e suas consequências reais.

Lula diz não à guerra comercial com os EUA

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou que não irá retaliar os Estados Unidos com um 'tarifaço de resposta', mesmo após o aumento de 50% nas taxas sobre produtos brasileiros. Em entrevista à Reuters, Lula afirmou que prefere não agir como o presidente americano, Donald Trump. Ele destacou que seu objetivo é promover a paz nas relações comerciais, enfatizando que 'quando um não quer, dois não brigam'. O presidente se concentra em buscar soluções que beneficiem empresários e trabalhadores afetados por essas taxações, sem entrar em confrontos diretos com os Estados Unidos.

Brasil busca renegociar tarifas de Trump com terras raras

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva está considerando a inclusão de minerais estratégicos, como as 'terras raras', nas negociações com os Estados Unidos para reverter a tarifa de 50% imposta por Donald Trump sobre produtos brasileiros. A proposta sugere uma cooperação industrial, permitindo investimentos de empresas americanas na produção de componentes no Brasil, ao invés de somente extração de recursos. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirma que esta colaboração pode aumentar o comércio bilateral e atrair investimentos, especialmente em baterias de alta eficiência, enfatizando a importância dessa parceria para a economia brasileira.