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Notícias em 1 parágrafo!

Tudo sobre Soberania

Celso Amorim alerta sobre a erosão das normas internacionais e a insegurança global

Celso Amorim, assessor do presidente Lula, revela no artigo da The Economist que a erosão das normas internacionais cria um cenário de crescente insegurança global. Ele aponta o sequestro do presidente Maduro, em Caracas, como um símbolo da desestabilização da paz sul-americana, considerando que movimentos de força estão desafiando tradições históricas da região. Amorim compara o evento a crises passadas e enfatiza que a política internacional se torna cínica e brutal. Para contrabalançar essa dinâmica, defende diversificação de parcerias e a preservação dos princípios de soberania e não intervenção nas relações internacionais.

Trump ameaça Cuba e presidente Diaz-Canel defende soberania nacional

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez recentemente ameaças a Cuba, afirmando que a ilha não receberá mais petróleo da Venezuela, um importante fornecedor que também fornecia serviços de segurança. Em resposta, o líder cubano, Miguel Diaz-Canel, reafirmou a soberania de Cuba, argumentando que o país não acepta ordens externas e que as dificuldades econômicas são resultado das sanções impostas pelos EUA. Diaz-Canel criticou a moral dos EUA ao acusar Cuba e chamou a atenção para a necessidade de uma defesa forte frente a ameaças, mantendo a independência da nação cubana.

Maduro convoca brasileiros a apoiarem a Venezuela em meio a tensões com os EUA

Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, fez um apelo em programa de televisão para que brasileiros saiam às ruas em apoio ao país vizinho, invocando um apelo pela paz e soberania. Durante a transmissão, segurando um boné do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, declarou: “A luta continua”, e enfatizou a necessidade da união entre os povos em meio à crescente tensão com os Estados Unidos. O governo dos EUA intensificou ataques a embarcações suspeitas de tráfico de drogas, ampliando a situação de conflito na região. Maduro busca apoio internacional diante das ações adversas.

Acordo de paz em Genebra: Ucrânia mantém soberania em negociações com a Rússia

Durante negociações em Genebra, autoridades dos Estados Unidos e Ucrânia reafirmaram que um futuro acordo de paz com a Rússia deve garantir a total soberania da Ucrânia. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, indicou progresso nas discussões, destacando que as questões pendentes são superáveis e que os russos terão voz no processo. Após a proposta inicial que envolvia concessões territoriais à Rússia, uma nova versão do plano foi elaborada, priorizando as preocupações de Kiev. Contudo, os ataques russos em Kharkiv exacerbam a situação e a urgência por um entendimento entre as partes em conflito permanece.

Lula diz que traficantes são vítimas dos usuários de drogas

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que os traficantes são, de certa forma, vítimas dos usuários de drogas, durante entrevista em Jacarta, na Indonésia. Lula criticou as intervenções dos EUA em países como a Venezuela, ressaltando a importância do respeito à soberania nacional. Ele argumentou que, ao invés de combater o narcotráfico externamente, seria mais efetivo focar na redução do consumo interno. Após sua declaração, Lula se retratou nas redes sociais, afirmando que suas palavras foram mal colocadas, reafirmando seu posicionamento contra o crime organizado e destacando suas ações na segurança pública.

Lula defende soberania da Venezuela e critica terrorismo em Cuba

Durante a abertura do 16º Congresso do PC do B em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforçou a defesa da soberania da Venezuela e contestou a noção de que Cuba seria um país que exporta terroristas. Lula enfatizou que tanto o Brasil quanto a Venezuela têm seus próprios destinos, sem influência externa. O discurso ocorreu em um contexto de tensão entre a Venezuela e os Estados Unidos, onde Trump anunciou operações contra o narcotráfico. Para Lula, a comunicação dos partidos de esquerda deve melhorar, pois o distanciamento do povo é um desafio a ser superado.

Lula defende Venezuela e critica ameaças dos EUA

Em meio a ameaças dos Estados Unidos, o presidente do Brasil, Lula, manifestou preocupação com a interferência na Venezuela e a soberania de seu povo. Durante um congresso do PCdoB em Brasília, Lula afirmou que cada país deve ser dono do seu próprio destino e criticou os comentários de líderes estrangeiros sobre a situação venezuelana. Isso se deu após declarações do presidente americano Donald Trump, que admitiu operações da CIA e discussões sobre possíveis ataques à Venezuela. Lula reiterou que Brasil e Venezuela são distintos e reforçou a autonomia do povo venezuelano diante dessas pressões externas.

Governo Lula não se intimida perante ameaças dos EUA

O governo brasileiro emitiu uma forte resposta às novas ameaças do governo de Donald Trump, que insinuou o uso da força militar para garantir a liberdade de expressão. A nota oficial do Ministério das Relações Exteriores enfatiza que os Três Poderes do Brasil não se deixarão intimidar por atentados à sua soberania. Gleisi Hoffmann, ministra das Relações Institucionais, também se manifestou, condenando as ameaças que incluem sanções e possíveis ações militares contra o Brasil, considerando essas tentativas inadmissíveis e uma violação da democracia brasileira.

PT critica ameaças de Trump e defende soberania da Venezuela

O Partido dos Trabalhadores (PT) manifestou sua crítica às ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra a Venezuela, em meio a recentes movimentações militares na região. Em nota, o senador Humberto Costa reafirmou a posição do partido em favor do diálogo pacífico, rejeitando intervenções estrangeiras nos assuntos sul-americanos. A nota destaca a defesa da soberania e autodeterminação dos povos da América do Sul, enquanto os Estados Unidos aumentaram a recompensa pela captura de Nicolás Maduro. Por sua vez, a Venezuela mobiliza suas forças de segurança em resposta às pressões norte-americanas.

Maduro afirma que Venezuela está pronta para defender sua soberania contra ameaças externas

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, declarou que não existe possibilidade de uma invasão externa após os Estados Unidos enviarem cinco navios de guerra e cerca de 4 mil militares ao Caribe, em operações contra o narcotráfico. Maduro considera essa movimentação uma ameaça ao país, especialmente com o aumento da recompensa oferecida por Washington pela sua captura. Em resposta, Maduro enfatizou a força e a preparação das forças venezuelanas para defender a soberania nacional e convocou novos alistamentos na Milícia Bolivariana, um grupo militar formado principalmente por civis ideologicamente engajados.

Efeitos incertos da Lei Magnitsky contra Moraes e a soberania brasileira

A Lei Magnitsky pode ter implicações políticas para o ministro Alexandre de Moraes, alvo da decisão do governo Trump. Embora os bolsonaristas celebrem a ação, as sanções são limitadas. Especialistas afirmam que bancos brasileiros são obrigados a seguir a legislação nacional, independentemente das sanções impostas. A atuação do ministro Flávio Dino reforça que decisões estrangeiras não têm efeito direto no Brasil sem a devida internalização. As sanções podem pressionar as empresas com operações nos EUA, mas os efeitos práticos sobre Moraes no Brasil devem ser modestos por ora, limitando-se ao campo simbólico.

Parlamentares questionam pouso de avião dos EUA no Brasil

Parlamentares no Brasil solicitaram informações sobre o pouso de uma aeronave da Força Aérea dos Estados Unidos, um Boeing C-32B, que ocorreu em Porto Alegre e São Paulo. A deputada Talíria Petrone e outros membros do PSOL questionam os ministérios sobre a missão do avião, seu propósito e as justificativas oficiais dos EUA. As preocupações em torno da soberania nacional foram levantadas devido à falta de transparência do governo sobre o pouso da aeronave, que é frequentemente associada à CIA. A Anac não registrou o voo, mas a Aeronáutica pode ter feito o registro.

Donbas: O cerne da batalha e das ambições de Putin na Ucrânia

As negociações para terminar a guerra na Ucrânia, com foco nas regiões do Donbas, estão em plena atividade. Donetsk e Luhansk, antigas potências industriais, continuam a ser o centro das ambições de Putin. Desde 2014, a região vive conflitos entre separatistas e forças ucranianas, com mais de 14 mil mortos. O governo ucraniano hesita em ceder o território, considerando essa ação um suicídio político, enquanto analistas apontam que a recuperação do Donbas pela Ucrânia é improvável. Ao mesmo tempo, a comunidade internacional defende a soberania da Ucrânia e questiona a legitimidade da anexação russa.

Impacto da decisão de Dino nas sanções de Trump contra Moraes

Uma decisão proferida pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), estabelece que empresas brasileiras podem ser responsabilizadas se impuserem sanções ao ministro Alexandre de Moraes em cumprimento à determinação do governo Trump. Com isso, sentenças e leis estrangeiras sem validação no Brasil não serão aplicáveis. A proibição se estende à Lei Magnitsky, usada por Trump para retaliar Moraes. Essa decisão gera um dilema para empresas que poderiam ser punidas simultaneamente nos EUA e no Brasil. A medida visa proteger a soberania nacional e assegurar que a legislação brasileira permaneça em vigor.

Lula anuncia novo pronunciamento com foco em empregos e medidas contra tarifaço

O presidente Lula (PT) fará um pronunciamento em rede nacional na próxima terça-feira, 5, para apresentar novas medidas contra o tarifaço e focar na manutenção de empregos. Inicialmente, o discurso estava previsto para o dia 3, mas foi adiado para evitar conflitos com manifestações de apoiadores de Bolsonaro. A equipe de comunicação do presidente mudará o enfoque, priorizando subsídios às empresas afetadas pelas altas taxas de 50% sobre produtos brasileiros, embora mencione indiretamente o ministro Alexandre de Moraes, alvo de assédio dos Estados Unidos. O ministro das Relações Exteriores criticou o conluio que atenta à democracia.

Apoio inabalável a Moraes mesmo após sanções internacionais

Mesmo após sanções dos Estados Unidos contra Alexandre de Moraes, membros dos Três Poderes e entidades jurídicas do Brasil continuam apoiando incondicionalmente o ministro do STF. Críticas à sua conduta aumentaram, mas figuras influentes, como Luís Roberto Barroso e Gilmar Mendes, reafirmaram seu apoio, destacando sua contribuição à democracia. O presidente Lula também expressou solidariedade a Moraes, enquanto líderes do Legislativo criticaram as sanções como interferência externa. Além disso, entidades jurídicas manifestaram que a sanção é uma grave violação da soberania nacional, reforçando a defesa de Moraes frente às alegações de abusos de poder cometidos por ele.

EUA utilizam Lei Magnitsky para sancionar ministro brasileiro Alexandre de Moraes

Os Estados Unidos impuseram sanções a Alexandre de Moraes, ministro do STF, utilizando a Lei Magnitsky, que visa punir violações de direitos humanos e corrupção. Essa decisão foi considerada a primeira vez que um oficial brasileiro recebe tal punição. O presidente Lula demonstrou solidariedade a Moraes, classificando a ação como uma interferência externa e inaceitável no judiciário. O STF também apoiou Moraes, reiterando seu compromisso com a democracia. Politicamente, a sanção gerou reações polarizadas, com alguns parlamentares comemorando enquanto outros condenaram a medida como uma violação da soberania nacional do Brasil.

A ingerência de Trump e seu impacto inesperado na eleição de Lula

Rubens Ricupero, ex-embaixador do Brasil, afirmou que a ingerência de Donald Trump no processo sobre a tentativa de golpe de Estado no Brasil é um presente para Lula. Ele considera a intervenção americana como inadmissível, mas ressalta que fortalece a narrativa de Lula sobre a soberania do Brasil. Trump, em sua rede social, criticou uma suposta 'caça às bruxas' contra Jair Bolsonaro, levando Lula a afirmar que o Brasil é um país soberano. Ricupero acredita que essa situação favorece Lula na corrida eleitoral, apesar das críticas de bolsonaristas sobre a interferência externa.

Jorge Messias defende proteção da magistratura e critica ataques ao STF

Jorge Messias, ministro-chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), denunciou ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF) durante seminário em São Paulo. Ele destacou a importância de proteger a magistratura brasileira como um 'elemento civilizatório essencial', advertindo que a continuidade das agressões representa o fracasso na defesa da soberania. Messias enfatizou a necessidade de um 'projeto de soberania' para garantir a integridade do STF. Sua fala segue declarações de Marco Rubio, secretário de Estado dos EUA, que mencionou a possibilidade de sanções a Alexandre de Moraes, alvo de críticas por sua atuação política e judicial.

OAB defende Moraes contra ameaças de sanção do governo Trump

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) defendeu o ministro do STF, Alexandre de Moraes, após declarações do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, sobre possíveis sanções ao magistrado. Rubio mencionou que o governo Trump estaria analisando usar a Global Magnitsky Act para punir Moraes por supostas violações de direitos humanos. A OAB repudiou a declaração, afirmando que tal atitude fere a soberania brasileira e que apenas o Brasil pode responsabilizar seus agentes públicos. O órgão ressalta que tentativas de interferência externa não são aceitáveis em um país soberano e independente como o Brasil.

OAB repudia ameaça de sanções dos EUA a Moraes por caso Bolsonaro

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) repudiou a ameaça do governo dos Estados Unidos de sancionar o ministro do STF, Alexandre de Moraes, devido à ação penal que pode levar Jair Bolsonaro à prisão por tentativa de golpe. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, destacou que a possibilidade existe. Marcus Vinícius Furtado Coêlho, presidente da OAB, considerou inaceitável que outra nação interfira nos assuntos brasileiros, afirmando que o Brasil é soberano e capaz de cuidar de suas questões internas. A OAB defende que somente o Estado brasileiro tem a legitimidade para responsabilizar seus agentes públicos.

Trump humilha primeiro-ministro canadense em cena constrangedora

Em um episódio incomum de consagração diplomática, o primeiro-ministro canadense Mark Carney foi humilhado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, durante uma conferência na Casa Branca. Carney afirmou claramente que 'o Canadá não está, e nunca estará, à venda' em resposta a Trump, que frequentemente menciona a ideia de tornar o Canadá o 51º estado dos EUA. Trump reagiu com desdém, sugerindo que a anexação poderia ser uma possibilidade futura, provocando risos entre os presentes. Apesar do tratamento desrespeitoso, Carney manteve a postura digna, reafirmando a soberania canadense e a importância das relações bilaterais.

México diz não a proposta de Trump para enviar tropas ao país

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, rejeitou uma proposta do presidente dos EUA, Donald Trump, para o envio de tropas americanas ao México, que visaria apoiar o combate ao narcotráfico. Sheinbaum afirmou que proporcionou uma resposta direta a Trump, enfatizando que a soberania do país é inviolável e não está à venda. Em um evento público, ela comentou que o conteúdo de uma reportagem que revelou a sugestão era verdadeiro, mas não representava tudo exatamente. Embora tenha descartado a presença militar, ela se mostrou aberta a colaborar com os EUA por meio do compartilhamento de informações.

Moraes critica Starlink e destaca risco à soberania do Brasil

O ministro do STF, Alexandre de Moraes, criticou a Starlink, empreendimento de Elon Musk, apontando que representa uma ameaça à soberania nacional do Brasil. Moraes alertou que a expansão da empresa, com seus satélites de baixa órbita, pode reduzir a dependência das antenas e sistemas de telecomunicações brasileiros, comprometendo a jurisdição nacional. Ele enfatizou a necessidade de uma forte reação diante dessa crescente influência das big techs, que, segundo ele, atacam os pilares da democracia. O ministro defendeu a regulamentação das redes sociais para garantir a responsabilização, além de promover um debate sobre a regulamentação digital e sua importância.

Ministro Moraes pede investigação sobre crimes de Eduardo Bolsonaro

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, requisitou à Procuradoria-Geral da República (PGR) um parecer sobre uma denúncia relacionada ao deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que enfrenta acusações de crimes contra a soberania nacional. Autoridades petistas, como Lindbergh Farias e Rogério Correia, exigem investigações sobre suas supostas articulações com políticos americanos para constranger o STF. Eles também propuseram a apreensão de seu passaporte. Eduardo Bolsonaro defendeu suas ações no exterior como um direito à liberdade de expressão, enquanto o governo brasileiro repudiou a politização das decisões judiciais, respondendo a críticas internacionais.

Alexandre de Moraes critica Trump: Os países não são colônias dos EUA

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, criticou a postura do presidente dos EUA, Donald Trump, em reunião com o presidente ucraniano Volodimir Zelenski, chamando a atenção para o tratamento que países não devem receber como colônias americanas. Em suas declarações, Moraes reafirmou que o Brasil deixou de ser colônia em 1822, enfatizando a defesa da Constituição, da soberania brasileira e dos direitos humanos. Durante a reunião, Trump adotou um tom agressivo com Zelenski sobre a guerra na Ucrânia, criando um cenário tenso que culminou com o presidente ucraniano saindo antes de uma entrevista agendada.

Supremo revela independência: Moraes responde a críticas de Trump

O ministro do STF, Alexandre de Moraes, respondeu à crítica do governo Trump sobre decisões judiciais brasileiras, afirmando que o Brasil já não é uma colônia desde 7 de setembro de 1822. Durante sessão do Supremo, ele destacou a importância da autonomia do judiciário e a defesa da Constituição. Moraes também frisou que os membros da ONU devem agir com respeito à autodeterminação dos povos. Em contrapartida, os EUA aprovaram um projeto propondo a proibição de sua entrada no país, além de ações da Trump Media contra ele, as quais foram negadas pela Justiça americana.

Moraes defende a soberania do Brasil e critica sanções dos EUA

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, em resposta a sanções do governo Trump, afirmou a soberania do Brasil e enfatizou a importância da independência nacional desde 1822. Durante uma sessão do tribunal, ele citou princípios da ONU sobre democracia e direitos humanos para justificar suas decisões. Moraes declarou que as relações internacionais devem ocorrer sem coação ou hierarquia, defendendo a autodeterminação dos povos. Ele ressaltou o respeito aos 193 estados membros da ONU e a luta contra o fascismo e o imperialismo. Barroso, presidente do STF, também comentou sobre tentativas de golpe em 2022, reforçando a democracia.

Canal do Panamá rejeita demandas de Trump e reafirma soberania

O administrador do Canal do Panamá, Ricuarte Vásquez Morales, deixou claro que ceder à solicitação do presidente eleito dos EUA, Donald Trump, para tratamento preferencial aos navios americanos no canal resultaria em caos. Morales afirmou que as regras são universais e não devem discriminar países, em conformidade com os tratados de neutralidade e o direito internacional. Ele refutou as alegações de Trump sobre controle chinês no canal, reafirmando que a operação é exclusivamente panamenha. O chanceler do Panamá sublinhou que a soberania do canal não é sujeita a negociação, preservando sua história e conquistas.

Panamá reafirma soberania sobre canal em resposta a Trump

O Panamá reafirmou, em resposta ao presidente eleito dos EUA, Donald Trump, que a soberania sobre seu canal interoceânico é inegociável. O chanceler panamenho, Javier Martínez-Acha, destacou que a condução do canal é exclusivamente panamenha. Essa declaração veio após Trump deixar em aberto a possibilidade de ações militares para retomar o controle da via, que é crucial para o comércio global. O canal, inaugurado em 1914 e transferido ao Panamá em 1999, é vital para a economia mundial e é visto pelos panamenhos como uma conquista de soberania que deve ser preservada.

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