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Notícias em 1 parágrafo!

Tudo sobre Nasa

Voyager 1 se aproxima de marco histórico na exploração do espaço

Em novembro de 2026, a Voyager 1, sonda espacial da Nasa, alcançará uma distância histórica de um dia-luz da Terra, representando um marco inédito na exploração do espaço. Lançada em 1977, a Voyager 1 é a nave mais distante do planeta, atualmente explorando o espaço interestelar a 25,4 bilhões de quilômetros de distância. Isso significa que os sinais enviados da Terra levarão 24 horas para chegar até a sonda. A equipe da Voyager está trabalhando para garantir que instrumentos essenciais permaneçam operacionais, à medida que as naves veniam se aproximando do seu 50º aniversário em 2027.

Telescópio Hubble revela imagens fascinantes do cometa 3I/ATLAS

O Telescópio Espacial Hubble e a missão Juice da ESA capturaram novas imagens do cometa interestelar 3I/ATLAS, que se aproxima da maior proximidade com a Terra. Descoberto em julho, o cometa é apenas o terceiro objeto interestelar observado no nosso sistema solar. A Juice, explorando Júpiter e suas luas, também registrou atividade intrigante ao redor do cometa. Em 19 de dezembro, o 3I/ATLAS passará a 270 milhões de quilômetros da Terra, sem risco para o nosso planeta. As pesquisas sobre o cometa prometem oferecer mais informações sobre sua composição e trajetória nos próximos meses.

Cometa 3I/ATLAS se aproxima da Terra e intriga cientistas

O cometa interestelar 3I/ATLAS, que foi descoberto em julho, está se aproximando da Terra e gerou muita curiosidade entre astrônomos. O Telescópio Espacial Hubble realizou novas observações em 30 de novembro, capturando imagens nítidas do cometa a 286 milhões de quilômetros de distância. A missão Juice da ESA também registrou atividade interessante ao redor do cometa. Os dados coletados fornecerão detalhes sobre a composição e a trajetória do 3I/ATLAS, que deve continuar visível por meses. Este objeto excursionista através do Sistema Solar não representa nenhum risco à Terra, que está a 150 milhões de quilômetros do Sol.

Cometa 3I/ATLAS se aproxima da Terra e encanta com imagens da NASA

O cometa 3I/ATLAS, uma vasta bola de neve descoberta em junho, está em rota de saída do Sistema Solar e sob monitoramento da NASA. Com velocidade de cerca de 210.000 km/h, ele já se aproximou de Marte e do Sol, alcançando seu ponto mais próximo da Terra em 19 de dezembro, a 270 milhões de quilômetros de distância. Recentemente, a NASA compartilhou imagens do cometa, que se tornou mais brilhante e ativo, liberando gases e poeira. O Telescópio Espacial Hubble registrou detalhes do núcleo do cometa e sua fina atmosfera, observando seu movimento acelerado.

NASA registra imagens surpreendentes da Terra durante passagem da sonda OSIRIS-APEX

A sonda OSIRIS-APEX da NASA esteve em aproximação da Terra, a apenas 3.438 quilômetros, capturando imagens impressionantes do nosso planeta na última terça-feira (23). Essa passagem teve como intuito coletar dados que ajudam a calibrar seus instrumentos científicos. A missão é destinada a estudar o asteroide Apophis, que deverá passar a apenas 32.000 quilômetros da Terra em abril de 2029. Apesar de seu nome remetendo ao deus egípcio do caos, os cientistas descartaram qualquer risco de colisão. A aproximação futura vai possibilitar observações de mudanças na superfície do asteroide.

Astrônomos capturam primeiras imagens de matéria escura

Astrônomos anunciaram a captura das primeiras imagens diretas da matéria escura, utilizando o Telescópio Espacial Fermi de Raios Gama da Nasa. A equipe detectou raios gama resultantes da colisão de partículas dessa misteriosa substância, que, segundo teorias, interage apenas através da gravidade. O professor Tomonori Totani, da Universidade de Tóquio, destacou que, se confirmada, essa seria a primeira vez que a humanidade teria 'visto' a matéria escura, representando um grande avanço na astronomia. Os dados ainda passarão por verificação adicional para assegurar a autenticidade das descobertas.

Nasa apresenta novas imagens do cometa 3I/Atlas em transmissão ao vivo

O cometa 3I/Atlas, terceiro visitante interestelar, será o foco de uma coletiva da Nasa nesta quarta-feira (19). A apresentação ocorrerá no Goddard Space Flight Center, às 17h (horário de Brasília), com transmissão ao vivo nos canais da agência. O 3I/Atlas foi descoberto em julho e é considerado uma cápsula do tempo, preservando materiais interestelares antigos. Durante sua passagem, não representa riscos à Terra, com uma aproximação mínima de 170 milhões de milhas. A coletiva incluirá novas imagens e análises, e o público poderá interagir enviando perguntas com a hashtag #AskNASA.

Quando a Terra se tornará inabitável? Estudo da Nasa traz revelações alarmantes

Pesquisadores da Universidade de Toho, em colaboração com a Nasa, estimaram que a Terra se tornará inabitável no ano 1.000.002.021 devido ao aumento da radiação solar, que levará à evaporação dos oceanos e ao desaparecimento do oxigênio. O estudo destaca que as condições para a vida humana começarão a se deteriorar muito antes desse fim. As mudanças climáticas e a maior atividade solar já são evidentes, indicando que o planeta está perdendo seu equilíbrio. Os cientistas reforçam a urgência de buscar alternativas, como habitats artificiais e a colonização do espaço, para garantir a sobrevivência futura.

Cientistas revelam novas verdades sobre a Lua com amostras da Apollo

Cientistas fizeram novas descobertas sobre a Lua ao analisarem amostras da missão Apollo, coletadas em 1972. Um estudo revelou que as rochas lunares contêm compostos de enxofre diferentes dos encontrados na Terra, desafiando crenças anteriores. As amostras, armazenadas em hélio, foram analisadas com tecnologias modernas que permitiram obter novos dados. Duas teorias emergiram: a primeira sugere que os compostos são remanescentes de processos primitivos na Lua, enquanto a segunda propõe que eles derivam de uma colisão com um objeto do tamanho de Marte, que formou a Lua. Pesquisas futuras buscarão entender essa composição.

Descubra quanto tempo leva para viajar até Marte

A Nasa informou que uma viagem a Marte com a tecnologia atual levaria entre seis a dez meses. Esse tempo de percurso varia conforme a posição dos planetas e o tipo de trajetória escolhida. A distância média entre a Terra e Marte é de cerca de 225 milhões de quilômetros. Durante a jornada, fatores como a massa da espaçonave, tipo de propulsão e necessidade de ajustes de trajetória influenciam o tempo da missão. Além disso, a segurança da tripulação é uma preocupação crucial, pois longos períodos no espaço expõem os astronautas a riscos significativos.

Voyager 1 e 2 seguem fazendo história no espaço interestelar

As sondas Voyager 1 e 2, lançadas em 1977, continuam enviando sinais do espaço interestelar, mantendo-se em funcionamento quase cinco décadas após a missão original. Voyager 1, o objeto mais distante feito pelo homem, está a mais de 25 bilhões de quilômetros da Terra, e sua comunicação com o nosso planeta demora 23 horas e 20 minutos. Por sua vez, Voyager 2, a 21 bilhões de quilômetros, transmite sinais que levam cerca de 19 horas e meia para chegar aqui. Ambas as sondas também carregam a famosa mensagem da humanidade em um disco de ouro.

Nova missão da NASA busca desvendar os mistérios da heliosfera

A NASA lançou a missão Imap, a qual investigará a heliosfera, uma bolha que protege nosso sistema solar da radiação cósmica. Essa missão se concentra no vento solar e como ele interage com o espaço interestelar. Os dados coletados ajudarão os cientistas a entender como a heliosfera protege os planetas, sendo fundamental para a vida na Terra e possivelmente em Marte. Com dez instrumentos a bordo, o Imap apresentará um mapeamento detalhado dessa região e preverá tempestades solares, fornecendo dados cruciais para proteger astronautas e sistemas de comunicação da Terra.

Nasa encontra indícios de vida antiga em Marte e avança na corrida espacial

A Nasa anunciou possíveis indícios de vida em Marte, localizados na cratera de Jezero pela missão do rover Perseverance. A análise de uma rocha chamada Chevaya Falls revelou uma combinação de minerais e material orgânico que pode indicar a presença de microfósseis, fruto de metabolismo microbiano, embora a equipe científica reconheça que ainda há dúvida se a origem é biológica ou resultado de processos químicos abióticos. A astrônoma Rosaly Lopes enfatiza a necessidade de trazer a amostra à Terra para análises definitivas, e a Nasa continua suas missões espaciais em busca de vida fora do planeta.

Descoberta espacial: Milhares de estrelas recém-nascidas reveladas pelo telescópio James Webb

O Telescópio Espacial James Webb, da Nasa, capturou uma imagem impressionante contendo milhares de estrelas recém-nascidas, revelando o centro de formação estelar a 5.500 anos-luz da Terra. A imagem, divulgada recentemente, destaca a Nebulosa da Lagosta, uma vasta nuvem de poeira e gás que serve como berçário estelar, onde essas estrelas estão se formando. A colossal nebulosa se estende além do alcance das lentes, e dentro dela, encontra-se o aglomerado de estrelas Pismis 24. O telescópio, lançado em 2021, é o mais potente já enviado ao espaço, capturando imagens em infravermelho.

Nasa muda rumo e deixa mudanças climáticas de lado em foco na exploração espacial

A Nasa, sob a liderança do administrador interino Sean Duffy, planeja descartar suas atividades relacionadas ao monitoramento das mudanças climáticas para se concentrar exclusivamente na exploração espacial. Em entrevista à Fox Business, Duffy criticou a diversidade de prioridades estabelecidas por administrações anteriores e ressaltou que a agência voltará seu foco às missões espaciais, até a Lua e Marte. Embora a Nasa tradicionalmente tenha sido uma fonte significativa de dados climáticos, Duffy afirmou que a nova direção não cortou ainda nenhuma missão ou recurso, mas a intenção é redirecionar esforços para a exploração.

Astrônomos encontram exoplaneta com zona habitável próximo à Terra

Astrônomos descobriram indícios de um exoplaneta em uma zona habitável localizado no sistema estelar Alfa Centauri, a apenas 4 anos-luz da Terra. Se confirmado, este exoplaneta pode ser o mais próximo do nosso planeta com potencial para água em sua superfície. Utilizando o Telescópio Espacial James Webb, os cientistas identificaram o brilho do exoplaneta e publicaram suas descobertas em artigos no The Astrophysical Journal Letters. Embora o planeta tenha características favoráveis, os pesquisadores acreditam que não seria capaz de sustentar vida como a conhecemos, possivelmente sendo um gigante gasoso com massa semelhante à de Saturno.

Retorno à lua: a missão Artemis da NASA está de volta

A missão Artemis, da NASA, visa levar astronautas de volta à Lua após mais de 50 anos desde a última ida, marcada pela Apollo 17. A Artemis pretende estabelecer uma presença humana contínua no satélite, começando com testes não tripulados e avançando para voos com astronautas. A primeira fase ocorreu em 2022, e o próximo passo, a Artemis II, está planejado para abril de 2026, com sobrevoo lunar. A Artemis III, programada para 2027, contemplará o primeiro pouso tripulado na superfície lunar, enquanto missões futuras visam construir uma estação espacial orbitando a Lua.

Sonda da NASA faz história com imagens impressionantes do Sol

A sonda solar Parker, da NASA, fez história ao registrar imagens mais próximas do Sol, a apenas 6,1 milhões de quilômetros da superfície. Esses dados são cruciais para entender como o Sol influencia o Sistema Solar e os potenciais efeitos na Terra. As imagens revelam a coroa solar e o vento solar, um fluxo de partículas carregadas. Nicky Fox, da NASA, destacou que essas observações vão aprimorar previsões climáticas espaciais, garantindo segurança para astronautas e tecnologia na Terra. Lançada em 2018, a Parker continuará sua missão até completar 24 voltas ao redor do Sol em sete anos.

Nasa revela como Marte perdeu sua água e se tornou inóspito

A NASA fez uma descoberta significativa sobre a transformação de Marte em um planeta árido e inabitável. Um estudo recente indicou que a pulverização causada por tempestades solares foi responsável pela perda da atmosfera marciana, o que impossibilitou a presença de água líquida. Este fenômeno ocorreu no início da história de Marte, após a perda de seu campo magnético, permitindo que a atmosfera se desgastasse e a água começasse a escapar para o espaço. As observações diretas, realizadas pela missão Maven, mostram que o processo acontece a uma taxa quatro vezes maior do que o previsto anteriormente.

Nasa descobre cometa interestelar que cruzará nosso Sistema Solar

A Nasa anunciou a descoberta do cometa interestelar 3I/ATLAS, que está se aproximando do Sistema Solar. O cometa deverá alcançar seu ponto mais próximo ao Sol em outubro, cruzando a região entre Marte e a Terra. Apesar de sua proximidade, não há risco para o planeta, pois a distância mínima será de 1,6 unidade astronômica, cerca de 240 milhões de quilômetros. O corpo celeste foi primeiramente detectado em 1º de julho, com observações auxiliares de outros telescópios. Cientistas acreditam que será visível até setembro desse ano antes de se distanciar novamente do Sol.

Descubra por que Marte nunca se tornou habitável

Um recente estudo publicado na revista Nature revela novos insights sobre a habitabilidade de Marte, sugerindo que, apesar de ter traços de antigos rios, o planeta vermelho estava destinado a ser desértico. A pesquisa, liderada pelo cientista Edwin Kite, da Universidade de Chicago, identifica que os períodos de água líquida foram breves e sucedidos por longos milênios de deserto estéril, tornando a sobrevivência de qualquer forma de vida extremamente difícil. A análise de rochas ricas em carbonatos pelo rover Curiosity da Nasa ilumina a complexidade do passado marciano e levanta questões sobre possível vida em outros planetas.

Satélite antigo surpreende ao emitir sinais misteriosos após décadas

Um satélite da NASA, lançado em 1964, conhecido como Relay 2, surpreendeu cientistas ao ressurgir com sinais de rádio após décadas inativo. Astrônomos australianos detectaram essas emissões em junho, com a origem rastreada até o velho satélite, anteriormente considerado lixo espacial. O Relay 2 retransmitiu imagens das Olimpíadas de Tóquio e, após cumprir sua missão, foi classificado como obsoleto. Agora, especialistas sugerem que o satélite acumulou carga elétrica ao longo dos anos, gerando explosões eletromagnéticas. Essa descarga, embora inofensiva para humanos, pode afetar outros equipamentos em órbita.

O mais longo eclipse solar total da história será em 2186

Um eclipse solar total, que antecipadamente está programado para ocorrer em 16 de julho de 2186, promete ser o mais longo da história, durando 7 minutos e 29 segundos. Embora muitos não tenham a oportunidade de testemunhar o evento, os descendentes podem vê-lo no norte da América do Sul, especificamente na Colômbia, Venezuela e Guiana, onde será visível na sua totalidade. No Brasil e em áreas próximas, a observação será parcial. Eclipses solares totais ocorrem, em média, a cada 18 meses, enquanto os parciais acontecem pelo menos duas vezes ao ano em diversas localidades.

Donald Pettit: O astronauta que captura a Terra em imagens de tirar o fôlego

O astronauta Donald Pettit, conhecido por ser o mais velho em atividade na Nasa, retornou à Terra após uma impressionante missão de 220 dias na Estação Espacial Internacional. Durante sua estadia no espaço, ele capturou imagens deslumbrantes de grandes cidades, satélites e rios, destacando a beleza do nosso planeta vista de cima. Ao completar 70 anos, Pettit expressou o desejo de voltar ao espaço, revelando sua incansável paixão pela exploração. Seus registros, que incluem fotos da Lua, do Rio Betsiboka em Madagascar e de Dubai, mostram a relevância da ciência e do turismo espacial na atualidade.

Satélite da década de 70 pode cair na Terra em breve!

Uma parte da nave espacial Kosmos 482, lançada em 1972 com destino a Vênus, deve reentrar na atmosfera da Terra nas próximas duas semanas. Este módulo, com 495 quilos, orbita a Terra desde seu lançamento e agora pode cair intacto. Especialistas monitoram sua trajetória e acreditam que ele pode aterrissar em uma ampla área, abrangendo latitudes entre 52 graus norte e sul. Há baixa probabilidade de atingir alguém, mas a visualização do evento deve ser impressionante, ao ser visto como uma bola de fogo no céu. A recuperação científica seria única se partes forem encontradas.

Prepare-se para a chuva de meteoros Eta Aquáridas!

A chuva de meteoros Eta Aquáridas, composta por resquícios do cometa Halley, poderá ser observada no Brasil entre os dias 5 e 6 de maio. Com um pico de até 50 meteoros por hora, os espectadores devem olhar para o leste em áreas com pouca poluição luminosa durante a madrugada. A visibilidade será favorecida pela lua minguante, que se porá antes da visualização do fenômeno. Para quem não puder observar ao ar livre, transmissões ao vivo de instituições científicas, como o Observatório Nacional, estarão disponíveis, permitindo que todos acompanhem o espetáculo celeste. 

Asteroide 2024 YR4: Chance de colisão com a Terra é drasticamente reduzida

A NASA atualizou recentemente as projeções sobre o asteroide 2024 YR4, diminuindo a probabilidade de colisão com a Terra em 22 de dezembro de 2032 para apenas 0,004%. Quando descoberto, o asteroide apresentava uma chance de impacto de 3,1%, mas os pesquisadores da NASA e da Agência Espacial Europeia (ESA) conseguiram refinar os cálculos. O asteroide possui entre 53 e 67 metros de diâmetro e, embora a chance de colisão com a Terra tenha diminuído, a possibilidade de impacto na Lua permanece em 1,7%. Monitoramento continua sendo realizado, assegurando segurança.

Cientistas alertam para asteroide que pode impactar a Terra em 2032

Um asteroide recentemente descoberto, denominado 2024 YR4, está sendo monitorado por agências espaciais devido ao potencial risco de colisão com a Terra em 2032. O objeto, com diâmetro entre 53 e 67 metros, viaja a 62 mil quilômetros por hora e, se colidir, poderia criar uma cratera de até 34 quilômetros, liberando energia equivalente a 500 bombas atômicas. Embora a probabilidade de impacto seja inferior a 1%, a trajetória pode ser alterada por fatores gravitacionais. Cientistas consideram também o risco de um impacto na Lua, estimado em 3,8% e continuam vigilantes.

Nasa descobre asteroide em forma de amendoim no espaço

A Nasa revelou a descoberta de um asteroide peculiar em forma de 'amendoim', denominado Donaldjohanson, durante uma missão da sonda Lucy, que captura imagens em alta velocidade. Esse asteroide, com 8 km de comprimento e 3,5 km de largura, foi encontrado no cinturão entre Marte e Júpiter. Sua estrutura, resultante de colisões, liga dois lóbulos. As primeiras imagens mostram um asteroide girando lentamente, revelando detalhes de sua geologia complexa. Este encontro é um teste para a missão que visa estudar asteroides troianos até 2033, ampliando nosso entendimento do Sistema Solar.

Descoberta da Nasa revela passado habitável de Marte com nova evidência

Um novo mineral chamado siderita, encontrado em Marte pelo rover Curiosity, oferece evidências de um passado quente e úmido do planeta, sugerindo que ele possuía água em estado líquido e possivelmente abrigava vida. A siderita, um carbonato de ferro, foi encontrada em três locais na cratera Gale entre 2022 e 2023, indicando que Marte teve uma densa atmosfera rica em dióxido de carbono, crucial para criar condições de habitabilidade. Os cientistas agora investigam a transição de uma atmosfera espessa para uma fina, revelando mistérios sobre a evolução do clima marciano e possíveis reservas de água no interior do planeta.

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