O Telescópio Espacial James Webb produziu o mapa mais detalhado da distribuição de matéria escura no universo, conforme publicado na revista Nature. Este estudo inédito revela a organização de estruturas invisíveis que compõem cerca de 85% da matéria existente, embora não sejam diretamente observáveis. Usando lentes gravitacionais fracas, os pesquisadores identificaram diversas concentrações de massa em grandes escalas cósmicas, formando uma teia que orienta a evolução das galáxias. O James Webb superou limitações de telescópios anteriores, como o Hubble, oferecendo maior clareza sobre regiões remotas e na formação do cosmos.