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Notícias em 1 parágrafo!

Tudo sobre Geopolítica

As intrigantes conexões geopolíticas de Jeffrey Epstein

  • Jeffrey Epstein tinha uma complexa rede de conexões com serviços de inteligência e figuras de poder, envolvendo tanto a Rússia quanto Israel.
  • Ele atuava como um intermediário, conectando interesses geopolíticos e acumularia informações valiosas através de suas interações.
  • Seus vínculos se estendiam a figuras influentes como Ehud Barak, ex-primeiro-ministro de Israel, e altos funcionários russos, apontando para uma colaboração estratégica em diversos campos.

Trump ameaça tarifas para países que se opuserem à anexação da Groenlândia

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou taxar países que não apoiarem a tentativa dos EUA de anexar a Groenlândia, defendendo a medida como crucial para a segurança nacional. Durante um evento na Casa Branca, ele mencionou que a Groenlândia é vital para o novo sistema de defesa aéreo, o Domo Dourado. A ilha, estrategicamente posicionada entre os EUA e a Rússia, tem grande importância geopolítica, e Trump enfatizou que, caso os EUA não a adquiram, Rússia ou China o farão. Países europeus já enviaram tropas para a Groenlândia a pedido da Dinamarca.

Alemanha, Suécia e Noruega enviam tropas para Groenlândia em resposta a Trump

A Alemanha, Suécia e Noruega anunciaram no dia 14 de janeiro de 2026 que enviarão tropas à Groenlândia para uma missão de exploração entre 15 e 17 de janeiro. Esta ação ocorre em resposta às ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que tem pressionado a Dinamarca sobre o controle da ilha. O comunicado alemão destaca que essa colaboração visa explorar condições para potencial apoio militar à Dinamarca, que reforçou sua presença na região em parceria com aliados da Otan. A situação é complexa, envolvendo crescente interesse geopolítico de Rússia e China no Ártico.

Acordo Mercosul-União Europeia: um marco estratégico para o Brasil

Após mais de 25 anos de negociações, o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia finalmente foi aprovado, marcando um avanço significativo. O economista Marcos Troyjo, arquiteto do acordo, destaca que sua relevância está no contexto geopolítico atual, onde o comércio se torna um elemento estratégico e de segurança. Embora o novo pacto apresente cláusulas de transição e adaptações para o mercado brasileiro, ele almeja aumentar a competitividade do território em um cenário global desafiador. Mesmo com algumas perdas nas condições negociadas, o acordo traz promessas de investimentos significativos e acesso ampliado aos mercados europeus.

Diplomacia brasileira em risco após ataque de Trump à Venezuela

O recente ataque dos EUA à Venezuela e as ameaças de Donald Trump a países latino-americanos revelam a vulnerabilidade da América Latina frente ao poder americano. Especialistas afirmam que o Brasil, embora melhor posicionado que outros, enfrenta desafios na diplomacia, uma vez que suas tradicionais estratégias estão enfraquecidas. O governo de Lula, apesar de condenar a agressão, procura manter boas relações com Trump e outros líderes globais. A articulação internacional do Brasil inclui doações para a Venezuela, enquanto analistas preveem a necessidade de investimentos em defesa para fortalecer a segurança nacional em um novo contexto geopolítico.

EUA apreendem petroleiro russo relacionado à Venezuela e intensificam tensões diplomáticas

Os Estados Unidos apreenderam um petroleiro com bandeira russa, relacionado à Venezuela, no Atlântico Norte, conforme mandado judicial. As autoridades americanas haviam perseguido o navio desde dezembro de 2025, que tentava burlar sanções impostas anteriormente. A apreensão aumenta as tensões entre Washington e Moscou, especialmente após o envio de um submarino russo para escoltar o petroleiro. A Rússia declarou que a ação dos EUA é uma violação do direito internacional, enquanto uma segunda embarcação foi apreendida no Caribe por supostas atividades ilícitas. A situação revela um cenário complexo de geopolítica e comércio de petróleo.

Trump mira Brasil após agir na Venezuela, alerta especialista

O especialista Erick Langer, da Universidade de Georgetown, alerta que Donald Trump pretende influenciar as eleições no Brasil após sua recente operação militar na Venezuela. Ele menciona que Trump busca criar uma colônia econômica na Venezuela, priorizando a extração de petróleo por empresas americanas, independentemente do regime em poder. Langer afirma que essa interferência pode prejudicar a direita brasileira, pois o nacionalismo poderá prevalecer. Além disso, considera o Brasil um contrapeso essencial contra as investidas de Trump na América Latina, dado seu peso político e impacto histórico na região.

Maduro se declara inocente e diz ser prisioneiro de guerra em tribunal de NY

Durante sua audiência em Nova York, Nicolás Maduro se declarou inocente das acusações de tráfico de drogas, afirmando ser o presidente da Venezuela e um 'prisioneiro de guerra'. Enfrentando várias acusações, incluindo narcoterrorismo, ele chegou ao tribunal usando uniforme prisional e algemado, acompanhado de sua esposa, Cilia Flores, também inocente. Manifestantes se reuniram do lado de fora do tribunal, expressando diversos sentimentos sobre o incidente. Maduro alegou ter sido sequestrado em sua casa, enquanto os Estados Unidos realizavam uma operação militar que resultou em sua detenção e transferência para o Centro de Detenção Metropolitano no Brooklyn.

G20 dividido: apoio e condenação ao ataque dos EUA na Venezuela

No G20, a recente operação militar dos EUA contra a Venezuela gerou divisões. Três países, Argentina, Itália e França, apoiaram a ação, enquanto Brasil, Canadá, México, China, Rússia, Turquia, África do Sul e União Europeia a repudiaram. A captura de Nicolás Maduro foi elogiada por líderes como Javier Milei da Argentina, que a considerou uma vitória pela liberdade. Entretanto, muitos líderes chamaram o ataque de violação do direito internacional, exigindo respeito à soberania venezuelana. O secretário-geral da ONU expressou preocupação sobre as consequências dessa ação, pedindo soluções políticas pacíficas para a região.

EUA e Venezuela: operação militar não afetará Copa do Mundo de 2026

A operação militar dos Estados Unidos contra a Venezuela, iniciada neste sábado, resultou na prisão de Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. Entretanto, ao contrário da exclusão da Rússia das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2022 após a invasão da Ucrânia, a FIFA não irá punir os Estados Unidos e a Copa do Mundo de 2026 não sofrerá impactos. Com os EUA sediando 78 dos 104 jogos do torneio, e contratos já estabelecidos, não há indicações de protestos de países já classificados, minimizando a possibilidade de ações contra a realização do evento.

EUA intensificam perseguição a navio-tanque em operação contra sanções

A Guarda Costeira dos Estados Unidos está perseguindo um navio-tanque na costa da Venezuela, um esforço que pode resultar em uma nova apreensão de petróleo. Este seguimento é parte de uma ofensiva maior contra embarcações que burlam sanções, com a operação sendo a segunda do fim de semana e a terceira em duas semanas. O navio, conhecido como Bella 1, está registrado sob bandeira falsa e tem um histórico de transportar petróleo venezuelano e iraniano. As apreensões intensificam as tensões geopolíticas, sobretudo em relação ao mercado de petróleo e seu impacto econômico.

Fuga cinematográfica: Líder opositora escapa da Venezuela sob proteção aérea

María Corina Machado, vencedora do Nobel da Paz, protagonizou uma fuga cinematográfica da Venezuela, revelando a repressão extrema do regime de Maduro. Após meses escondida, ela foi retirada do país em uma operação secreta digna de espionagem. Disfarçada e usando documentos falsos, Corina atravessou Caracas sob o risco de ser capturada. Fontes indicam que caças dos EUA podem ter garantido cobertura aérea durante sua travessia até Curaçao, onde chegou em segurança. Sua fuga simboliza a coragem diante da opressão e destaca a vulnerabilidade do regime, que teme o poder simbólico da oposição.

Interferência de GPS na Venezuela: O impacto da presença militar dos EUA

A interferência de GPS na Venezuela aumentou, coincidindo com a presença militar dos EUA no Caribe. Desde a chegada do porta-aviões USS Gerald R. Ford, os voos comerciais sofreram bloqueios de sinal e desvios. As operações antidrogas dos EUA elevaram as tensões, colocando o Exército venezuelano em alerta máximo. A Administração Federal de Aviação dos EUA emitiu um aviso sobre a crescente interferência, com companhias aéreas internacionais suspendendo voos. A situação exige atenção, já que as perturbações eletrônicas afetam a navegação e ressaltam a complexidade da geopolítica na região, colocando todos em estado de alerta.

Lula defende cooperação global em encontro na Malásia

Durante uma reunião com empresários brasileiros e malasianos na Malásia, o presidente Lula defendeu uma nova ordem internacional baseada na cooperação, rejeitando a ideia de uma nova Guerra Fria. Ele afirmou que o Brasil não quer se alinhar a blocos rivais, mas sim manter uma política externa voltada à paz e ao desenvolvimento. Lula também criticou as barreiras comerciais impostas globalmente, enfatizando a importância do multilateralismo. O presidente ressaltou a necessidade de fortalecer laços diplomáticos com a América do Sul e diversificar parcerias, buscando oportunidades além da Europa e Estados Unidos.

Doubao: A nova plataforma de IA da China que está dominando o mercado

Em agosto de 2025, o Doubao, plataforma de inteligência artificial desenvolvida pela ByteDance, superou a competição ao atingir 157 milhões de usuários ativos mensais na China, superando o rival DeepSeek. Lançado em agosto de 2023, o Doubao oferece uma abordagem multimodal que permite interações via texto, áudio e vídeo, além da geração de imagens e integrações sociais. O uso da plataforma disparou de 12,7 trilhões de tokens processados por dia em março para mais de 30 trilhões em setembro de 2025, refletindo sua escalabilidade e popularidade, e evidenciando a crescente competição geopolítica na inteligência artificial.

Marco Rubio e Mauro Vieira se encontram para discutir tensões entre EUA e Brasil

As reuniões entre o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e o chanceler brasileiro, Mauro Vieira, ocorreram em Washington, encerrando-se com uma agenda repleta de tópicos relevantes. A primeira parte conversacional durou cerca de 15 minutos, seguida por uma segunda reunião expandida que se estendeu por aproximadamente 50 minutos. Embora o foco principal tenha sido a situação das tarifas impostas pelo presidente Donald Trump ao Brasil, também puderam ser discutidas importantes questões geopolíticas, como a tensão na Venezuela, a relação com a China, a guerra na Ucrânia e assuntos sobre os Brics, preparando o terreno para um futuro encontro entre Lula e Trump.

B-52: O gigante do céu aparece no Caribe e provoca tensões com a Venezuela

Recentemente, três bombardeiros B-52H Stratofortress da Força Aérea dos EUA foram avistados sobrevoando a costa da Venezuela, em um contexto de crescente tensão entre Washington e o regime de Nicolás Maduro. Esses bombardeiros, conhecidos por sua capacidade de transportar armamentos nucleares, demonstram a força militar dos EUA na região caribenha. Imagens confirmaram a presença de helicópteros de ataque também perto da costa venezuelana. O B-52, um símbolo da estratégia de dissuasão americana desde os anos 50, continua a ser um elemento crucial na segurança nacional dos Estados Unidos, com operatividade prevista até 2050.

Grandes nações reconhecem Estado da Palestina: uma nova esperança de paz?

Neste domingo, o Reino Unido, liderado pelo primeiro-ministro Keir Starmer, reconheceu formalmente o Estado da Palestina, uma decisão que foi seguida por Canadá, Austrália e Portugal. Durante a Assembleia Geral da ONU, espera-se que mais países, como a França, façam o mesmo. Starmer defendeu a medida como um passo em direção à paz no Oriente Médio, apesar das críticas do governo israelense e de algumas famílias de reféns em Gaza. O reconhecimento se baseia nas fronteiras de 1967, com a intenção de criar um Estado palestino ao lado de Israel, buscando uma solução de dois Estados.

Desfile militar da China exibe força e tecnologia avançada em evento histórico

No desfile militar em Pequim, Xi Jinping exibiu o poderoso arsenal bélico da China para demonstrar força e unidade entre aliados. Entre os presentes estavam Vladimir Putin e Kim Jong-un, destacando uma ordem mundial alternativa. O evento apresentou armas impressionantes, incluindo o novo míssil balístico DF-61, drones submarinos e lasers de defesa aérea. A China destacou seu programa XLUUV e mísseis anti navio, enviando uma mensagem clara de que sua ascensão é 'imparável'. A apresentação foi uma celebração do poderio militar com música patriota e imagens simbólicas, refletindo um crescente nacionalismo e ambições geopolíticas.

Putin impõe novas exigências para acordo de paz com a Ucrânia

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, estabeleceu exigências para um acordo de paz com a Ucrânia após mais de três anos de conflito. Entre as condições, requer que Kiev ceda a região do Donbas, abjure suas ambições de adesão à Otan, mantenha neutralidade e evite a presença de tropas ocidentais. Putin e Donald Trump se reuniram recentemente no Alasca para discutir o futuro da guerra, embora não tenham firmado um acordo. Apesar de alguns avanços nas conversas, os ataques aéreos em ambos os lados continuam, resultando em milhares de vítimas no conflito devastador.

Donbas: O cerne da batalha e das ambições de Putin na Ucrânia

As negociações para terminar a guerra na Ucrânia, com foco nas regiões do Donbas, estão em plena atividade. Donetsk e Luhansk, antigas potências industriais, continuam a ser o centro das ambições de Putin. Desde 2014, a região vive conflitos entre separatistas e forças ucranianas, com mais de 14 mil mortos. O governo ucraniano hesita em ceder o território, considerando essa ação um suicídio político, enquanto analistas apontam que a recuperação do Donbas pela Ucrânia é improvável. Ao mesmo tempo, a comunidade internacional defende a soberania da Ucrânia e questiona a legitimidade da anexação russa.

B-2 Spirit sobrevoa Trump e Putin durante cúpula sem acordos

Um bombardeiro B-2 Spirit e quatro caças sobrevoaram a Base Aérea Conjunta Elmendorf-Richardson, no Alasca, durante um encontro entre os presidentes Donald Trump e Vladimir Putin. A reunião, dedicada a discutir um cessar-fogo na guerra da Ucrânia, terminou sem acordos concretos. Trump caracterizou o encontro como produtivo, mas ressaltou que ainda não há um acordo formal. Ele planeja contatar o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e líderes da Otan sobre os resultados da cúpula. Putin, por sua vez, pediu que se evitem provocações durante o processo de discussão, visando manter um progresso emergente.

Trump e Putin se aproximam de acordo que pode isolar Zelensky

Donald Trump e Vladimir Putin estão próximos de um acordo que pode solidificar as conquistas da Rússia na Ucrânia e trazer uma difícil derrota para o presidente Volodymyr Zelensky. A proposta, que pode ser anunciada em uma cúpula na próxima semana, envolve a cessão de partes do Donbass e da Crimeia para a Rússia, em troca de um congelamento das hostilidades. Isso poderia isolar a Ucrânia e seus aliados europeus. Trump tem pressionado por uma trégua e está buscando reconhecimento formal das perdas ucranianas, enquanto Zelensky enfrenta a difícil decisão entre aceitar ou não.

Rússia inicia entrega de mísseis hipersônicos ao Exército e desafia o Ocidente

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou que o primeiro lote de mísseis balísticos Oreshnik foi entregue ao Exército russo. Desse armamento, que foi testado em 2024, a Rússia afirma que possui capacidade para atingir grande parte da Europa e até a costa dos Estados Unidos. Putin também alegou que esses mísseis são extremamente rápidos, viajando a dez vezes a velocidade do som, o que os torna difíceis de interceptar. Durante uma conversa com o presidente bielorrusso, Lukashenko, ele destacou o avanço das forças russas em várias frentes na Ucrânia, desafiando a pressão internacional.

Rússia lança ataque recorde com 728 drones contra a Ucrânia

Na madrugada de 9 de julho de 2025, a Rússia lançou um ataque maciço à Ucrânia com 728 drones, imediatamente após o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar o envio de mais armas defensivas a Kiev. As forças de defesa aérea ucranianas conseguiram interceptar a maioria dos drones. A ofensiva resultou em danos significativos em diversas regiões, incluindo Lutsk, mas não foi relatada nenhuma fatalidade. A equipe de Trump está preparando novas sanções à Rússia, enquanto Zelensky busca expandir a cooperação militar com os EUA para garantir melhores defesas contra os ataques. Os habitantes de Kiev se abrigam nas estações de metrô.

Trump ameaça países do Brics com tarifas adicionais de 10%

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez uma nova ameaça, alertando que países que se alinhassem às políticas do Brics, como Brasil, China, Rússia e Índia, enfrentariam uma tarifa adicional de 10%. Essa declaração foi feita por Trump nas redes sociais, enfatizando que não haveria exceções. O prazo para um acordo tarifário foi estabelecido para 9 de julho, mas as tarifas devem entrar em vigor em 1º de agosto. Enquanto isso, os países do Brics criticam essa política tarifária, que consideram uma ameaça à economia global, destacando a necessidade de reformas nas instituições internacionais.

Putin aponta para o declínio da globalização liberal e apela por moedas nacionais no Brics

Durante a cúpula do Brics, Vladimir Putin declarou que a globalização liberal está em declínio, afirmando que a nova ordem econômica será liderada pelos mercados emergentes. Ele defendeu o aumento do uso de moedas nacionais nas transações entre os países do bloco e propôs criar uma plataforma de investimentos conjunta para estimular o crescimento. Ao discursar por videoconferência, Putin destacou que 90% das transações da Rússia com o Brics já utilizam moedas nacionais, como o rublo, e reforçou a necessidade de um sistema de compensação financeira independente, visando agilizar e garantir a segurança nas transações.

Putin se ausenta da cúpula dos Brics por mandado de prisão do TPI

Vladimir Putin não compareceu à cúpula dos Brics no Rio de Janeiro devido a um mandado de prisão do Tribunal Penal Internacional (TPI) por suspeitas de deportação ilegal de crianças ucranianas. O Brasil, sendo membro do TPI, teria a obrigação de cumprir a ordem de prisão. Embora o Kremlin tenha anunciado que Putin não viajaria por dificuldades relacionadas ao TPI, ele enviou um vídeo ressaltando a importância do bloco emergente, que se consolidou como uma força significativa no cenário internacional, abordando temas como economia e saúde, mas a reunião teve ausências notáveis de lideranças importantes.

Cessar-fogo de Israel: um desespero estratégico em meio ao colapso econômico

O cessar-fogo entre Israel e Irã foi resultado de pressões desesperadas de Tel Aviv, conforme analisa Pepe Escobar. A decisão foi precipitada pela resposta iraniana a ataques dos EUA contra suas instalações nucleares, que comprometeram a segurança israelense. Escobar revela que Israel temia um colapso econômico e militar, já que os mísseis iranianos miraram alvos críticos em sua economia. Essa mudança de postura estratégica do Irã, que agora adota uma abordagem ofensiva, coloca em risco a estabilidade regional, enquanto o Brasil observa atentamente o papel emergente dos BRICS nesse novo contexto geopolítico.

Atentados dos EUA e o futuro do programa nuclear iraniano

Apesar dos bombardeios realizados pelos EUA, que alegaram ter inutilizado a capacidade nuclear do Irã, especialistas afirmam que a situação ainda é incerta. Israel acredita que o ataque resultou em um retrocesso significativo no programa atômico do Irã, que agora teria que recomeçar suas pesquisas. O país ainda possui um estoque considerável de urânio enriquecido a 60%, suficiente para fabricar várias bombas atômicas. Autoridades pedem supervisão constante, enquanto danos a instalações nucleares críticas foram confirmados, mas a exata extensão dos danos permanece desconhecida, aumentando as incertezas sobre a situação nuclear iraniana.

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