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Notícias em 1 parágrafo!

Tudo sobre Genética

Cientistas criam rato peludo para ressuscitar o mamute lanoso

Cientistas de uma empresa nos EUA desenvolveram um rato geneticamente modificado com pelo longo e encaracolado, como parte de um projeto para ressuscitar o mamute lanoso, extinto há mais de quatro mil anos. O rato, que apresenta características semelhantes aos mamutes, é essencial para testar como alterações genéticas podem trazer de volta traços que ajudaram essas criaturas a sobreviver em climas frios. A empresa arrecadou US$ 435 milhões para o projeto, envolvendo a modificação de elefantes asiáticos para adaptá-los ao frio, gerando debates sobre a viabilidade e ética desse empreendimento.

Descoberta de doença rara transforma vidas no sertão do Brasil

Em Serrinha dos Pintos, uma pequena cidade do sertão potiguar, a bióloga Silvana Santos identificou a síndrome Spoan, uma doença genética rara que causa dificuldades motoras em seus afetados. Com menos de 5 mil habitantes, a cidade possui uma alta taxa de casamentos consanguíneos, aumentando o risco de transmissão de mutações genéticas. Esta síndrome, descoberta após anos de pesquisa, levou ao alívio de muitos moradores que viviam sem diagnóstico. Silvana trouxe conhecimento e recursos para as famílias, transformando a compreensão da genética na região e destacando a importância de diagnósticos precisos para orientações futuras.

Cientistas criam camundongos filhos de dois pais que vivem até a idade adulta

Cientistas chineses, após várias tentativas, conseguiram criar camundongos viáveis 'filhos de dois pais', que atingiram a vida adulta. O processo, considerado complexo e arriscado, envolveu engenharia genética e manipulação celular, tendo como resultado filhotes que carregam o DNA de dois machos, sem a contribuição de fêmeas. No entanto, esses roedores têm expectativa de vida reduzida e são estéreis. Essa pesquisa, publicada na revista científica 'Cell Stem Cell', traz importantes informações sobre a herança genética e pode ter implicações em terapias com células-tronco e no entendimento de deficiências congênitas em mamíferos.

Estudos revelam que humanos e neandertais tiveram filhos juntos há 47 mil anos

Dois novos estudos revelam que humanos modernos e neandertais se reproduziram há aproximadamente 47 mil anos. Essa mistura deixou vestígios genéticos nas pessoas atuais, conforme confirmado por análises de DNA de 275 humanos modernos e 59 pré-históricos. As pesquisas, publicadas nas revistas Science e Nature, indicam que esses cruzamentos duraram cerca de 7 mil anos, mostrando que encontros entre as duas espécies eram comuns e que a descendência ocorreu repetidamente. Portanto, um em cada 20 ancestrais das populações que saíram da África seria um neandertal, evidenciando a complexidade da história humana.

Estudo revela cruzamento entre humanos e neandertais há 47 mil anos

Dois novos estudos revelaram que humanos modernos e neandertais cruzaram-se por aproximadamente sete mil anos, entre 50,5 mil e 47 mil anos atrás. Esses cruzamentos deixaram vestígios no DNA de muitos indivíduos atuais, que carregam entre 1% e 3% de ancestralidade neandertal. Pesquisadores analisaram o DNA de 275 humanos modernos e 59 pré-históricos, descobrindo que encontros entre as espécies ocorreram continuamente ao longo do tempo. Os resultados enfatizam a complexidade das interações entre humanos e neandertais, além de destacar que características presentes em humanos modernos são influenciadas pelo legado genético deixado pelos neandertais.

Cientistas revelam mistério do pelo laranja em gatos após 60 anos de pesquisa

Após mais de 60 anos de investigação, cientistas finalmente identificar o gene responsável pela cor laranja dos pelos em gatos. Dois grupos de pesquisa independentes descobriram que a mutação está atrelada ao gene Arhgap36, localizado no cromossomo X, influenciando a produção de pigmentos. As pesquisas foram baseadas em amostras genéticas de 188 gatos, sendo ampliadas para mais de 250 felinos ao redor do mundo. A mutação afeta apenas gatos com pelos laranja, calicos e tortoiseshells, e ocorre devido à inativação aleatória de um cromossomo X nas fêmeas. Esta descoberta revolucionou o entendimento sobre a coloração felina.

Novo grupo sanguíneo AnWj revoluciona transfusões após 50 anos de mistério

Cientistas da Universidade de Bristol, no Reino Unido, descobriram um novo grupo sanguíneo chamado AnWj, resolvendo um mistério de 50 anos que afetava a eficácia de transfusões em hospitais no mundo todo. Além dos grupos sanguíneos conhecidos A, B, AB e O, o AnWj pode ser positivo ou negativo. Esta descoberta baseou-se na análise de uma amostra de sangue de uma paciente de 2015, revelando que a origem genética do antígeno era desconhecida. Testes de genótipos poderão ser criados para identificar pacientes e doadores AnWj negativos, melhorando os procedimentos de transfusão sanguínea.

Vírus antigos em geleiras oferecem novas perspectivas sobre mudanças climáticas

Pesquisadores da Universidade Estadual de Ohio examinaram como os genomas antigos de vírus, preservados em geleiras, revelam informações sobre as mudanças climáticas ao longo de 41 mil anos. Utilizando amostras da Geleira Guliya, eles determinaram que as comunidades virais variaram entre períodos frios e quentes. A análise trouxe à luz o equivalente a 1.705 espécies de vírus, muito além do que era conhecido. A pesquisa destaca a influência das condições climáticas na composição viral, sugerindo que os vírus adaptaram seus genomas em resposta a mudanças ambientais, oferecendo novas perspectivas para entender as interações virais com as mudanças climáticas atuais.

Tragédia: bebê de Zé Vaqueiro morre de síndrome rara aos 11 meses

O bebê Arthur, filho do cantor Zé Vaqueiro, faleceu aos 11 meses de idade devido à síndrome de Patau, uma condição genética rara que afeta o sistema nervoso, cardíaco e urinário. Ele estava internado na UTI e voltou após uma parada cardíaca. A síndrome de Patau é caracterizada por um cromossomo extra e traz má formações físicas e fisiológicas. A sobrevida dos afetados é baixa e pode levar a óbito logo após o nascimento. A doença não tem tratamento específico, porém pode ser identificada através do NPIT, um exame pré-natal não invasivo.

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