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Estudo revela cruzamento entre humanos e neandertais há 47 mil anos

Dois novos estudos revelaram que humanos modernos e neandertais cruzaram-se por aproximadamente sete mil anos, entre 50,5 mil e 47 mil anos atrás. Esses cruzamentos deixaram vestígios no DNA de muitos indivíduos atuais, que carregam entre 1% e 3% de ancestralidade neandertal. Pesquisadores analisaram o DNA de 275 humanos modernos e 59 pré-históricos, descobrindo que encontros entre as espécies ocorreram continuamente ao longo do tempo. Os resultados enfatizam a complexidade das interações entre humanos e neandertais, além de destacar que características presentes em humanos modernos são influenciadas pelo legado genético deixado pelos neandertais.

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Novo minidinossauro desafia a evolução tradicional dos herbívoros

  • Uma nova espécie de dinossauro bípede herbívoro chamada Foskeia pelendonum foi descoberta no norte da Espanha.
  • Foskeia viveu há cerca de 120 milhões de anos e possui um crânio com inovações anatômicas, desafiando ideias tradicionais sobre a evolução dos dinossauros herbívoros.
  • O fóssil ajuda a preencher uma lacuna de 70 milhões de anos no registro dos ornithopoda, oferecendo novos dados sobre a evolução dos herbívoros mesozoicos.

Homem-Dragão: Novas Revelações Sobre Nossa Evolução Humana

Uma descoberta arqueológica recente desvendou o mistério do Homem-Dragão, um ancestral humano cujas evidências estavam guardadas por décadas. Através da análise de DNA de um crânio encontrado em Harbin, na China, os cientistas conseguiram estabelecer uma conexão entre esse fóssil, com aproximadamente 146.000 anos, e os Denisovanos, uma população humana até então desconhecida. Essa pesquisa, facilitada por técnicas modernas, revelou novos detalhes sobre a interação entre denisovanos e Homo sapiens, além de despertar uma nova onda de investigações que poderão fornecer informações cruciais sobre a evolução da nossa espécie e a diversidade genética humana atual.

Descoberta surpreendente: tubarão gigante de 115 milhões de anos muda a história da evolução

Uma descoberta da paleontologia na Austrália revela vértebras de um tubarão lamniforme que viveu há 115 milhões de anos, alterando a linha do tempo evolutiva dos tubarões. Esse espécime poderia atingir até oito metros de comprimento e pertencia a uma linhagem antiga, com os fósseis de tubarões modernos conhecidos datando de aproximadamente 135 milhões de anos. As vértebras encontradas em Darwin foram identificadas como pertencentes a um cardabiodontídeo, um predador marinho colossal. Essa descoberta também indica que os tubarões gigantes já existiam antes do que se pensava anteriormente, mostrando um notável crescimento evolutivo.

Estruturas subterrâneas podem desvendar a origem da vida na Terra

Pesquisadores descobriram novas pistas sobre enormes estruturas localizadas entre o núcleo e o manto da Terra, a cerca de 2.900 km de profundidade. Conhecidas há décadas, estas rochas densas escondidas sob a África e o oceano Pacífico desafiam teorias sobre a formação do planeta. Em um estudo na revista Nature Geoscience, liderado por Yoshinori Miyazaki, estas formações são vistas como 'impressões digitais' da evolução terrestre, possivelmente influenciando as condições para o surgimento da vida. A pesquisa sugere que vazamentos de elementos do núcleo podem ter moldado a Terra, permitindo seu resfriamento equilibrado e a formação da atmosfera.

Estudo revela origem inesperada do beijo em primatas

Um novo estudo investiga a evolução do beijo, indicando que, possivelmente, ancestrais de primatas e humanos, como os Neandertais, praticavam esse ato há 21 milhões de anos. Considerado arriscado devido à transmissão de doenças e sem benefícios reprodutivos claros, o beijo foi identificado em 46% das culturas humanas. A pesquisa utilizou análise filogenética e modelagem estatística, revelando que o beijo era uma característica comum entre grandes macacos como chimpanzés e bonobos, sugerindo que esse comportamento é ancestral e evolutivamente significativo, embora seus motivos e desenvolvimento permaneçam um enigma a ser desvendado.

Nova descoberta sobre o nariz dos Neandertais desafia teorias evolutivas

Cientistas analisaram o crânio do Homem de Altamura, um dos esqueletos mais bem preservados da história, para investigar a formação da cavidade nasal dos Neandertais, que viveu entre 130.000 e 172.000 anos atrás. A equipe utilizou câmeras minúsculas, já que o fóssil está incrustado na pedra, para entender se o formato do nariz é uma adaptação ao frio da Era do Gelo ou resultado de outras transformações evolutivas. Os resultados, publicados na revista PNAS, sugerem que as características faciais dos Neandertais são mais influenciadas por fatores ancestrais do que por mudanças climáticas.

Estudo revela que o beijo pode ser muito mais antigo do que se pensava

Um novo estudo da Universidade de Oxford revela que o beijo pode ter surgido entre 21,5 milhões e 16,9 milhões de anos atrás, muito antes dos humanos. A pesquisa analisou comportamentos de primatas vivos e fósseis, sugerindo que neandertais e humanos primitivos também se beijavam. A definição do beijo foi ampliada para incluir interações amigáveis entre a mesma espécie, permitindo comparações entre diferentes animais. Os pesquisadores notaram que, embora o beijo não seja um comportamento universal entre humanos, ele pode ter funções adaptativas, como reforço de laços sociais e seleção de parceiros ao longo da evolução.