curta.news

Notícias em 1 parágrafo!

Revelações genéticas: ancestralidade da população brasileira em foco

Um estudo genético realizado por pesquisadores da USP, publicado na revista Science, revelou que cerca de 60% da população brasileira possui ancestralidade europeia, 27% africana e 13% indígena. As porcentagens variam regionalmente, com a maior ancestralidade africana encontrada no Nordeste, e a indígena no Norte. A pesquisa analisou diversas amostras de DNA e revelou, entre outros achados, a origem europeia predominante nos cromossomos Y, enquanto a ancestralidade africana é visível nas linhagens mitocondriais. Este estudo amplia a compreensão sobre a diversidade genética brasileira e suas influências históricas e culturais.

Comentários (0)

Nenhum comentário ainda. Seja o primeiro a comentar!

Deixe seu comentário


Google apresenta AlphaGenome, a IA que decodifica o genoma escondido

  • A Google DeepMind lançou o AlphaGenome, uma nova ferramenta de IA capaz de analisar até um milhão de sequências de DNA de uma vez.
  • Essa tecnologia promete revolucionar a compreensão das causas genéticas de doenças ao prever como variantes no código genético podem desregular genes.
  • Embora tenha mostrado resultados impressionantes em testes, o AlphaGenome ainda enfrenta limitações para avaliar variantes muito distantes e não pode ser utilizado em diagnósticos personalizados.

Gêmeos separados ao nascer: uma curiosa exploração dos traços compartilhados

Gêmeos sempre despertam fascínio, gerando perguntas sobre suas habilidades e experiências compartilhadas. Embora sejam indivíduos distintos, muitos traços de personalidade se assemelham, levando a questionamentos sobre a influência da genética e do ambiente. A professora Nancy Segal, geneticista comportamental, pesquisa como gêmeos idênticos e fraternos oferecem uma oportunidade única para entender essa dinâmica. Estudos indicam que gêmeos criados separados exibem semelhanças notáveis em comportamentos e características, sugerindo que a genética desempenha um papel significativo. Casos como o das gêmeas Ann e Elizabeth, que se reencontraram após 78 anos, revelam hábitos e traços semelhantes inesperados.

Segredo da longevidade está na diversidade genética brasileira, revela estudo da USP

Um estudo da Universidade de São Paulo (USP) revela que a chave para a longevidade extrema entre brasileiros reside na diversidade genética, não em dietas específicas. A pesquisa, publicada na revista Genomic Psychiatry, destaca que o Brasil abriga um patrimônio genético único, com variantes que contribuem para a resistência a doenças. Com a análise de mais de 160 centenários, os cientistas identificaram sequências genéticas que favorecem a longevidade. O estudo apela por investimentos para explorar esses genes e aumentar a representatividade da população brasileira em pesquisas sobre longevidade, promovendo assim avanços na medicina de precisão.

Pesquisas notáveis do ano destacam avanços em saúde e prevenção

Ao final de 2025, a Associação Médica Americana destacou pesquisas significativas publicadas na JAMA entre outubro de 2024 e setembro de 2025. Estudos revelaram que agonistas de GLP-1, como Mounjaro e Ozempic, reduziram em 40% o risco de hospitalização por insuficiência cardíaca em diabéticos. Outro estudo na Austrália indicou que a vacinação contra herpes-zóster está ligada à diminuição do risco de demência. Além disso, um ensaio em Nova York mostrou a eficácia do sequenciamento genético em recém-nascidos, detectando precocemente doenças. Estas descobertas prometem impactos profundos na saúde pública e na medicina moderna.

Homem-Dragão: Novas Revelações Sobre Nossa Evolução Humana

Uma descoberta arqueológica recente desvendou o mistério do Homem-Dragão, um ancestral humano cujas evidências estavam guardadas por décadas. Através da análise de DNA de um crânio encontrado em Harbin, na China, os cientistas conseguiram estabelecer uma conexão entre esse fóssil, com aproximadamente 146.000 anos, e os Denisovanos, uma população humana até então desconhecida. Essa pesquisa, facilitada por técnicas modernas, revelou novos detalhes sobre a interação entre denisovanos e Homo sapiens, além de despertar uma nova onda de investigações que poderão fornecer informações cruciais sobre a evolução da nossa espécie e a diversidade genética humana atual.

Neandertais podem nunca ter se extinguido, revela nova pesquisa

Uma nova pesquisa publicada na revista Scientific Reports revela que os neandertais podem nunca ter sido totalmente extintos geneticamente. O estudo sugere que Homo sapiens e neandertais, que coexistiram entre 400 mil e 40 mil anos atrás, se misturaram, resultando em que humanos modernos possuem entre 1% a 4% de DNA neandertal. Pesquisadores usaram modelos matemáticos para analisar a reprodução de grupos de caçadores-coletores contemporâneos, sugerindo um longo 'caso de amor' entre as espécies. A causa do desaparecimento dos neandertais, que ocorreram há 40 mil anos, ainda é incerta e pode envolver múltiplos fatores.

Cientistas descobrem o segredo da longevidade das baleias-da-groenlândia

Uma pesquisa recente mostra que a baleia-da-groenlândia pode viver até 268 anos, uma longevidade impressionante, possível devido à capacidade notável desses animais de reparar o DNA danificado. Caçadores inupiat do Alasca notaram por séculos que as mesmas baleias eram reconhecidas em diferentes gerações, sugerindo uma expectativa de vida extraordinária. Estudos indicam que a produção de uma proteína chamada CIRBP é crucial, ajudando as células a recuperarem-se de danos. Esta descoberta pode levar a avanços na medicina humana, oferecendo pistas sobre como estender a longevidade e melhorar a saúde ao longo da vida.