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Tudo sobre Galáxias

Novo mapa da matéria escura revela segredos do universo

Cientistas divulgaram um novo mapa da distribuição da matéria escura no Universo, feito a partir de dados do telescópio James Webb. Com uma resolução superior à anterior, obtida com o Hubble, esse mapa cobre mais áreas do Cosmos e investiga épocas antigas, até 10 bilhões de anos atrás. O estudo permite identificar estruturas de matéria escura mais sutis e concentradas, o que auxilia na compreensão de como as galáxias se formam e evoluem. Os dados obtidos revelam detalhes da teia cósmica, essencial para entender a estrutura do Universo.

James Webb revela mapa revolucionário da matéria escura no universo

O Telescópio Espacial James Webb produziu o mapa mais detalhado da distribuição de matéria escura no universo, conforme publicado na revista Nature. Este estudo inédito revela a organização de estruturas invisíveis que compõem cerca de 85% da matéria existente, embora não sejam diretamente observáveis. Usando lentes gravitacionais fracas, os pesquisadores identificaram diversas concentrações de massa em grandes escalas cósmicas, formando uma teia que orienta a evolução das galáxias. O James Webb superou limitações de telescópios anteriores, como o Hubble, oferecendo maior clareza sobre regiões remotas e na formação do cosmos.

James Webb revela galáxia semelhante à Via Láctea após o Big Bang

Uma pesquisa da Universidade de Pittsburgh identificou a galáxia COSMOS-74706, que pode ser a galáxia espiral barrada mais antiga já observada, com mais de 11,5 bilhões de anos. Utilizando o telescópio James Webb e dados do STScI, a equipe, liderada por Daniel Ivanov, apresentou os resultados durante a 247ª reunião da Sociedade Astronômica Americana. A galáxia, que apresenta braços espirais bem definidos, confirma que o universo jovem continha estruturas galácticas complexas muito antes do que se acreditava, ajudando a entender os tempos de maturação das galáxias após o Big Bang.

Descoberta astronômica: Cloud-9 é a primeira nuvem de matéria escura detectada

Cientistas, ao utilizarem o Telescópio Espacial Hubble, descobriram uma nova nuvem de matéria escura chamada 'Cloud-9'. Essa nuvem, considerada uma 'reliquia' da formação inicial das galáxias, representa a primeira detecção confirmada deste tipo de objeto no universo. Composta de hidrogênio neutro e sem estrelas, Cloud-9 fornece novos insights sobre a matéria escura e como as galáxias se formaram. Estudando essa nuvem, os pesquisadores confirmaram a existência de estruturas menores e dominadas por matéria escura, trazendo avanços significativos na compreensão da formação galáctica e da natureza desse material obscuro, ainda pouco conhecido.

Astrônomos observam explosão de estrela mais distante em buracos negros

Astrônomos fizeram uma descoberta notável ao registrar o evento mais distante da destruição de uma estrela em um sistema de buracos negros, ocorrido há cerca de 3 bilhões de anos. A estrela, identificada como XID 925, foi despedaçada pelo campo gravitacional de um buraco negro supermassivo, formando um disco de acreção. O evento resultou em uma explosão intensa de raios-X, que chamou a atenção dos cientistas. Essa pesquisa, publicada na revista The Innovation, pode esclarecer as complexas relações entre estrelas e buracos negros em galáxias jovens, acrescentando um novo capítulo à nossa compreensão do universo.

James Webb descobre galáxia madura que desafia teorias sobre o universo

Astrônomos descobriram uma galáxia espiral madura, denominada Alaknanda, que se formou apenas 1,5 bilhão de anos após o Big Bang, contrariando as previsões atuais sobre a evolução das galáxias. Essa galáxia apresenta uma estrutura organizada, com duas espirais e um núcleo arredondado, abrangendo cerca de 30 mil anos-luz de diâmetro. Sua descoberta sugere que galáxias complexas podem ter se formado mais rapidamente do que se pensava, desafiando os modelos tradicionais sobre o crescimento das estruturas cósmicas. Essa pesquisa foi publicada na revista Astronomy & Astrophysics e poderá influenciar novas investigações astronômicas.

Astrônomos descobrem estrutura invisível em galáxia M61, revelando segredos cósmicos

Astrônomos do Observatório Vera C. Rubin, no Chile, fizeram uma descoberta fascinante na galáxia M61, que fica na constelação de Virgem. Através de novas imagens, identificaram uma cauda invisível em torno da galáxia, resultante da fusão com uma galáxia menor que foi absorvida. Esse evento cósmico aparentemente acelerou a formação de novas estrelas na M61. A cauda chega a 160 mil anos-luz de comprimento e fornece informações cruciais sobre a galáxia destruída, incluindo o momento da fusão e as características das estrelas sobreviventes. M61 está a cerca de 55 milhões de anos-luz da Terra.

Astrônomos detectam explosão recorde de buraco negro supermassivo

Astrônomos detectaram a maior explosão já registrada de um buraco negro supermassivo, chamado 'Superman', a 10 bilhões de anos-luz da Terra. No seu pico, a luminosidade foi equivalente a 10 trilhões de sóis. Essa explosão, gerada por um núcleo galáctico ativo, sugere a presença de estrelas gigantes próximas de buracos negros. Os cientistas acreditam que a explosão ocorreu devido à absorção de uma estrela de grande massa pelo buraco negro. O evento representa uma nova classe de fenômeno astrofísico, desafiando a compreensão atual sobre a interação entre buracos negros e estrelas em seus centros galácticos.

Mistério cósmico: pontos vermelhos desafiam nossas noções sobre buracos negros e estrelas

O telescópio James Webb revelou pequenos pontos vermelhos, desafiando teorias sobre a origem das primeiras galáxias. Astrônomos acreditam que esses objetos representam híbridos entre buracos negros e estrelas, sugerindo a existência de uma nova classe de astro. Identificados pela primeira vez em 2022, esses pontos mostram características inusitadas que não se enquadram nas definições conhecidas, levando à hipótese de que possam ser embriões dos centros galácticos atuais. Estudos recentes reforçam essa ideia, aumentando o interesse científico, com mais de 200 pesquisas publicadas desde então sobre esses fenômenos cósmicos intrigantes.

Astrônomos descobrem evento raro de buraco negro em galáxia distante

Cientistas fizeram uma descoberta surpreendente ao identificar o primeiro evento de 'interrupção de maré' fora do núcleo galáctico, publicado no periódico The Astrophysical Journal Letters. Chamado AT 2024tvd, o evento revelou a emissão de ondas de rádio mais rápida até agora observada, quando uma estrela se aproximou demais de um buraco negro supermassivo, a 2.600 anos-luz de distância do centro da galáxia hospedeira. Essa descoberta, liderada pelo Dr. Itai Sfaradi e a Profa. Raffaella Margutti, sugere que buracos negros podem operar além do esperado, redefinindo a compreensão sobre seu comportamento.

Cientistas cidadãos descobrem anéis de rádio raros no espaço

Cientistas cidadãos ajudaram a descobrir uma rara estrutura cósmica de anéis duplos no espaço, chamada RAD J131346.9+500320. Esses círculos de rádio, encontrados a 7,5 bilhões de anos-luz da Terra, podem ser de 10 a 20 vezes maiores que a Via Láctea. Eles são considerados uma das estruturas mais misteriosas do universo e fazem parte de um campo de pesquisa crescente envolvendo ciência cidadã. As descobertas revelam como fenômenos explosivos em galáxias centrais podem reacender nuvens antigas de plasma magnetizado, ampliando o conhecimento sobre a evolução de buracos negros e galáxias ao longo do tempo.

Investigação australiana revela a dança cósmica entre Via Láctea e Andrômeda

Uma pesquisa da Universidade de Queensland, na Austrália, antecipa como será a fusão das galáxias Via Láctea e Andrômeda, previstas para ocorrer em 2,5 bilhões de anos. O estudo, coordenado pela astrofísica Sarah Sweet, observa galáxias espirais NGC 5713 e NGC 5719 em um estágio avançado de colisão, mostrando que o encontro se parecerá com uma dança cósmica. A pesquisa sugere que galáxias anãs orbitando também participarão do processo. Esse estudo é essencial para entender se a estrutura do nosso Grupo Local é comum ou uma rareza na vastidão do universo, com implicações para a evolução galáctica.

Descoberta surpreendente: Via Láctea pode ter até 100 galáxias fantasmas!

Uma nova pesquisa da Universidade de Durham, publicada pela Royal Astronomical Society, sugere que a Via Láctea pode estar cercada por até 100 galáxias 'fantasmas', que ainda não foram observadas. Os cientistas utilizaram técnicas avançadas, combinando supercomputadores e modelos matemáticos, para simular o cosmos. Essa descoberta revela que essas galáxias estão orbitando a Via Láctea a distâncias próximas. Se forem observadas por telescópios, isso pode corroborar a teoria da Matéria Escura Fria Lambda (LCDM), que explica a formação de galáxias e implica que muitas delas são anãs, orbitando em torno de galáxias mais massivas.

Estudo revela que Via Láctea pode ter 100 galáxias 'fantasmas' ao seu redor

Um estudo conduzido pela Universidade de Durham revela que a Via Láctea pode estar cercada por até 100 galáxias 'fantasmas' ainda não observadas. Utilizando uma técnica inovadora que combina supercomputadores e modelos matemáticos, os pesquisadores descobriram que a maioria dessas galáxias estaria orbitando a nossa galáxia natal em distâncias próximas. Se confirmadas por telescópios, essas descobertas oferecerão evidências significativas para a teoria Lambda Cold Dark Matter, que explica a formação e a estrutura das galáxias no universo, sugerindo que existem galáxias menores que atuam como satélites da Via Láctea.

Cientistas descobrem galáxias fantasmas orbitando a Via Láctea

Um estudo recente da Universidade de Durham revelou que cerca de 100 galáxias quase invisíveis podem orbitar a Via Láctea, passando despercebidas pelos telescópios. Utilizando supercomputadores e novos modelos matemáticos, os pesquisadores preveem a existência dessas galáxias fantasmas, que são versões reduzidas de galáxias conhecidas, mas perderam parte da matéria escura devido à gravidade da nossa galáxia. A descoberta sugere que, apesar de apenas 60 galáxias-satélites terem sido confirmadas, várias outras devem estar presentes ao redor da Via Láctea e aguardam novos telescópios para serem finalmente observadas e confirmadas.

Impressionante imagem revela detalhes da galáxia do Escultor

Astrônomos do Observatório Europeu do Sul (ESO) revelaram uma impressionante imagem da Galáxia do Escultor, capturada em mil cores, ressaltando sua complexidade. Com esta nova perspectiva, o estudo do funcionamento dessas galáxias se torna mais profundo, pois elas são compostas de estrelas, gás e poeira que emitem cores variadas. A galáxia, situada a 11 milhões de anos-luz da Terra, foi analisada ao longo de mais de 50 horas utilizando o telescópio Very Large Telescope (VLT). A nova imagem não só detalha a galáxia como também permite estudar sua formação estelar e características intrínsecas.

Astrônomos mapeiam galáxia a 11 milhões de anos-luz com detalhes impressionantes

Astrônomos do Observatório Europeu do Sul dedicaram mais de 50 horas com o telescópio VLT no Chile para mapear a Galáxia do Escultor, situada a 11 milhões de anos-luz da Terra. Eles identificaram cerca de 500 nebulosas planetárias e revelaram detalhes fascinantes sobre a estrutura da galáxia. Essa galáxia, em tons vibrantes de rosa, amarelo e laranja, permite uma análise aprofundada dos elementos que a compõem, como gás e estrelas. Os pesquisadores utilizaram o instrumento MUSE para capturar imagens que auxiliam na observação de fenômenos que ocorrem em escalas menores e complexas.

Astrônomos fazem descoberta inédita sobre fusão de galáxias

Astrônomos observaram, pela primeira vez, duas galáxias se aproximando, ambas com estrelas comparáveis à Via Láctea, prestes a se fundirem. Observações feitas no Chile revelaram que essas galáxias existiam cerca de 11,4 bilhões de anos atrás, logo após o Big Bang. No coração de uma delas, um quasar emite radiação intensa, perturbando nuvens moleculares na outra galáxia e reduzindo sua capacidade de formar novas estrelas. Os pesquisadores comparam a interação às justas medievais, onde a radiação do quasar atua como uma lança, prejudicando a formação estelar na galáxia afetada.

Buraco negro gigante em rota de colisão com a Via Láctea

Um buraco negro de 600 mil massas solares foi recentemente detectado se movendo em direção à Via Láctea, em uma galáxia anã. A descoberta foi feita através da análise de estrelas hipervelozes, que são expelidas por interações gravitacionais complexas com buracos negros supermassivos. Essas estrelas, conhecidas por sua alta velocidade, indicam a presença de buracos negros em galáxias adjacentes, como a Grande Nuvem de Magalhães. Com simulações confirmando essa presença, o estudo dessas estrelas pode revolucionar nossa compreensão sobre a dinâmica galáctica e a formação de buracos negros ao longo do tempo.

Cientistas descobrem a origem de explosão de energia impressionante no universo

Astrônomos fazem uma descoberta impressionante ao localizar a origem de uma explosão de energia detectada em 2019, que tinha a potência de 500 milhões de sóis. Conhecida como rajadas rápidas de rádio, essas explosões de ondas de rádio são efêmeras, durando milissegundos, e inicialmente não tinham um ponto de origem claro. Após anos de pesquisa, a fonte foi identificada: uma galáxia anã e fraca, distinta das fontes habituais de FRB. Este resultado foi relatado na revista The Astrophysical Journal Letters, destacando as características únicas dessa galáxia e expandindo nosso entendimento sobre esses fenômenos cósmicos.

Descoberto buraco negro supermassivo na galáxia vizinha à Via Láctea

Uma nova pesquisa revelou a existência de um buraco negro supermassivo na Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia próxima à Via Láctea. Esse buraco negro é o mais próximo já descoberto, localizado a cerca de 160 mil anos-luz da Terra. A evidência surgiu a partir da trajetória de nove estrelas que estavam em movimento rápido, lançadas após um encontro violento com o buraco negro. Os pesquisadores usaram dados do observatório espacial Gaia para rastrear essas estrelas. Até agora, o buraco negro mais próximo da Via Láctea era o localizado em Andrômeda, a 2,5 milhões de anos-luz.

Telescópio Euclides revela raro anel de Einstein na galáxia distante

O telescópio espacial Euclides, da Agência Espacial Europeia, fez uma descoberta impressionante ao detectar um raro anel de luz, conhecido como 'anel de Einstein', ao redor de uma galáxia situada a 590 milhões de anos-luz da Terra. Este fenômeno ocorre devido à distorção da luz causada pela gravidade de uma galáxia muito mais distante, resultando na formação da lente gravitacional. Astrônomos estavam atônitos com essa nova revelação, que destaca a beleza desse fenômeno cósmico. A gravidade curva a luz, criando um halo que embeleza o céu, demonstrando a complexidade dinâmica do universo.

Telescópio Hubble registra galáxia rara após 23 anos de observações

O Telescópio Hubble, em colaboração com a NASA e a Agência Espacial Europeia, registrou uma imagem rara da galáxia UGC 10043, localizada a 150 milhões de anos-luz da Terra. Este registro é o resultado de 23 anos de observações, unindo dados coletados de 2000 a 2023 e capturando diferentes comprimentos de onda de luz. A galáxia espiral apresenta uma notável 'protuberância' central, onde estrelas circulam, além de um disco que forma uma linha nítida no espaço. O Hubble, lançado em 1990, tem revolucionado a astronomia, com um milhão de observações realizadas até hoje.

Descoberta de Hubble muda nossa visão sobre o universo

Há 100 anos, Edwin Hubble revelou que nebulosas espirais, antes consideradas parte da Via Láctea, eram na verdade galáxias separadas, como Andrômeda e Messier 33. O artigo do New York Times sobre essa descoberta notável causou grande repercussão, pois Hubble provou que o universo era muito maior do que se pensava. Através de suas observações com um telescópio de 100 polegadas no Mount Wilson Observatory, ele estimou que essas galáxias estavam além do que se imaginava, estabelecendo os fundamentos para a teoria da expansão do universo e a famosa relação com o Big Bang, consolidando seu legado na astronomia.

Astrônomos capturam imagem inédita de estrela prestes a explodir em supernova

Astrônomos finalmente capturaram uma imagem detalhada da estrela WOH G64, situada a 160 mil anos-luz da Via Láctea, na Grande Nuvem de Magalhães. Essa supergigante vermelha, fotografada pelo Very Large Telescope no Chile, revela uma impressionante ejeção de gás e poeira, sugerindo uma iminente explosão de supernova. A pesquisa liderada por Keiichi Ohnaka, publicada na revista Astronomy & Astrophysics, descreve a presença de um casulo em forma de ovo ao redor da estrela. A diminuição de sua luminosidade ao longo dos anos oferece uma oportunidade única de compreender a evolução dessa impressionante estrela.

Estudo revela que Via Láctea é muito maior do que se imaginava

Um estudo recente revelou que a Via Láctea é significativamente maior do que se acreditava. Apresentado em um congresso de astronomia na Califórnia, os pesquisadores descobriram que os halos de gás das galáxias se estendem até 100.000 anos-luz, além dos 7.800 anos-luz anteriormente considerados. Com novas técnicas de imagem, a galáxia não é apenas um disco visível, mas tem uma vasta camada gasosa que interage com a vizinha Andrômeda. Essa descoberta ajuda a entender como as galáxias evoluem e sua interação no universo, mudando a percepção sobre o tamanho e a natureza das galáxias.

James Webb celebra dois anos com imagem especial das galáxias Arp 142

O Telescópio Espacial James Webb completou dois anos de atividade e compartilhou uma imagem especial das galáxias Arp 142, conhecidas como 'Pinguim e Ovo'. Localizadas a 326 milhões de anos-luz da Terra, essa região é um berçário de formação estelar, com a criação de entre cem a 200 novas estrelas. Além das duas galáxias principais, a foto revela diversas outras galáxias ao fundo, destacando a sensibilidade e resolução das câmeras a bordo do James Webb. Uma comemoração a marco importante para a exploração espacial.

Nasa captura foto impressionante de fusão de galáxias com formatos peculiares

A Nasa divulgou imagens capturadas pelo telescópio James Webb que mostram o processo de fusão de duas galáxias apelidadas de Pinguim e Ovo, localizadas a 326 milhões de anos-luz da Terra. Essas imagens revelam como galáxias se desenvolvem ao longo do tempo, crescendo de pequenas galáxias para galáxias maduras como a Via Láctea. O microscópio James Webb tem fornecido informações valiosas sobre a composição de planetas fora do Sistema Solar, expandindo nosso conhecimento do universo.

Telescópio James Webb captura imagem de fusão de galáxias 'ovo' e 'pinguim'

A NASA divulgou imagens fascinantes de duas galáxias, apelidadas de 'ovo' e 'pinguim', capturadas pelo telescópio James Webb. Essas formações, localizadas a uma distância de 326 milhões de anos-luz da Terra, estão em processo de fusão e devem se fundir em uma única estrutura em centenas de milhões de anos. A interação entre as galáxias começou há milhões de anos, resultando em um espetáculo visual impressionante com a fusão de estrelas e gás. O Webb, mais sensível que o Hubble, vem revolucionando a compreensão do universo, descobrindo galáxias antigas e exoplanetas

Nasa divulga foto de fusão de galáxias 'Pinguim' e 'Ovo' capturada por telescópio James Webb

A Nasa divulgou imagens capturadas pelo telescópio James Webb que mostram o processo de fusão de galáxias denominadas 'Pinguim' e 'Ovo', localizadas a 326 milhões de anos-luz da Terra, na constelação Hydra. As galáxias, conhecidas como Arp 142, apresentam formas sugestivas de um pinguim protegendo um ovo. A interação entre elas começou há milhões de anos, e a expectativa é que se tornem uma única estrutura no futuro. O supertelescópio James Webb tem revolucionado a compreensão do universo, capturando imagens incríveis e revelando mistérios cósmicos.

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