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Tudo sobre EUA

Jornalista recebe plano de guerra dos EUA por engano em grupo secreto

A Casa Branca confirmou que o editor-chefe da revista 'The Atlantic', Jeffrey Goldberg, foi adicionado inadvertidamente a um grupo do Signal, onde altos funcionários discutiam um ataque iminente aos rebeldes huthis no Iémen. Goldberg recebeu comunicações do secretário de Defesa, Pete Hegseth, sobre alvos e planos de ataque, dois dias após sua inclusão no grupo. O presidente Trump, ao ser questionado sobre a situação, afirmou não ter conhecimento. As mensagens indicavam que um ataque seria realizado em março, com deliberações sobre o impacto e benefícios econômicos, refletindo tensões da política externa americana.

Trump revela caça F-47: a nova era dos jatos de combate

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou um contrato com a Boeing para a fabricação do novo caça F-47, considerado a sexta geração dos jatos de combate da força aérea americana. Trump descreveu o caça como o “mais letal já construído”, destacando suas capacidades superiores em velocidade, manobrabilidade e stealth, o que o torna praticamente invisível aos radares. Embora a Força Aérea não tenha divulgado detalhes sobre a produção ou o custo do avião, o acordo pode ser crucial para a Boeing, que enfrenta dificuldades financeiras, e visa fortalecer a posição militar dos EUA globalmente.

Elon Musk reage a acusações sobre acesso a plano secreto do Pentágono

Elon Musk negou detalhes sobre um suposto acesso a um plano ultrassecreto do Pentágono e criticou funcionários do departamento que teriam vazado informações ao 'New York Times'. Em um post na rede social X, Musk chamou as informações de falsas e maliciosas, anunciando ações legais contra os responsáveis. O bilionário estava no Ministério da Defesa dos EUA para uma reunião com o secretário Pete Hegseth e líderes militares. O acesso ao suposto documento, que conteria detalhes sobre uma possível guerra com a China, foi desmentido pelo presidente Donald Trump, que classificou a notícia como fake news.

Trump anuncia plano audacioso para fechar o Departamento de Educação

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, assinou um decreto para encerrar o Departamento de Educação, afirmando que o órgão falhou com as famílias. O governo agora precisará do apoio do Congresso para aprovar essa medida, já que a criação do departamento está consagrada na Constituição. Trump acredita que o fechamento permitirá que as decisões sobre educação sejam tomadas em nível estadual, afastando o controle federal. Ele apontou que a burocracia do Departamento prejudicou o setor educacional e que novas iniciativas poderiam beneficiar as crianças. As funções essenciais ainda serão mantidas em outros órgãos federais.

Trump busca eliminar Departamento de Educação com novo decreto

Donald Trump assinou um decreto visando eliminar o Departamento de Educação dos EUA, estabelecendo que o governo deve começar a desativá-lo. Trump argumenta que a extinção se alinha com a necessidade de interromper o financiamento federal para programas que promovem diversidade e inclusão. A desativação completa do departamento requer a aprovação do Congresso, onde o Partido Republicano detém a maioria, mas não os 60 votos necessários. Trump critica a gestão atual do departamento e reforça que as funções educativas devem ser transferidas para estados e comunidades, visando uma abordagem mais local no financiamento educativo.

John Roberts defende juiz após ataque de Trump sobre deportações

O presidente da Suprema Corte dos EUA, John Roberts, defendeu a integridade do sistema judiciário após Donald Trump criticar o juiz James Boasberg, que suspendeu deportações sob a Lei do Inimigo Estrangeiro. Trump pediu o impeachment de Boasberg, mas Roberts argumentou que essa não é uma resposta adequada para desacordos em decisões judiciais. A ordem do juiz, que interrompeu deportações rápidas, surgiu em meio a um conflito com o governo Trump, que tentava deportar imigrantes sem autorização judicial. A situação gera tensão entre o Executivo e Judiciário dos EUA em meio a ações controvérsias do governo.

Conflito no Iémen: Houthis declaram guerra aos EUA após ataques

Os Houthis, um grupo rebelde do Iémen, declararam estar em guerra contra os Estados Unidos, afirmando que não retrocederão. Após bombardeios norte-americanos no fim de semana, os rebeldes alegam ter atacado navios dos EUA no Mar Vermelho. O presidente Donald Trump acusou o grupo, apoiado pelo Irã, de colocar em risco a segurança dos americanos. Em resposta, os Houthis lançaram mísseis e drones contra o porta-aviões Harry S. Truman, atingindo embarcações. Com isso, os ataques aos navios americanos foram intensificados nos últimos dias, levando a uma escalada do conflito na região.

Conflito no Mar Vermelho: Houthis contra-atacam EUA com mísseis

Neste domingo, os Houthis lançaram uma ofensiva contra navios dos EUA no Mar Vermelho, utilizando 18 mísseis balísticos, drones e outras armas. Essa ação foi uma resposta direta aos ataques aéreos ordenados pelo presidente Donald Trump, que visavam combater o que foi considerado agressão contra os iemenitas. O porta-voz do grupo, Yahya Sare’e, enfatizou que as ofensivas continuarão até que a ajuda humanitária chegue a Gaza. Enquanto isso, os EUA prometem uma campanha militar implacável contra os Houthis, após ataques que resultaram em 31 mortes e mais de 100 feridos no Iémen.

Tensões no Mar Vermelho: Houthis atacam porta-aviões americano em retaliação

Rebeldes houthis do Iémen reivindicaram um ataque contra o porta-aviões americano USS Harry Truman no Mar Vermelho, respondendo a bombardeios dos Estados Unidos que deixaram 31 mortos em redutos do grupo. O ataque envolveu 18 mísseis e um drone, alegando ter sido em retaliação à ofensiva americana. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou os houthis com severas consequências, e o Irã, que apoia o grupo, criticou os bombardeios, prometendo retaliações. A situação no Iémen continua tensa, com a escalada de tensão entre os grupos e o governo dos EUA se intensificando.

Tempestades severas nos EUA causam trágica onda de mortes

Nos últimos dias, uma série de tempestades severas nos Estados Unidos resultou em ao menos 37 mortes, principalmente nos estados do Centro e Sul, afetando localidades como Missouri, Mississippi e Alabama. Os tornados e ventos fortes causaram destruição em várias áreas, com danos significativos e estradas intransitáveis. Em eventos trágicos, um engavetamento no Kansas envolvendo mais de 50 veículos deixou oito mortos. Enquanto o sistema de tempestades se afasta, as autoridades alertam sobre a possibilidade de novas tempestades antes do final de março, indicando que o clima extremo ainda não chegou ao fim.

Rebeldes Houthis prometem retaliação após bombardeios americanos devastadores no Iêmen

Os rebeldes houthis no Iêmen ameaçaram retaliar após bombardeios americanos que mataram pelo menos 31 pessoas, muitos delas crianças e mulheres. O presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu uma ação militar severa contra os 'terroristas houthis' e pediu ao Irã que pare de apoiar o grupo. Os ataques visaram líderes houthis e provocaram a condenação da irracionalidade por parte do Irã, que prometeu represálias. Os houthis, controlando Sanaa e outras áreas, afirmaram que suas forças estão preparadas para uma resposta. Os bombardeios geraram pavor entre a população, com relatos de medo extremo em Sanaa.

Novo alerta de tempestade nos EUA após série de tornados mortais

Após uma série devastadora de tornados que já causou a morte de pelo menos 34 pessoas em estados como Missouri e Arkansas, os Estados Unidos agora se preparam para novas tempestades. O Serviço Nacional de Meteorologia alertou sobre a expectativa de mais tornados e inundações na região dos Grandes Lagos, com riscos elevados para novas ocorrências. Várias áreas já enfrentaram destruição intensa, com casas e escolas danificadas e milhares de residências sem eletricidade. Estados como Arkansas e Texas também registraram estados de emergência devido a incêndios florestais e temporais severos que deixaram um rastro de destruição.

Dois lados se preparam para a escalada no Iêmen após ataques dos EUA

Os Houthis, aliados do Irã no Iêmen, chamaram os ataques dos EUA de 'crime de guerra', prometendo uma resposta militar a essa escalada. A operação militar, considerada 'decisiva e contundente' pelo presidente Trump, teve início no sábado (15), resultando na morte de pelo menos 31 pessoas. Navios de guerra e jatos americanos atacaram radares e locais de defesa aérea dos Houthis, em resposta a uma onda de ataques contra navios no Mar Vermelho e Golfo de Áden. As operações militares dos Estados Unidos devem se estender por dias ou semanas, conforme informou uma fonte do governo americano.

EUA expulsam embaixador da África do Sul em meio a crescentes tensões

Os Estados Unidos decidiram expulsar o embaixador da África do Sul, Ebrahim Rasool, que foi declarado 'não mais bem-vindo' pelo secretário de Estado, Marco Rubio. Este ato incomum foi justificado por Rubio, que acusou Rasool de incitar racismo e odiar o presidente Donald Trump. A África do Sul lamentou a decisão, reiterando sua intenção de manter um relacionamento benéfico com os EUA. Tais tensões têm se intensificado desde a chegada de Trump ao poder, especialmente após uma ordem que suspendeu a assistência dos EUA ao país, citando discriminação racial contra africâneres brancos.

EUA expulsam embaixador sul-africano em meio a tensões raciais

Os Estados Unidos expulsaram o embaixador da África do Sul, Ebrahim Rasool, após acusações do secretário de Estado, Marco Rubio, de que Rasool estava 'explorando questões raciais' e de 'odiar a América e Trump'. A decisão de expulsão ocorreu após o corte de ajuda financeira dos EUA à África do Sul, associado a práticas discriminatórias contra brancos. Rubio, ao anunciar a medida, destacou que Rasool era considerado 'persona non grata', não sendo mais bem-vindo no país. Essa crise nas relações entre os países se intensificou desde fevereiro, quando Trump criticou ações do governo sul-africano.

Trump anuncia possível tarifa de 200% sobre bebidas da França e UE

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou impor tarifas de 200% sobre vinho, champanhe e outras bebidas alcoólicas da França e da União Europeia. Essa ameaça é uma retaliação às taxas do bloco europeu sobre o whiskey 'bourbon' americano. Trump mencionou em sua rede social que, caso a tarifa não seja retirada, os EUA logo aplicarão essa taxa. A União Europeia já havia respondido com tarifas sobre produtos americanos, incluindo iates e motos. O presidente alegou que as tarifas de 50% da UE são desprezíveis e acusou o bloco de ser abusivo em suas políticas fiscais.

Brasil critica tarifaço de Trump e promete agir para proteger exportações

O governo brasileiro lamentou a decisão dos EUA de impor uma tarifa de 25% sobre importações de aço e alumínio, considerando-a injustificável. Em resposta, os ministérios das Relações Exteriores e da Indústria e Comércio prometeram agir para proteger os interesses das empresas nacionais. O governo buscará alternativas no comércio exterior, visando minimizar os impactos da medida adotada por Donald Trump. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, enfatizou que a estratégia de Lula é negociar em vez de retaliar, destacando a necessidade de diálogo respeitoso com os EUA, especialmente devido ao superávit comercial entre os países.

Lula avalia retaliação tarifária contra os EUA por taxas sobre aço e alumínio

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está considerando retaliar os Estados Unidos em resposta à imposição de tarifas de 25% sobre o aço e alumínio brasileiros. Essa discussão ocorreu durante um voo de Belo Horizonte a Brasília, onde Lula se reuniu com ministros e deputados. Ele solicitou a avaliação de técnicos para entender quais produtos poderiam ser afetados. As tarifas, que entrarão em vigor a partir de 12 de março, podem impactar as exportações do Brasil, fazendo com que alguns compradores americanos reconsiderem suas aquisições devido ao aumento dos custos impostos. Lula, por sua vez, mantém um posicionamento firme.

Ucrânia aceita cessar-fogo proposto pelos EUA com Rússia

A Ucrânia anunciou sua aceitação ao cessar-fogo de 30 dias proposto pelos Estados Unidos na guerra contra a Rússia. Em troca, o governo americano decidiu retirar imediatamente as restrições que impunha à ajuda militar e ao compartilhamento de dados de inteligência com a nação europeia. O acordo inclui a exploração de recursos minerais ucranianos em breve. Essa decisão foi resultado de uma reunião na Arábia Saudita, onde os líderes discutiram questões críticas para a paz. O presidente ucraniano, Volodymir Zelensky, enfatizou que a Rússia deverá demonstrar disposição para a paz para prosseguir.

Trump aumenta tarifas de aço e alumínio do Canadá a 50%

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou um aumento significativo nas tarifas sobre importações de aço e alumínio canadenses, subindo para 50%, uma medida que ameaça fechar a indústria automobilística no Canadá. Este anúncio foi feito em resposta às novas sobretaxas de eletricidade impostas pela província de Ontário. Trump, que chamou o Canadá de potencial 51º estado americano, também prevê tarifas de 25% sobre importações globais, impactando países como Brasil e México. O novo primeiro-ministro canadense, Mark Carney, promete defender os interesses do país diante dessa crescente pressão.

Tensão na Casa Branca: Serviço Secreto atira em homem armado

Na madrugada de domingo, agentes do Serviço Secreto dos EUA, responsáveis pela segurança do presidente Donald Trump, atiraram em um homem armado próximo à Casa Branca. O homem, identificado como um possível 'homem-bomba' vindo de Indiana, teve seu veículo encontrado estacionado nas proximidades. Durante o confronto armado que ocorreu na área da residência presidencial, os agentes dispararam. A saúde do suspeito, que foi levado a um hospital local, permanece desconhecida. Uma investigação policial está em andamento, e felizmente, nenhum agente do Serviço Secreto foi ferido durante o incidente.

Trump recua e suspende tarifas sobre produtos do México e Canadá

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu suspender temporariamente as tarifas sobre a maioria dos produtos mexicanos e canadenses, dando mais tempo para negociações em torno do Acordo EUA-México-Canadá. A ordem executiva foi assinada após pressão do setor industrial e do agronegócio americano, que já se mostrava frustrado. As tarifas, inicialmente impostas em 25%, foram reduzidas, e Trump se mostrou preocupado em não prejudicar as empresas americanas. A decisão reflete uma reviravolta na política comercial de seu governo e impacta diretamente na relação entre os três países signatários do acordo.

Câmara dos EUA censura democrata por interromper Trump

A Câmara dos EUA aprovou um voto de censura contra o democrata Al Green, que interrompeu o discurso do ex-presidente Donald Trump durante uma sessão no Congresso. O incidente ocorreu na terça-feira, gerando uma onda de reações tanto no parlamento quanto na sociedade. Green foi retirado do plenário após sua interrupção, um ato que provocou debates acalorados sobre a liberdade de expressão e os limites do comportamento em uma instituição legislativa. O caso ressalta as tensões políticas atuais e o quão polarizadas as interações públicas se tornaram, gerando questionamentos sobre a ética dos legisladores.

Trump adia tarifas sobre importações do México e Canadá até abril

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou um novo adiamento na cobrança de tarifas sobre importações vindas do Canadá e do México, extendendo a isenção até 2 de abril. Essa decisão está baseada no Acordo USMCA, que abrange diversos produtos, como agrícolas e tecnológicos. Trump destacou o cooperativo relacionamento com o México e agradeceu à presidente Claudia Sheinbaum pelo trabalho nas questões fronteiriças. Enquanto o governo dos EUA busca que montadoras norte-americanas realoquem suas operações no país, uma discussão sobre o Canadá persiste, com Trump expressando desconfiança em relação às ações do primeiro-ministro Justin Trudeau.

Trump faz ameaças à população de Gaza em meio a crise humanitária

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez ameaças severas à população de Gaza, afirmando que enfrentarão a morte se os reféns da guerra entre Israel e Hamas não forem libertados. Em um post em sua rede social, Trump alertou o Hamas para que abandone Gaza antes que seja tarde demais. Ele exigiu a devolução de corpos de vítimas do ataque em outubro de 2023 e afirmou que está enviando tudo o que é necessário a Israel para acabar com o Hamas. As tensões aumentam enquanto os EUA e o Hamas confirmam contatos diretos em meio a uma crise humanitária aguda.

China está pronta para qualquer tipo de guerra com os EUA

A China afirmou estar disposta a enfrentar os Estados Unidos em 'qualquer tipo de guerra', em um contexto de tensões comerciais crescentes. Após o governo de Donald Trump impor tarifas elevadas sobre produtos chineses, a China respondeu rapidamente, estabelecendo tarifas de 10% a 15% sobre produtos agrícolas americanos. A afirmação, divulgada pela Embaixada da China em Washington, enfatiza a determinação do país em lutar contra as pressões dos EUA. Além disso, a China anunciou um aumento de 7,2% em seus gastos com defesa, para reforçar sua posição em meio a desafios econômicos e geopoliticos.

Suprema Corte dos EUA derruba ordem de Trump e libera US$ 2 bilhões em ajuda internacional

A Suprema Corte dos EUA decidiu nesta quarta-feira (5) rejeitar a ordem executiva de Donald Trump que visava congelar US$ 2 bilhões em ajuda internacional. Com uma votação apertada de 5 a 4, a Corte manteve a decisão do juiz Amir Ali, que determinou a liberação imediata dos fundos destinados a agências como a USAID e o Departamento de Estado. Essa medida é um retrocesso nas tentativas de Trump de reduzir gastos governamentais. A maioria dos juízes, incluindo John Roberts e Amy Coney Barrett, apoiou a liberação, enquanto a oposição veio de quatro juízes conservadores.

Trump fala sobre tarifas contra o Brasil em seu primeiro discurso no Congresso

No dia 5 de março de 2025, o presidente dos EUA, Donald Trump, realizou seu primeiro discurso no Congresso, abordando a questão das tarifas impostas ao Brasil. Durante sua fala na Câmara dos Representantes em Washington, DC, Trump destacou a importância dessas tarifas para a política comercial americana e como elas impactam as relações entre os dois países. A medida foi recebida com reações mistas entre os parlamentares, refletindo as diversas opiniões sobre a economia e a diplomacia. O discurso marcou um momento significativo nas iniciativas comerciais do governo americano sob a liderança de Trump.

Trump e Zelensky: A urgência por negociações de paz

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que recebeu uma carta do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, expressando disposição para negociações com a Rússia. Durante seu discurso no Capitólio, Trump elogiou a intenção de Zelensky de buscar um acordo de paz, após um encontro tenso na Casa Branca. Zelensky reafirmou que os ucranianos desejam uma paz duradoura e lamentou o desencontro de sua reunião com Trump. O republicano, por sua vez, afirmou estar em conversações sérias com a Rússia e pressionou para o fim da guerra, destacando a importância do diálogo entre as partes envolvidas.

Democratas rebatem Trump em grande estilo com cartazes no Congresso

Em um ambiente conturbado, os deputados democratas reagiram ao discurso do presidente Donald Trump, em sua primeira apresentação no novo mandato, no Congresso dos EUA. Utilizando placas e quadros, eles levantaram mensagens em tempo real, desmentindo mentiras e sinalizando oposição. A deputada Melanie Stansbury destacou-se, exibindo uma placa com a frase 'Isso não é normal'. Outros parlamentares acompanharam, levantando signos como 'Falso' e 'Salvem o Medicaid'. A ação visava chamar a atenção do público durante a transmissão, questionando não apenas as declarações de Trump, mas também criticando figuras como Elon Musk, presente no evento.

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