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Tudo sobre EUA

EUA buscam anexar a Groenlândia: segurança e recursos em jogo

A busca dos Estados Unidos pela anexação da Groenlândia, impulsionada pelo presidente Donald Trump, funde questões de segurança internacional e interesses econômicos. Trump defende que o território é crucial para proteger os EUA e seus aliados, especialmente devido à sua localização estratégica no Ártico. Além disso, a Groenlândia abriga valiosos recursos minerais, essenciais para a tecnologia moderna. A situação gera tensões diplomáticas entre Washington, Copenhague e autoridades groenlandesas. Apesar da retórica de segurança, o interesse econômico em petróleo, gás e minerais raros também fundamenta a postura dos EUA em relação à ilha.

Gustavo Petro afirma que ameaça de ação militar dos EUA é real

O presidente colombiano, Gustavo Petro, declarou à BBC que existe uma 'ameaça real' de ação militar dos Estados Unidos contra a Colômbia. Petro criticou a abordagem do governo americano, acusando-o de tratar nações como parte de um 'império'. A declaração ocorre após Trump mencionar a possibilidade de uma intervenção militar e reiterar suas exigências a Petro. Apesar de uma ligação recente entre os líderes, o clima entre os dois países continua tenso, com Petro advogando por um diálogo em vez de enfrentamento, enfatizando a importância da soberania diante das agressões externas.

Mulher é morta a tiros por agente de imigração em Minneapolis

Em Minneapolis, uma mulher de 37 anos foi morta a tiros por um agente de imigração durante uma operação do ICE. O incidente ocorreu quando a mulher, que estava em seu carro bloqueando uma via, tentou fugir ao se aproximar um agente federal. O chefe da polícia local confirmou que o agente disparou em legítima defesa, alegando que manifestantes tentaram atropelar agentes. O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, contestou essa versão, chamando-a de 'grande mentira' e acusando o governo de criar caos. A cidade enfrenta uma intensificação da repressão à imigração sob o governo Trump.

EUA apreendem petroleiro russo relacionado à Venezuela e intensificam tensões diplomáticas

Os Estados Unidos apreenderam um petroleiro com bandeira russa, relacionado à Venezuela, no Atlântico Norte, conforme mandado judicial. As autoridades americanas haviam perseguido o navio desde dezembro de 2025, que tentava burlar sanções impostas anteriormente. A apreensão aumenta as tensões entre Washington e Moscou, especialmente após o envio de um submarino russo para escoltar o petroleiro. A Rússia declarou que a ação dos EUA é uma violação do direito internacional, enquanto uma segunda embarcação foi apreendida no Caribe por supostas atividades ilícitas. A situação revela um cenário complexo de geopolítica e comércio de petróleo.

Rússia envia submarino para defender petroleiro sob ameaça dos EUA

A Rússia intensificou as tensões com os EUA ao enviar um submarino para proteger um petroleiro em perseguição no Atlântico. O navio, anteriormente chamado Bella 1 e agora denominado Marinera, é monitorado pela Guarda Costeira dos EUA devido à suspeita de que não exibe bandeira válida. Após uma tentativa de apreensão e mudanças táticas, a embarcação navegava entre a Islândia e a Grã-Bretanha. As autoridades norte-americanas alegam que o petroleiro faz parte de uma frota que contrabandeia petróleo, violando sanções. A Rússia, por sua vez, formalizou um pedido para que os EUA interrompessem a perseguição.

EUA mudam acusação contra Maduro e descartam cartel de drogas

O Departamento de Justiça dos EUA alterou a acusação contra Nicolás Maduro, eliminando a afirmação de que ele chefiava a organização de tráfico conhecida como Cartel de los Soles. A nova acusação descreve o cartel como um sistema de clientelismo, abandonando a ideia de uma estrutura hierárquica. Essa mudança é resultado de anos de questionamentos sobre a própria existência do cartel. Críticos argumentam que o termo representa mais uma cultura de corrupção e que Maduro não é um líder de uma organização criminosa formal, de acordo com análises de organismos internacionais e autoridades de outros países.

Trump descarta eleições na Venezuela após captura de Maduro

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que não haverá eleições na Venezuela nos próximos 30 dias, após a captura do presidente Nicolás Maduro por forças americanas. Em entrevista, Trump destacou que o país precisará de consertos antes das eleições. Ele mencionou que um grupo de autoridades estadunidenses supervisionará a transição na Venezuela, sendo a palavra final dele. Além disso, Trump sugeriu a possibilidade de uma nova incursão militar se a nova presidente interina, Delcy Rodríguez, não cooperar. A operação incluiu bombardeios e causou preocupações sobre a violação da soberania venezuelana.

Intervenção dos EUA na Venezuela impacta preços do petróleo

A recente intervenção dos EUA na Venezuela resultou na captura de Nicolás Maduro e, consequentemente, na queda dos preços do petróleo global. O Brent e o WTI recuaram em função da percepção de um menor risco de embargo às exportações venezuelanas. A presidente interina, Delcy Rodríguez, busca estabelecer uma relação construtiva com os EUA, o que pode facilitar as exportações de petróleo do país. Apesar das vastas reservas, a produção continua baixa, necessitando de investimentos significativos para recuperação. O mercado global enfrenta um excedente, que provavelmente manterá os preços sob controle.

Operação dos EUA na Venezuela: A era da intervenção militar retornou?

A operação militar dos EUA que culminou na prisão do presidente venezuelano Nicolás Maduro levanta questões complexas sobre o direito internacional e a segurança global. A professora Annette Idler, da Universidade de Oxford, argumenta que essa ação não possui respaldo legal e caracteriza um retorno perigoso ao intervencionismo. Ao prometer governar a Venezuela até que uma transição adequada ocorra, os EUA correm o risco de desestabilizar a região e reverter avanços feitos no campo das normas internacionais. Além disso, essa abordagem desafia a soberania dos Estados e pode intensificar os temores de mudanças de regime em outros países latino-americanos.

A invasão da Venezuela: aprendizados do Iraque com Jana Nelson

A ex-subsecretária de Defesa dos EUA, Jana Nelson, compara a recente invasão da Venezuela pelos Estados Unidos à invasão do Iraque em 2003. A crescente tensão entre os EUA e a Venezuela e a presença militar no Caribe levantaram temores de uma invasão. A decisão dos EUA de administrar o setor petrolífero venezuelano surpreendeu analistas, considerando a oposição do eleitorado americano a novas guerras e a destruição da indústria petroleira na Venezuela. Nelson enfatiza que a complexidade da situação atual torna a comparação com invasões anteriores temerária e observa que a operação militar americana enfrenta significativos desafios logísticos.

Trump captura Maduro e transporta por navio como troféu de guerra

Na madrugada de sábado, os Estados Unidos realizaram uma operação militar e capturaram Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, na Venezuela. Donald Trump confirmou que o casal está a bordo do USS Iwo Jima, que fará uma escala na base de Guantánamo antes de seguir para Nova York. Especialistas afirmam que o transporte pelo navio visa humilhar Maduro e projetar a força dos EUA na região, transformando o ato em uma demonstração de poder. Apesar de o transporte aéreo ser mais rápido, a escolha pelo navio tem significado logístico e simbólico importante.

EUA e Venezuela: operação militar não afetará Copa do Mundo de 2026

A operação militar dos Estados Unidos contra a Venezuela, iniciada neste sábado, resultou na prisão de Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. Entretanto, ao contrário da exclusão da Rússia das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2022 após a invasão da Ucrânia, a FIFA não irá punir os Estados Unidos e a Copa do Mundo de 2026 não sofrerá impactos. Com os EUA sediando 78 dos 104 jogos do torneio, e contratos já estabelecidos, não há indicações de protestos de países já classificados, minimizando a possibilidade de ações contra a realização do evento.

Explosões em Caracas levam Maduro a declarar estado de emergência

Explosões foram ouvidas em Caracas, na Venezuela, deixando diversas áreas da cidade sem energia elétrica. Isso ocorreu no sábado, quando o presidente Nicolás Maduro declarou estado de emergência nacional e convocou as Forças Armadas. O governo venezuelano chamou os episódios de uma “grave agressão militar” dos Estados Unidos, acusando o país de atacar Caracas e os estados vizinhos. Maduro ordenou planos de defesa nacional e convocou a população e as forças sociais a se mobilizarem. O governo planeja apresentar queixas no Conselho de Segurança da ONU contra os EUA devido a este incidente.

Trump anuncia primeiro ataque terrestre dos EUA na Venezuela contra narcotráfico

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou que, na semana passada, forças americanas realizaram um ataque terrestre na Venezuela, destruindo uma área de carregamento de barcos suspeitos de tráfico de drogas. Trump mencionou que houve uma grande explosão no local, e todas as embarcações foram atingidas, mas não revelou se a operação foi militar ou da CIA. O ataque marca um aumento na pressão americana sobre o regime de Nicolás Maduro e faz parte de uma campanha mais ampla contra o narcotráfico na América Latina, embora as autoridades venezuelanas ainda não tenham comentado sobre o evento.

Trump afirma que paz na Ucrânia está quase alcançada

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que as negociações para encerrar a guerra entre Rússia e Ucrânia estão na fase final. Apesar do otimismo, ele não forneceu um prazo específico para a assinatura do acordo de cessar-fogo. Durante uma reunião com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky na Flórida, Trump ressaltou que a Ucrânia receberá fortes garantias de segurança, embora não tenha revelado detalhes sobre os termos do acordo. Uma nova conversa com o presidente russo Vladimir Putin está agendada para discutir o resultado desse encontro bilateral.

EUA atacam Estado Islâmico na Nigéria em resposta à perseguição de cristãos

No dia 25 de dezembro, os Estados Unidos realizaram ataques aéreos contra o grupo terrorista Estado Islâmico (EI) no noroeste da Nigéria, utilizando dez mísseis Tomahawk. O presidente Donald Trump anunciou a operação nas redes sociais, destacando a luta contra extremistas responsáveis pela perseguição a cristãos no país. O governo nigeriano confirmou a colaboração com os militares dos EUA, afirmando que os ataques foram baseados em informações confiáveis. As forças armadas nigerianas e americanas trabalharam juntas para debilitar a capacidade dos terroristas, minimizando danos colaterais e reforçando a segurança regional contra o extremismo violento.

Brasil critica ação militar dos EUA na Venezuela em reunião da ONU

O embaixador do Brasil na ONU, Sérgio Danese, declarou que a ação militar dos Estados Unidos na Venezuela, assim como o recente bloqueio naval, representam uma clara violação da Carta das Nações Unidas. Durante uma reunião do Conselho de Segurança, ele enfatizou que a região deve permanecer em paz, priorizando o direito internacional e relações harmoniosas entre os países. Danese convidou EUA e Venezuela para um diálogo genuíno, ressaltando que um conflito na região teria repercussões globais. Ele, ainda, pediu ao Conselho de Segurança que promova soluções pacíficas e eficazes para a situação atual.

Rússia e China criticam postura dos EUA sobre a Venezuela na ONU

Rússia e China expressaram forte crítica à pressão dos Estados Unidos sobre a Venezuela durante uma reunião do Conselho de Segurança da ONU. Os representantes dos dois países chamaram a abordagem americana de ‘comportamento de caubói’ e ‘intimidação’, destacando o bloqueio naval dos EUA que visa impedir a exportação de petróleo venezuelano. O embaixador russo, Vassily Nebenzia, classificou essa ação como uma violação das normas internacionais. A China também se opôs ao unilateralismo dos EUA, enquanto o embaixador americano reafirmou as acusações contra o presidente Nicolás Maduro, caracterizando-o como um fugitivo procurado.

Trump enfrenta críticas após divulgação dos arquivos de Epstein

A procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, defendeu a transparência da administração Trump após a divulgação de arquivos relacionados ao caso Epstein, que causaram reações negativas nas redes sociais. Usuários criticaram Bondi e questionaram a veracidade da informação apresentada. Em meio a isso, Trump enfrenta uma coalizão política frágil, com novos eleitores que não têm vínculos sólidos com o Partido Republicano. Teóricos da conspiração, alimentados por casos reais e especulações, continuam a pressionar por mais informações. A última divulgação de documentos deixou muitos insatisfeitos, exacerbando a tensão interna entre apoiadores do movimento Make America Great Again.

Petroleiro da Chevron parte da Venezuela rumo ao Texas em meio a tensões marítimas

O petroleiro Canopus Voyager, da Chevron, saiu da Venezuela com 500 mil barris de petróleo Special Hamaca Blend, rumo a Frisco, Texas. A partida, ocorrida em meio a tensões marítimas, foi anunciada pela vice-presidente venezuelana, Delcy Rodriguez, em seu canal no Telegram. Os EUA, que realizaram interceptações de petroleiros na região, já apreenderam embarcações associadas ao narcotráfico. A Guarda Costeira americana aumentou a pressão sobre a Venezuela com diversas operações este mês, que culminaram em um bloqueio decretado pelo presidente Donald Trump, evidenciando um cenário de crescente hostilidade nas relações EUA-Venezuela.

Retirada temporária de foto de Trump gera polêmica envolvendo Epstein

Uma fotografia de Donald Trump, que fazia parte dos arquivos de Jeffrey Epstein, foi temporariamente removida do site do Departamento de Justiça dos Estados Unidos. Isso aconteceu devido a preocupações levantadas por vítimas, conforme declarado pelo vice-procurador-geral Todd Blanche. A imagem foi restaurada após nova análise, e Blanche rejeitou a ideia de que a remoção estava ligada a Trump, enfatizando que a foto também incluía outras pessoas. A retirada gerou questionamentos entre democratas, e o Departamento de Justiça alegou que a ação visava proteger as vítimas, mas nenhum crime foi vinculado a Trump.

EUA perseguem terceiro navio ligado à Venezuela amid escalada de tensões

Neste domingo (21/12), a Guarda Costeira dos EUA está em busca ativa de um navio petroleiro nas águas internacionais próximas à Venezuela, em meio a crescentes tensões na região. Este é o terceiro navio ligado à Venezuela a ser alvo da ação americana este mês, com duas apreensões já confirmadas. Autoridades informaram que a embarcação está sob ordem judicial devido à sua participação na evasão de sanções. Nicolás Maduro denunciou a campanha dos EUA como uma agressão e reafirmou a disposição do país em resistir, enquanto a marinha americana intensifica sua presença no Caribe.

EUA intensificam perseguição a navio-tanque em operação contra sanções

A Guarda Costeira dos Estados Unidos está perseguindo um navio-tanque na costa da Venezuela, um esforço que pode resultar em uma nova apreensão de petróleo. Este seguimento é parte de uma ofensiva maior contra embarcações que burlam sanções, com a operação sendo a segunda do fim de semana e a terceira em duas semanas. O navio, conhecido como Bella 1, está registrado sob bandeira falsa e tem um histórico de transportar petróleo venezuelano e iraniano. As apreensões intensificam as tensões geopolíticas, sobretudo em relação ao mercado de petróleo e seu impacto econômico.

Pressão dos EUA sobre a Venezuela: entenda os motivos por trás da ação de Trump

Os Estados Unidos, sob a liderança do presidente Donald Trump, intensificaram a pressão militar contra a Venezuela, governada por Nicolás Maduro. Recentemente, foi anunciado um bloqueio a todos os navios sancionados entrando e saindo do país. A administração Trump afirma que essa ação visa combater o narcotráfico, já que Maduro estaria envolvido no fornecimento de drogas ilegais. Além disso, a influência da Venezuela na geopolítica da América Latina e as reservas de petróleo do país são fatores chave. A estratégia de Trump busca reafirmar a posição dos EUA na região e limitar a influência de adversários como China e Rússia.

Venezuela reage à apreensão de petroleiro pelos EUA: pirataria internacional

Neste sábado, a Venezuela denunciou a apreensão de um petroleiro bandeirado pelo Panamá pelos Estados Unidos, classificando a ação como um grave ato de pirataria internacional. O governo venezuelano acusou os militares americanos de roubo e sequestro, incluindo o desaparecimento forçado da tripulação em águas internacionais. A Venezuela pretende levar o caso ao Conselho de Segurança da ONU e outras organizações internacionais. Ao mesmo tempo, autoridades dos EUA afirmaram que o bloqueio a navios sancionados será mantido até que os bens norte-americanos sequestrados pelo regime de Maduro sejam devolvidos. O navio transportava petróleo para a Ásia.

EUA apreendem navio venezuelano em operação contra narcoterrorismo

No dia 20 de dezembro de 2025, a Guarda Costeira dos EUA interceptou um navio petroleiro de bandeira panamenha que transportava petróleo venezuelano em águas internacionais próximas à Venezuela. A operação, realizada com o apoio do Pentágono, aconteceu após Donald Trump anunciar medidas rigorosas contra embarcações sancionadas. A secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, confirmou a apreensão e destacou a determinação dos EUA em combater o tráfico de petróleo que financia o narcoterrorismo. Essa foi a segunda interceptação de navios venezuelanos pelos EUA em dezembro, aumentando a pressão sobre o governo de Nicolás Maduro.

Lula alerta sobre riscos de intervenção militar na Venezuela

Durante a Cúpula do Mercosul em Foz do Iguaçu, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva expressou preocupações sobre a possível intervenção dos Estados Unidos na Venezuela, considerando-a uma potencial catástrofe humanitária. Lula argumentou que tal ação poderia estabelecer precedentes perigosos para a região e o mundo. Ele enfatizou que a escalada militar dos EUA, com bloqueios navais e ameaças, poderia resultar em instabilidade na fronteira brasileira, aumentando a crise de imigração. Lula tentou convencer Donald Trump sobre os efeitos negativos de um ataque militar, propondo que o diálogo poderia ser uma alternativa mais eficaz.

Crise na fronteira: Tensão entre EUA e Venezuela preocupa Brasil

A crescente tensão entre os Estados Unidos e a Venezuela, intensificada por ameaças de Donald Trump, gerou preocupações no governo brasileiro sobre uma possível crise humanitária na fronteira. Trump anunciou um bloqueio naval contra navios petroleiros venezuelanos, aumentando o temor de uma desestabilização no país. O presidente Lula abordou a situação com Trump, alertando para as consequências de uma intervenção militar e propondo um diálogo construtivo. A apreensão de um navio petroleiro e a presença militar dos EUA na região refletem um cenário incerto, onde uma mudança de governo na Venezuela poderia resultar em um vácuo de poder e caos social.

Ataque em universidade dos EUA deixa mortos e feridos

Um ataque armado na Universidade Brown, em Rhode Island, resultou na morte de dois alunos e deixou nove feridos. O incidente ocorreu em um prédio onde os estudantes realizavam provas, e o suspeito, um homem vestido de preto, ainda está foragido. Apesar da intensa busca com mais de 400 agentes mobilizados e a presença do FBI, não há evidências de uma ameaça contínua. A universidade permaneceu em lockdown e a comunidade está em estado de choque, refletindo sobre a frequente violência armada nos Estados Unidos e a falta de segurança em instituições educacionais.

Trump se pronuncia sobre ataque a tiros em universidade e pede orações

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou sobre o ataque a tiros na Universidade Brown, em Rhode Island, que deixou várias vítimas. Ele lamentou a brutalidade do incidente, afirmando que as vítimas estão 'gravemente feridas' e que o momento exige orações. Trump informou que foi totalmente atualizado sobre a situação e que as autoridades locais, com apoio do FBI, estão investigando o incidente. Durante seu retorno de um jogo em Baltimore, ele enfatizou a gravidade do ataque e a necessidade de enviar pensamentos e preces às pessoas afetadas, especialmente aos feridos.

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