O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quinta-feira, pela manutenção da prisão do ex-jogador Robinho, que já cumpria pena de nove anos na Itália por estupro. O voto decisivo foi do ministro Edson Fachin, e o placar parcial ficou em 6 a 1 contra o pedido de liberdade formulado pela defesa. Gilmar Mendes foi o único a divergir, argumentando que a pena só poderia ser executada no Brasil após se esgotarem os recursos legais. O julgamento, que ocorre em plenário virtual, se encerrará na sexta-feira, caso não haja interrupções por parte dos ministros.