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Notícias em 1 parágrafo!

Tudo sobre Corrupção

Reunião secreta antes da prisão: O caso Vorcaro e o Banco Central

Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, teve uma reunião virtual com Ailton de Aquino, diretor do Banco Central, horas antes de ser preso em 17 de novembro durante a Operação Compliance Zero. Ele foi detido no Aeroporto de Guarulhos devido a um suposto esquema de emissão de títulos de crédito falsos, enquanto planejava uma viagem para Dubai. A reunião incluiu outras autoridades do Banco Central e, no dia seguinte, a liquidação extrajudicial do Banco Master foi decretada. A Polícia Federal ouvirá depoimentos de Vorcaro e outros envolvidos na investigação na tarde de 30 de dezembro.

Presidente do IVL se mantém foragido após condenação por tentativa de golpe

Carlos Rocha, presidente do Instituto Voto Legal (IVL), continuam foragido após a prisão preventiva decretada pelo ministro Alexandre de Moraes do STF. Rocha enfrenta condenação de sete anos e seis meses por sua participação em uma trama golpista, onde ele produziu e divulgou um relatório falso sobre a integridade das urnas. A ordem de prisão foi emitida como medida preventiva após a captura do ex-diretor da PRF, Silvinei Vasques, que tentava fugir para El Salvador. Após a decisão, dez mandados de prisão foram expedidos, restando apenas Rocha como foragido.

Foragido da Justiça: Presidente de Instituto liga-se a trama golpista

Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal, é considerado foragido após uma ordem de prisão domiciliar decretada pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes. A Polícia Federal não conseguiu localizá-lo em São Paulo. Condenado em outubro a sete anos e seis meses de prisão por organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, Rocha participou ativamente de manifestações que disseminaram a ideia de fraude nas eleições de 2022. A reabertura da investigação também envolve o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e outros possíveis implicados na trama golpista.

Silvinei Vasques tenta fuga e leva cão em carro alugado

Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da PRF, tentou fugir do Brasil após ser condenado a 24 anos e seis meses de prisão por sua participação em uma tentativa de golpe de Estado. A Polícia Federal informou ao STF que Vasques alugou um carro, carregando seu cão e materiais de transporte, como ração e tapetes higiênicos. Ele foi visto em seu endereço até 19h22min do dia 24 de dezembro, mas sua tornozeleira eletrônica perdeu sinal por volta das 3h da madrugada do dia seguinte. As imagens mostram Vasques carregando itens para seu animal pouco antes de desaparecer.

Escândalo da compra do Banco Master: Moraes em foco com ligações explosivas

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, fez seis ligações em um único dia para o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, sobre a compra do Banco Master pelo Banco de Brasília. Esta ação surge em meio a investigações sobre fraudes de R$ 12,2 bilhões que resultaram na liquidação do Banco Master. Apesar da pressão, Moraes alega que o objetivo das conversas foi discutir exclusivamente as consequências das sanções da Lei Magnitsky. O caso já gera repercussões políticas e investigações sobre vínculos financeiros da família Moraes com o banco liquidado.

Pressão política em torno do Banco Master: Moraes se reúne com Galípolo

O ministro do STF, Alexandre de Moraes, se reuniu com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em busca de informações sobre a venda do Banco Master ao BRB. Moraes fez várias ligações e um encontro pessoal para discutir a situação do banco, alegando que ele estava sendo alvo de críticas para favorecer grandes instituições. Durante uma dessas reuniões, ele pediu agilidade à operação de venda, mas acabou reconhecendo a possibilidade de fraudes nos financiamentos. Após prisões e investigações, o Banco Central decidiu pela liquidação do Banco Master, e a pressão política envolvendo o caso aumentou.

Polêmica na política: R$ 469,7 mil apreendidos com deputado Sóstenes

A Polícia Federal (PF) concluiu a operação Galho Fraco, revelando que o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) teve R$ 469.700,00 apreendidos em espécie. O montante foi encontrado em seu flat em Brasília durante um mandado de busca e apreensão, também direcionado ao deputado Carlos Jordy, evidenciando suspeitas de uso irregular da cota parlamentar. Investigações apontam que uma locadora de veículos foi utilizada como fachada para desvio de verificação. Ambos os parlamentares alegam serem vítimas de perseguição política, enquanto Sóstenes afirma que o valor é proveniente da venda de um imóvel e possui origem legal.

Viagens entre lobista e filho de Lula levantam suspeitas de relação ilícita

A Polícia Federal identificou seis viagens feitas pela lobista Roberta Luchsinger e Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente, cujas passagens estavam reservadas sob o mesmo código. As viagens, uma das quais para Portugal, levantaram suspeitas sobre a amizade entre os dois, especialmente após a lobista ser alvo da operação Sem Desconto, que investiga fraudes no INSS. Roberta foi sujeita a medidas cautelares, como uso de tornozeleira eletrônica. Enquanto isso, a PF apura revelações sobre transferências financeiras entre ela e um empresário conhecido por sua atuação criminosa, o Careca do INSS.

Comando Vermelho invade a política do Rio: figuras chave presas!

Nos últimos meses, investigações revelaram a infiltração do Comando Vermelho na política do Rio de Janeiro, resultando na prisão de figuras proeminentes como o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, e o deputado estadual TH Joias. As acusações incluem o favorecimento das atividades criminais da facção, com a Polícia Federal identificando conexões diretas entre Bacellar e TH Joias. O sociólogo Daniel Hirata destaca que essa situação expõe uma nova dinâmica, onde altos escalões políticos, antes considerados intocáveis, agora estão sob sospeita. O impacto das investigações na política fluminense continua a se desenrolar.

Lobista diz que investigação sobre corrupção é uma oportunidade de se defender

Roberta Luchsinger, empresária e lobista, comentou positivamente sobre a investigação da Polícia Federal que a envolve em um esquema de corrupção relacionado ao INSS. Após a busca e apreensão no dia 18 de dezembro de 2025, Roberta expressou sua disposição em provar sua inocência e esclarecer que não está associada às irregularidades investigadas. Ela enfatizou que a operação é uma oportunidade para demonstrar que não tem qualquer ligação com o esquema de corrupção. A investigação menciona pagamentos feitos por um dos principais envolvidos, além de citar Fábio Luís, filho do presidente Lula.

Polícia Federal investiga deputados do PL em operação Galho Fraco

Nesta sexta-feira, a Polícia Federal cumpriu mandados de busca nas casas de deputados do Partido Liberal, incluindo Sóstenes Cavalcante e Carlos Jordy. A operação Galho Fraco investiga possíveis desvios de cotas parlamentares para despesas irregulares. Durante a ação, a PF encontrou R$ 400 mil com Sóstenes, que alega serem de um negócio imobiliário recente. Ele e Jordy negam qualquer irregularidade e afirmam que tais buscas são tentativas de desacreditá-los. Investigações revelam movimentações financeiras suspeitas e indícios de ligações com uma empresa de fachada na locação de carros, envolvendo assessores dos parlamentares.

Weverton Rocha é alvo da PF em operação contra fraudes no INSS

Senador Weverton Rocha (PDT-MA) é alvo da operação Sem Desconto, desencadeada pela Polícia Federal nesta quinta-feira. A investigação visa fraudes relacionadas a aposentadorias e pensionistas do INSS, com a execução de 52 mandados de busca e apreensão e 16 de prisão preventiva. Rocha, que ocupa o cargo de vice-líder do governo Luiz Inácio Lula da Silva, se disse surpreso com a ação e se disponibilizou para esclarecimentos após obter acesso ao processo judicial. A operação já se desdobrou em nove fases, buscando apurar crimes de estelionato previdenciário e organização criminosa.

Novas provas surgem contra Sergio Moro em caso de escutas ilegais

A Polícia Federal encontrou documentos que apoiam as denúncias de Tony Garcia contra Sergio Moro, ex-juiz Federal. As apreensões ocorreram na 13ª vara de Curitiba e incluem transcrições de conversas envolvendo autoridades com foro privilegiado. Garcia alega ter sido orientado por Moro, entre 2004 e 2005, a realizar gravações ilegais. O material apreendido mostra que Moro tentou escutar ambientes de autoridades sem as devidas autorizações legais. O caso foi remetido ao Supremo Tribunal Federal, onde o ministro Dias Toffoli assumiu a relatoria, garantindo a continuidade das investigações sobre as condutas do ex-juiz.

Escutas ilegais: A trama de Sergio Moro desvendada pela Polícia Federal

A Polícia Federal realizou uma operação que resultou na apreensão de documentos que comprovam ordens de escuta telefônica ilegal emitidas pelo ex-juiz Sergio Moro, enquanto ele estava na 13ª Vara Federal de Curitiba. Os grampos atingiram autoridades com foro privilegiado, como o presidente do Tribunal de Contas do Paraná e desembargadores do TRF-4, sem a autorização necessária. Os registros permaneciam ocultos e mostraram que delatores foram usados para monitorar essas figuras, gerando investigações caso Moro seja responsabilizado. A ação foi ordenada pelo ministro Dias Toffoli, visando apurar abusos no uso da delação premiada.

Desembargador é preso em operação que investiga corrupção na Alerj

O desembargador federal Macário Ramos Júdice Neto foi preso pela Polícia Federal na Operação Unha e Carne 2, que investiga o vazamento de informações sigilosas. Esta operação é uma continuação da ação que prendeu o ex-presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, por passar informações de investigações para o presidente da Alerj, TH Joias, preso anteriormente por suas conexões com facções criminosas. Júdice Neto é o relator do processo contra TH Joias e foi detido na superintendência da PF no Rio, enquanto a defesa alega falta de provas e erros no processo.

Deputado joga celular pela janela durante operação da PF

Na manhã de 16 de dezembro de 2025, durante uma operação da Polícia Federal, o deputado Antônio Doido foi alvo de mandados de busca e apreensão em seu apartamento funcional em Brasília. Ele é investigado na Operação Igapó, que apura crimes de corrupção envolvendo uma organização criminosa de agentes públicos e privados. Agentes encontraram o celular do parlamentar jogado pela janela, uma tentativa de evitar a apreensão do dispositivo. A PF investiga delitos como corrupção eleitoral, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e fraudes em processos de licitação para desvio de verbas públicas.

Funcionário da Enel é preso por cobrar propina para religar luz de restaurante

Um funcionário da Enel foi preso após cobrar R$ 2.500 para religar a luz do restaurante Rancho da Empada na Vila Mariana, em São Paulo. A ocorrência aconteceu na tarde de quinta-feira (11), após uma ventania que deixou mais de 2 milhões de clientes sem energia elétrica. Segundo o boletim de ocorrência, o dono do restaurante concordou em fazer o pagamento e o funcionário conseguiu religar a luz em apenas 15 segundos. Investigações analisam mensagens e vídeos, enquanto a Enel esclarece que essa prática é contra suas normas, e o funcionário enfrenta investigação por corrupção passiva.

Funcionário da Enel é preso por cobrar propina para religar energia em SP

Um funcionário de uma empresa parceira da Enel foi preso em flagrante em São Paulo por exigir R$ 2,5 mil para religar a energia durante um blecaute causado por ventos fortes. O subprefeito da Vila Mariana, Rafael Minatogawa, denunciou o caso após o trabalhador admitir o crime. A Enel condenou essa prática, reiterando que cobranças para religamento de energia são ilegais. A Polícia Militar também investiga outras denúncias semelhantes na Grande São Paulo, incluindo um incidente em Diadema, onde funcionários teriam pedido quantias exorbitantes para religar o serviço elétrico em prédios comerciais.

Técnico da Enel é denunciado por cobrar propina para restabelecer energia em Diadema

Um técnico da Enel em São Paulo foi denunciado por moradores de Diadema após supostamente cobrar propina para restabelecer a energia elétrica. Os relatos indicam que o profissional exigiu inicialmente R$ 300 e, em seguida, mais R$ 1.000, afirmando que o pagamento era necessário para a remoção de bloqueios. A situação se agravou com ameaças feitas pelo técnico a um dos moradores. A ocorrência resultou na visita da polícia e da Guarda Municipal ao local, e o caso foi registrado no 3º Distrito Policial. A Enel declarou que essas exigências são inaceitáveis e contra as suas diretrizes.

Controvérsia: contrato de R$ 129 milhões liga esposa de Moraes ao Banco Master

O escritório de advocacia da mulher do ministro Alexandre de Moraes, Viviane Barci, firmou um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, estipulando pagamentos mensais de R$ 3,6 milhões por um período de 36 meses. Este acordo foi apreendido durante a Operação Compliance Zero da Polícia Federal, que tinha como alvo o dono do banco, Daniel Vorcaro. A coluna Malu Gaspar fez a revelação, destacando que o contrato não previa atuação em causas específicas, mas sim uma representação em diversos temas. Moraes e a firma ainda não comentaram sobre o assunto.

Ministro Toffoli viaja com empresário antes de decisões importantes no STF

O empresário Luiz Osvaldo Pastore, suplente de senador pelo MDB, levou o ministro Dias Toffoli e o advogado Augusto Arruda Botelho em seu jatinho para a final da Libertadores no Peru. Dias depois, Toffoli tomou decisões relevantes no STF sobre o caso Banco Master, que envolve Daniel Vorcaro. Pastore, com um patrimônio de R$ 450 milhões, possui uma trajetória política intermitente no Senado. Embora a viagem suscitem questões sobre influência, interlocutores afirmam que a amizade é antiga, e o planejamento ocorreu antes de Toffoli receber o processo, reforçando a importância do momento em questão.

Polêmica na Alerj: presidente Bacellar admite contato com ex-deputado antes de operação

Rodrigo Bacellar, presidente da Alerj, admitiu em depoimento à Polícia Federal ter contatado o ex-deputado TH Joias antes da operação policial que o prendeu por suspeita de vazamento de informações sigilosas. Bacellar, preso na quarta-feira por ordem do STF, alegou que o contato era meramente institucional, embora a PF tenha encontrado mensagens informais entre os dois. Na véspera da operação, TH questionou se havia alguma denúncia contra ele, mas Bacellar retorqui que não sabia de nada. Durante a prisão, R$ 90 mil foram encontrados em seu carro, informação que ele prometeu esclarecer posteriormente.

Toffoli viaja em jatinho para assistir final da Libertadores e gera polêmica

O ministro do STF, Dias Toffoli, um fervoroso torcedor do Palmeiras, viajou a Lima, Peru, em um jatinho particular para assistir à final da Libertadores em 29 de novembro de 2025. O voo contou também com outros palmeirenses, como o ex-ministro Aldo Rebelo e o advogado Augusto Arruda Botelho, que defende Luiz Antonio Bull, ex-diretor de Compliance do Banco Master. Na partida, o Flamengo sagrou-se campeão ao vencer por 1 a 0. Toffoli, com seu amigo Luiz Osvaldo Pastore, dono do jatinho, não viu problema em ir a um jogo de futebol com amigos.

Operação da PF revela 'festa da cueca' em Curitiba com magistrados

A Polícia Federal realizou uma operação na 13ª Vara Federal de Curitiba e apreendeu um vídeo denominado 'festa da cueca', que revela encontros mensais em um hotel de luxo com garotas de programa, envolvendo membros da alta magistratura. Essa operação, determinada pelo ministro Dias Toffoli do STF, investiga o uso de informações confidenciais para influenciar decisões jurídicas. Além do vídeo, foram coletados documentos e processos relacionados a investigações passadas da Lava Jato, incluindo informações de Tony Garcia e Alberto Youssef, levantando questões sobre a conduta de ex-juizes e advogados no sistema judicial.

Prisão de Bacellar evidencia luta contra corrupção e crime organizado

A recente prisão do presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, destaca a luta contra a corrupção e o crime organizado no Brasil. O PL Antifacção, que tentava restringir a atuação da Polícia Federal, foi modificado, permitindo investigações importantes. A atuação da PF é vista como uma ameaça ao crime organizado, com conexões políticas sendo expostas, e é alvo de críticas por parte da extrema direita. Os governadores atuais tentam minimizar a importância da PF na segurança pública, enquanto grupos criminosos, como o Comando Vermelho e o PCC, buscam influenciarem as decisões que impactam suas operações.

Deputado busca extradição de Lulinha por fraudes no INSS

O deputado Evair de Melo solicitou ao STF a extradição de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, devido a investigações sobre fraudes no INSS. A CPMI revela que Lulinha recebeu R$ 25 milhões de Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, que está preso desde setembro. O deputado pediu medidas cautelares e cooperação jurídica com a Espanha, onde Lulinha reside atualmente. Embora existam indícios, não há confirmação de culpa até o momento. O advogado de Lulinha afirmou que a acusação é uma tentativa de desgastar a imagem do filho do presidente Lula.

Ciro Nogueira chama acusações contra Lulinha de gravíssimas e pede transparência

Ciro Nogueira, presidente do Progressistas, classificou as acusações contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, como gravíssimas. Ele pediu que documentos que tratam de relatórios sobre pagamentos do Careca do INSS ao filho do presidente sejam tornados públicos para esclarecer a situação. Nogueira não faz pré-julgamento, mas considera a denúncia como de grande importância, especialmente por envolver recursos destinados a aposentados e pensionistas. Ele também comentou sobre a mudança de Lulinha para a Espanha durante as investigações e expressou que a situação pode afetar negativamente o governo se não for devidamente esclarecida.

CPMI do INSS rejeita convocação de Lulinha em meio a acusações de fraudes

A CPMI que investiga fraudes no INSS rejeitou a convocação de Lulinha, filho de Lula, para depor sobre uma suposta conexão com as irregularidades. O pedido, feito pelo partido Novo, se baseou em indícios financeiros e um depoimento de uma testemunha que afirma que Lulinha recebeu uma mesada do empresário Antônio Carlos, apontado como operador do esquema. Apesar da mobilização pela convocação, a base governista conseguiu derrubar a proposta por 19 votos contra 12. O ex-ministro Paulo Pimenta defendeu a ausência de provas e alegou que o requerimento era desnecessário e infundado.

Decisão de Toffoli transfere investigações do Banco Master para o STF

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu que a competência sobre as investigações do Banco Master agora será da própria Suprema Corte. A decisão ocorreu em resposta ao pedido da defesa de Daniel Vorcaro, dono do banco, que enfrenta suspeitas de crimes como gestão fraudulenta e organização criminosa. Com essa determinação, todas as futuras diligências devem ser submetidas ao STF, considerando o envolvimento de um deputado mencionado nas investigações. Toffoli também autorizou o acesso da Polícia Federal para investigá-lo, desde que as ações passem pela análise do Supremo.

Polícia Federal prende presidente da Alerj em operação contra corrupção

Após a decisão do ministro Alexandre de Moraes do STF, a Polícia Federal prendeu Rodrigo Bacellar, presidente da Alerj, por suspeita de obstruir investigações da Operação Zargun. Ele é acusado de ter alertado o deputado Thiago Joias sobre a operação, que investiga tráfico internacional de armas e lavagem de dinheiro. Moraes ordenou o afastamento de Bacellar, indicando indícios de sua participação em organização criminosa e vazamento de informações sigilosas. Além da prisão, foram autorizadas buscas em endereços vinculados ao parlamentar e medidas cautelares para um assessor mencionado nas investigações. O caso continua em andamento.

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