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Moraes estende inquérito das fake news por mais seis meses

O ministro do STF, Alexandre de Moraes, prorrogou por mais 180 dias o inquérito das Fake News, visando aprofundar a investigação sobre informações fraudulentas e ameaças a ministros da Corte. O objetivo é confirmar a existência do chamado 'Gabinete do Ódio' que atuou durante o governo Bolsonaro e apurar seu financiamento e métodos. Além da extensão do prazo, Moraes determinou que mais 20 pessoas sejam ouvidas para complementar as análises já em curso, que envolvem a quebra de sigilo fiscal e bancário dos apontados. Críticas à investigação surgem principalmente de grupos políticos de direita.

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Ministro do STF gera polêmica ao instaurar inquérito de ofício sobre vazamentos

A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, de instaurar um inquérito por conta própria para investigar vazamentos de dados sigilosos envolvendo outros ministros e seus familiares, gera controvérsia jurídica. Especialistas alertam que essa ação viola o devido processo legal e pode comprometer a imparcialidade do Judiciário. A falta de provocação da Procuradoria-Geral da República e o sigilo do processo agravam os questionamentos sobre conflitos de interesse e possíveis abusos de poder. Vários juristas consideram que a condução desse caso deveria ser feita por órgãos independentes, como o Ministério Público.

Moraes investiga vazamentos de dados sigilosos de ministros do STF

O ministro do STF, Alexandre de Moraes, iniciou um inquérito sigiloso para averiguar possíveis vazamentos de dados sigilosos de ministros da Corte, envolvendo a Receita Federal e o Coaf. A investigação foi desencadeada por informações sobre contratos da mulher de Moraes com o Banco Master e negócios dos irmãos de Dias Toffoli. Apesar do inquérito não ter sido solicitado pela Procuradoria-Geral da República, que acompanhará os desdobramentos, a abertura despertou debates internos no STF, refletindo divisões sobre o andamento das investigações relacionadas ao banco e potenciais irregularidades no acesso aos dados sigilosos.

Magno Malta defende Bolsonaro em visita ao ex-presidente

Em uma visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro, o senador Magno Malta afirmou que Bolsonaro 'não tem medo da Papuda', referindo-se à penitenciária que pode acolhê-lo. Malta descreveu Bolsonaro como 'focado' e 'consciente de que não cometeu crime' e criticou o inquérito do STF, caracterizando-o como uma 'perseguição'. Ele enfatizou que o ex-presidente está bem de saúde e passou um tempo significativo de reflexão e oração com ele. Segundo Malta, Bolsonaro é uma vítima de injustiças e não pode ser responsabilizado pelos atos de vandalismo que ocorreram em Brasília, ressaltando a sua inocência.

Palmeiras pede investigação após ataque a centro de treinamento

O Palmeiras pediu a abertura de um inquérito policial devido a um ataque violento em seu Centro de Treinamento, onde explosivos foram lançados na entrada, mas, felizmente, ninguém ficou ferido. Este é o quarto incidente de vandalismo envolvendo clubes de futebol nos últimos meses. O advogado do Palmeiras destacou a possibilidade de crimes como dano ao patrimônio e periclitação da vida. A presidente Leila Pereira ressaltou que agências devem agir com punições severas para preservar a integridade do futebol. O clube busca evitar que a impunidade continue a prevalecer em eventos semelhantes.

PF decide não indiciar Bolsonaro em caso da Abin paralela

A Polícia Federal decidiu não indiciar Jair Bolsonaro no caso da 'Abin paralela', apesar de ter indícios que o implicam. O ex-mandatário não consta na lista de 36 indiciados, que inclui seu filho Carlos Bolsonaro e o ex-diretor da Abin, Alexandre Ramagem, ambos investigados por uso ilegal da agência para espionagem. A decisão foi baseada no fato de que Bolsonaro já enfrenta um inquérito separado por organização criminosa relacionado a uma tentativa de golpe de Estado, tornando redundante um novo indiciamento. A informação original sobre o indiciamento foi corrigida pelo portal UOL.

Bolsonaro é indiciado novamente pela Polícia Federal em caso de espionagem irregular

O ex-presidente Jair Bolsonaro foi indiciado pela Polícia Federal por suspeitas de uso indevido da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para monitorar autoridades. Esta é apenas uma das diversas investigações em que ele figura, incluindo alegações de tentativa de golpe de Estado em 2022 e vazamento de inquéritos sigilosos. Também é réu no processo de fraude no cartão de vacinação contra Covid-19. As investigações revelam um esquema informal de espionagem com tecnologia irregular, apontando que ministros do STF e jornalistas foram alvos. Bolsonaro nega todas as acusações contra ele e seus aliados.

PGR investiga Eduardo Bolsonaro por atuação intimidatória nos EUA

A Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitou ao Supremo Tribunal Federal a abertura de um inquérito para investigar o deputado Eduardo Bolsonaro. O motivo: suas atividades nos Estados Unidos direcionadas contra autoridades brasileiras, além de postagens em redes sociais que transmitem um tom intimidador. A PGR também revelou a intenção de ouvir o ex-presidente Jair Bolsonaro para esclarecer a situação de seu filho. Eduardo, que está morando nos EUA desde fevereiro, já havia criticado o ministro Alexandre de Moraes, indicando uma suposta tentativa de pressão sobre o processo judicial envolvendo sua família.