O Ministério Público de São Paulo recebeu uma denúncia de homofobia contra Jonas Sulzbach, do BBB 26, após uma discussão no reality show.
A Associação do Orgulho LGBTQIAPN+ alega que Jonas usou discursos homofóbicos que desqualificam e estigmatizam a orientação sexual de outro participante, Juliano Floss.
O presidente da associação, Agripino Magalhães Júnior, afirma que a conduta de Jonas pode configurar crime de injúria racial por motivação LGBTQIAPN+fóbica e destaca a importância de combater o preconceito.
O artigo discute a adoção de um código de ética pelos ministros do STF, propondo que deveria ser uma iniciativa do centrão supremocrático.
O autor sugere que a implementação do código poderia ser encarada como uma oportunidade de regeneração institucional, apesar das resistências existentes.
Menciona o dilema enfrentado pelos ministros: adotar ou ignorar o código e as implicações disso para sua atuação e imagem pública.
O ministro do STJ, Marco Buzzi, é acusado de assédio sexual contra uma jovem de 18 anos durante férias em Balneário Camboriú.
A jovem alega que o ministro tentou agarrá-la três vezes enquanto estavam no mar, resultando em seu desespero e subsequentemente em um boletim de ocorrência.
O caso está sendo tratado pelo CNJ, e o ministro Buzzi nega as acusações, afirmando que as insinuações não correspondem aos fatos.
A pesquisa Meio/Ideia revela um empate técnico entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro para o segundo turno das eleições de 2026.
Lula lidera as simulações contra outros candidatos, incluindo o governador Tarcísio de Freitas e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
Nas simulações de primeiro turno, Lula aparece à frente em todas as opções, revelando uma rejeição significativa a ambos os candidatos entre os eleitores.
O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que o novo projeto de reajuste salarial para funcionários do Congresso pode levar o pagamento a ultrapassar o teto constitucional de R$ 46.366,19.
A medida, aprovada em sessão, permitirá que diretores ganhem mais do que os próprios deputados, utilizando um mecanismo chamado 'banco de horas' que se refere a licenças compensatórias.
Funcionários comissionados terão direito a receber dias de folga que podem ser convertidos em pagamento, o que resultará em uma remuneração total superior ao teto definido por lei.