Ministro do STJ enfrenta graves acusações de assédio sexual
Ministro do STJ enfrenta graves acusações de assédio sexual
O ministro do STJ, Marco Buzzi, é acusado de assédio sexual contra uma jovem de 18 anos durante férias em Balneário Camboriú.
A jovem alega que o ministro tentou agarrá-la três vezes enquanto estavam no mar, resultando em seu desespero e subsequentemente em um boletim de ocorrência.
O caso está sendo tratado pelo CNJ, e o ministro Buzzi nega as acusações, afirmando que as insinuações não correspondem aos fatos.
A pesquisa Meio/Ideia revela um empate técnico entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro para o segundo turno das eleições de 2026.
Lula lidera as simulações contra outros candidatos, incluindo o governador Tarcísio de Freitas e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
Nas simulações de primeiro turno, Lula aparece à frente em todas as opções, revelando uma rejeição significativa a ambos os candidatos entre os eleitores.
O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que o novo projeto de reajuste salarial para funcionários do Congresso pode levar o pagamento a ultrapassar o teto constitucional de R$ 46.366,19.
A medida, aprovada em sessão, permitirá que diretores ganhem mais do que os próprios deputados, utilizando um mecanismo chamado 'banco de horas' que se refere a licenças compensatórias.
Funcionários comissionados terão direito a receber dias de folga que podem ser convertidos em pagamento, o que resultará em uma remuneração total superior ao teto definido por lei.
Leandro Machado, ex-jogador da Seleção Brasileira, foi exonerado do cargo de secretário de esportes da Prefeitura de Santo Amaro da Imperatriz em meio a uma investigação criminal.
A exoneração foi solicitada por Leandro e confirmada pela prefeitura, que afirmou que atos atribuídos a ele são de sua exclusiva responsabilidade.
A investigação, envolvendo uma menor de idade, está sendo conduzida pela Polícia Civil, mas detalhes não serão divulgados.
O STM recebeu representações do MPM contra militares condenados pelo STF, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Carlos Vuyk de Aquino, indicado por Michel Temer, será o relator do caso de Bolsonaro, enquanto a ministra revisora será Verônica Sterman, indicada por Lula.
A decisão sobre a manutenção ou perda das patentes será discutida em sessões presenciais, com cada militar tendo sua representação individualizada.
O Ministério Público Militar pediu ao Superior Tribunal Militar a perda de posto e patente de Jair Bolsonaro e outros militares envolvidos em tentativa de golpe.
O STM não revisará a condenação, mas avaliará se os acusados são dignos de suas patentes.
A perda de patente inclui consequências severas como a inelegibilidade e perda de salários, conforme prevê a Constituição.
O procurador-geral de Justiça Militar, Clauro Roberto de Bortolli, requisitou ao Superior Tribunal Militar a perda de patente de Jair Bolsonaro devido a sua condenação por tentativa de golpe de Estado.
Bortolli argumenta que os crimes de Bolsonaro violam preceitos éticos militares que ele jurou respeitar ao assumir o cargo.
Esta ação é inédita na Corte Militar e ocorrerá pela primeira vez desde a redemocratização, com a possibilidade de Bolsonaro ser considerado indigno para o Oficialato.