curta.news

Notícias em 1 parágrafo!

Abastecimento de água no Rio continua comprometido, afetando moradores e serviços

O abastecimento de água no Rio de Janeiro ainda enfrenta dificuldades, mesmo com o Sistema Guandu operando a 91% de sua capacidade. Moradores relatam falta d'água em diversos bairros, impactando a rotina local, especialmente em áreas com problemas de adutoras e instalações. Embora reparos tenham sido finalizados, a expectativa é de normalização gradativa em até 72 horas. Concessionárias pedem uso consciente da água. O desabastecimento afeta até hospitais, que agora dependem de caminhões-pipa. Enquanto isso, algumas regiões ainda sofrem com a escassez, gerando frustração entre moradores e comerciantes. A situação continua sendo monitorada.

Nasa lança satélite para mapear água na Lua

A NASA lançou o satélite Lunar Trailblazer, que tem como objetivo mapear e procurar sinais de água na superfície da Lua. Lançado na Flórida, o orbitador é uma carga secundária do foguete Falcon 9 da SpaceX. Embora geralmente considerada árida, medições anteriores já identificaram água em áreas quentes iluminadas pelo sol e possíveis depósitos de gelo nas regiões permanentemente sombreadas. Este recurso será vital para possíveis bases lunares, permitindo o uso da água não apenas para consumo, mas também para produção de oxigênio e combustível. Exploradores lunares poderão depender dessas descobertas em futuras missões.

Nova pesquisa sugere que Marte já teve condições para sustentar a vida

Um mineral encontrado em um meteorito de Marte, que caiu na Terra em 2011, sugere que o planeta vermelho poderia ter sido habitável no passado. A pesquisa publicada na Science Advances indica que um grão de zircão no meteorito, conhecido como 'Black Beauty', é a evidência mais antiga de água quente em Marte, datando de 4,45 bilhões de anos. Essa descoberta aponta para a presença de ambientes hidrotermais, reforçando observações anteriores de antigos rios e lagos. Esses dados oferecem novas perspectivas sobre a evolução planetária de Marte e sua potencial capacidade de sustentar vida.

Cientistas descobrem oceano nas profundezas da Terra

Pesquisadores descobriram um vasto oceano a 700 quilômetros abaixo da crosta terrestre, o que transforma concepções sobre a água no planeta. Essa água está armazenada em rochas chamadas ringwooditas, cujas estruturas cristalinas mantêm moléculas de água. Os cientistas utilizaram 2.000 sismógrafos nos Estados Unidos para analisar ondas sísmicas e identificar a presença de água nas profundezas. Essa descoberta sugere que os oceanos podem ter se formado a partir da infiltração dessa água, desafiando ideias anteriores. A pesquisa se expandirá globalmente para revelar mais sobre a história da Terra e os processos geológicos que moldaram nosso planeta.

Descoberta de água líquida em Marte pode indicar vida subterrânea

Pesquisadores descobriram um vasto reservatório de água líquida nas profundezas de Marte, por meio de dados do robô Mars Insight Lander da NASA. Eles identificaram que as ondas sísmicas atravessaram rochas úmidas, sugerindo que existe uma significativa quantidade de água entre 11,5 e 20 km de profundidade. Esta descoberta, liderada pelo geofísico Vashan Wright, levanta a possibilidade de vida marciana, similar às formas de vida que habitam as profundezas da Terra. A biosfera profunda terrestre, cheia de micro-organismos, pode ter um paralelo em Marte, aumentando as esperanças de encontrar vida no planeta vermelho.

Marte pode ter um oceano secreto de água líquida!

Cientistas revelaram que Marte pode abrigar um oceano escondido de água em estado líquido entre 11,5 e 20 km de profundidade em sua crosta. A descoberta se baseia em dados sísmicos da sonda Mars InSight, que registrou mais de 1300 tremores antes de encerrar suas atividades há dois anos. Estudiosos afirmam que essa água pode ser o remanescente de um ambiente que, há bilhões de anos, possuía rios e lagos. Apesar da expectativa, ressaltam que a existência de água não implica, necessariamente, na possibilidade de vida, embora sugira ambientes potencialmente habitáveis.

Estudo aponta perda alarmante de água no Pantanal ao longo dos anos

Um estudo lançado pela rede MapBiomas aponta que o Pantanal está enfrentando uma rápida perda de água em sua superfície, perdendo mais de 80% de sua área alagada em 38 anos. Em comparação a 1985, o Pantanal perdeu 80,7% de sua superfície de água, a maior queda entre todos os biomas do Brasil. A área alagada do Pantanal em 2023 foi de 382 mil hectares, cinco vezes menor do que em 1985. As queimadas intensas e a redução na cobertura de água preocupam, sinalizando uma mudança significativa no bioma

Riscos invisíveis: como os microplásticos estão afetando nossa saúde

Microplásticos são encontrados em alimentos, roupas e água, representando riscos à saúde humana. Estudos mostram presença dessas partículas em diferentes partes do corpo, inclusive em testículos humanos. A ingestão ou inalação desses microplásticos tem efeitos desconhecidos, mas pesquisas indicam possíveis complicações, como aumento do risco de doenças cardíacas. Medidas simples podem ser adotadas para reduzir a exposição, como evitar alimentos altamente processados e utilizar recipientes de vidro em vez de plástico. A diminuição da exposição a microplásticos pode ser feita em diversas áreas, porém, a eliminação completa é um desafio.