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Tudo sobre Ucrânia

Rússia afirma que Acordo de Paz na Ucrânia está Mais Próximo, mas com Condições

A Rússia declarou que está mais próxima de um acordo de paz para a guerra na Ucrânia, concordando com afirmações do presidente dos EUA, Donald Trump, após conversas entre ele, Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, anunciou que novas discussões podem ocorrer em breve, mas ressaltou que a Ucrânia deve retirar suas tropas da região de Donbas para que a paz seja possível. Zelensky mencionou que questões sobre a usina nuclear de Zaporizhzhia e a cessão de territórios ainda são obstáculos nas negociações, além das reivindicações russas sobre Donbas e outras áreas.

Trump dialoga com Putin antes de encontro com Zelensky sobre a paz na Ucrânia

Donald Trump declarou ter uma conversa 'produtiva' com Vladimir Putin antes de se reunir com Volodymyr Zelensky, que busca apoio dos EUA para um acordo de paz na guerra da Ucrânia. O plano, com 20 pontos, aborda segurança e questões territoriais, enfrentando resistência russa. Enquanto Zelensky, com forte apoio europeu, questiona a genuína intenção de Moscou pela paz,Trump adota cautela. A pressão militar da Rússia continua, mas o diálogo com os EUA prossegue. A Ucrânia insiste na necessidade de garantias de segurança e solicita mais apoio financeiro e armamentos para fortalecer sua posição nas negociações.

Zelensky busca apoio europeu após reuniões com Trump

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou que conversará com líderes europeus após se reunir com Donald Trump. Zelensky, durante uma viagem aos EUA, ressaltou a necessidade de coordenar prioridades diplomáticas. Ele destacou a urgência de respaldo para a Ucrânia, especialmente por conta dos permanentes ataques russos, que afetaram gravemente Kiev, causaram mortes e deixaram muitos sem aquecimento no frio intenso. O ucraniano espera que essa reunião resulte em garantias de segurança e no fortalecimento das defesas aéreas do seu país, essenciais para enfrentar as ofensivas da Rússia durante este momento crítico.

Proposta de paz da Ucrânia: 20 pontos em negociação com a Rússia

O presidente russo, Vladimir Putin, recebeu informações sobre as propostas de paz da Ucrânia, apresentadas em conjunto com os Estados Unidos. Durante as negociações em Miami, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, mencionou que um plano de 20 pontos estava quase finalizado, porém ainda havia desacordo sobre a cessão de partes do Donbas e a usina nuclear de Zaporizhzhia. O Kremlin, por sua vez, não se manifestou sobre a reação russa às propostas. Zelensky reiterou a soberania ucraniana, e uma proposta de não agressão entre os países foi discutida como parte fundamento nas tratativas de paz.

Rússia reafirma compromisso com a paz na Ucrânia em reunião chave

O enviado de política externa dos Estados Unidos, Steve Witkoff, afirmou que a Rússia permanece totalmente comprometida com a paz na Ucrânia, após encontros com o emissário do Kremlin, Kirill Dmitriev, na Flórida. Witkoff, junto com Jared Kushner, buscou aprimorar um plano para encerrar o conflito, incluindo garantias de segurança e concessões territoriais.Apesar de as reuniões terem sido classificadas como produtivas, não houve acordos concretos anunciados para finalizar a guerra. Witkoff e o secretário de Segurança Nacional da Ucrânia, Rustem Umerov, reafirmaram seu compromisso em buscar uma paz justa e duradoura.

Ucrânia renuncia à adesão à Otan por segurança em negociações com a Rússia

A Ucrânia decidiu renunciar à sua ambição de se unir à Otan, buscando garantias de segurança dos Estados Unidos e da Europa em meio às negociações de paz com a Rússia. O presidente Volodymyr Zelensky fez a declaração antes de reuniões em Berlim com representantes americanos. Esta mudança de postura é significativa, pois a adesão à Otan era um desejo central da Ucrânia, conforme sua Constituição. Zelensky enfatizou que as garantias de segurança oferecidas por seus aliados são um compromisso essencial, apesar da pressão russa por um status neutro da Ucrânia e retirada de tropas, sem ceder território.

Chernobyl em risco: escudo de contenção danificado por ataque de drone

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) informou que o escudo de contenção em Chernobyl não consegue mais reter os resíduos radioativos devido a danos causados por um ataque de drone em fevereiro de 2025. O Novo Confinamento Seguro (NSC) foi severamente comprometido, perdendo suas funções de segurança essenciais. A Ucrânia acusa a Rússia de responsabilidade pelo ataque, que também causou um incêndio. Embora reparos temporários tenham sido feitos, a AIEA enfatiza a necessidade de uma reforma abrangente para evitar perigo. O NSC, construído para proteger o reator nº 4 após o desastre de 1986, é crucial para a segurança nuclear.

Putin ameaça usar força militar para controlar Donbass

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, declarou que assumirá o controle total da região de Donbass, na Ucrânia, usando força militar, caso as tropas ucranianas não deixem o território. Durante entrevista à emissora India Today, antes de sua visita a Nova Délhi, ele comentou que a Rússia retomará a área pela força, além de culpar países ocidentais pelo conflito. Desde o início da invasão russa em fevereiro de 2022, a Rússia já controla cerca de 19,2% do território ucraniano, incluindo a Crimeia e partes significativas de Donetsk e Luhansk.

Ucrânia abala a Rússia ao destruir avião a laser secreto

A Ucrânia destruiu o avião a laser ultrassecreto A-60 da Rússia, durante um ataque noturno ao complexo aeronáutico de Taganrog, utilizando drones e mísseis Neptune. O ataque, que também danificou um hangar de bombardeiros, resultou na morte de três pessoas e ferimentos em várias outras. Em resposta, a Rússia lançou bombardeios em áreas ucranianas, levando a relatos de seis mortes e numerosos feridos. Além disso, drones russos infringiram o espaço aéreo da Moldávia e Romênia, resultando na ação de caças europeus para interceptação, intensificando a escalada do conflito na região.

Acordo de paz em Genebra: Ucrânia mantém soberania em negociações com a Rússia

Durante negociações em Genebra, autoridades dos Estados Unidos e Ucrânia reafirmaram que um futuro acordo de paz com a Rússia deve garantir a total soberania da Ucrânia. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, indicou progresso nas discussões, destacando que as questões pendentes são superáveis e que os russos terão voz no processo. Após a proposta inicial que envolvia concessões territoriais à Rússia, uma nova versão do plano foi elaborada, priorizando as preocupações de Kiev. Contudo, os ataques russos em Kharkiv exacerbam a situação e a urgência por um entendimento entre as partes em conflito permanece.

Zelensky alerta Rússia sobre guerra e provoca resposta ameaçadora

O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky afirmou que a Rússia deve encerrar a guerra contra a Ucrânia ou seus líderes vão precisar encontrar abrigos antiaéreos. O comentário foi feito durante entrevista ao site Axios e foi respondido pelo vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, Dmitry Medvedev, que ameaçou com armas capazes de ignorar abrigos. Zelensky, após reunir-se com Donald Trump, mencionou que a Ucrânia estaria mirando centros de poder na Rússia, como o Kremlin, e destacou a disposição de responder a qualquer ataque russo. A tensão entre os países continua alta.

Zelensky convida Lula para visitar a Ucrânia após reunião na ONU

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, encontrou-se com Luiz Inácio Lula da Silva em uma reunião bilateral em Nova York durante a Assembleia Geral da ONU. Zelensky informou Lula sobre a situação crítica dos soldados ucranianos e as manobras da Rússia que tentam criar uma falsa impressão de vitória. Ele convidou Lula para visitar a Ucrânia, enfatizando a necessidade de um diálogo para alcançar a paz real. Lula, após a reunião, expressou que percebeu Zelensky disposto a debater a guerra e se comprometeu a conversar com todos os envolvidos sobre o conflito atual.

EUA pressionam G7 a tarifar compra de petróleo russo visando Ucrânia

O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, solicitou aos ministros das Finanças do G7 que imponham tarifas a países que compram petróleo russo, com o objetivo de pressionar por um encerramento do conflito na Ucrânia. Durante uma reunião, ele enfatizou a seriedade da situação, observando que os EUA já aplicaram tarifas de 50% à Índia por suas compras de petróleo russo. Além disso, o presidente Donald Trump sugeriu que a União Europeia também deve interromper suas importações desse petróleo. A Rússia, enteanto, continua a afirmar que se adaptará às sanções ocidentais.

Guerra na Ucrânia: Casa Branca comenta ataques russos

Após novos ataques da Rússia à Ucrânia, a Casa Branca expressou que o presidente Donald Trump não está contente com a situação, mas não se surpreendeu. Karoline Leavitt, secretária de imprensa, afirmou que a 'matança infelizmente continuará' enquanto o conflito persistir, destacando o desejo do presidente por um fim à guerra, que não teria começado sob sua administração. Em resposta, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky criticou a escolha da Rússia por ações militares em vez de negociações e pediu sanções adicionais. O conflito resultou em um número significativo de mortes, tanto civis quanto militares, com milhares feridos.

Putin e Zelensky prontos para histórica reunião de paz após encontros com Trump

Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky demonstraram disposição para se reunir e discutir a paz entre Rússia e Ucrânia, um marco esperado desde o início do conflito. Esta reunião, que pode ocorrer em duas semanas, surge após conversas entre Donald Trump e líderes europeus que abordaram garantias de segurança para a Ucrânia. Zelensky expressou a necessidade de um comprometimento claro dos Estados Unidos em oferecer essas garantias, enquanto a Rússia sugere uma troca de territórios, algo que a Ucrânia rejeita. O clima nas negociações é considerado mais promissor do que encontros anteriores, sinalizando um possível avanço nas tratativas.

Donbas: O cerne da batalha e das ambições de Putin na Ucrânia

As negociações para terminar a guerra na Ucrânia, com foco nas regiões do Donbas, estão em plena atividade. Donetsk e Luhansk, antigas potências industriais, continuam a ser o centro das ambições de Putin. Desde 2014, a região vive conflitos entre separatistas e forças ucranianas, com mais de 14 mil mortos. O governo ucraniano hesita em ceder o território, considerando essa ação um suicídio político, enquanto analistas apontam que a recuperação do Donbas pela Ucrânia é improvável. Ao mesmo tempo, a comunidade internacional defende a soberania da Ucrânia e questiona a legitimidade da anexação russa.

Putin e Lula fortalecem laços antes de encontro de Trump no Alasca

Neste sábado, 9 de agosto, o presidente russo Vladimir Putin contatou o líder brasileiro Lula, intensificando esforços diplomáticos com os líderes do Brics. Durante a ligação, Putin informou a Lula sobre sua reunião recente com o enviado dos EUA, Steven Witkoff, discutindo a crise na Ucrânia. Lula expressou apoio à busca de soluções pacíficas e disse que o Brasil está disposto a ajudar, especialmente no Grupo de Amigos da Paz, criado por Brasil e China. Além disso, ambos reafirmaram o compromisso de fortalecer a parceria Brasil-Rússia em meio a sanções ocidentais.

Trump e Putin se encontram para discutir polêmico acordo territorial no Alasca

Em reunião histórica no Alasca, Donald Trump e Vladimir Putin discutem um polêmico acordo territorial que pode simbolizar uma grave derrota para a Ucrânia. Trump sugere que a Ucrânia ceda partes de Donetsk e Luhansk em troca de um cessar-fogo, gerando apreensão entre aliados e autoridades ucranianas. O presidente Zelensky reage negativamente, enfrentando a desconfiança de seu povo e a pressão militar russa crescente. Putin, por sua vez, busca expandir sua influência sem conflitos diretos, enquanto os EUA, China e Índia observam a situação. Essa conjuntura revela os desafios diplomáticos no campo da soberania ucraniana.

Zelensky reitera a defesa do território ucraniano antes de negociações com Rússia e EUA

Em uma declaração firme, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky afirmou que a Ucrânia não pode violar sua constituição em relação ao território e que os ucranianos não entregarão suas terras aos ocupantes. Essa afirmação ocorreu em resposta a comentários do presidente americano, Donald Trump, sobre a possibilidade de uma troca de territórios para encerrar a guerra na Ucrânia. Trump anunciou um encontro com o presidente russo, Vladimir Putin, no Alasca, programado para o dia 15 de agosto, indicando que as partes estavam próximas de um acordo de cessar-fogo que poderia impactar a Ucrânia significativamente.

Trump e Putin se aproximam de acordo que pode isolar Zelensky

Donald Trump e Vladimir Putin estão próximos de um acordo que pode solidificar as conquistas da Rússia na Ucrânia e trazer uma difícil derrota para o presidente Volodymyr Zelensky. A proposta, que pode ser anunciada em uma cúpula na próxima semana, envolve a cessão de partes do Donbass e da Crimeia para a Rússia, em troca de um congelamento das hostilidades. Isso poderia isolar a Ucrânia e seus aliados europeus. Trump tem pressionado por uma trégua e está buscando reconhecimento formal das perdas ucranianas, enquanto Zelensky enfrenta a difícil decisão entre aceitar ou não.

Dronefobia: O trauma psicológico dos soldados ucranianos

Pavlo, um operador de drones ucraniano, voltou para casa após um ano no front, onde pilotou drones FPV que caçavam soldados e veículos, deixando traumas profundos. Ele enfrenta a 'dronefobia', um pânico desencadeado por sons semelhantes aos que ouvia na guerra, incluindo zumbidos de motos e cortadores de grama. Esta condição, alertam psiquiatras, afeta muitos soldados que retornam da linha de frente, pois o som dos drones se tornou uma lembrança constante de estresse psicológico. O uso de drones na guerra mudou a relação do exército com a tecnologia, resultando em traumas específicos e difíceis de superar.

Tragédia em Kiev: Número de mortos sobe para 28 após ataque russo

Após um intenso ataque aéreo da Rússia em Kiev, capital da Ucrânia, o número de mortos subiu para 28, com a maioria das fatalidades ocorrendo em um único ataque a um prédio de apartamentos. Autoridades relataram que equipes de resgate recuperaram 10 corpos durante a noite, incluindo uma criança de 2 anos. O total de feridos chegou a 159, e mais de 180 equipes estão trabalhando na busca de sobreviventes entre os escombros. Este ataque é parte de uma escalada contínua na guerra iniciada em fevereiro de 2022, que já causou milhares de mortes.

Rússia ataca Kiev com drones e mísseis, deixando mortos e feridos

Na madrugada de 31 de julho, a Rússia lançou um ataque na capital ucraniana, Kiev, utilizando mais de 300 drones e oito mísseis. O ataque resultou na morte de pelo menos oito pessoas, incluindo um menino de seis anos e sua mãe, além de deixar cerca de 90 feridos. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, denunciou a brutalidade da ofensiva russa e enfatizou que a paz sem força é inalcançável. A devastação atingiu prédios residenciais e diversas instituições, provocando incêndios e obrigando equipes de emergência a trabalhar intensamente em busca de sobreviventes.

Putin demonstra disposição para discutir paz, diz porta-voz do Kremlin

Dmitry Peskov, porta-voz do Kremlin, afirmou que Vladimir Putin está disposto a buscar um acordo de paz com a Ucrânia, embora Moscou mantenha seus objetivos em mente. Peskov ressaltou que a retórica do presidente dos EUA, Donald Trump, que promete ajuda militar à Ucrânia e um prazo rigoroso, já é familiar. Putin deseja chegar a uma conclusão pacífica para o conflito, mas o processo é longo e desafiador. As prioridades russas continuam claras e insistem em atingir seus objetivos, mesmo em meio às discussões sobre a paz na região.

Rússia intercepta drones e suspende voos em Moscou

Neste sábado, sistemas de defesa da Rússia abateram três drones em direção a Moscou, conforme reportado pelo prefeito Sergei Sobyanin. Dois aeroportos da capital, Vnukovo e Domodedovo, interromperam voos temporariamente por razões de segurança, mas logo voltaram a operar. O Ministério da Defesa da Rússia revelou que, entre 15h e 19h, interceptou e derrubou um total de 27 drones ucranianos, sendo quatro sobre Moscou. Drones também foram abatidos nas regiões de Bryansk, Kaluga e Tula. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou a proposta de novas negociações com a Rússia.

Trump incita Ucrânia a atacar Moscou em conversa secreta com Zelensky

Em uma conversa sigilosa, o presidente dos EUA, Donald Trump, incentivou a Ucrânia a aumentar seus ataques em solo russo. De acordo com o Financial Times, Trump perguntou ao presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, se a Ucrânia poderia atingir Moscou se os Estados Unidos enviassem armas de longo alcance, como os mísseis ATACMS. Essa discussão ocorreu em 4 de julho, logo após uma ligação de Trump com o presidente russo, Vladimir Putin, na qual expressou descontentamento, pois Putin não aparentava estar disposto a acabar com a guerra contra a Ucrânia.

Trump ameaça Rússia com tarifas de 100% e muda rumo da política externa

O presidente dos EUA, Donald Trump, manifestou descontentamento com a Rússia por causa da guerra na Ucrânia, ameaçando tarifas de 100% caso não haja um cessar-fogo em 50 dias. Durante um encontro no Salão Oval, ele afirmou que se medidas severas não forem tomadas, as tarifas serão implementadas. Trump também anunciou o envio de armas à Ucrânia via OTAN, destacando a pressão sobre os países europeus para aumentarem seus gastos com defesa. Essa nova postura representa uma significativa mudança na política externa de Trump, que anteriormente prometeu terminar a guerra rapidamente, mas não cumpriu.

Rússia intensifica ataques aéreos e diz ter destruído alvos na Ucrânia

Em um novo ataque aéreo, a Rússia afirmou ter atingido diversos alvos militares e aeroportos na Ucrânia nas últimas 24 horas. O Ministério da Defesa da Rússia declarou que sua ofensiva, realizada com precisão por drones e mísseis, destruiu uma quantidade significativa de equipamentos ucranianos. O presidente Volodymyr Zelensky também relatou extensos bombardeios em Kiev, com a Força Aérea local interceptando centenas de alvos aéreos. Esse foi o segundo dia consecutivo de ataques aéreos em larga escala, enquanto negociações para um cessar-fogo se mantêm em espera, conforme o Kremlin aguarda um sinal de Kyiv.

Rússia lança ataque recorde com 728 drones contra a Ucrânia

Na madrugada de 9 de julho de 2025, a Rússia lançou um ataque maciço à Ucrânia com 728 drones, imediatamente após o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar o envio de mais armas defensivas a Kiev. As forças de defesa aérea ucranianas conseguiram interceptar a maioria dos drones. A ofensiva resultou em danos significativos em diversas regiões, incluindo Lutsk, mas não foi relatada nenhuma fatalidade. A equipe de Trump está preparando novas sanções à Rússia, enquanto Zelensky busca expandir a cooperação militar com os EUA para garantir melhores defesas contra os ataques. Os habitantes de Kiev se abrigam nas estações de metrô.

Rússia realiza maior ataque de drones contra Ucrânia após críticas de Trump

A Rússia lançou o maior ataque aéreo com drones contra a Ucrânia desde o início da guerra em 2022, utilizando 728 dispositivos, superando o anterior recorde de 539. O ataque ocorreu logo após o presidente dos EUA, Donald Trump, oferecer mais apoio militar a Kiev e criticar Vladimir Putin. Embora a Força Aérea da Ucrânia tenha destruído a maioria dos drones, o ataque causou incêndios significativos em Lutsk, sem mortes imediatas registradas. A Ucrânia também lançou 86 drones em resposta. O apoio militar dos EUA à Ucrânia permanece crucial para a defesa contra as forças russas.

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