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Notícias em 1 parágrafo!

Tudo sobre Protestos

Protestos em Milão contra a presença do ICE nos Jogos Olímpicos de Inverno

  • A presença de agentes do ICE em Milão para os Jogos Olímpicos de Inverno gerou protestos locais.
  • O prefeito Giuseppe Sala declarou que os agentes não são bem-vindos e os classificou como uma 'milícia que mata'.
  • Manifestantes exigem que o ICE deixe a cidade, alegando que sua presença é inaceitável.

Trump muda estratégia após morte de enfermeiro em Minneapolis

Após a morte do enfermeiro Alex Pretti em Minneapolis, o governo Trump rapidamente abandonou sua estratégia habitual de negação e ataque. Inicialmente, Trump e sua equipe descreveram Pretti como um 'terrorista doméstico', mas vídeos contradizeram essa narrativa, mostrando-o sem arma e ajudando outra pessoa. Com a crescente pressão pública e crítica ao ICE, Trump mudou o tom, responsabilizando os democratas e enviando um novo líder para supervisionar a situação. As tensões políticas aumentam, com os democratas planejando bloquear novos fundos para o DHS em resposta às ações do governo Trump e a sua política de imigração.

Protestos no Irã geram devastadores 43 mil mortes em represálias

Os protestos no Irã resultaram em 43 mil mortes, segundo o Centro Internacional para Direitos Humanos. As manifestações começaram em 28 de dezembro, inicialmente contra a inflação, e rapidamente se transformaram em uma revolta nacional contra o regime, envolvendo diversas cidades e camadas sociais. Testemunhas relataram uma repressão brutal, onde as forças de segurança perseguiam manifestantes, disparando contra eles, mesmo nas casas. Apesar de tentativas do governo em aliviar a crise com transferências financeiras, a insatisfação popular cresceu. Estes são os maiores protestos desde 2022, quando ocorreram mobilizações massivas após a morte de Mahsa Amini.

Governador de Minnesota critica DHS e levanta questionamentos sobre morte em protesto

O governador de Minnesota, Tim Walz, descreveu o relato do Departamento de Segurança Interna sobre a morte de um homem em Minneapolis como 'absurdo' e 'mentiroso', após assistir ao vídeo do incidente. Walz afirmou que suas observações em múltiplos ângulos do vídeo são de 'revirar o estômago', desafiando a narrativa do DHS que alegava um ataque violento contra agentes federais. Ele ressaltou a importância do vídeo e encorajou a população a protestar pacificamente, questionando práticas federais. O caso segue gerando controvérsias, especialmente em um contexto de tensões com a administração Trump.

Eduardo Leite questiona vaias em evento com Lula: 'Esse é o amor que venceu o medo?'

Durante um evento no Estaleiro da Ecovix, em Rio Grande, o governador Eduardo Leite (PSD) foi recebido com vaias enquanto tentava discursar. Em reação ao descontentamento do público, Leite questionou: 'Esse é o amor que venceu o medo?', referindo-se ao discurso do presidente Lula (PT). Apesar de seus apelos por respeito, o governador enfrentou interrupções constantes, ressaltando a necessidade de união mesmo diante de divergências políticas. A tensão aumentou, esboçando a polarização vigente no cenário eleitoral, ao mesmo tempo que enfatizou a importância de um esforço conjunto entre o governo estadual e federal.

Protestos em massa na Dinamarca e Groenlândia contra planos de Trump

Neste sábado, manifestantes na Dinamarca e Groenlândia se uniram para protestar contra a intenção de Donald Trump de anexar a ilha. Os participantes das marchas exigiram que a Groenlândia tenha autonomia para definir seu futuro, com gritos de 'A Groenlândia não está à venda' e slogans como 'Tirem as mãos da Groenlândia'. Na capital dinamarquesa, Copenhague, milhares se dirigiram à embaixada dos EUA, enquanto em Nuuk, liderados pelo primeiro-ministro Jens-Frederik Nielsen, milhares demonstraram apoio em frente ao consulado dos EUA, enfatizando que a Groenlândia não é uma propriedade, mas uma casa.

Urgente: jovem manifestante pode ser executado no Irã em questão de dias

Erfan Soltani, um comerciante de 26 anos no Irã, foi condenado à morte em um processo acelerado referente aos protestos atuais, com sua execução prevista para 14 de janeiro. Ele foi preso na quinta-feira, 8 de janeiro, em sua casa na cidade de Fardis. A família e a organização de direitos humanos Hengaw receberam informações sobre a sentença e as ameaças de execução. Embora o presidente americano Donald Trump tenha expressado preocupações e mencionado a falta de planos para execuções, os relatos indicam uma repressão crescente e preocupações sobre o direito à vida dos manifestantes no Irã.

Trump ameaça o Irã após possíveis execuções de manifestantes

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou o Irã com 'medidas muito duras' caso o país execute manifestantes. A crítica surgiu após o anúncio de que Erfan Soltani, um jovem preso durante protestos, pode ser executado em breve. Organizações de direitos humanos afirmam que mais de 2.400 manifestantes foram mortos devido a uma repressão violenta das autoridades, que envolveu prisões em massa e o bloqueio da internet. Trump chamou atenção para os altos números de vítimas e pediu aos iranianos que 'tomem as instituições' em resposta à opressão governamental severa e violenta.

Países Europeus exigem responsabilidade do Irã por repressões a manifestantes

Diversos países europeus convocaram embaixadores do Irã em resposta à repressão violenta do governo iraniano contra manifestantes. As manifestações, iniciadas no final de dezembro, representam o maior desafio ao regime em anos. A Alemanha expressou choque diante das ações brutais, exortando o Irã a respeitar os direitos humanos. A França e a Bélgica também condenaram as violências e intimidações, destacando a necessidade de responsabilização. O ministro italiano das Relações Exteriores descreveu a repressão como inaceitável, enfatizando a luta por democracia no Irã. A situação gerou discussões sobre potenciais novas sanções na União Europeia.

Trump suspende reuniões com Irã em apoio a protestos

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que cancelou todas as reuniões com autoridades iranianas devido à repressão violenta dos protestos no Irã. Em uma mensagem na rede social Truth Social, ele incentivou os manifestantes a continuarem sua luta, declarando que 'a ajuda está a caminho' e pedindo que os 'patriotas iranianos' ocupem as instituições. Trump afirmou que não retomar reuniões enquanto o 'assassinato sem sentido de manifestantes' persistir. O aumento da inflação desencadeou protestos no país, que começaram nos bazares de Teerã e cresceram em uma onda de agitação nacional sem precedentes.

Khamenei retrata Trump como sarcófago e alerta sobre líderes arrogantes

O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, publicou uma charge no X que mostra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como um sarcófago. A ilustração, acompanhada de uma legenda advertindo sobre a queda dos líderes arrogantes, menciona exemplos históricos de governantes depostos em seus momentos de poder absoluto. Khamenei sugere que Trump também terá um destino semelhante. Acontece em meio a um clima tenso, onde Trump afirma que líderes iranianos buscaram diálogo. O Irã enfrenta protestos devido a uma crise econômica, resultando em repressão e mortes, enquanto Khamenei convoca manifestações.

Irã busca negociação com os EUA, afirma Trump

O presidente Donald Trump revelou que o Irã contatou os Estados Unidos para buscar negociações após um período de pressão. Em entrevista, Trump declarou que o Irã aparenta estar 'cansado de apanhar' e que a expectativa é de que uma reunião ocorra em breve. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã também confirmou laços de comunicação abertos com os EUA, sugerindo a possibilidade de diálogo por meio de diplomatas ou mediadores. Apesar disso, Trump alertou que ações mais severas estão sendo consideradas, diante das mortes e protestos internos no Irã.

Irã promete retaliação severa contra EUA e Israel em meio a protestos

O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, declarou que o Irã considerará as bases dos EUA e Israel no Oriente Médio como alvos legítimos se Washington atacar o país. Durante uma sessão parlamentar, ele afirmou que o Irã enfrenta esses países em várias frentes, incluindo militar e econômica. As declarações de Qalibaf foram feitas em um momento tenso, com o presidente dos EUA, Donald Trump, avaliando opções militares para intervir em resposta à repressão violenta aos protestos no Irã. Mais de 490 manifestantes foram mortos durante os protestos, que surgiram em consequência da crise econômica no país.

Irã em alerta: Retaliações podem ocorrer em resposta a ataques dos EUA

O Irã emitiu um alerta aos EUA, afirmando que retaliará em caso de ataque, enquanto massivos protestos desafiam o governo de Teerã. As manifestações, desencadeadas por alta inflação, já se espalharam por mais de 100 cidades iranianas. O presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou responder com força, se o Irã continuar a reprimir os manifestantes. Em resposta, autoridades iranianas consideraram Israel e bases dos EUA alvos legítimos. O número de mortos tem aumentado, com grupos de direitos humanos estimando mais de 100 mortes, enquanto o governo iraniano intensifica a repressão e corta o acesso à internet.

Protestos explosivos nos EUA contra política migratória de Trump após morte de mulher

Milhares de manifestantes se reuniram em várias cidades dos Estados Unidos neste sábado (10) para protestar contra a política migratória da administração Trump, após a morte de Renee Nicole Good, 37 anos, por um agente do ICE. A multidão em Minneapolis, onde ocorreu o tiroteio, clamou contra as violações dos direitos humanos e denunciou a retórica xenofóbica do governo. Enquanto autoridades alegaram legítima defesa, os manifestantes e o prefeito desacreditaram essa versão, afirmando que a morte de Renee Good se encaixa em um padrão de uso excessivo da força por parte do ICE durante operações de imigração.

Protestos no Irã: A inflação e a luta por liberdade em mais de 100 cidades

Os protestos no Irã, que se intensificaram pelo décimo terceiro dia, refletem a insatisfação popular com a inflação disparada, que afetou produtos essenciais. Inicialmente iniciados em bazares de Teerã, as manifestações rapidamente se espalharam, abrangendo mais de cem cidades e desafiando o regime. As autoridades, enfrentando crescente agitação, cortaram o acesso à internet e forças de segurança foram mobilizadas, resultando em mortes de manifestantes. Com exigências por um governo mais responsivo, as manifestações agora representam uma pressão sem precedentes sobre a teocracia, questionando a lealdade de tradicionais apoiadores do regime e potencialmente conduzindo a mudanças significativas.

Irã em chamas: protestos resultam em mais de 40 mortes e reprimenda a Trump

O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, descreveu os manifestantes que estão protestando em várias províncias do país como um 'bando de vândalos' que tentam agradar Donald Trump. Os protestos, que começaram em 28 de dezembro, já resultaram em mais de 40 mortes e surgiram em resposta à desvalorização do rial e à inflação crescente. Khamenei criticou Trump, afirmando que seu apoio aos manifestantes mostra uma falta de respeito ao povo iraniano. As manifestações se tornaram o maior desafio ao regime desde 2022, com relatos de repressão e bloqueios de internet afetando a comunicação no país.

Tragédia em Minneapolis: morte de poetisa gera protestos e polêmica

Renee Nicole Good, uma mãe de três filhos e poeta premiada de 37 anos, foi morta a tiros por um agente de imigração durante uma operação em Minneapolis. Ela estava presente como observadora legal, mas autoridades alegaram que interferiu no trabalho dos agentes. O incidente gerou protestos e arrecadações de fundos significativas para sua família, que superaram 370 mil dólares. Good era descrita como uma pessoa gentil, carinhosa e apaixonada por literatura e arte. Sua morte levantou debates sobre o uso de força por autoridades e o impacto da violência na sociedade americana contemporânea.

Grandes vozes se unem em Copacabana contra o PL da dosimetria

No Posto 2 da Orla de Copacabana, manifestantes se reuniram, clamando pela prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro e criticando o presidente da Câmara, Hugo Motta. Políticos e membros de movimentos sociais discursaram no trio elétrico até as 15h45, destacando o apoio a Glauber Braga, que enfrentou uma suspensão de seis meses e denunciou perseguições políticas. Ele afirmou que seu gabinete estará nas ruas, engajando na luta contra a anistia aos golpistas. O evento também contou com performances de artistas como Caetano Veloso e Gilberto Gil, atraindo um grande público em solidariedade à causa.

Protestos em SP: Moradores exigem luz após quatro dias sem energia

Os habitantes da Grande São Paulo estão enfrentando protestos desde a sexta-feira, devido à falta de energia elétrica causada por uma ventania intensa. Mais de 350 mil imóveis estão sem luz há quatro dias, impactando também o abastecimento de água, segundo relatos de moradores. Indivíduos de várias regiões, como o Bixiga e o Grajaú, se uniram para exigir providências da Enel, concessionária responsável pela distribuição elétrica, que promete restabelecer o fornecimento até domingo. Os protestos aumentam, com pessoas queimando pneus e madeira nas ruas e relatando roubos devido à escuridão.

Atos em reação ao PL da Dosimetria: protestos marcados em 49 cidades

No dia 14 de dezembro de 2025, diversas manifestações estão agendadas em 49 cidades do Brasil contra a anistia promovida pelo PL da Dosimetria, aprovado pela Câmara dos Deputados. O projeto propõe a redução das penas para condenados pela invasão e vandalização dos prédios do governo ocorrida em 8 de janeiro. As manifestações, organizadas por movimentos sociais e culturais, incluem um ato musical em Copacabana, com artistas renomados como Caetano Veloso. As mobilizações visam expressar a insatisfação popular e reverter a decisão que favorece golpistas, reforçando a pressão sobre o Senado.

Senado em alerta: PL da Dosimetria enfrenta forte oposição popular

O Senado está em alerta após a aprovação do PL da Dosimetria na Câmara, que visa aliviar a pena de Jair Bolsonaro, gerando forte repercussão nas redes sociais e temores de grandes protestos. Senadores reconhecem o desconforto em votar a proposta antes do recesso, apesar da pressão do presidente do Senado para cumprir acordos. A hashtag 'Congresso Inimigo do Povo' dominou as redes, refletindo a insatisfação popular. Lideranças do Senado pedem a tramitação cuidadosa do projeto, enquanto o governo Lula prepara uma ofensiva para aumentar a pressão contrária ao texto, recorrendo à mobilização popular.

Professora é vítima de feminicídio em Florianópolis e caso gera indignação

Catarina Kasten, uma professora e estudante de pós-graduação de 31 anos, foi brutalmente estuprada e assassinada durante uma trilha na Praia do Matadeiro, em Florianópolis. O crime chocou a cidade e o país, gerando uma onda de luto e protestos. Giovane Correa Mayer, de 21 anos, foi preso e confessou ter asfixiado a vítima com um cadarço antes de cometer a violência sexual. Amigas e colegas de Catarina organizaram um ato em memória dela, exigindo mais segurança para mulheres. A UFSC lamentou sua morte e pediu uma investigação rigorosa. O inquérito ainda não foi formalmente recebido.

Mobilização online demanda anulação do Enem 2025 em protestos nacionais

Usuários das redes sociais estão realizando uma mobilização para a anulação do Enem 2025, que ocorreu nos dias 9 e 16 de novembro. O chamado para protestos, utilizando a hashtag #AnulaEnem, foi feito em 16 capitais, incluindo Brasília, onde um ato foi agendado para o dia 21. Isso ocorre após a anulação de três questões do exame, que foram consideradas similares a perguntas divulgadas pelo professor Edcley Teixeira nas redes sociais antes da prova. O Inep defende a lisura da avaliação e informa que as questões que causaram a anulação não eram idênticas às pré-marcadas.

Trump ironiza protestos com vídeo de IA em que joga fezes em manifestantes

No dia 18 de outubro de 2025, Donald Trump publicou um vídeo satírico em sua plataforma Truth Social, no qual ironiza os protestos que ocorriam em todo os Estados Unidos. Os manifestantes, que se opuseram a práticas que consideram antidemocráticas, usaram o lema 'No Kings' durante as mobilizações. No vídeo, Trump aparece pilotando um jato chamado 'King Trump' e, enquanto sobrevoa protestos em locais icônicos como Times Square, despeja fezes sobre os manifestantes. As manifestações ocorreram em 50 estados e em várias cidades, reunindo mais de 100 mil participantes apenas em Nova York.

Milhares protestam nos EUA contra 'monarquia' de Trump

Milhares de manifestantes tomaram as ruas dos Estados Unidos no dia 18 de outubro de 2025, protestando contra o presidente Donald Trump sob o movimento denominado 'No Kings'. Os atos surgiram em resposta ao que os participantes consideram um acúmulo de poder quase monárquico de Trump, que estaria ameaçando a democracia. Ao todo, mais de 2.600 protestos foram organizados em todos os Estados americanos, além de manifestações internacionais em locais como Porto Rico e Londres. Os manifestantes criticaram práticas do presidente que consideram prejudiciais à liberdade e aos direitos democráticos.

Julio Casares, presidente do São Paulo, enfrenta protestos da torcida

O presidente do São Paulo, Julio Casares, foi alvo de intensos protestos da torcida tricolor nesta segunda-feira, 29 de setembro de 2025, devido à recente eliminação na Copa Libertadores. Torcedores se concentraram em frente ao Morumbi com faixas e caixões com fotos de Casares, exigindo mudanças na diretoria. Casares não se manifestou inicialmente, mas, após os protestos, emitiu uma nota nas redes sociais pedindo desculpas e abordando planos de reestruturação financeira do clube. Ele reconheceu o momento delicado e prometeu trabalhar junto ao elenco para superar a situação e fortalecer o time.

Eduardo Bolsonaro critica senadores que barraram PEC da Blindagem

Eduardo Bolsonaro, deputado federal pelo PL-SP, criticou senadores que rejeitaram a PEC da Blindagem na Comissão de Constituição e Justiça, afirmando que eles estão reféns da desinformação. A proposta, que previa um aval legislativo para processos judiciais contra parlamentares, foi descartada unanime pela CCJ, incluindo senadores do próprio PL. Eduardo acusou governadores e senadores de ser 'serviçais complacentes dos tiranos'. A votação da PEC ocorreu paralelamente à discussão do Projeto de Lei da Anistia, gerando protestos em várias cidades contra a proposta, que ele considerava uma proteção contra um Judiciário corrupto.

Débora Bloch se une a artistas contra PEC da Blindagem e PL da Anistia

A atriz Débora Bloch, famosa por seu papel como a vilã Odete Roitman em 'Vale Tudo', participou de um ato em oposição à PEC da Blindagem e ao PL da Anistia, marcados para o dia 21 de setembro de 2025. Em um vídeo, ela declarou que crimes devem ser investigados, julgados e punidos independentemente de quem os comete. A mobilização, que engloba artistas de várias partes do Brasil, tem como lema 'congresso inimigo do povo'. As manobras legislativas visam proteger políticos e perdoar crimes relacionados a tentativas de golpe e invasões a prédios públicos.

Keir Starmer condena protesto anti-imigração em Londres

O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, expressou forte desaprovação em relação ao protesto anti-imigração realizado em Londres. Em sua declaração, Starmer enfatizou que a bandeira britânica simboliza diversidade e que o país foi fundado sobre respeito e tolerância. Ele destacou que, embora os cidadãos tenham o direito de se manifestar, a violência não será aceita. O protesto reuniu cerca de 150 mil pessoas, resultando em ferimentos para pelo menos 26 policiais, quatro deles em estado grave. A polícia prendeu 25 pessoas e separou atos opostos de diferentes espectros políticos durante as manifestações.

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