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Notícias em 1 parágrafo!

Tudo sobre Protestos

Grandes vozes se unem em Copacabana contra o PL da dosimetria

No Posto 2 da Orla de Copacabana, manifestantes se reuniram, clamando pela prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro e criticando o presidente da Câmara, Hugo Motta. Políticos e membros de movimentos sociais discursaram no trio elétrico até as 15h45, destacando o apoio a Glauber Braga, que enfrentou uma suspensão de seis meses e denunciou perseguições políticas. Ele afirmou que seu gabinete estará nas ruas, engajando na luta contra a anistia aos golpistas. O evento também contou com performances de artistas como Caetano Veloso e Gilberto Gil, atraindo um grande público em solidariedade à causa.

Protestos em SP: Moradores exigem luz após quatro dias sem energia

Os habitantes da Grande São Paulo estão enfrentando protestos desde a sexta-feira, devido à falta de energia elétrica causada por uma ventania intensa. Mais de 350 mil imóveis estão sem luz há quatro dias, impactando também o abastecimento de água, segundo relatos de moradores. Indivíduos de várias regiões, como o Bixiga e o Grajaú, se uniram para exigir providências da Enel, concessionária responsável pela distribuição elétrica, que promete restabelecer o fornecimento até domingo. Os protestos aumentam, com pessoas queimando pneus e madeira nas ruas e relatando roubos devido à escuridão.

Atos em reação ao PL da Dosimetria: protestos marcados em 49 cidades

No dia 14 de dezembro de 2025, diversas manifestações estão agendadas em 49 cidades do Brasil contra a anistia promovida pelo PL da Dosimetria, aprovado pela Câmara dos Deputados. O projeto propõe a redução das penas para condenados pela invasão e vandalização dos prédios do governo ocorrida em 8 de janeiro. As manifestações, organizadas por movimentos sociais e culturais, incluem um ato musical em Copacabana, com artistas renomados como Caetano Veloso. As mobilizações visam expressar a insatisfação popular e reverter a decisão que favorece golpistas, reforçando a pressão sobre o Senado.

Senado em alerta: PL da Dosimetria enfrenta forte oposição popular

O Senado está em alerta após a aprovação do PL da Dosimetria na Câmara, que visa aliviar a pena de Jair Bolsonaro, gerando forte repercussão nas redes sociais e temores de grandes protestos. Senadores reconhecem o desconforto em votar a proposta antes do recesso, apesar da pressão do presidente do Senado para cumprir acordos. A hashtag 'Congresso Inimigo do Povo' dominou as redes, refletindo a insatisfação popular. Lideranças do Senado pedem a tramitação cuidadosa do projeto, enquanto o governo Lula prepara uma ofensiva para aumentar a pressão contrária ao texto, recorrendo à mobilização popular.

Professora é vítima de feminicídio em Florianópolis e caso gera indignação

Catarina Kasten, uma professora e estudante de pós-graduação de 31 anos, foi brutalmente estuprada e assassinada durante uma trilha na Praia do Matadeiro, em Florianópolis. O crime chocou a cidade e o país, gerando uma onda de luto e protestos. Giovane Correa Mayer, de 21 anos, foi preso e confessou ter asfixiado a vítima com um cadarço antes de cometer a violência sexual. Amigas e colegas de Catarina organizaram um ato em memória dela, exigindo mais segurança para mulheres. A UFSC lamentou sua morte e pediu uma investigação rigorosa. O inquérito ainda não foi formalmente recebido.

Mobilização online demanda anulação do Enem 2025 em protestos nacionais

Usuários das redes sociais estão realizando uma mobilização para a anulação do Enem 2025, que ocorreu nos dias 9 e 16 de novembro. O chamado para protestos, utilizando a hashtag #AnulaEnem, foi feito em 16 capitais, incluindo Brasília, onde um ato foi agendado para o dia 21. Isso ocorre após a anulação de três questões do exame, que foram consideradas similares a perguntas divulgadas pelo professor Edcley Teixeira nas redes sociais antes da prova. O Inep defende a lisura da avaliação e informa que as questões que causaram a anulação não eram idênticas às pré-marcadas.

Trump ironiza protestos com vídeo de IA em que joga fezes em manifestantes

No dia 18 de outubro de 2025, Donald Trump publicou um vídeo satírico em sua plataforma Truth Social, no qual ironiza os protestos que ocorriam em todo os Estados Unidos. Os manifestantes, que se opuseram a práticas que consideram antidemocráticas, usaram o lema 'No Kings' durante as mobilizações. No vídeo, Trump aparece pilotando um jato chamado 'King Trump' e, enquanto sobrevoa protestos em locais icônicos como Times Square, despeja fezes sobre os manifestantes. As manifestações ocorreram em 50 estados e em várias cidades, reunindo mais de 100 mil participantes apenas em Nova York.

Milhares protestam nos EUA contra 'monarquia' de Trump

Milhares de manifestantes tomaram as ruas dos Estados Unidos no dia 18 de outubro de 2025, protestando contra o presidente Donald Trump sob o movimento denominado 'No Kings'. Os atos surgiram em resposta ao que os participantes consideram um acúmulo de poder quase monárquico de Trump, que estaria ameaçando a democracia. Ao todo, mais de 2.600 protestos foram organizados em todos os Estados americanos, além de manifestações internacionais em locais como Porto Rico e Londres. Os manifestantes criticaram práticas do presidente que consideram prejudiciais à liberdade e aos direitos democráticos.

Julio Casares, presidente do São Paulo, enfrenta protestos da torcida

O presidente do São Paulo, Julio Casares, foi alvo de intensos protestos da torcida tricolor nesta segunda-feira, 29 de setembro de 2025, devido à recente eliminação na Copa Libertadores. Torcedores se concentraram em frente ao Morumbi com faixas e caixões com fotos de Casares, exigindo mudanças na diretoria. Casares não se manifestou inicialmente, mas, após os protestos, emitiu uma nota nas redes sociais pedindo desculpas e abordando planos de reestruturação financeira do clube. Ele reconheceu o momento delicado e prometeu trabalhar junto ao elenco para superar a situação e fortalecer o time.

Eduardo Bolsonaro critica senadores que barraram PEC da Blindagem

Eduardo Bolsonaro, deputado federal pelo PL-SP, criticou senadores que rejeitaram a PEC da Blindagem na Comissão de Constituição e Justiça, afirmando que eles estão reféns da desinformação. A proposta, que previa um aval legislativo para processos judiciais contra parlamentares, foi descartada unanime pela CCJ, incluindo senadores do próprio PL. Eduardo acusou governadores e senadores de ser 'serviçais complacentes dos tiranos'. A votação da PEC ocorreu paralelamente à discussão do Projeto de Lei da Anistia, gerando protestos em várias cidades contra a proposta, que ele considerava uma proteção contra um Judiciário corrupto.

Débora Bloch se une a artistas contra PEC da Blindagem e PL da Anistia

A atriz Débora Bloch, famosa por seu papel como a vilã Odete Roitman em 'Vale Tudo', participou de um ato em oposição à PEC da Blindagem e ao PL da Anistia, marcados para o dia 21 de setembro de 2025. Em um vídeo, ela declarou que crimes devem ser investigados, julgados e punidos independentemente de quem os comete. A mobilização, que engloba artistas de várias partes do Brasil, tem como lema 'congresso inimigo do povo'. As manobras legislativas visam proteger políticos e perdoar crimes relacionados a tentativas de golpe e invasões a prédios públicos.

Keir Starmer condena protesto anti-imigração em Londres

O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, expressou forte desaprovação em relação ao protesto anti-imigração realizado em Londres. Em sua declaração, Starmer enfatizou que a bandeira britânica simboliza diversidade e que o país foi fundado sobre respeito e tolerância. Ele destacou que, embora os cidadãos tenham o direito de se manifestar, a violência não será aceita. O protesto reuniu cerca de 150 mil pessoas, resultando em ferimentos para pelo menos 26 policiais, quatro deles em estado grave. A polícia prendeu 25 pessoas e separou atos opostos de diferentes espectros políticos durante as manifestações.

Nepal enfrenta crise política após dissolução do Parlamento e convocação de eleições

O presidente do Nepal, Ramchandra Paudel, dissolveu o Parlamento e convocou novas eleições para 5 de março de 2026, após protestos que resultaram em 51 mortes. Os confrontos começaram em Catmandu, após o governo bloquear plataformas digitais, gerando revolta popular. Além das restrições, acusações de corrupção envolvendo autoridades também provocaram manifestações. Como resposta, o governo alegou que a suspensão buscava combater discursos de ódio e fraudes nas redes sociais. A ex-presidente da Suprema Corte, Sushila Karki, foi nomeada como primeira-ministra interina após a renúncia do antigo premiê, K.P. Sharma Oli.

Massiva revolta na França contra Macron arrasta 200 mil às ruas

Mais de 200 mil manifestantes saíram às ruas em várias cidades da França para protestar contra o governo do presidente Emmanuel Macron. A revolta ganhou força após a nomeação de Sébastien Lecornu como novo primeiro-ministro, que é visto como a continuidade de políticas impopulares. Aconteceram quase 600 manifestações e 250 bloqueios de estradas, resultando na prisão de pelo menos 400 pessoas. A mobilização foi marcada por confrontos, com pneus e lixeiras queimadas em cidades como Nantes, Marselha, e Lyon, enquanto a polícia respondeu com gás lacrimogêneo para dispersar os protestos.

Bandeira americana se torna símbolo da direita no Brasil, diz nytimes

A bandeira americana emergiu como um novo símbolo da direita no Brasil, segundo o New York Times, em uma reportagem sobre os protestos de apoiadores de Jair Bolsonaro na Avenida Paulista, ocorridos no último 7 de setembro. Evidenciada em uma bandeira gigante, do tamanho de uma quadra de basquete, a manifestação serviu como agradecimento ao ex-presidente Trump pela tentativa de apoio a Bolsonaro. O impacto visual gerou críticas e discussões, inclusive de parlamentares que suspeitam da origem da bandeira, possivelmente ligada à NFL, o que poderia violar a legislação brasileira sobre intervenção estrangeira na política.

Bandeira americana se torna símbolo da direita brasileira em protestos

A bandeira americana emergiu como um novo símbolo da direita no Brasil, de acordo com o New York Times em uma reportagem sobre um protesto em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A bandeira, revestindo a Avenida Paulista durante as celebrações do 7 de Setembro, foi uma demonstração de gratidão a Donald Trump por sua tentativa de intervir em favor de Bolsonaro. Os parlamentares brasileiros Lindbergh Farias e Pedro Campos pediram investigações sobre a origem da bandeira, o que gerou polêmica. A presença da bandeira reflete uma mudança nas percepções globais acerca dos Estados Unidos e seu apoio a movimentos de direita.

Tragédia no Nepal: esposa de ex-primeiro-ministro morre em protestos violentos

Rajyalaxmi Chitrakar, esposa do ex-primeiro-ministro do Nepal, Jhalanath Khanal, infelizmente faleceu após ser vítima de queimaduras em um incêndio provocado por manifestantes em sua residência. Ela foi levada ao hospital em estado crítico, mas não sobreviveu. Este trágico evento ocorreu durante uma onda de protestos violentos que assolam o Nepal, onde os manifestantes estão descontentes com a situação política e econômica do país. Na véspera, os protestos já haviam deixado cerca de 19 mortos e mais de 100 feridos, resultando na renúncia do primeiro-ministro, KP Sharma Oli.

Brasil em choque: manifestações revelam divisão política no Dia da Independência

No Dia da Independência, 7 de setembro, o Brasil se viu dividido em manifestações a favor e contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, que aguarda um veredito sobre tentativa de golpe. Enquanto a esquerda mobilizou cerca de 8 mil pessoas em São Paulo, os apoiadores de Bolsonaro reuniram aproximadamente 42 mil. A imprensa internacional ressaltou a força dos bolsonaristas nas ruas, que clamavam por anistia, enquanto o presidente Lula se pronunciou afirmando que o Brasil não será uma colônia. As tensões crescem à medida que se aproxima a decisão que pode impactar significativamente a vida política do país.

Protestos em todo o Brasil marcam o 7 de Setembro com anistia em pauta

Neste 7 de Setembro, a oposição ao governo Lula e apoiadores de Jair Bolsonaro planejam protestos em 96 cidades, tanto no Brasil quanto no exterior. Com o lema 'Reaja, Brasil', as manifestações visam a pedir anistia aos réus do 8 de janeiro e defender o impeachment de Alexandre de Moraes. Em São Paulo, a principal concentração será na Avenida Paulista, começando às 15h, enquanto no Rio de Janeiro os manifestantes se reunirão na praia de Copacabana a partir das 10h. Diferentes horários e locais estão definidos em várias cidades, reunindo opositores em um dia de resistência.

Trump declara emergência em Washington D.C. e intervém na segurança pública

Donald Trump declarou estado de emergência em Washington D.C., designando a polícia local sob controle federal e convocando 800 agentes da Guarda Nacional para expulsar moradores de rua e prender 'jovens criminosos'. Ele descreveu esse movimento como um necessário 'dia da libertação' e alegou que a cidade enfrenta pleno domínio de gangues e vândalos. Em resposta, protestos surgiram nos arredores da Casa Branca, com manifestantes exigindo a proteção do governo local. Apesar de seus argumentos, dados recentes destacam uma diminuição na criminalidade, levando críticos a questionarem a relação entre a pobreza e o aumento da violência na capital.

Protestos em todo o Brasil contra tarifa de 50% dos EUA

Movimentos sociais e estudantes realizaram atos em várias cidades do Brasil nesta sexta-feira, 1º de agosto de 2025, em protesto contra a tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. As manifestações, que começaram em Brasília e São Paulo, também ocorreram em outras sete capitais. Os manifestantes, incluindo a CUT e UNE, levantaram questões de soberania nacional e pautas sociais, como isenção do Imposto de Renda e taxação dos super-ricos. A mobilização se manteve ativa mesmo após a mudança da data de implementação da tarifa, agora prevista para o dia 7 de agosto.

Aliados de Bolsonaro promovem protestos em defesa da liberdade

Neste domingo, aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro realizarão manifestações em diversas capitais do Brasil, com o tema central da defesa da liberdade, após decisões do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que impuseram medidas restritivas ao ex-presidente. A oposição condena as ações como desproporcionais e politically motivated, chamando o povo às ruas para reivindicar o respeito à Constituição e à democracia. Entre os convocadores estão parlamentares e líderes de movimentos, como o pastor Silas Malafaia, que destaca o crescente patriotismo e indignação da população em resposta às restrições legais impostas.

Ato de Bolsonaro em Brasília tem público inferior ao evento em São Paulo

Na manifestação pela anistia em Brasília, realizada em 7 de maio, cerca de 4 mil pessoas participaram, segundo o Monitor do Debate Político Digital da USP. Este número é significativamente menor comparado ao evento anterior na Avenida Paulista, que contou com 44,9 mil pessoas no dia 6 de abril. A contagem em Brasília foi feita com tecnologia de inteligência artificial, utilizando um método de análise de imagens aéreas a partir de 40 fotos, com resultados mostrando uma precisão de 72,9% na identificação de indivíduos. Esse fato acendeu debates sobre a mobilização popular.

Harvard sob ameaça: Trump condiciona matrícula de estudantes internacionais a reportagens sobre vistos

O Departamento de Segurança Interna dos EUA ameaçou Harvard com a perda do direito de matricular estudantes estrangeiros caso a universidade não forneça informações sobre portadores de visto. Kristi Noem, secretária do DHS, anunciou o corte de financiamentos que totalizam mais de US$ 2,7 milhões e exigiu registros sobre atividades controversas de estudantes internacionais. Harvard contestou a exigência, afirmando que não abrirá mão de sua independência legal. Trump, por sua vez, ameaçou universidades com cortes devido a protestos pró-Palestina, intensificando a pressão sobre a instituição e congelando financiamentos federais para diversas universidades renomadas.

Entidades denunciam violência policial após morte de vendedor ambulante em SP

Após a morte do comerciante senegalês Ngange Mbaye em uma operação policial em São Paulo, grupos do movimento negro acionaram a OEA, pedindo uma investigação urgente. O pedido foi assinado por cerca de 70 entidades e destaca a percepção de violência policial desproporcional contra imigrantes e trabalhadores informais. O caso, classificado como um ato de 'extermínio', ressalta a criminalização do sustento de vendedores ambulantes. Em resposta, a Secretaria de Segurança Pública afastou o policial envolvido, com o caso sob investigação. O episódio gerou protestos na região, evidenciando a crescente insatisfação com a ação policial.

Tragédia no Brás: ambulante senegalês é morto pela polícia deixando companheira grávida

Ngange Mbaye, um ambulante senegalês de 34 anos, foi morto pela Polícia Militar durante uma abordagem no Brás, São Paulo, deixando sua companheira brasileira grávida de sete meses. A família relatou que o casal estava prestes a realizar um chá de bebê. O advogado da família descreveu a morte como um ato lamentável e disse que a família buscará justiça e indenização. Depois de ser baleado na ação, Ngange foi socorrido, mas não sobreviveu. O caso gerou protestos de ambulantes e será investigado pela corregedoria e pelo DHPP.

Justiça dos EUA deporta estudante de Columbia envolvido em protestos pró-Palestina

A Justiça dos EUA autorizou a deportação do estudante palestino Mahmoud Khalil, da Universidade de Columbia. Ele, que possui green card, foi detido em março após participar de protestos contra a ofensiva militar de Israel na Faixa de Gaza. A decisão do juiz de imigração, Jamee E. Comans, foi baseada no argumento de que sua presença poderia impactar negativamente a política externa americana. A defesa de Khalil contesta a legalidade da prisão, alegando violação da liberdade de expressão garantida pela Constituição dos EUA. Protestos no campus expressaram oposição a essa medida drasticamente severa.

Mil cidades se unem em protesto universal contra Trump

No último sábado, mais de mil cidades nos Estados Unidos e no exterior se mobilizaram em protestos contra Donald Trump e sua parceria com Elon Musk, destacando a maior oposição desde seu retorno à presidência. As manifestações ocorreram em locais como Washington, Nova York e Londres, unidas pelo lema 'Tire suas mãos', expressando descontentamento com as políticas do governo, como cortes em serviços essenciais e aumentos de tarifas. Uma faixa gigante perto da Casa Branca simbolizava o repúdio, enquanto os manifestantes exigiam mudanças. Apesar da grande mobilização, a Casa Branca minimizou a insatisfação popular.

Milhões protestam contra Trump e Musk em mobilização global

No sábado, milhões de manifestantes se mobilizaram nos Estados Unidos e em diversos países em protesto contra Donald Trump e Elon Musk, organizados pelo movimento 'Hands Off!'. Mais de 1.400 eventos ocorreram, exigindo o fim da corrupção e da 'tomada de poder bilionária'. Aproximadamente 600 mil pessoas se inscreveram, promovendo interesses de trabalhadores, imigrantes e comunidades marginalizadas. Os protestos foram pacíficos, mas intensos, com representantes políticos expressando preocupações sobre o governo Trump. O evento ecoou uma rejeição coletiva contra as políticas consideradas autoritárias e prejudiciais aos direitos civis e sociais.

Protesto massivo nos EUA contra Trump e Musk mobiliza milhares

No último sábado, 5 de abril de 2025, milhares de manifestantes se reuniram em Washington e em outras cidades dos EUA, participando do protesto nacional intitulado 'Hands Off!'. Os manifestantes criticaram as políticas de Donald Trump e seu conselheiro Elon Musk, expressando suas preocupações com a administração federal e suas consequências. Faixas e cartazes com mensagens como 'Tire suas mãos!' e 'Não é meu presidente!' foram exibidos em uma demonstração significativa de descontentamento. O evento, o maior desde o retorno de Trump ao poder, reuniu diversas figuras do Partido Democrata e ativistas que prometem continuar lutando.

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