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Protestos em SP: Moradores exigem luz após quatro dias sem energia

Os habitantes da Grande São Paulo estão enfrentando protestos desde a sexta-feira, devido à falta de energia elétrica causada por uma ventania intensa. Mais de 350 mil imóveis estão sem luz há quatro dias, impactando também o abastecimento de água, segundo relatos de moradores. Indivíduos de várias regiões, como o Bixiga e o Grajaú, se uniram para exigir providências da Enel, concessionária responsável pela distribuição elétrica, que promete restabelecer o fornecimento até domingo. Os protestos aumentam, com pessoas queimando pneus e madeira nas ruas e relatando roubos devido à escuridão.

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Trump muda estratégia após morte de enfermeiro em Minneapolis

Após a morte do enfermeiro Alex Pretti em Minneapolis, o governo Trump rapidamente abandonou sua estratégia habitual de negação e ataque. Inicialmente, Trump e sua equipe descreveram Pretti como um 'terrorista doméstico', mas vídeos contradizeram essa narrativa, mostrando-o sem arma e ajudando outra pessoa. Com a crescente pressão pública e crítica ao ICE, Trump mudou o tom, responsabilizando os democratas e enviando um novo líder para supervisionar a situação. As tensões políticas aumentam, com os democratas planejando bloquear novos fundos para o DHS em resposta às ações do governo Trump e a sua política de imigração.

Protestos no Irã geram devastadores 43 mil mortes em represálias

Os protestos no Irã resultaram em 43 mil mortes, segundo o Centro Internacional para Direitos Humanos. As manifestações começaram em 28 de dezembro, inicialmente contra a inflação, e rapidamente se transformaram em uma revolta nacional contra o regime, envolvendo diversas cidades e camadas sociais. Testemunhas relataram uma repressão brutal, onde as forças de segurança perseguiam manifestantes, disparando contra eles, mesmo nas casas. Apesar de tentativas do governo em aliviar a crise com transferências financeiras, a insatisfação popular cresceu. Estes são os maiores protestos desde 2022, quando ocorreram mobilizações massivas após a morte de Mahsa Amini.

Governador de Minnesota critica DHS e levanta questionamentos sobre morte em protesto

O governador de Minnesota, Tim Walz, descreveu o relato do Departamento de Segurança Interna sobre a morte de um homem em Minneapolis como 'absurdo' e 'mentiroso', após assistir ao vídeo do incidente. Walz afirmou que suas observações em múltiplos ângulos do vídeo são de 'revirar o estômago', desafiando a narrativa do DHS que alegava um ataque violento contra agentes federais. Ele ressaltou a importância do vídeo e encorajou a população a protestar pacificamente, questionando práticas federais. O caso segue gerando controvérsias, especialmente em um contexto de tensões com a administração Trump.

Eduardo Leite questiona vaias em evento com Lula: 'Esse é o amor que venceu o medo?'

Durante um evento no Estaleiro da Ecovix, em Rio Grande, o governador Eduardo Leite (PSD) foi recebido com vaias enquanto tentava discursar. Em reação ao descontentamento do público, Leite questionou: 'Esse é o amor que venceu o medo?', referindo-se ao discurso do presidente Lula (PT). Apesar de seus apelos por respeito, o governador enfrentou interrupções constantes, ressaltando a necessidade de união mesmo diante de divergências políticas. A tensão aumentou, esboçando a polarização vigente no cenário eleitoral, ao mesmo tempo que enfatizou a importância de um esforço conjunto entre o governo estadual e federal.

Protestos em massa na Dinamarca e Groenlândia contra planos de Trump

Neste sábado, manifestantes na Dinamarca e Groenlândia se uniram para protestar contra a intenção de Donald Trump de anexar a ilha. Os participantes das marchas exigiram que a Groenlândia tenha autonomia para definir seu futuro, com gritos de 'A Groenlândia não está à venda' e slogans como 'Tirem as mãos da Groenlândia'. Na capital dinamarquesa, Copenhague, milhares se dirigiram à embaixada dos EUA, enquanto em Nuuk, liderados pelo primeiro-ministro Jens-Frederik Nielsen, milhares demonstraram apoio em frente ao consulado dos EUA, enfatizando que a Groenlândia não é uma propriedade, mas uma casa.

Urgente: jovem manifestante pode ser executado no Irã em questão de dias

Erfan Soltani, um comerciante de 26 anos no Irã, foi condenado à morte em um processo acelerado referente aos protestos atuais, com sua execução prevista para 14 de janeiro. Ele foi preso na quinta-feira, 8 de janeiro, em sua casa na cidade de Fardis. A família e a organização de direitos humanos Hengaw receberam informações sobre a sentença e as ameaças de execução. Embora o presidente americano Donald Trump tenha expressado preocupações e mencionado a falta de planos para execuções, os relatos indicam uma repressão crescente e preocupações sobre o direito à vida dos manifestantes no Irã.

Trump ameaça o Irã após possíveis execuções de manifestantes

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou o Irã com 'medidas muito duras' caso o país execute manifestantes. A crítica surgiu após o anúncio de que Erfan Soltani, um jovem preso durante protestos, pode ser executado em breve. Organizações de direitos humanos afirmam que mais de 2.400 manifestantes foram mortos devido a uma repressão violenta das autoridades, que envolveu prisões em massa e o bloqueio da internet. Trump chamou atenção para os altos números de vítimas e pediu aos iranianos que 'tomem as instituições' em resposta à opressão governamental severa e violenta.