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Massiva revolta na França contra Macron arrasta 200 mil às ruas

Mais de 200 mil manifestantes saíram às ruas em várias cidades da França para protestar contra o governo do presidente Emmanuel Macron. A revolta ganhou força após a nomeação de Sébastien Lecornu como novo primeiro-ministro, que é visto como a continuidade de políticas impopulares. Aconteceram quase 600 manifestações e 250 bloqueios de estradas, resultando na prisão de pelo menos 400 pessoas. A mobilização foi marcada por confrontos, com pneus e lixeiras queimadas em cidades como Nantes, Marselha, e Lyon, enquanto a polícia respondeu com gás lacrimogêneo para dispersar os protestos.

Comentários (1)

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Protestos marcam Carnaval em Balneário Camboriú contra Lula

  • Durante o Carnaval em Balneário Camboriú, Lula foi alvo de protestos de foliões que entoaram gritos contra o presidente.
  • O evento, AgroPlay Verão, teve a cantora Ana Castela como atração principal e atraiu um público de mais de 350 mil pessoas.
  • No segundo turno das eleições de 2022, Bolsonaro obteve seu melhor desempenho proporcional em Santa Catarina, com 75% dos votos válidos.

Protestos em Milão contra a presença do ICE nos Jogos Olímpicos de Inverno

  • A presença de agentes do ICE em Milão para os Jogos Olímpicos de Inverno gerou protestos locais.
  • O prefeito Giuseppe Sala declarou que os agentes não são bem-vindos e os classificou como uma 'milícia que mata'.
  • Manifestantes exigem que o ICE deixe a cidade, alegando que sua presença é inaceitável.

Trump muda estratégia após morte de enfermeiro em Minneapolis

Após a morte do enfermeiro Alex Pretti em Minneapolis, o governo Trump rapidamente abandonou sua estratégia habitual de negação e ataque. Inicialmente, Trump e sua equipe descreveram Pretti como um 'terrorista doméstico', mas vídeos contradizeram essa narrativa, mostrando-o sem arma e ajudando outra pessoa. Com a crescente pressão pública e crítica ao ICE, Trump mudou o tom, responsabilizando os democratas e enviando um novo líder para supervisionar a situação. As tensões políticas aumentam, com os democratas planejando bloquear novos fundos para o DHS em resposta às ações do governo Trump e a sua política de imigração.

Protestos no Irã geram devastadores 43 mil mortes em represálias

Os protestos no Irã resultaram em 43 mil mortes, segundo o Centro Internacional para Direitos Humanos. As manifestações começaram em 28 de dezembro, inicialmente contra a inflação, e rapidamente se transformaram em uma revolta nacional contra o regime, envolvendo diversas cidades e camadas sociais. Testemunhas relataram uma repressão brutal, onde as forças de segurança perseguiam manifestantes, disparando contra eles, mesmo nas casas. Apesar de tentativas do governo em aliviar a crise com transferências financeiras, a insatisfação popular cresceu. Estes são os maiores protestos desde 2022, quando ocorreram mobilizações massivas após a morte de Mahsa Amini.

Governador de Minnesota critica DHS e levanta questionamentos sobre morte em protesto

O governador de Minnesota, Tim Walz, descreveu o relato do Departamento de Segurança Interna sobre a morte de um homem em Minneapolis como 'absurdo' e 'mentiroso', após assistir ao vídeo do incidente. Walz afirmou que suas observações em múltiplos ângulos do vídeo são de 'revirar o estômago', desafiando a narrativa do DHS que alegava um ataque violento contra agentes federais. Ele ressaltou a importância do vídeo e encorajou a população a protestar pacificamente, questionando práticas federais. O caso segue gerando controvérsias, especialmente em um contexto de tensões com a administração Trump.

Eduardo Leite questiona vaias em evento com Lula: 'Esse é o amor que venceu o medo?'

Durante um evento no Estaleiro da Ecovix, em Rio Grande, o governador Eduardo Leite (PSD) foi recebido com vaias enquanto tentava discursar. Em reação ao descontentamento do público, Leite questionou: 'Esse é o amor que venceu o medo?', referindo-se ao discurso do presidente Lula (PT). Apesar de seus apelos por respeito, o governador enfrentou interrupções constantes, ressaltando a necessidade de união mesmo diante de divergências políticas. A tensão aumentou, esboçando a polarização vigente no cenário eleitoral, ao mesmo tempo que enfatizou a importância de um esforço conjunto entre o governo estadual e federal.

Protestos em massa na Dinamarca e Groenlândia contra planos de Trump

Neste sábado, manifestantes na Dinamarca e Groenlândia se uniram para protestar contra a intenção de Donald Trump de anexar a ilha. Os participantes das marchas exigiram que a Groenlândia tenha autonomia para definir seu futuro, com gritos de 'A Groenlândia não está à venda' e slogans como 'Tirem as mãos da Groenlândia'. Na capital dinamarquesa, Copenhague, milhares se dirigiram à embaixada dos EUA, enquanto em Nuuk, liderados pelo primeiro-ministro Jens-Frederik Nielsen, milhares demonstraram apoio em frente ao consulado dos EUA, enfatizando que a Groenlândia não é uma propriedade, mas uma casa.