curta.news

Notícias em 1 parágrafo!

Tudo sobre ONU

Lula propõe foco na Faixa de Gaza em conversa com Trump

Em uma conversa telefônica, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sugeriu a Donald Trump que o novo Conselho da Paz dos EUA se concentre apenas na Faixa de Gaza, ressaltando a importância da inclusão da Palestina. Lula também abordou a necessidade de uma reforma na ONU para ampliar o Conselho de Segurança. Durante a conversa, foi discutida a visita de Lula aos EUA, que ainda não tem data definida. Essa proposta reacende o debate sobre a governança global e a relevância do multilateralismo, com outros países, inclusive Brasil, considerando cuidadosamente o convite para a participação nesse novo conselho.

Lula e Xi Jinping discutem defesa da ONU e recusa ao conselho de Trump

Na madrugada de 23 de janeiro de 2026, o presidente Lula conversou com o líder chinês Xi Jinping. Durante a ligação, Xi pediu ao Brasil que se recuse a integrar o Conselho da Paz, criado por Donald Trump, sugerindo que ambos os países deveriam priorizar e defender a ONU. O presidente brasileiro demonstrou disposição para fortalecer a relação bilateral e trabalhar em conjunto com a China em defesa do multilateralismo e justiça internacional, destacando a importância de sua parceria no Sul Global. Essa interação visa promover um futuro compartilhado mais justo e sustentável entre os dois países.

Trump retira EUA de 66 organizações internacionais, incluindo agências da ONU

O presidente Donald Trump ordenou a retirada dos Estados Unidos de 66 organizações internacionais, incluindo 31 da ONU, alegando que elas não atendem mais aos interesses nacionais. O governo critica essas entidades como mal administradas e ineficientes, afirmando que promovem agendas contrárias às dos EUA. Entre as agências afetadas estão aquelas focadas em questões climáticas e trabalhistas. Essa decisão marca uma mudança significativa na abordagem americana ao multilateralismo, buscando priorizar os interesses de Washington em vez da cooperação internacional. Especialistas alertam que essa retirada pode prejudicar os esforços globais contra as mudanças climáticas.

China alerta sobre os riscos dos satélites Starlink de Elon Musk

A China alertou na ONU sobre os riscos à segurança global representados por satélites privados, como os da Starlink, de Elon Musk. Durante reunião do Conselho de Segurança, o país destachou preocupações com quase colisões e uso militar desses satélites. O representante chinês pediu novas normas para regulamentar atividades espaciais e mitigar abusos. Incidentes passados já forçaram manobras da estação espacial Tiangong devido à aproximação perigosa de satélites Starlink. Em resposta, a SpaceX planeja reconfigurar sua constelação para aumentar a segurança espacial e evitar riscos elevados no espaço.

Brasil critica ação militar dos EUA na Venezuela em reunião da ONU

O embaixador do Brasil na ONU, Sérgio Danese, declarou que a ação militar dos Estados Unidos na Venezuela, assim como o recente bloqueio naval, representam uma clara violação da Carta das Nações Unidas. Durante uma reunião do Conselho de Segurança, ele enfatizou que a região deve permanecer em paz, priorizando o direito internacional e relações harmoniosas entre os países. Danese convidou EUA e Venezuela para um diálogo genuíno, ressaltando que um conflito na região teria repercussões globais. Ele, ainda, pediu ao Conselho de Segurança que promova soluções pacíficas e eficazes para a situação atual.

Rússia e China criticam postura dos EUA sobre a Venezuela na ONU

Rússia e China expressaram forte crítica à pressão dos Estados Unidos sobre a Venezuela durante uma reunião do Conselho de Segurança da ONU. Os representantes dos dois países chamaram a abordagem americana de ‘comportamento de caubói’ e ‘intimidação’, destacando o bloqueio naval dos EUA que visa impedir a exportação de petróleo venezuelano. O embaixador russo, Vassily Nebenzia, classificou essa ação como uma violação das normas internacionais. A China também se opôs ao unilateralismo dos EUA, enquanto o embaixador americano reafirmou as acusações contra o presidente Nicolás Maduro, caracterizando-o como um fugitivo procurado.

Venezuela convoca ONU para discutir agressão dos EUA

A Venezuela solicitou uma reunião do Conselho de Segurança da ONU para discutir a chamada 'agressão contínua dos Estados Unidos' contra o país, segundo uma carta à qual a Reuters teve acesso. Um diplomata da ONU indicou que o encontro poderá ocorrer na próxima terça-feira, 23. O secretário-geral António Guterres conversou com Nicolás Maduro, enfatizando a importância do respeito ao direito internacional. Maduro alertou sobre os efeitos nocivos das ameaças dos EUA na paz da região, especialmente após o recente bloqueio total aos petroleiros venezuelanos ordenado pelo presidente Donald Trump.

ONU dá início a monitoramento do cometa 3I/ATLAS sem ameaças de origem alienígena

As Nações Unidas iniciaram a vigilância global do cometa interestelar 3I/ATLAS, com monitoramento contínuo pelos próximos dois meses, realizado pela Rede Internacional de Alerta de Asteroides (IAWN). Apesar de não representar uma ameaça, a passagem do cometa oferece uma oportunidade valiosa para testar protocolos de observação global. A campanha, programada desde 2024, busca melhorar técnicas de monitoramento para objetos interestelares. Rumores sobre a origem alienígena do cometa foram desmentidos pela NASA, que apresentou imagens que confirmam a natureza do corpo celeste. Ilustrações de astrônomos amadores continuam a alimentar debates.

Incêndio na COP30 leva a mudança de responsabilidade para o Brasil

Um incêndio na Blue Zone da COP30, região de acesso restrito, deixou a área sob responsabilidade do governo brasileiro, conforme comunicado da ONU. O fogo iniciou-se em um dos estandes e resultou na evacuação de participantes. A segurança foi assegurada pelo Corpo de Bombeiros do Pará, que também fará uma verificação no local. Apesar da correria, não houve feridos. O ministro do Turismo, Celso Sabino, afirmou que a organização da COP30 emitirá uma posição sobre a retoma das negociações e a possibilidade de retorno aos estandes ainda na quinta-feira ou na próxima sexta-feira.

COP30: Primeira semana termina sem acordo e com críticas da ONU

A primeira semana da COP30 em Belém terminou com impasses entre países ricos e em desenvolvimento, sem soluções definitivas. As negociações avançaram pouco, aumentando as preocupações sobre a eficácia da conferência para resultados concretos. Enquanto nações desenvolvidas exigem compromissos mais intensos e mais dados sobre emissões, os países do Sul Global pedem garantias de financiamento. A ONU criticou a organização do evento, destacando falhas de segurança por causa de recentes manifestações e problemas operacionais diversos. O Brasil busca atuar como mediador, prometendo intensificar conversas para destravar a agenda e garantir avanços nas discussões climáticas.

ONU cobra segurança e infraestrutura adequada na COP30

Simon Stiell, secretário-executivo da ONU, enviou uma carta ao governo de Lula, pedindo melhorias na segurança da COP30. O documento, endereçado a Rui Costa e André Corrêa do Lago, critica a falha de segurança que permitiu a invasão de 150 ativistas no evento, onde a polícia não interveio. A carta cita condições precárias, como altas temperaturas, alagamentos e infraestrutura inadequada. Além disso, o secretário manifestou preocupação com problemas técnicos, como falta de ar-condicionado, que podem afetar a saúde dos delegados e a segurança do local devido à exposição a eletricidade nas instalações danificadas.

Rússia denuncia EUA por ações agressivas na Venezuela

No dia 10 de outubro de 2025, o embaixador da Rússia na ONU, Vasily Nebenzya, denunciou os Estados Unidos por uma campanha de pressão militar e psicológica visando a Venezuela. Durante uma sessão emergencial do Conselho de Segurança, convocada após ataques americanos a navios venezuelanos, Nebenzya alegou que esses movimentos visam promover uma mudança de regime indesejada. Ele classificou os ataques como violações do direito internacional e advertiu os EUA a interromperem suas ações para evitar um erro irreparável. O governo venezuelano, por sua vez, mobilizou milícias para proteger suas águas e denunciou as agressões.

Lula brilha na ONU e redefine relações diplomáticas com os EUA

O discurso de Luiz Inácio Lula da Silva na Assembleia Geral da ONU e seu encontro com Donald Trump destacaram uma nova era diplomática para o Brasil. Lula se posicionou firmemente a favor da soberania nacional, criticando sanções unilaterais dos EUA e defendendo a independência da justiça brasileira, especialmente em relação a Jair Bolsonaro. A reação positiva de Trump, que o elogiou, indica uma abertura nas relações entre os dois países, marcando um contraponto à postura divergente dos bolsonaristas. Este momento reforçou a diplomacia brasileira, ao mesmo tempo que destacou as tensões internas contra as posturas antinacionais.

Gustavo Petro diz que EUA não respeitam direito internacional após visto revogado

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, declarou que os Estados Unidos não cumprem mais o direito internacional após ter seu visto suspenso, o que ocorreu devido a declarações que instigaram soldados americanos a desobedecer ordens. O governo americano reagiu, afirmando que as palavras de Petro eram imprudentes. Durante uma fala na ONU, Petro criticou Trump e pediu a soldados que não apoiem o genocídio em Gaza. A decisão dos EUA de revogar o visto será interpretada por Petro como uma quebra das normas da ONU e questionou as ações americanas diante da Palestina e da imigração diante do seu governo.

Lula e Trump: O encontro planejado que surpreendeu na ONU

Antes da breve reunião entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, representantes do Brasil e dos EUA realizaram reuniões secretas para aproximar os dois países. A conversa, que ocorreu durante a 80ª Assembleia Geral da ONU em Nova York, foi previamente planejada, desmentindo a ideia de que foi um encontro casual. Nos quinze dias que antecederam a viagem de Lula, diversas reuniões ocorreram entre as autoridades, visando facilitar o diálogo. Empresários, incluindo Joesley Batista da JBS, também participaram, buscando esclarecer interesses comerciais e fortalecer laços entre as nações.

Netanyahu critica líderes mundiais e defende retaliação de Israel na ONU

Durante seu discurso na Assembleia Geral da ONU, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu criticou as reações internacionais à guerra em Gaza, afirmando que líderes mundiais se renderam a informações distorcidas e influências radicais. Ele defendeu a resposta de Israel após os ataques de 7 de outubro, alegando que o apoio global desapareceu rapidamente após a retaliação do país. Netanyahu acusou esses líderes de travar uma guerra política contra Israel e afirmou que suas ações medíocres comprometem a nação, destacando que o verdadeiro teste de força é agir diante da adversidade, ao invés de se curvar ao mal.

Netanyahu é vaiado na ONU enquanto sutilâncias deixam plenária

Na Assembleia Geral da ONU, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, enfrentou vaias durante seu discurso, enquanto delegações de vários países, incluindo o Brasil, deixaram a plenária antes que ele falasse. Em sua fala, Netanyahu reafirmou a determinação de Israel em continuar a guerra contra o Hamas, lembrando os horrores do ataque de 7 de outubro de 2023, que resultou na morte de cerca de 1.200 israelenses. O premiê prometeu que os reféns ainda mantidos em Gaza não seriam esquecidos. As consequências do conflito resultaram em numerosas fatalidades e destruição severa em Gaza.

Zelensky convida Lula para visitar a Ucrânia após reunião na ONU

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, encontrou-se com Luiz Inácio Lula da Silva em uma reunião bilateral em Nova York durante a Assembleia Geral da ONU. Zelensky informou Lula sobre a situação crítica dos soldados ucranianos e as manobras da Rússia que tentam criar uma falsa impressão de vitória. Ele convidou Lula para visitar a Ucrânia, enfatizando a necessidade de um diálogo para alcançar a paz real. Lula, após a reunião, expressou que percebeu Zelensky disposto a debater a guerra e se comprometeu a conversar com todos os envolvidos sobre o conflito atual.

Trump clama por investigação da ONU após suposta sabotagem durante discurso

Donald Trump, presidente dos EUA, pediu à ONU uma investigação urgente após uma série de incidentes que ele descreveu como 'tripla sabotagem' durante sua participação na Assembleia Geral. Na chegada à sede da organização em Nova York, Trump enfrentou uma falha na escada rolante, seguida por problemas com o teleprompter e o sistema de som durante seu discurso. Em uma publicação na Truth Social, ele criticou a organização e sugeriu que o Serviço Secreto investigasse o ocorrido, afirmando que deve haver consequências para os responsáveis. A ONU minimizou os incidentes como acidentais.

Trump adverte Brasil sobre parceria com os EUA

No dia 23 de setembro de 2025, Karoline Leavitt, secretária de imprensa da Casa Branca, reiterou a declaração do presidente Donald Trump de que o Brasil enfrentará dificuldades sem uma parceria com os Estados Unidos. Durante a 80ª Assembleia Geral da ONU, Trump afirmou que o país sul-americano está em uma situação ruim e só conseguirá melhorar se cooperar com os EUA. Ele alertou que, sem essa colaboração, o Brasil fracassará, assim como outros países no passado. A declaração foi destacada por Karoline em uma publicação na rede social X.

Trump alerta Brasil: a prosperidade depende dos EUA

Durante a 80ª Assembleia Geral da ONU, Donald Trump afirmou que o Brasil não conseguirá prosperar sem o apoio dos Estados Unidos. Em seu discurso, ele declarou que a cooperação com Washington é essencial para a melhoria do país, insinuando que, sem essa parceria, o Brasil enfrentará fracassos semelhantes a outros países. Trump também criticou tarifas comerciais elevadas que o Brasil impõe e destacou a necessidade de diálogo com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com quem se reunirá na próxima semana após um encontro cordial durante os discursos na ONU.

Netanyahu's son mocks Macron's recognition of Palestinian state

Emmanuel Macron, presidente francês, reconheceu o Estado Palestino durante discurso na ONU no dia 22 de setembro de 2025, afirmando ser uma responsabilidade histórica e necessária para a paz entre israelenses e palestinos. A decisão gerou reações, incluindo ironias do filho do primeiro-ministro israelense, Yair Netanyahu, que mencionou estados ultramarinos da França de forma sarcástica. Após Macron, outros países como Reino Unido, Canadá e Portugal também formalizaram seu reconhecimento. Essa onda de apoio à Palestina ocorre enquanto Israel enfrenta pressões por suas políticas de assentamentos e militarização na Cisjordânia e Gaza.

Boicote de Israel e EUA marca conferência sobre dois Estados na ONU

Israel e Estados Unidos boicotaram a conferência da ONU em Nova York, que visava discutir a solução de dois Estados, proposta que busca a coexistência pacífica entre israelenses e palestinos. O evento foi presidido pela Arábia Saudita e pela França, que declarou o reconhecimento do Estado palestino. O presidente francês, Emmanuel Macron, ressaltou que a França, fiel ao seu compromisso com a paz na região, reconhece oficialmente a Palestina. Em contraste, o embaixador israelense na ONU, Danny Danon, criticou a conferência, enquanto o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu reafirmou que não haverá estado palestino.

Lula chega a Nova York para Assembleia Geral da ONU com agenda intensa

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarcou em Nova York neste domingo (21) com uma comitiva de autoridades brasileiras, focando sua participação na Assembleia Geral da ONU, que ocorre a partir de terça-feira (23). Historicamente, o Brasil é o primeiro a discursar. Antes do evento, Lula terá uma intensa agenda, incluindo uma audiência com o diretor-executivo do TikTok e participar da Conferência Internacional sobre a Questão da Palestina. Além disso, encontrará o rei e a rainha da Suécia e participará de um evento voltado à defesa da democracia, onde o governo dos EUA não foi convidado.

Mauro Vieira critica restrições dos EUA a ministros brasileiros na ONU

O chanceler Mauro Vieira expressou indignação em relação às restrições impostas pelos EUA a autoridades brasileiras durante a véspera da 80ª Assembleia-Geral da ONU. Ele classificou as medidas como “injustas” e “absurdas”, afetando diretamente o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que teve sua circulação limitada a um pequeno perímetro em Nova York, impossibilitando sua participação em um evento importante. Vieira mencionou que o Brasil acionou os canais diplomáticos corretos, pedindo a intervenção do secretário-geral da ONU para resolver a situação. Padilha, em resposta, também decidiu não viajar, categoricamente se opondo às limitações.

ONU expressa preocupação com restrição de vistos ao Brasil

A ONU manifestou sua preocupação com a dificuldade enfrentada pelo governo brasileiro na obtenção de vistos para a comitiva do presidente Lula que irá à Assembleia-Geral em Nova York. Com o debate prestes a começar e a delegação ainda sem todos os vistos, o porta-voz da ONU, Stéphane Dujarric, ressaltou que é responsabilidade dos EUA facilitar a chegada das delegações. A diplomacia brasileira teme que os vistos sejam concedidos em cima da hora, uma estratégia do governo Trump para pressionar o Brasil, especialmente após críticas à administração atual e à direita brasileira.

EUA negam visto a Mahmoud Abbas para Assembleia da ONU: Entenda o impacto

O governo dos EUA negou o visto ao presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, que tinha a intenção de discursar na Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova York. Esta negativa também afeta cerca de 80 outros membros da Autoridade Palestina. Apesar da sede da ONU ter um regime jurídico especial, as regras de migração dos EUA ainda se aplicam. Especialistas apontam que a recusa pode ensejar questões sobre a violação do Acordo de Sede da ONU. No passado, a Assembleia Geral foi transferida para a Suíça em situações semelhantes, permitindo discursos de líderes impedidos.

ONU pede redução de preços de hospedagem no Brasil antes da COP30

A ONU expressou preocupação com os altos preços de hospedagem em Belém, onde será realizada a COP30 em novembro. Com menos de três meses para o evento, preços exorbitantes dificultam a participação de delegações de países, levando a organização a solicitar ao Brasil que reduza os valores das acomodações. Foi proposto que o país ofereça diárias a partir de US$ 100 para nações em desenvolvimento e entre US$ 400 e US$ 500 para outras. Muitos hotéis na cidade cobram acima de US$ 300, levantando preocupações sobre a inclusão e a viabilidade da conferência.

Brasil sai do mapa da fome, mas indicadores de saúde pioram

Um relatório recente da FAO revela que o Brasil cortou laços com o Mapa da Fome, mas apresenta resultados alarmantes em outros indicadores de saúde alimentar. Embora tenha havido progresso em três categorias, oito mostraram deterioração, especialmente entre crianças e adultos. A obesidade aumentou de 7,7% para 10,9% entre crianças de até cinco anos e de 19,1% para 28,1% entre adultos. Além disso, o custo de uma dieta saudável subiu consideravelmente, e a porcentagem da população que pode arcar com tal alimentação caiu, refletindo uma crise alimentar em potencial no país.

Brasil se une à ação da ONU contra Israel por genocídio em Gaza

O Brasil decidiu formalmente aderir à ação da África do Sul na Corte Internacional de Justiça da ONU, que acusa Israel de genocídio contra o povo palestino. O Ministério das Relações Exteriores expressou indignação pelas repetidas violações dos direitos humanos na Palestina, mencionando ataques civis e massacres de inocentes, especialmente crianças e mulheres. Em resposta, a Embaixada de Israel criticou a postura brasileira, alegando que a declaração não reflete a realidade em Gaza. Israel destaca sua entrega de alimentos à população e argumenta que a responsabilidade pela situação deve ser atribuída ao Hamas, que controla a faixa de Gaza.

Quer mais notícias? Cadastre-se para acessar conteúdo personalizado e exclusivo!