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Lula defende a renovação do multilateralismo em artigo global

O artigo de Luiz Inácio Lula da Silva, publicado em diversos jornais internacionais, discute a urgência de renovar o multilateralismo, especialmente em meio a crises globais. Lula argumenta que abandonar as estruturas multilaterais não é a solução, mas sim a construção de uma base mais justa e inclusiva. Ele destaca os problemas causados por intervenções militares, desigualdade econômica e a irresponsabilidade ambiental, enfatizando que a ação conjunta é crucial para enfrentar desafios como a pobreza e as mudanças climáticas. O presidente ressalta que a diplomacia é fundamental para evitar guerras e desigualdades crescentes.

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Lula propõe foco na Faixa de Gaza em conversa com Trump

Em uma conversa telefônica, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sugeriu a Donald Trump que o novo Conselho da Paz dos EUA se concentre apenas na Faixa de Gaza, ressaltando a importância da inclusão da Palestina. Lula também abordou a necessidade de uma reforma na ONU para ampliar o Conselho de Segurança. Durante a conversa, foi discutida a visita de Lula aos EUA, que ainda não tem data definida. Essa proposta reacende o debate sobre a governança global e a relevância do multilateralismo, com outros países, inclusive Brasil, considerando cuidadosamente o convite para a participação nesse novo conselho.

Espanha se recusa a integrar o Conselho da Paz de Trump

O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, rejeitou o convite para integrar o Conselho da Paz proposto por Donald Trump. Em declarações após a cúpula da UE em Bruxelas, Sánchez destacou seu compromisso com o multilateralismo e a falta da Autoridade Palestina entre os convidados como razões para a recusa. Ele expressou dúvidas sobre o respeito do novo conselho pelas normas da ONU e sua efetividade no processo de paz. O Conselho, que busca atuar em conflitos globais e tem Trump como presidente vitalício, já teve a participação de muitos líderes internacionais, exceto aliados tradicionais dos EUA.

Lula afirma que acordo Mercosul-UE é resposta ao isolamento global

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destaca que o Acordo de Parceria Mercosul-União Europeia representa uma resposta do multilateralismo ao unilateralismo global em um artigo publicado em 27 jornais. A assinatura do tratado visa aumentar o comércio, gerando oportunidades para 720 milhões de cidadãos e unindo economias com um PIB conjunto superior a 22 trilhões de dólares. Lula argumenta que o acordo promoverá empregos, desenvolvimento sustentável e beneficiar mercados estratégicos, mantendo salvaguardas sociais e ambientais. Ele conclui que o sucesso deverá ser medido pela agilidade na implementação dos benefícios para os cidadãos envolvidos.

Lula dialoga com México e Canadá sobre a crise da Venezuela

No dia 8 de janeiro de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva conduziu conversas telefonicamente com líderes do México e do Canadá sobre a crise na Venezuela, exacerbada pela recente invasão americana que resultou na captura de Nicolás Maduro. Durante as discussões, Lula e Claudia Sheinbaum, presidenta do México, defenderam o multilateralismo e soluções pacíficas para a situação, promovendo diálogo e estabilidade regional. De forma semelhante, Lula conversou com Mark Carney, primeiro-ministro do Canadá, onde condenaram o uso da força sem respaldo do direito internacional, e o convidaram para futuras visitas ao Brasil para estreitar laços bilaterais.

Lula afirma que ausências no G20 não afetam a força do encontro

Durante a coletiva de imprensa realizada no G20 em Joanesburgo, o presidente Lula destacou que a ausência dos líderes dos EUA e da China não compromete a eficácia do encontro. Ele enfatizou a representação de alto nível da China e criticou Donald Trump por seu afastamento do multilateralismo, com ações como a saída da Unesco. Lula debateu a importância da soberania brasileira em temas como minerais críticos e inteligência artificial, ressaltando seu papel na inovação. Após a cúpula, Lula viajará para Moçambique para firmar acordos e retornará ao Brasil antes de seu compromisso com a União Europeia.

Lula reafirma que saudosistas não fazem parte do Brics e defende nova governança global

Durante entrevista, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que os saudosistas do nazismo e do fascismo não estão no Brics, destacando que o bloco busca fortalecer a democracia e a participação social. Lula também mencionou a necessidade de um novo modelo de governança multilateral, advogando por mudanças na ONU, com base em eventos geopolíticos recentes em vez de retrospecções de 1945. Enfatizando a soberania brasileira, ele rejeitou qualquer tutela externa, reforçando que as decisões democráticas pertencem ao povo do Brasil. A declaração foi uma resposta às ameaças de Donald Trump sobre o bloco.

A verdadeira força do Brics: dependência de China e Índia revelada

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou a relevância do BRICS durante a cúpula internacional, enfatizando que o bloco representa quase metade da população global e 40% da riqueza do planeta. No entanto, dados indicam que, sem China e Índia, o BRICS se tornaria insignificante, com apenas 8% do PIB global e 13% da população mundial. Lula lembrou que o grupo é herdeiro do Movimento Não-Alinhado e que sua independência e influência estão ameaçadas pelo ataque ao multilateralismo, ressaltando a dependência do bloco em relação aos dois gigantes asiáticos em suas aspirações globais.