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Notícias em 1 parágrafo!

Tudo sobre Diplomacia

Rússia afirma que Acordo de Paz na Ucrânia está Mais Próximo, mas com Condições

A Rússia declarou que está mais próxima de um acordo de paz para a guerra na Ucrânia, concordando com afirmações do presidente dos EUA, Donald Trump, após conversas entre ele, Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, anunciou que novas discussões podem ocorrer em breve, mas ressaltou que a Ucrânia deve retirar suas tropas da região de Donbas para que a paz seja possível. Zelensky mencionou que questões sobre a usina nuclear de Zaporizhzhia e a cessão de territórios ainda são obstáculos nas negociações, além das reivindicações russas sobre Donbas e outras áreas.

Trump abandona Bolsonaro após prisão, afirma ex-embaixador dos EUA

John Feeley, ex-embaixador dos EUA, acredita que a mudança na postura de Donald Trump em relação ao Brasil e Jair Bolsonaro está mais ligada às ações imprevisíveis do presidente americano do que a qualquer conquista do governo Lula. Segundo Feeley, após a prisão de Bolsonaro, Trump começou a vê-lo como um 'perdedor', intolerável para o ex-presidente. Ele destaca que, embora as tarifas impostos aos produtos agrícolas brasileiros e as sanções fossem inicialmente impulsionadas pelo lobby de Eduardo Bolsonaro, a reversão dessas medidas é resultado do comportamento errático de Trump, não das habilidades de negociação de Lula.

China intensifica tensões militares com exercícios em torno de Taiwan

A China começou a realizar exercícios militares com fogo real ao redor de Taiwan, incluindo o envolvimento de destroieres, fragatas, caças, bombardeiros e drones. Essas manobras foram anunciadas pelo Exército Popular de Libertação em resposta a tensões diplomáticas com o Japão e os Estados Unidos, especialmente após a recente venda de armas a Taiwan. Taiwan, por sua vez, relatou a detecção de navios chineses em suas proximidades. As manobras, denominadas ‘Missão Justiça 2025’, ocorrem após semanas de escalada nas relações entre a China e o Japão, aumentando a atenção internacional na região.

Rússia reafirma compromisso com a paz na Ucrânia em reunião chave

O enviado de política externa dos Estados Unidos, Steve Witkoff, afirmou que a Rússia permanece totalmente comprometida com a paz na Ucrânia, após encontros com o emissário do Kremlin, Kirill Dmitriev, na Flórida. Witkoff, junto com Jared Kushner, buscou aprimorar um plano para encerrar o conflito, incluindo garantias de segurança e concessões territoriais.Apesar de as reuniões terem sido classificadas como produtivas, não houve acordos concretos anunciados para finalizar a guerra. Witkoff e o secretário de Segurança Nacional da Ucrânia, Rustem Umerov, reafirmaram seu compromisso em buscar uma paz justa e duradoura.

Lula alerta sobre riscos de intervenção militar na Venezuela

Durante a Cúpula do Mercosul em Foz do Iguaçu, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva expressou preocupações sobre a possível intervenção dos Estados Unidos na Venezuela, considerando-a uma potencial catástrofe humanitária. Lula argumentou que tal ação poderia estabelecer precedentes perigosos para a região e o mundo. Ele enfatizou que a escalada militar dos EUA, com bloqueios navais e ameaças, poderia resultar em instabilidade na fronteira brasileira, aumentando a crise de imigração. Lula tentou convencer Donald Trump sobre os efeitos negativos de um ataque militar, propondo que o diálogo poderia ser uma alternativa mais eficaz.

Crise na fronteira: Tensão entre EUA e Venezuela preocupa Brasil

A crescente tensão entre os Estados Unidos e a Venezuela, intensificada por ameaças de Donald Trump, gerou preocupações no governo brasileiro sobre uma possível crise humanitária na fronteira. Trump anunciou um bloqueio naval contra navios petroleiros venezuelanos, aumentando o temor de uma desestabilização no país. O presidente Lula abordou a situação com Trump, alertando para as consequências de uma intervenção militar e propondo um diálogo construtivo. A apreensão de um navio petroleiro e a presença militar dos EUA na região refletem um cenário incerto, onde uma mudança de governo na Venezuela poderia resultar em um vácuo de poder e caos social.

Brasil teme recuo da União Europeia em acordo histórico com o Mercosul

O governo brasileiro manifesta preocupação quanto ao recuo da União Europeia em relação ao acordo comercial com o Mercosul, com a assinatura prevista para a próxima semana. O sucesso do pacto, que é crucial após 25 anos de negociações, depende da aprovação em duas votações no Parlamento e Conselho Europeus, programadas entre 16 e 18 de dezembro. A resistência, especialmente de países como França e Polônia, gera ansiedade no Brasil, que pode redirecionar sua política comercial para a Ásia caso o acordo não seja firmado. A urgência se amplifica com as salvaguardas agrícolas em discussão.

Lula e Maduro conversam sobre a situação no Caribe

Na terça-feira da semana passada, os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Nicolás Maduro realizaram uma conversa telefônica de 15 minutos, que permaneceu em sigilo até agora. Lula expressou suas preocupações sobre ações dos Estados Unidos no Caribe e solicitou a avaliação de Maduro sobre os movimentos norte-americanos. Esta foi a primeira conversa entre os líderes em mais de um ano, após o esfriamento das relações diplomáticas devido à crise política na Venezuela. Embora amistosa, a ligação não levantou a possibilidade de Lula atuar como mediador entre Maduro e a Casa Branca.

Crise diplomática: China e Japão em confronto aéreo

As tensões entre China e Japão escalaram quando aviões militares chineses travaram seus radares em caças japoneses perto de Okinawa. O Ministério da Defesa japonês classificou o ato como 'perigoso', levando o Japão a protestar fortemente a Pequim sobre a questão. Não houve feridos ou danos, mas o incidente agrava ainda mais uma relação já tensa após comentários feitos pela primeira-ministra japonesa sobre a possibilidade de intervenção militar em Taiwan. O ministro da Defesa japonês condenou a ação da China e advertiu sobre os riscos que atos assim podem representar para a segurança aérea na região.

Maduro convoca brasileiros a apoiar a Venezuela

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, fez um apelo para que os brasileiros saiam às ruas em apoio à paz e soberania venezuelanas durante um programa de televisão, enquanto recebia um boné do MST. Misturando português e espanhol, ele proclamou que 'a vitória pertence à Venezuela' e agradeceu aos brasileiros e ao MST pela unidade entre os povos. Essa declaração surge em meio aos ataques dos Estados Unidos a embarcações, que já resultaram em 87 mortes, enquanto o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, se ofereceu para mediar a situação.

Putin se diz preparado para guerra se Europa iniciar conflito

Vladimir Putin, presidente da Rússia, declarou estar preparado para um confronto caso a Europa inicie um conflito, mas enfatizou que o país não deseja a guerra. Suas declarações ocorreram em um fórum econômico em Moscou, horas antes de uma reunião com o emissário americano, Steve Witkoff, para discutir propostas de paz para a Ucrânia. Putin criticou os líderes europeus, afirmando que eles tentam obstruir os esforços dos EUA para encerrar a guerra e que não possuem um programa de paz. Ele pediu que reconsiderem suas atitudes em relação à Rússia e ao conflito atual.

Maduro enfrenta ultimato de Trump e busca anistia para deixar Venezuela

Nicolás Maduro, o ditador da Venezuela, enfrenta crescente pressão para renunciar e deixar o país. Em uma recente conversa telefônica com Donald Trump, o presidente dos EUA, Maduro fez solicitações de anistia para si e sua família, além da remoção de sanções e acusações do Tribunal Penal Internacional. Trump negou a maioria dos pedidos, mas deu a Maduro um prazo de uma semana para abandonar a Venezuela com segurança. O telefonema ressaltou a recusa dos EUA em reconhecer Maduro como líder legítimo, e a Casa Branca não elaborou detalhes adicionais sobre a ligação.

Estados Unidos designam Maduro como terrorista e ampliam opções de sanção

A designação de Nicolás Maduro e seus aliados como membros de uma organização terrorista estrangeira pelos Estados Unidos terá início nesta segunda-feira (24). Essa medida, que visa o Cartel de los Soles, permite ao presidente Donald Trump impor novas sanções contra os ativos de Maduro, embora não autorize explicitamente a força letal. A administração Trump argumenta que isso amplia opções militares na Venezuela, apesar da oposição pública a ações militares dos EUA na região. Investigações revelam que 70% dos americanos se opõem ao envolvimento militar, com a Casa Branca trabalhando para uma saída diplomática.

Acordo de paz em Genebra: Ucrânia mantém soberania em negociações com a Rússia

Durante negociações em Genebra, autoridades dos Estados Unidos e Ucrânia reafirmaram que um futuro acordo de paz com a Rússia deve garantir a total soberania da Ucrânia. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, indicou progresso nas discussões, destacando que as questões pendentes são superáveis e que os russos terão voz no processo. Após a proposta inicial que envolvia concessões territoriais à Rússia, uma nova versão do plano foi elaborada, priorizando as preocupações de Kiev. Contudo, os ataques russos em Kharkiv exacerbam a situação e a urgência por um entendimento entre as partes em conflito permanece.

Europa apresenta nova proposta de paz na Ucrânia com mudanças significativas

Os líderes da Alemanha, França, Reino Unido e Polônia propuseram uma contraproposta aos Estados Unidos em relação ao plano de paz para a Ucrânia, buscando resolver o conflito com a Rússia que perdura desde 2014. A proposta inclui a solicitação de posicionamento de caças da OTAN na Polônia e uma garantia de segurança similar ao artigo 5 do Tratado da OTAN para a Ucrânia. Além disso, os europeus desejam que a Ucrânia tenha um limite de 800 mil soldados e que negociações comece com base na linha de contato atual do conflito ao invés de reconhecer territórios russos.

Celso Amorim minimiza boicote de Trump ao G20 na África do Sul

Celso Amorim, assessor especial de Lula, fez comentários sobre o boicote de Donald Trump à cúpula do G20 na África do Sul. Durante uma entrevista em Joanesburgo, Amorim considerou a ausência dos EUA na reunião um problema esquisito, visto que o país será o próximo presidente do grupo, mas afirmou que a situação será resolvida. Ele destacou a disposição de Lula em ajudar o presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, na transição da presidência, enfatizando a amizade e semelhança de background entre os dois, ambos ex-líderes sindicais.

Trump propõe plano polêmico para a paz entre Rússia e Ucrânia

A administração Trump está desenvolvendo um plano de 28 pontos para pôr fim à guerra na Ucrânia, que envolve concessões territoriais por parte de Kiev à Rússia e reconhecimento dos territórios ocupados como russos, uma mudança drástica na política dos EUA. Embora o rascunho tenha sido confirmado por autoridades, muitas de suas propostas anteriores foram rejeitadas pela Ucrânia e seus aliados europeus. O presidente ucraniano Zelensky concordou em discutir o plano, mas os detalhes são ainda incertos e suscitaram preocupações sobre as concessões que poderiam ser demandadas de sua parte.

Trump alivia tarifas sobre produtos agrícolas brasileiros em decisão estratégica

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a suspensão de tarifas de 40% sobre produtos agrícolas brasileiros, incluindo café, carne e frutas. A decisão, que retroage a mercadorias que chegaram aos EUA a partir de 13 de novembro, é resultado de negociações entre os governos americano e brasileiro, com destaque para uma conversa entre Trump e o presidente Lula. Essa medida visa aliviar a pressão inflacionária nos EUA e ajuda a reverter as dificuldades enfrentadas por produtores brasileiros. O governo brasileiro expressou satisfação com a suspensão e reiterou o desejo de continuar as negociações sobre tarifas adicionais.

Friedrich Merz provoca polêmica com declarações sobre o Brasil

O chanceler alemão Friedrich Merz fez polêmicas declarações sobre o Brasil durante uma entrevista, destacando que a Alemanha é um dos países mais bonitos do mundo. Suas declarações surgem após ele expressar alívio por deixar Belém, onde participou da COP30. Isso gerou indignação no Brasil, especialmente entre Lula, que contrapôs a qualidade do país às observações de Merz. Enquanto o prefeito do Rio criticou duramente, o governo alemão defendeu Merz, alegando que suas palavras foram mal interpretadas e que as relações entre Brasil e Alemanha permanecem positivas, apesar das tensões recentes.

Encontro crucial: Chanceler alemão busca diálogo com Lula após controvérsias

O chanceler alemão Friedrich Merz expressou o desejo de reencontrar o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva após polêmicas sobre sua fala referente à cidade de Belém, sede da COP30. Durante coletiva, Merz lembrou de encontros anteriores e ressaltou que aguarda uma conversa descontraída na África do Sul. Recentemente, ele comentou que os alemães estavam ansiosos para retornar ao seu país após a visita ao Brasil, o que gerou descontentamento no governo brasileiro. Um comunicado alemão afirmou que Merz respeita a COP30 e lamentou não conhecer a beleza natural da Amazônia em sua visita.

Ministro alemão elogia Brasil após críticas de chanceler

O ministro do Meio Ambiente da Alemanha, Carsten Schneider, elogiou o Brasil, chamando-o de 'um país maravilhoso' e expressou sua tristeza em não poder prolongar sua estadia após a COP30, realizada em Belém. Essa declaração foi uma resposta à crítica depreciativa de Friedrich Merz, chanceler alemão, que havia comentado que os jornalistas estavam felizes por deixar o Brasil. Schneider compartilhou nas redes sociais uma foto pescando na Amazônia, ressaltando sua admiração pela cultura local, as pessoas e a hospitalidade, enquanto reconhecia a pobreza presente na cidade e a beleza natural da região amazônica.

Tensões diplomáticas elevam cancelamento de voos entre China e Japão

A China decidiu cancelar cerca de 202 voos para o Japão em decorrência do agravamento das relações diplomáticas entre os dois países, especialmente por conta de divergências sobre Taiwan. Os cancelamentos, que ocorreram entre 3 e 9 de novembro, refletem um aumento nas tensões. No total, houve 1.189 voos registrados na primeira semana de novembro, representando uma queda de 14,5% em comparação com o mês anterior. Além disso, o Ministério das Relações Exteriores da China emitiu um aviso aos seus cidadãos, recomendando que evitem viajar para o Japão devido à instabilidade política.

Tensões entre China e Japão aumentam com recomendações de viagem

O Ministério da Cultura e Turismo da China recomendou que cidadãos chineses evitem viajar ao Japão após declarações controversas da primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, sobre Taiwan. As tensões entre os dois países aumentaram, especialmente após Takaichi afirmar que uma possível agressão da China a Taiwan poderia representar uma 'ameaça à sobrevivência' do Japão. Como resultado imediato, ações de companhias japonesas ligadas ao turismo despencaram, incluindo a operadora Isetan Mitsukoshi, que teve uma queda de 10,7%. Esta situação destaca a importância estratégica de Taiwan e as complexas relações entre China e Japão.

Trump sinaliza abertura para dialogar com Maduro amid tensions

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou estar aberto a conversas com o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em meio à crescente pressão militar de Washington sobre o regime venezuelano. Em uma entrevista, Trump mencionou que poderia haver diálogos enquanto mantinha a pressão sobre Maduro, que é acusado de liderar uma organização de narcotráfico, o Cartel de los Soles. O secretário de Estado, Marco Rubio, anunciou que essa organização seria designada como uma “organização terrorista estrangeira”. As ações dos EUA incluem ataques a embarcações ligadas ao tráfico de drogas no Caribe, resultando em várias mortes.

Tereza Cristina elogia diplomacia e enfrenta críticas de bolsonaristas

A senadora Tereza Cristina, ex-ministra da Agricultura do governo Bolsonaro, elogiou a diplomacia do Brasil com os Estados Unidos em uma postagem que provocou reações negativas entre seus apoiadores. Ela destacou a redução das tarifas sobre produtos como carne, café e frutas, vendo isso como um alívio para o agronegócio brasileiro. Apesar do elogio, sua posição gerou críticas nas redes sociais. A redução, anunciada pelo presidente Trump, é parcial, com a tarifa extra de 40% ainda em vigor, mas muitos acreditam na importância da diplomacia para o setor agrícola do Brasil.

USS Gerald R. Ford: o maior porta-aviões do mundo aumenta pressão sobre a Venezuela

O porta-aviões USS Gerald R. Ford, o maior do mundo, chegou à América Latina, intensificando a presença militar dos Estados Unidos na região devido ao aumento das tensões com a Venezuela. A embarcação, que leva mais de 5.000 marinheiros, foi enviada a pedido do presidente Donald Trump e se junta a um contingente de oito navios de guerra e um submarino nuclear. O Pentágono destacou que a missão visa combater o narcotráfico e desmantelar organizações criminosas, enquanto o presidente venezuelano Nicolás Maduro alertou sobre uma possível intervenção militar, prometendo resistência.

Lula alerta sobre o retorno da ameaça militar à América Latina

Durante a 4ª Cúpula da Celac, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou que a ameaça de uso de força militar retornou ao cotidiano da América Latina, sem mencionar diretamente EUA ou Venezuela. Ele criticou as manobras retóricas utilizadas para legitimar intervenções ilegais, observando que a guerra na Europa está drenando recursos que deveriam ser alocados para um desenvolvimento sustentável na região. Lula expressou preocupação sobre a escalada de tensões entre os EUA e a Venezuela, enfatizando a necessidade de uma abordagem diplomática e o respeito à não interferência em assuntos internos dos países.

COP30: A Conferência que o Mundo Precisa Realmente Ouvir!

A Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, COP30, começou em Belém no dia 6 de novembro de 2025 e termina hoje, 7 de novembro. A mídia estrangeira está cobrindo o evento, mas nem todos os veículos estão dando a devida importância às discussões. O Guardian destacou a conferência, mencionando o discurso de António Guterres sobre a “falha moral” em não controlar o aquecimento global. Le Monde elogiou a iniciativa do Brasil para proteger a Amazônia, enquanto outros veículos, como o Washington Post e o Wall Street Journal, focaram nas implicações políticas e diplomáticas do evento.

Lula se prepara para discutir a Venezuela na cúpula da Celac na Colômbia

No domingo, 9 de novembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva irá à Colômbia para a 4ª Cúpula Celac-UE, onde discutirá a situação da Venezuela e a presença militar dos Estados Unidos na região. Lula argumentou que a reunião só faz sentido se esses tópicos forem abordados, referindo-se ao uso inadequado da força americana para combater o narcotráfico. Antes da cúpula, ele realizará uma série de encontros bilaterais em Belém e, após sua participação, retornará para abrir oficialmente a COP30. A cúpula se concentrará em compromissos para a conservação climática.

Governadores de direita silenciam após encontro de Lula e Trump

Governadores de direita, como Tarcísio de Freitas e Ronaldo Caiado, criticaram publicamente o presidente Lula por não intermediar com Donald Trump as tarifas impostas pelos EUA. Contudo, após o encontro entre os líderes na Malásia, esses governadores optaram pelo silêncio. Enquanto Lula expressou otimismo sobre futuras negociações, Trump surpreendeu ao elogiar o brasileiro e, em tom amistoso, desejou-lhe feliz aniversário. Surgiram tensões internas, com diversos gestores se manifestando sobre as implicações econômicas e diplomáticas da postura do governo, incluindo críticas a Eduardo Bolsonaro, acirrando ainda mais as divisões no cenário político nacional.

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