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Erupções solares intensas: atividade do sol mantém a Terra em alerta

Nos últimos dias, uma mancha solar tornou-se fonte de intensas erupções, disparando várias explosões em menos de 24 horas, incluindo eventos da classe M e C. A explosão mais forte, no domingo, atingiu o nível M8.46, quase classe X. Essa erupção gerou uma ejeção de massa coronal, que pode atingir a Terra nessa quarta-feira, trazendo potencial de uma leve tempestade geomagnética. A radiação provocou apagões de rádio na América do Norte. Especialistas alertam que novas erupções podem ocorrer nos próximos dias, mantendo o planeta sob risco de mais apagões e tempestades geomagnéticas.

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Mancha solar forma ponto de interrogação e provoca megaexplosões

  • Uma mancha solar conhecida como AR 4366, observada pelo Observatório de Dinâmica Solar, apresenta um formato inusitado que lembra um ponto de interrogação deitado.
  • A NASA destacou a imagem da mancha, registrando várias erupções solares de classe X, a mais intensa, nos dias seguintes ao seu surgimento em 30 de janeiro.
  • Com aproximadamente 10 vezes o tamanho da Terra, a mancha gerou um total de 64 erupções, tornando-se um fenômeno raro de intenso atividade solar.

Tempestade solar se aproxima: poderosa erupção do Sol deve atingir a Terra

  • A Nasa alerta que uma tempestade solar causada por uma supererupção no Sol atingirá a Terra entre os dias 5 e 6 de fevereiro.
  • A erupção de intensidade X8.1 é a mais poderosa registrada, com potencial para afetar comunicações e gerar auroras boreais.
  • A região ativa do Sol, chamada AR 4366, é responsável pela série de erupções e tem aproximadamente 10 vezes o tamanho da Terra.

Sol registra quinta megaerupção em apenas três dias

  • O Sol realizou sua quinta megaerupção em três dias, com a mancha AR4366, que tem 10 vezes o tamanho da Terra.
  • A mais recente erupção, classificada como X1.5, foi registrada pela NASA e ocorreu em 3 de fevereiro de 2026.
  • Os astrônomos alertam que essas erupções podem afetar comunicações e redes elétricas na Terra.

Quatro erupções solares em sequência impactam comunicações e tecnologia na Terra

  • O Sol registrou quatro erupções solares poderosas na mancha AR4366 entre 1º e 2 de fevereiro de 2026, com a mais intensa classificada como X8.1.
  • As erupções podem afetar satélites, comunicações de rádio e sistemas elétricos, representando riscos para astronautas em missão.
  • Embora séries de erupções de classe X sejam raras, elas são parte do ciclo solar de atividade que dura em média 11 anos.

Astrônomos desmentem ameaça de tempestade solar após erupção gigantesca

Astrônomos observaram uma imponente erupção solar, chamada de 'asa de pássaro', que se estendeu por mais de um milhão de quilômetros no hemisfério Norte do Sol. Apesar das matérias alarmistas, especialistas confirmaram que a ejeção de massa coronal está se afastando da Terra, sem risco de uma tempestade solar severa. O impacto deve ser mínimo, podendo causar apenas visibilidade de auroras boreais nas latitudes médias. Monitoramento da região de manchas solares AR4087 é constante, já que ainda há potencial para futuras erupções afetarem a Terra. A atividade solar permanece alta durante este ciclo.

Erupção solar provoca apagão de rádio em várias regiões do mundo

Uma erupção solar da mancha AR4087 provocou a interrupção de sinais de rádio na Europa, Ásia e Oriente Médio, sendo considerada a explosão solar mais intensa de 2025. O acidente, que ocorreu às 5h25 de quarta-feira, desestabilizou a ionosfera e causou apagões de comunicação em áreas sob luz solar. Classificado pela NOAA, o evento teve explosões de níveis M3 e X2.7. Apesar da intensidade, a agência afirmou que não há previsão de novos impactos. O fenômeno, embora raro, é um exemplo do quanto erupções solares podem afetar a tecnologia na Terra.

Erupção solar provoca fenômeno raro na magnetosfera da Terra

Em abril de 2023, uma erupção solar particularmente intensa levou a uma interrupção temporária da 'cauda' da magnetosfera da Terra, um fenômeno raro estudado pela NASA. Durante este evento, as interações entre a magnetosfera e o vento solar resultaram na formação de estruturas chamadas 'asas de Alfvén', substituindo a tradicional cauda e criando um canal para o transporte de plasma. Esse fenômeno, embora breve, oferece novas perspectivas sobre como esses eventos ocorrem em outros corpos celestes, além de possivelmente estarem ligados à formação de auroras em Júpiter, especialmente na lua Ganimedes.