Mancha solar forma ponto de interrogação e provoca megaexplosões
Mancha solar forma ponto de interrogação e provoca megaexplosões
Uma mancha solar conhecida como AR 4366, observada pelo Observatório de Dinâmica Solar, apresenta um formato inusitado que lembra um ponto de interrogação deitado.
A NASA destacou a imagem da mancha, registrando várias erupções solares de classe X, a mais intensa, nos dias seguintes ao seu surgimento em 30 de janeiro.
Com aproximadamente 10 vezes o tamanho da Terra, a mancha gerou um total de 64 erupções, tornando-se um fenômeno raro de intenso atividade solar.
Novas imagens e análises da NASA ajudam a entender a composição do cometa interestelar 3I/ATLAS, um visitante raro no Sistema Solar.
O telescópio espacial SPHEREx identificou água, dióxido de carbono, monóxido de carbono e moléculas orgânicas na nuvem de gás e poeira ao redor do cometa.
Observações indicam que o cometa aumentou seu brilho após a passagem próxima ao Sol, liberando materiais ricos em carbono que estavam aprisionados no gelo.
A sonda lunar Chang'e 6 da China confirmou a presença de nanotubos de carbono e grafite no lado oculto da Lua.
A pesquisa revelou que a atividade geológica na região é mais intensa do que se pensava, ligada a processos naturais extremos como impactos de micrometeoritos.
Essa descoberta pode alterar a compreensão sobre a formação de materiais complexos em ambientes extraterrestres e oferecer novas pistas sobre a história do Sistema Solar.
Cientistas monitoram um buraco negro supermassivo que apresenta um comportamento alimentar desordenado após devorar uma estrela.
O buraco negro está expelindo material em alta velocidade, resultante de uma indigestão que começou dois anos após a destruição da estrela.
O evento é considerado um fenômeno raro e poderoso, com um aumento exponencial na luminosidade do buraco negro, aproximadamente 50 vezes mais brilhante do que quando foi descoberto.